Bring Me To Life
95 Capitulo Noventa e Três
Notas iniciais
Pov. Edward Cullen:
Eu me sentia aprensivo.
Meu casamento estava sendo decidido, na audiência. A juiza estava recolhida com os advogados dentro da sala, estavam Jane Volturi e James Pillot meu advogado pessoal e amigo. Eu estava me sentindo amentrontado eu queria que nada desse divórcio acontecesse mas Bella cedeu todos os documentos oficiais do casamento, os contratos tudo para perícia eu não tinha armas para negar mas nada ela havia ido embora e me deixado aqui sozinho. Ela foi embora para sempre da minha vida, eu nada soube mais dela apenas sei que ela esta reconstruindo a vida dela, com o babaca do Demetri que estava a poucos metros de mim sorrindo feliz tudo que ele queria era ela, livre.
Estupido.
Mesmo eu não merecendo Bella, eu ainda amo tanto, eu desejo tanto que ela volte para mim que ela me perdoe mas eu não posso pedir nada dela, eu não posso nem ao menos desejar ela como eu desejo. Eu destrui a mulher que eu mais amei na vida a única que me tocou lá dentro despertando meu melhor.
— Por que eles demoram tanto?— perguntei olhando para meu pai que se mantia calmo. Ele sabia que estava em jogo o futuro da empresa nesse divórcio milionário.
Bella queria mais do que dinheiro ela queria destruir a reputação da minha família eu merecia isso não meu pai, muito menos minha mãe.
Eu sei o quanto meu avó e também meu pai trabalhou suado para que aquela empresa se transformasse em uma construtora que é hoje, reconhecida mundialmente por ser ecologicamente correta.
— Devem estar avaliando, os bens Edward— falou ele,de forma seca o meu relacionamento com ele, tem sido frio e prático.
— Tenho quase certeza que causa ganha— comentou Emmett, olhando-me eu respirei fundo. Ultimamente eu tenho me apoiado nele, e na minha irmã problemática que nos primeiros meses jogou na minha cara que eu era o culpado de tudo isso agora Alice estava mais doce e também mais compriensivel ela tem ficado aqui em Nova York enquanto o processo não sai depois ela voltara a Flórida e eu vou aqui na cidade onde eu nasci e me criei.
— Ele vai ganhar, a causa e também a mulher que eu amo— falei fechando os olhos negando— Por que isso tá acontecendo? Eu blindei tanto Bella disso e tudo isso está acontecendo saindo do meu controle.
—Não sei por que está ocorrendo— comentou Emmett.
— Onde ela está?— perguntei— Por que ela não está aqui?
— Por que ela está magoada Edward, você despedaçou a vida dela o suficiente para saber que ela merece ser feliz novamente — Rosalie ela era uma das minhas pontes com Bella.
— Se eu pudesse voltar no tempo.
— Edward já foi, esquece.
Depois de alguns minutos James apareceu. E eu então o encarei e ele acenou negativamente. Eu sabia o que aquilo significava, eu sabia mais ainda o que aquilo era. Bella havia conseguido se livrar do meu sobrenome, ela tinha conseguido tirar tudo que ela queria tudo que ela jurou na frente de tantas pessoas da nossa familia que faria.
Me destruir.
Ela conseguiu isso.
Não era a perda material aquilo não me importava nenhum pouco! Mas o que me importava era ela, meu maior amor meu grande amor, Bella minha Bella! Deus por que ela não volta para mim?
Será que eu foi tão cruel com ela na nossa melhor fase?
Era a mentira. A mentira, que fez ama-la e também me fez perde-la.
Ela nunca me perdoaria por ter mentido, por ter enganado por ter sido cruel. Com ela, eu a perdi para sempre.
— Sinto muito Edward, eu tentei todos os recursos que você pediu mas nada foi possível — falou ele olhando-me— Bella estava relutante demais para aceitar ela conseguiu ganhar— falou ele, olhando-me James eu devo muito a ele. Não só como meu advogado mais como meu amigo e conselheiro.
— Eu preciso ficar sozinho— eu peguei o meu casaco eu sai andando em passos apressados. Enquanto eu andava correndo para o lado de fora do Forum da família eu sentia vontade de morrer. Era como se meu mundo tivesse caido sob meus pés. Minha amada, tinha ido embora para sempre. Eu entrei no meu carro e aquele molho de jornalistas vieram até ele eu acelerei passando por cima de todos, eu não tinha cabeça para falar algo sobre isso eu dirigi por alguns minutos sem rumo querendo fugir do mundo perfeito foi quando eu finalmente parei na frente da minha casa sem me dar conta eu olhei a casa dos sonhos.
