Notas iniciais
Oi Oi gente agradecendo aos comentários recebidos no cap. anterior!
Tentarei postar com mais frequência e isso é uma promessa eu já comentei com a minha beta e ela vai fazer o possível Beijo!


— O que faz aqui? — perguntei o olhando.
— Não acha que eu deveria entrar? — perguntou ele, me olhando.
— Claro, entra — falei dando espaço para ele passar. Ele entrou e deu um assobio.
— Apartamento legal — comentou. Eu fechei a porta e o encarei.
— Eu disse que queria ficar sozinha, não disse? — perguntei. Ele se virou para mim.
— E quem disse que você manda em mim? — perguntou ele, eu suspirei.
— O que quer? — perguntei mexendo nos meus cabelos.
— Você é minha primeira opção — falou ele, eu bufei.
— Não posso, estou sangrando! — resmunguei. Ele se aproximou de mim e segurou minha cintura.
— Mas pode me beijar — falou ele, eu suspirei.
— Eu não quero — falei. Ele me encarou me puxando mais pra perto.
— Mas eu sim — respondeu roçando seus lábios nos meus e então selando nossos lábios.
— O que quer? — perguntei. Ele me beijou novamente.
— Eu já disse — respondeu ele. — Quero ficar com você hoje.
— Edward, eu não quero ficar hoje com você — respondi. — Rosalie está para chegar, e eu não quero problemas — falei. Ele segurou meu rosto.

— Para de mentir! — falou. Eu o encarei. — Eu sei que quer, eu sei que está me evitando e eu quero saber por quê? — perguntou ele, eu me soltei e o olhei.
— Porque eu tenho um noivo, eu cometi um erro eu não sou uma vadia que dorme com qualquer cara — falei. — Eu me valorizo, valorizo minhas éticas e bons costumes, não queria estar com alguém que está apenas transando comigo, eu não sou esse tipo que aceita sexo casual, você é filho do meu chefe! — argumentei.
— E dai que eu sou filho do seu chefe? — perguntou ele.
— E dai que eu realmente não quero me envolver com alguém que está prestes a assumir a presidência da empresa. Eu não quero ser vista como a “mulher que transa com o filho do chefe para fazer autopropaganda” não sou como sua secretária, que gosta de sexo por interesse — mencionei sendo franca. Ele andou até mim segurou minha cintura e me fez olha-lo.
— Eu em algum momento te chamei de vadia? — perguntou ele me olhando.
— N-não — gaguejei.
— Eu não estou querendo você só para sexo, Bella! — falou ele, de forma ríspida.
— Não? — perguntei.
— Não nego tenho um tesão absurdo por você depois que eu te vi nua, você com esse moletom também está me deixando para lá de excitado — falou me olhando. — Mas eu não a quero só porque o sexo foi incrível entre nós dois ontem — eu pisquei algumas vezes.
— Então é o que? — perguntei o olhando. — Não me venha dizer que está apaixonado, porque não tem como uma pessoa amar a outra em uma semana de convívio — falei. Ele suspirou.

— Você mexe comigo — disse ele, me olhando. —Seu jeito bravo me coloca na linha quando eu não quero ficar nela e eu só penso em te ter, ter e ter — falou, eu suspirei.
— Edward, eu sou noiva — falei.

— Ontem você não se importou nem um pouco com Demetri depois do sexo — falou ele, me olhando.
— Eu me importo sim — retruquei.
— Se se importasse não teria transado comigo — respondeu ele, de forma ríspida.
— Mais eu me importo com ele — falei o olhando. — Eu o trai, eu não sei o que eu sinto eu estou confusa — confessei.
— Bella, você caiu na tentação, isso é perdoável! — alegou ele, encarando-me. — Eu só quero te fazer feliz, em todos os aspectos. Você o traiu comigo, mas você nem ao menos se importou ele — falou, segurando meu rosto.
— Edward, te peço, por favor, vá embora — supliquei.
— Não, eu não vou! — falou ele.
— Edward, por favor — supliquei. Tinha um nó na minha garganta, um nó que estava me asfixiando.
— Não, eu não vou — falou ele novamente, convicto. Então uma lagrima escapou dos meus olhos. — Você está chorando? — perguntou ele.
