Pov. Edward Cullen.

Quatro mêses depois...

Eu ficava olhando aquelas crianças correndo pela grama. Um jardim lindo eu fiquei olhando a aliança que eu ainda carregava na minha mão direita, ela reluzia ainda fortemente eu fitei encarando ela por um tempo.
Uma daquelas crianças, corriam de forma muito doce na grama verde. O tempo estava perfeitamente feliz, descobrindo flores rosas e de outras cores.
Olhar aquela menina me fez pensar em Bella. Um pensamento forte vagou em um momento triste que passamos quando ela perdeu o bebê naquele acidente de carro.
Como aquela criança ia ser?
Com quem se pareceria?
Menino, Menina?
Eram perguntas que nunca teria uma resposta.
Eu coloquei a mão na aliança que eu carregava perto do meu coração. Bella.
Se ela me perdoasse nós dois poderemos ir viajar pelo mundo eu esqueceria tudo ela dormia com um homem, agora ela tinha alguém que a protegia e a guardava. René nada falava comigo, ela apenas falava que ela estava feliz que Bella estava feliz e isso que importava. Quando eu questionava" Mais ela o ama?" ela nunca responde.
E isso faz com que eu tenha esperanças ainda dela ser minha para sempre. Que um dia ela conseguisse me perdoar.
Minha doce Bella!
Onde ela está? Como ela está? Tantas perguntas dentro do meu peito. E meu cerebro berrando. "Você perdeu ela seu idiota!" " Quem mandou, fingir tanto mentir tanto, perdeu a mulher a única que você amou na vida você perdeu seu babaca".
" Agora ela dorme, com Demetri e você ai sofrendo".
Eu retornei para o Flat eu estava na direção de Sintra em Portugal, uma linda região com lindos parques floridos Bella adoraria esse lugar, as flores ela adorava a natureza e toda a forma de vida que existia.
Eu tomei um banho quente e eu vi, um chamado pelo Skype eu vi que era minha mãe eu respirei fundo atendendo.
— Oi mãe— eu falei ela deu o sorriso mais lindo que existe depois do de Bella.
— Oi querido— falou ela— Estou morrendo de saudades quando retorna?
— Não sei mãe eu preciso de tempo— falei mexendo nos cabelos olhando para ela atravez do video.
— E eu vou ter que ficar longe do meu filho?— questiono— Que filho relapso Edward!— protestou ela.
— Por mas um tempo mãe— falei — Eu ainda não estou pronto para retornar, eu preciso de mais tempo e esquecer Bella.
— Edward.
— Eu sei que nunca vai entender mas eu a amo de verdade, mesmo ela tendo me deixado com todos os direitos— eu respirei fundo olhando seus olhos.— Que perteciam a ela, mas eu realmente não vou poder protestar mas eu quero um tempo para esvaziar minhas doses dela.
— Edward eu quero ver você, abraça-lo querido— falou sentimento materno.
— Eu imagino.
— Eu sinto sua falta, acredite.
— Eu acredito mas ainda não estou pronto, para voltar a Nova York.— comentei dando de ombros.
— Você só precisa voltar a América, não precisa ser Nova York— alegou ela dando de ombros.
— Mãe, você sabe que por agora eu prefiro ficar longe eu nem sei ao menos se um dia esse amor que eu ainda sinto por ela vai morrer— ela suspirou eu consegui ouvir e aquele olhar se intriteceu.
— Ela está com outro homem Edward, você tem que esquece-la — exigiu ela tinha uma ideia.

Eu me deitei na cama e encarei o teto eu fiquei rodando a aliança no meu dedo anelar eu tirei ela e encarei a aliança. Talvez minha mãe tivesse razão era hora de retornar a América. E viver minha vida, mesmo que eu faça de Bella uma doença ou uma droga poderosa.
Bella Bella. Como você deve estar meu amor? Como deve estar a sua vida? Depois da separação eu nunca mas ouvi a voz doce e tão terna vinda dela. Sinto muito foi a última coisa que eu ouvi naquele dia. Sinto Muito.
Eu dei um longo suspiro eu me levantei e olhei a varanda que dava para a cidade eu fechei meus olhos por alguns segundos.

— Voltar ao mundo dos vivos, e me sentir morto isso é realmente possível?— perguntei a mim mesmo em um bom tom.
Eu deveria ir a Flórida passar uns dias na casa de Alice me irradiando daquela alegria que eu não entendo da onde vem, eu acho que me faria bem ficar com ela alguns dias e depois retornar a Nova York. Era isso eu foi até meu quarto e apanhei o meu celular e disquei o número de Alice.
— Edward, você sabe que horas são nos Estados Unidos?— questionou ela irritada no telefone.
— Sim, eu sei que eu te liguei tarde mas eu queria te avisar que eu vou retornar aos Estados Unidos essa semana ainda.
— O que?
— Eu sei que eu deveria ter ligado mas tarde, seria muito eu ficar na sua casa?
— Não claro que não— falou ela— Mas por que a decisão repentina.
— Eu apenas acho que está na hora de encarar o papai e também crescer Alice reconstruir o império da família e honrar o nome que eu tenho que eu mesmo destrui— comentei no telefone eu ouvi um suspiro.
— Você acha que isso é o certo?
— Eu acho que isso é o melhor— respondi com franqueza.
— Eu espero que não se arrependa.
— Eu não vou.
— Me avise quando for retornar mesmo, eu irei apanha-lo no aeroporto vai ser bom ter você aqui— comentou ela dando de ombros.
(********)

Flórida- Estados Unidos- Uma semana depois.