Branca e reluzente. Moderna e contempôranea eu desci do carro e olhei para aquela casa eu cruzei meus braços olhando as luzes acessas. Eu fechei os olhos.
— Finalmente está em casa!— Á declaração enfática de Bella, era clara.
—Oi meu amor— falei caminhando até ela eu deixei a pasta na mesa de centro próximo a escada ela estava usando um hobby preto, curto ele ia até metade das suas coxas os cabelos cacheados, soltos a pele pálida sem nenhuma maquiagem e aqueles olhos verdes lindos e brilhantes me encarando.
— Que bom que chegou, deve estar exausto!— comentou ela olhando-me eu me aproximei dela. Uma linda mulher sem duvídas. Sem usar nada de extraordinário.
— Sim eu estou— falei segurando ela pela cintura.
—Bem estamos sem empregadas hoje— comentou ela colocando ás mãos no meu peito e procurando a gravata.
—Ah é?
—Sim, eu dispensei todas elas eu fiz o jantar mas eu acho que ele esfriou!— comentou eu dei um sorriso beijando os lábios dela.
—Já jantou?
— Sim, eu jantei meu amor— respondi— Eu comecei a ver que iria demorar, acho que á reunião do conselho foi demorada não?— questionou.
—Foi um saco— respondi ela deu um meio sorriso eu segurei o rosto dela e aproximei meus lábios dos dela— Mas te encontrar em casa, e melhor a casa vazia e você usando esse hobby recompensou— comentei ele deu um beijo nos lábios.
—Ah, Sr. Cullen vá tomar banho depois poderemos namorar mas agora vá tomar banho esquentarei o jantar e nós iremos comer e beber vinho e namorarmos depois — eu dei um beijo nos lábios dela doces.
(******)
— Não Bella, notas felizes notas tristes— eu apontei novamente guiando ela no piano.
— Edward eu desisto!— falou ela se levantando zangada eu a olhei— Definitivamente talentos eu tenho apenas para ser uma ótima esposa e também arquiteta de resto eu sou um fracasso!— choramingou eu neguei me levantando eu, eu peguei a mão dela.
—Amor, é só tentar quanto mais se pratica mais se aprende— comentei ela deu um sorriso malicioso se aproximando de mim.
—Ah, eu adoro praticar— comentou. Eu arquei a sobrancelha.
— E eu posso saber o que?— perguntei ela abriu minha camisa e me encarou.
—Sexo selvagem com o meu Sr. Cullen Gostosão— comentou ela, passando a mão sobre meu peito a mão quente e pequena apenas com o aro gelado dourado nos dedos.
Minha Bella.
— Eu sinto muito— falou uma voz ferminina atrás de mim era Rosalie.— Mesmo que não mereça minha compaixão eu sei que está pagando Edward mas caro do que maginaria pagar por isso— ela colocou a mão no meu ombro e me encarou profundamente.
— Rosalie o que vai ser agora?
— Eu queria poder te responder— respondeu ela olhando-me— Eu queria poder fazer Bella, voltar para Nova York e te perdoar mas eu sei que eu não sou Deus para fazer isso Edward— eu respirei fundo encarando os olhos dela minha mão encontrou a dela.
— O que faz aqui?— perguntei.
— Bem você saiu, do forum como um louco eu vim atrás de você — respondeu fitando-me.— Se precisar de mim eu passarei a noite aqui.
— Eu vou precisar sim— respondi me virando para ela.— Eu não sei como agradecer, por estar aqui você é a ponte com Bella— comentei.
— Edward não me peça nada relacionado a ela estar aqui prova que estou passando por cima do que eu julgo certo— falou ela olhando-me.
— Eu imagino.
Nós entramos, eu subi ás escadas e ela ficou no andar de baixo. Depois de alguns minutos eu vi que a minha mãe, meus irmãos e meu pai foram ao meu quarto eu ainda estava flutuando na minha consciencia.
(***)
Eles me deixaram sozinho, por aquele momento eles se foram e eu fiquei aqui no escritório bebendo wiskky então eu ouvi meu celular eu queria morrer não queria falar com ninguém queria ficar ali sozinho curtindo a dor mas profundo.
Insistentemente tocava eu olhei para o aparelho eu vi um numero " Desconhecido" bloqueado eu apanhei o aparelho e respirei fundo.
— Alo.— falei.
— Edward?— era a voz de Bella. O MEU DEUS!
— Bella? É você?— questionei. Ela ficou quieta.
— Sinto muito— falou ela, desligou eu fiquei sem entender nada. O que ela queria? saber o quanto eu estava destruido?
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