— Vá embora, por favor! — pedi novamente. Ele me abraçou e eu tentei relutar, mas foi inútil. Ele me abraçou e eu enterrei meu rosto no seu peito másculo, cheirando aquela colônia deliciosa, aquele terno quente. Suas mãos acariciaram minhas costas.
— Desculpa, bebe, não queria ser grosso com você — pediu esfregando as mãos nas minhas costas enquanto eu chorava copiosamente. Ele parecia não saber o que fazer.
— Por favor, vá embora, Edward — supliquei. Ele segurou meu rosto.
— Não, eu não vou — respondeu ele, me olhando. — Eu só quero ficar com você e não vou te deixar sozinha frágil desse jeito — ele me beijou na cabeça e eu fechei os olhos no peito dele, ainda chorando. Ele me pegou no colo.
— Onde está me levando? — perguntei chorando ainda.
— Para o sofá, não sei onde é seu quarto — disse ele. Vi que ele se sentou em algo, comigo ainda nos braços, suas mãos estavam na minha perna e eu ainda continuava a chorar.
— Porque você não me ouve? — perguntei ainda chorando, minha voz meio falha.
— Porque você é uma garota selvagem e eu não obedeço a rebeldes — falou ele, eu continuava a chorar. Ele me apertou nos braços dele. — Para de chorar, bebê, por favor — pediu segurando meu rosto me fazendo olha-lo.
— Não vou parar de chorar! — falei chorando mais ainda. Ele segurou meu rosto e me beijou, eu relutei, mas não foi o suficiente. Ele continuou a me beijar de forma quente e intensa, sua língua invadiu minha boca, suas mãos passearam pela minha perna e minhas mãos apertaram sua nuca. Eu parei de beija-lo, ainda chorando.
— Por favor, bebê, para de chorar — falou ele. Eu fechei os olhos, minhas lágrimas caiam incontrolavelmente. Fiquei nos braços dele, chorando por muito tempo.
— Perua, che... — eu arregalei os olhos olhando para porta onde Rosalie estava.
— Rose — resmunguei me soltando de Edward. — Não é o que você está pensando — falei limpando minhas lágrimas.
— O que está acontecendo aqui? E quem é ele? — perguntou me olhando. — E porque está com cara de choro? — perguntou olhando meus olhos.
— Esse é Edward, Rosalie. o cara que eu te falei — expliquei.
— Oh, é ele? — perguntou ela, arqueando a sobrancelha.
— É — respondi. — Essa é minha amiga Rosalie, Edward — falei. Eles dois se cumprimentaram.
— É um prazer conhece-lo — falou ela, me olhando.
— O prazer é todo meu — respondeu. Ela deu um meio sorriso e voltou os olhos para mim.
— Eu acho que vou deixa-los sozinhos — falou me olhando com cara de “Vai ter que me contar direito o que está havendo aqui”.
— Não, eu já estava indo embora — disse Edward nos olhando.
— Não precisa ir, eu vou para o meu quarto — falou ela. — Acho que vocês dois tem coisas a serem conversadas — mencionou ela e foi para o quarto. Edward me encarou.
— Essa é a garota do meu irmão? — perguntou ele.
— Sim — respondi.
— Uau — falou, eu fechei a cara.
— Uau o que? — perguntei. Ele deu um risada, andou até mim e segurou meu rosto.
— Está com ciúmes? — perguntou.
— Não — respondi.
— Está sim! — falou ele.
— Não estou não! — retruquei. Ele segurou meu rosto.
— Está sim — respondeu ele encarando meus olhos.
— Não estou — me soltei dele e ele me abraçou pela cintura.
— Fica a coisa mais linda brava — sussurrou na minha orelha e afastou meu cabelo
— Não precisa ter ciúmes, mulher do meu irmão para mim é macho! — falou. Eu dei risada e ele me beijou no pescoço.
— Então Rosalie é um tesão de macho — falei. Ele deu risada.
— Eu quero só você, Bella. Nenhuma outra garota — mencionou.
— Garota — resmunguei.
— Garotinha — disse com voz de bebê.
— Vai à merda, me chamar de garotinha?! — falei me virando.
— Uma garotinha bem mal criada — eu dei risada. Ele segurou meu rosto e me beijou.
— Garotinha — resmunguei.
— Minha garotinha — falou ele, segurando meu rosto. — De dia, só porque a noite parece uma mulher, mas só parece e só acha que manda — eu fechei a cara.