Eu caminhava pelo areoporto eu me sentia tão infeliz. Lar doce Lar. Temporariamente esse seria meu lar eu precisava de um apoio vindo da minha irmã alegre e animada e também crescer e encarar meu pai.
Meu pai esse era o meu maior problema.
Encarar a ausência de Bella era enorme também mas, era mas fácil do que ter que olhar para o meu pai.
Bella jurou que ia destruir a mim e ao meu pai e ela de fato cumpriu.
— Fico feliz em te-lo no mundo dos vivos novamente— falou Alice caminhado na minha direção eu abracei ela fortemente o cheiro doce e a sensação de proteção me irradiaram.
— Eu fico feliz em retornar— respondi me soltando.
—E como foram esses mêses em Portugal?— questionou enquanto andavámos até o estacionamento.
—Reflexivel— respondi.
— Eu espero que volte com bastante disposição.
— E por que diz isso?
— Nossos pais estão em casa— eu respirei fundo.
—E o pai?
— Está ansioso para ve-lo ele não te odeia Edward — falou ela me fitando.
— Bem eu não sei se ele me odeia, mas eu sei que ele me despreza por ter perdido Bella para arrogância.— ele respirou fundo.
— Não vamos falar nela ok?
— Ainda doi não doi?— perguntou ela abrindo o porta mala eu coloquei minhas malas.
— Sim— respondi— Mas do que uma cicatriz ou uma queda doi tanto, quanto um hematoma eu não sei se eu vou superar isso Alice nem com Emilly doeu tanto— ela apenas torceu os lábios.
—Edward eu acredito que um dia vão se perdoar.
— Sério?
— Sim, eu acho que um dia quando o tempo passar vocês dois estiverem prontos e o destino ajudar vocês dois vão se reencontrar no mundo Edward sem magóas sem dores.— falou ela fitando-me.
—Espero que esteja certa.— sussurrei.
— Eu sinto Edward.
Nós entramos no carro e do aeroporto até a casa de Alice não levou mais de uma hora quando finalmente chegamos a casa dela eu dei um suspiro a nova casa era mil vezes maior do que era a antiga com vidros em todos os cantos uma casa moderna eu entrei e vi minha mãe ela andou e me abraçou forte.
— Meu filho como é bom ter você de volta— falou ela me agarrando eu respirei fundo retribuindo ao abraço dela.
— Eu senti tanta sua falta — sussurrei baixinho.
— Não consigo nem definir o quanto eu senti sua falta— sussurrei ela beijou minha testa.
— Edward— meu pai interrompeu e eu então me soltei da minha mãe.
— Pai.
— Como foi a viajem?— ele estava seco sentado no sofá.
— Sem novidades.
— Espero que tenha aproveitado os dias em Sintra por que de volta ao mundo dos vivos vai ter que recontruir a empresa que abandonou para esquecer Bella— alegou ele de forma dura.
— Carlisle será que não dá para ser um pouco menos severo ele acabou de chegar de Portugal depois de meses longe.— pediu minha mãe eu respirei fundo.
— Mãe não se preocupe, eu sabia que isso ia acontecer.— falei a olhando eu lancei um olhar para o meu pai— Eu cuidarei dos negócios aqui na Flórida por uns dias e depois eu retornarei a Nova York e tomarei a frente da empresa— falei ele respirou fundo.
—Do que sobrou dela, quer dizer.— corrigiu eu engoli a seco.— Já que Bella tem mais de sessenta por cento das ações ela é a que mais manda naquele lugar agora mesmo que ela se recuse a frequentar o mesmo ambiente que nós — comentou ele dando de ombros.
— Carlisle será que dá para esperar ele apenas descansar um pouco?— questinou novamente minha mãe.
— É esse o problema Esme você sempre dá, colo para ele— falou ele atacando minha mãe— Ele não é mas um menininho ele já tem vinte e sete anos está na hora de crescer!— falou me fitando.
— Seja severo comigo, a mamãe não tem nada a ver com isso!— rebati. Ele se levantou e saiu.
— Pai!— chamou Alice indo atrás dele. Eu suspirei.
— Bem vindo ao mundo dos vivos— falei para minha mãe— Entende por que eu ainda não queria voltar?— questionei ela suspirou.
— Ele vai perdoa-lo.— ela me deu um beijo e eu foi instalado em um enorme quarto.