— Eu mando sim — retruquei.
— Não em mim — respondeu.
— Vai à merda — falei. Ele deu risada e me beijou, eu tentei não corresponder, mas acabei cedendo, suas mãos agarraram minha cintura e minhas mãos já exploraram seus cabelos.
— Quero ficar com você — resmungou ele.
— Mas não vai — retruquei.
— E porque não? — perguntou.
— Porque eu não to afim — falei dando de ombros.
— E quem disse que precisa estar afim? — perguntou. Eu mostrei a língua e o cretino me mordeu na língua prologando o beijo, eu o empurrei.
— Eu digo que eu preciso — falei, ele deu um sorriso.
— Ah, me deixa ficar com você, só hoje — pediu.
— Não — respondi.
— Por favor — suplicou.
— Não! — respondi.
— Ah, tudo bem se faça de difícil eu te domestico depois, gata — falou. Eu dei risada e ele me beijou.
— Não sou animal para ser domesticado — falei, ele deu risada.
— Mas é uma pantera — falou. Eu bufei e ele me beijou nos lábios. — Eu te vejo amanhã no escritório, se não e trago tudo seu para cá e nós dois vamos passar o dia todo aqui “trabalhando” — falou. Eu bufei e ele me beijou e depois se foi.
— Uau, quando você disse que ele era um gato eu não conseguia acreditar — comentou Rosalie aparecendo vestida com um moletom.
— Ele é um homem incrível — resmunguei mexendo nos cabelos.
— É ele que tem o irmão que quer me conhecer? — perguntou.
— Sim — respondi.— Se o irmão dele tiver um décimo da beleza dele eu vou viver no quarto — comentou, eu dei risada.
— Eu estou ferrada, Rosalie — falei.
— Bella, ele é um gato você só fez o que qualquer mulher que tenha uma vagina e hormônios dentro delas fariam — falou dando de ombros.
— Ele me atiça, Rosalie — falei.
— Isso é bom — comentou.
— Não é bom coisa nenhuma — resmunguei.
— Ah, é, gata. Acredite — disse olhando-me.
— Quero morrer — falei. Ela negou.
— Com um gato desse, eu só ia morrer de tanto gozar — falou, eu dei risada.
— Deus, como fala besteira! — revirei os olhos.
— Só falo a verdade! — resmungou, ela dando de ombros.
— Emmett é mais alto que ele, e forte — comentei. Ela me encarou profundamente. — E tem os olhos azuis também — comentei.
— Uau — falou mordendo os lábios. — E falando nele, quando vai me apresentar? — perguntou ela.
— Se quiser, eu combino com ele essa semana. Demetri está em Los Angeles mesmo — dei de ombros.
— E você vai ficar de vela? — perguntou arqueando a sobrancelha.
— Não — respondi. — Eu posso chamar Edward para ir com nós — comentei, ela deu um sorriso.
— Você esta afim dele, não está? — perguntou.
— Mais ou menos, Rose — resmunguei, ela me encarou.
— Querida — falou ela. — Eu sei que você está sim gostando dele, curtindo ele até demais — comentou. Eu respirei fundo encarando os olhos dela.
— Rose, eu e ele temos química não estou curtindo ele — falei a olhando.
—Sei — resmungou ela. — Podemos fazer o que? — perguntou ela.
— Podemos ir a alguma peça da Broadway — sugeriu ela. — Eu não fui a nenhuma peça nesses meses que estou aqui, o que acha? — perguntou ela.
— Podemos jantar em um bom restaurante e pegamos algum musical da Broadway — sugeri.
— Acho ótimo — falou ela. Eu peguei uma barra de chocolate na cozinha e comecei a comer.
— Você deve estar bem deprimida para comer tanto doce dessa forma — comentou ela.
— Não, eu estou bem, é apenas paixão por chocolate — resmunguei. Ela balançou a cabeça rindo.
Nós duas jantamos e eu vi que tinha uma mensagem no meu celular.“Queria tomar banho com você, deitar com você e te acordar amanhã — Edward “
Eu dei um sorriso, incrédula. Me deitei na cama e respondi a mensagem.
Mas não vai garotão, amanhã nos vemos na empresa — Bella “
Fui para o banheiro, tomei um banho bem quente, lavei os cabelos e os prendi em um rabo de cavalo. Coloquei um pijama confortável e voltei para o quarto e apanhei meu celular. Havia uma nova mensagem. De Demetri.
Espero que esteja bem, eu te amo, Demetri”
Suspirei e respondi a mensagem.
Eu estou bem, como andam as coisas em Los Angeles? Te amo, Bella “
Eu menti, eu me sentia culpada por não poder ama-lo como antes, eu não consigo ser esse tipo de mulher que tem uma vida dupla.Me deitei na cama e fiquei pensando sobre isso até apagar.

Na manhã seguinte, acordei e me preparei psicologicamente para sair e ir trabalhar. Segui para o banheiro, tomei um banho quente e minha menstruação verdadeiramente veio. Gemi de raiva e terminei o banho, me troquei, colocando roupas escuras e segui para a cozinha onde tomei um café forte e segui para a construtora.
— Bom dia, Bella! — falou Ângela. — Melhorou da sua cólica e da sua alergia? — perguntou muito indiscreta.
— Ela está ótima olha a pele dela! — falou Tanya me olhando.
— Obrigada por reparar, Tanya — falei irritada e voltei meus olhos para Ângela. — Eu estou ótima, odeio ficar naqueles dias — resmunguei.
— Quer que eu leve o Times e o café? — perguntou Ângela.
— Ao invés de café traga um chá de camomila quente, essa cólica me mata. Ah e o Times — falei, ela concordou com a cabeça e eu notei que Tanya me olhava de forma desconfiada. Fui para a minha sala e suspirei.
— Tanya não começa com suas síndromes! — eu podia ouvir a voz de Edward ecoar longe de mim, mordi os lábios.
— Eu sei que aconteceu alguma coisa entre vocês dois anteontem, eu sinto! — falou ela, eu respirei fundo.
— Não aconteceu nada! — falou ele dando de ombros. — Eu não tenho a menor chance com ela porque ela tem um noivo — falou dando de ombros novamente, mas com uma ótima argumentação.
— Noivo — resmungou Tanya. — Ela morre de tesão por você assim como as outras moscas mortas — falou menosprezando. Quem ela pensa que é para falar de mim dessa forma?
— Não fale assim dela! — falou ele.
— Ai Edward! — falou gemendo.
— Ela não é baixa como você, Tanya, portanto não fale assim dela — mencionou ele, novamente em um tom ríspido.
— Está defendendo ela por quê? — perguntou ela.
— Cala sua boca, Tanya — falou ele.
— Não eu não calo! — retrucou ela. — Vocês dois estão tendo um caso, eu sei disso. Porque não confessa de uma vez, Edward? — perguntou ela irritada.
— E se eu tiver, o que você tem a ver com isso? — perguntou ele, de forma ameaçadora. — Vai fazer o que, contar para o meu pai para que ele demita Isabella? — perguntou ele a olhando. — Você sabe que a única que seria demitida se alguma coisa chegar às orelhas dele, é você por isso que o meu “relacionamento” com você é apenas sexo e ainda escondido meu pai não quer uma vadia com meu sobrenome! — alegou de forma severa.
Estava tão atenta a conversa que levei um susto ao ouvir alguém bater na porta da minha sala.
— Entre — falei. Ângela apareceu com uma bandeja com uma xicara e saquinho de chá e o Times.
— Aqui está, Bella — falou ela, entregando a xicara.
— Ângela senta aqui — pedi fazendo referencia.
— Algum problema? — perguntou ela.
— O que aconteceu depois do meu almoço com Edward aqui nessa empresa? — perguntei olhando para ela.
— Bem vocês dois não retornaram — comentou ela me olhando. — Carlisle avisou que Edward havia te levado no medico que você ficou com uma crise alérgica por conta de um alimento — comentou ela.
— E Tanya, como foi a reação dela? — perguntei.
— Ela estava desconfiada, desde quando vocês dois saíram — mencionou me olhando— Disse que vocês dois estavam aprontando alguma coisa, juntos e ela ia descobrir o que era — comentou ela.
— E o que mais? — perguntei bebendo o chá.
— Bem, ela falou que ela te achava uma “santa do pau oco” e que esse lance de você ter um noivo não quer dizer nada — mencionou, revirei os olhos.
— Hm, compreendo — falei a olhando. — Quando sair, Ângela, peça para que ela venha a minha sala, quero ter uma conversinha com ela — falei irritada, mas não muito. Ângela se retirou e eu fiquei na minha sala, onde eu podia ouvir a conversa deles na outra sala.
— Gatinho, é que você não me leva a sério – mencionou ela tentando ser carinhosa.
— Você não é mulher para ser levada a serio — retrucou ele.
— Edward, o que você viu nessa mulher? — perguntou ela. — Você tem me evitado, não me liga, não me procura para sexo desde que seu pai e você brigaram que nós dois nos transamos — comentou ela fazendo charme.
— Tanya, eu estou enjoado de você — ai, que sincero, credo!
— O que? — perguntou.
— Isso que ouviu, eu estou enjoado de você, eu cansei do seu sexo, cansei do seu jeito de gemer parece uma atriz pornográfica quando transa eu cansei disso — falou ele, eu estava atônita com a sinceridade dele.
— Nossa, Edward! — falou ela impressionada. — Eu nunca pensei que eu ouviria isso de um homem! — mencionou ela. — Quando eu colocava a minha boca no seu pau você não me tratava assim, ao contrario me tratava super bem e do nada vem falar que eu sou ruim de cama? Na boa, qual é o seu problema? — perguntou ela.
— Meu problema que eu cometi um erro absurdo de me envolver com você — mencionou ele. — Meu pai está colocando pilha na minha cabeça que eu e meu irmão já estamos na hora de parar de se envolver com vadias, e ele está certo, eu me envolvi por muito tempo com você e deixei mulheres como a Bella passarem na minha vida e eu não notar porque mais valia uma gostosa que fazia um bom boquete do que uma mulher sofisticada e inteligente que sabe agir como mulher na cama! — falou. Ai, meu Deus, esses dois vão se matar.
— Você não tem o direito de me ofender assim — a voz dela era magoada. — Eu te ajudei muito dentro dessa empresa, você não tem esse direito sobre mim — mencionou ela. — Então se demita Tanya — falou ele dando de ombros ainda assim severo.
— Eu não vou te dar esse gostinho! — mencionou ela ainda magoada. — Eu saio daqui quando você tomar vergonha na cara, Edward e admitir o que está acontecendo entre você e essa mosca morta da Isabella — desgraçada, cretina. Ela vai me ouvir.
— Não tá acontecendo nada, agora sai da minha sala que eu tenho trabalho a ser feito! — disse ele, com rispidez. E então tudo ficou silencioso. Meia hora depois bateram na minha porta.
— Entre! — falei ou era Edward, ou era Tanya, era alguns dos dois ou Emmett, e impossivelmente Carlisle. A porta se abriu e ela entrou. Loira, seio fartos, pele pálida e os olhos em um tom cor de mel, usando uma saia curta que ia até suas coxas musculosas, sapatos de salto alto e uma camisa social com botões desabotoados.
— Srta. Swan, Ângela disse que queria falar comigo — disse Tanya, eu suspirei.
— Entre e sente-se — falei. Ela suspirou indo até a minha mesa.
— Sobre o que seria? — perguntou ela.

— Notei que eu não conversei muito com você ontem — comentei dando de ombros. — Acho que foi falta de tempo, ou muito trabalho — mencionei.
— Você é uma mulher ocupada – disse ela.
— Sim — respondi. — Eu trabalho e ainda cuido dos assuntos do meu casamento — menti. Em uma semana eu me torno noiva, oficialmente e eu nem sei o que eu faço da minha vida.
— Fora as saídas com Edward — murmurou e eu a encarei.
— O que está querendo dizer com isso? — perguntei a olhando.
— Nada — murmurou.
— Diga — a encorajei.
—Vocês dois estão saindo, não estão? — perguntou me olhando, meio hesitante.
— Sim — respondi. Ela arregalou os olhos.
— Sério? — perguntou ela.
— Sim — respondi.— Nós dois trabalhamos juntos é completamente aceitável duas pessoas que trabalham juntas ter um relacionamento profissional como eu possuo com Edward — ela me encarava.
— Você está traindo seu noivo com Edward? — perguntou ela, espantada.
— Nunca o trai — menti descaradamente.
— Mas você disse que vocês dois estão saindo — comentou ela.
— Como vamos viajar a Dubai para trabalharmos — mencionei. Ela piscou algumas vezes. — Relacionamento de trabalho, Tanya. Eu não sou o tipo de mulher que dorme com outro homem sem ser meu parceiro, você mencionou que minha pele estava diferente assim que eu cheguei, isso chamasse sexo bem feito com alguém que eu vou formar uma família — mencionei. Ela se calou.
— E que vocês dois não se desgrudam — comentou me encarando.
— Meu relacionamento com Edward é estritamente profissional — mencionei. — Assim como é com Emmett — ela suspirou.
— Me desculpe — falou ela mexendo nos cabelos. — Eu não sei o que esta acontecendo comigo — disse ela.
— Tanya eu não tenho motivos para ter nada contra você — falei a olhando. — Mas não permito que fale nada sobre mim, eu não sou fácil não sou uma mulher qualquer. Eu cheguei onde eu estou porque eu comi os livros na faculdade, me esforcei muito para ter minha chance — falei, ela me encarava. — Não vou permitir que você e nenhuma pessoa insinue nada sobre minha pessoa — falei, ela encarou meus olhos.
— Me desculpe novamente — falou ela.
— Tanya, eu sei que vocês dois tinham um caso — falei, ela me olhou. — Ou tem ainda, não sei — resmunguei fazendo careta.
— Não temos mais — falou me olhando. — Ele me chutou como se eu fosse um cachorro pedindo comida — disse contrariada.
— Pare de rastejar por ele — falei a olhando. — Ele não é homem para você, Tanya. Se conforme — disse a ela.
— Não, eu não me conformo — disse ela me olhando. — Eu amo Edward, ele pode achar que eu gosto do dinheiro dele. Vocês podem pensar que eu só penso em dinheiro mais eu o amo o sexo, o cheiro, a voz dele mexem comigo e ver que ele me despreza, que ele não me deseja mais. Desde que você chegou a essa empresa ele tem me evitado, ele só sai para almoçar com você ou com os familiares dele, nós dois transavamos pelo menos três vezes por semana, agora nós dois mal nos tocamos. Ele me evita de forma que me assusta eu não estou acostumada ser rejeitada — mencionou ela aborrecida.
— Eu não tenho culpa que Edward te evita — falei a olhando. — Tanto que eu sabia que vocês dois tinham um caso — ela me fitou.
— Ele só me rejeita porque ele a quer — falou me olhando.
— Mais eu não o quero — menti novamente. Merda!
— Diga isso a ele, só assim ele volta — pediu ela.
— Eu já disse varias vezes — mencionei, ela suspirou.
— E? — perguntou.
— E que ele não desiste de mim — falei a olhando.
— Você o deseja? — perguntou.
— Não — respondi.
— Não? — perguntou.
— Quer dizer, ele é realmente atraente, mas não é meu tipo — menti novamente. — A questão Tanya que a pior coisa é implorar por amor de um homem que não quer nada com você — falei aconselhando.
— Eu vou ter Edward de volta, Bella — falou me olhando.
— Bem, você que sabe — falei dando de ombros. Ela se retirou eu fiquei na minha sala. “Não gosto de Edward, não posso me envolver sexualmente com ele novamente”. Respirei fundo, tomando folego. Ouvi batidas na minha porta novamente.
— Entre! — falei enquanto eu lia um projeto. A porta se abriu e eu vi um terno e sapatos caros e brilhantes, eu encarei o rosto era Carlisle.
— Oi Carlisle — falei, ele deu um sorriso.
— Olá Bella — falou.
— Posso? — perguntou.
— Claro, entre — eu deixei a pasta aberta.
— Melhorou da sua alergia? — perguntou ele.
— Sim — respondi. — Sente-se — pedi.
— Eu vim convida-la para almoçar comigo — disse ele.
— Oh, claro — falei o olhando.
— Fiz reservas no Fred’s at Barneys – falou ele. — Meus dois filhos vão, digo Edward e Emmett, porque minha filha ela é indisponível para almoços com o pai e os irmãos — eu dei um sorriso.
— Não se preocupe Carlisle, eu irei — falei o olhando.
— Se quiser ir com algum dos dois não tem problema, eu vou ir com o meu carro eu tenho depois que ir ver um projeto com um cliente e fazer algumas modificações em um edifício assim poderá voltar com um dos dois — comentou ele, eu dei um meio sorriso.
— Claro, sem problemas — falei, ele deu um meio sorriso.
— A proposito, Bella — falou ele. — Você está com uma pele muito bonita — comentou, eu pisquei algumas vezes.
— Oh, obrigada — falei meio sem graça.
— A proposito, lembra-se do jantar que eu disse que gostaria de fazer em minha casa? — perguntou ele.
— Sim, lembro-me — falei o olhando.
— Realizarei ele essa semana, Alice nos contou sobre o noivado e estará a minha família inteira presente lá — alegou ele. — Gostaria que você fosse.
— Uau, é que bem eu não conheço muito sua filha — mencionei.
— Não se preocupe, Bella. Ela pediu que você fosse — falou ele, eu dei um meio sorriso.
—Tudo bem — resmunguei sem graça.
— Esme, também deseja ver você — comentou ele, eu sorri.
— Sua esposa é incrível — falei.
— Eu sei — respondeu ele. — Acha que estou casado com ela por quê? — perguntou, eu sorri.
— Claro — dei um risinho.
— Bem a vejo no almoço — falou ele, eu dei um sorriso.
— Até logo — falei, ele deu um sorriso e saiu da sala. Então a porta se abriu novamente e eu vi Edward.
— Porque não foi na minha sala? — perguntou Edward.
— Estive trabalhando — respondi. Ele entrou e fechou a porta trancando.— Não posso me dar ao luxo de ficar vendo um certo engenheiro — comentei, ele deu um sorriso andando até a minha mesa, deu a volta e parou na minha frente.
— Meu pai veio convida-la para almoçar conosco, não? — perguntou ele.
— Sim — respondi. Ele estendeu a mão e eu suspirei pegando-a. Ele me levantou da minha cadeira e se sentou nela, me puxando para o seu colo, eu me sentei no colo dele de fato e o fitei.
— Você vai voltar comigo no meu carro — avisou segurando minha perna com uma mão e meu rosto com a outra.
— Ah, mais eu não vou mesmo! — falei o olhando.
— Não te vi desde que você chegou — falou ele, me olhando. — Acho que eu mereço um tempinho com você — murmurou beijando meus lábios.
— Tempinho? — perguntei.
— Por mim algumas horas — respondeu. — Mas como você está menstruada, creio que não vai aceitar sexo selvagem — comentou e eu neguei.
— Não mesmo —falei dando risadinha.
— Por isso mesmo bebe, eu quero te pegar um pouco mais na volta — comentou, eu dei risada.
— Pegar? — perguntei. – Não saiu ainda do colegial para falar isso para mulher, Edward? — perguntei.
— Sair, eu sai — resmungou ele. — Porém, não posso negar que quero deixar sua roupa amassada — comentou.
— Ô garotão, menos — falei o olhando. — Seu pai notou diferenças na minha pele e Tanya está para lá de desconfiada — comentei. Ele me encarou e me beijou, sua língua me preencheu. Porque ele sempre faz isso quando eu estou falando algo sério para ele? Ele me beijou e eu correspondi, nossas línguas brigando dentro da boca um do outro, minhas mãos nos cabelos dele. Quando o oxigênio faltou, ele suspirou.
— É por isso mesmo que eu não consigo ter calma — falou me olhando. — Eu começo a te beijar e eu tenho vontade de te ter nua! — comentou baixo, encarando meus olhos. Seus olhos azuis brilhavam.
— Estou fechada garotão — falei, ele resmungou.
— Infelizmente — respondeu me olhando. — E Demetri? — perguntou.
— Está em Los Angeles — respondi.
— Você pode dormir em casa, não pode? — perguntou ele.
— Hm, eu tenho que avisar Rosalie — falei o olhando.
— Ah, qual é ela não é sua mãe — falou ele.
— Mas é minha segurança — falei. — Ela é tipo minha irmã gêmea sinistra — comentei, ele deu risada.
— Tudo bem — resmungou. — Só que não vai se acostumando — mencionou ele.
— Eu tenho que avisa-la e pegar roupas, não vou usar roupas suas novamente — comentei, ele deu um suspiro.
— Fica sexy usando minhas camisas — disse ele, eu revirei os olhos.
— Nem pensar! — falei o olhando.
— Ah, tudo bem, desde que você durma em casa — falou dando de ombros.
— E não vai ser de conchinha, porque eu estou sangrando — resmunguei.
— Tudo bem — falou ele, eu suspirei e me levantei e ele me beijou. — Vai com Emmett, e volta comigo — mandou.
— Nada de paradinhas? — perguntei.
— Prometo — falou. Eu dei um beijo nos lábios dele.
— Agora sai da minha sala — falei.
— Tudo bem — resmungou ele me beijando novamente, um beijo cálido e então se foi e eu fiquei ali sozinha novamente.

— Gata, vamos almoçar que eu estou faminto! — a declaração enfática de Emmett fez com que eu tirasse o papel das minhas mãos e o olhasse na porta da minha sala.
— Acho ótimo, porque eu também estou — concordei pegando minha bolsa.
— Não te vi hoje, gata — comentou.
— Nem eu — respondi. — Porque não foi na minha sala? — perguntei.
— Muitos contratos — comentou, eu resmunguei.
— Podia ter ido só ir me dar um oi, não? — perguntei.
— Ok, a proposito hoje meu pai, a secretária safada e meu irmão tarado foram a sua sala — eu de risada indo para o elevador.
—Emmett, você está ficando igual a Edward — revirei os olhos.
— Só digo a verdade, gata! — comentou ele.
— Gato, não diga nada — falei, ele deu um risinho.
— E as coisas andam bem entre você e meu irmão? — perguntou ele.
— Andam mais ou menos — resmunguei respondendo. — Nós dois somos cão e gata — comentei, ele deu risada.
— Tem razão — comentou ele. — Vocês dois brigam muito, mas se dão bem as vezes — eu suspirei.
— Só de vez em quando — resmunguei. — Só de vez em quando mesmo — comentou ele.— Mas parece que o relacionamento de vocês dois melhoraram muito, já que vocês dois não se suportavam. — disse me olhando.
— Melhorou um pouco — resmunguei. — Nós dois temos conversado mais e aplicado a politica da boa vizinhança — respondeu me olhando nos olhos.
— Gata, vocês dois se odeiam — comentou.
— O ódio é uma emoção apaixonada, Emmett — disse.
— Ah, então eu vou começar a te odiar — eu neguei.
— Seria bom — comentei. — Seu irmão ele é meio apaixonadinho por mim — comentei dando de ombros.
— Ele está a fim de te domesticar — comentou, eu suspirei.
— Ele que sonhe com isso — dei de ombros.
— Ele sonha, acredite — comentou.
— Problema dele, Emmett — dei de ombros novamente. Nos fomos para o carro dele e eu notei que Edward e Carlisle já tinham ido. Entrei no carro com Emmett, um jipe enorme e seguimos para o restaurante.
— Gata, e meu encontro? — perguntou.
— Rosalie quer ir a Broadway — falei.
— Ah, sério mesmo? — perguntou me encarando.
— Sim — respondi. — Ela mora há três meses aqui e não foi a nenhum espetáculo, pensei em irmos jantar essa semana eu você e Edward porque Demetri viajou — comentei, sugerindo.
— Ah, será ótimo — comentou ele. — Eu providencio as entradas do espetáculo e o restaurante — comentou.
— Bem, eu falarei com ele — comentei.
— Que dia? — perguntou ele.
— Sexta — respondi.
— Perfeito — comentou.
Quando chegamos ao restaurante nós pegamos uma espécie de elevador para o nono andar onde se localiza o restaurante, nós dois saímos e logo avistamos Carlisle e Edward que bebiam whisky. Emmett me ajudou a sentar.
— Chegaram bem na hora — falou Carlisle.
— Pedi tequila para você Bella — falou Edward, eu suspirei.
— Estou evitando a tequila — ele deu um sorriso malicioso.
— E por quê? — perguntou Emmett intervindo.
— Porque eu fico bêbada fácil — comentei olhando para os três.
— De porre — falou Edward me sacaneando.
— Nunca me viu de porre — falei, ele deu risada.
— Mais já te vi de ressaca — falou ele, retrucando.
— Vocês dois vão brigar mesmo? — perguntou Carlisle nos olhando. Eu fiquei sentada ao lado de Carlisle, e de Edward que bebia whisky.
— E a gente fica sem brigar pai? — perguntou Edward, eu dei um risinho pegando o limão e colocando o sal.
— Não disse que estava evitando a tequila Bella? — perguntou Carlisle.
— Para aguentar seu filho, nem que eu beba a garrafa inteira — todos deram risada menos Edward que me olhou com cara de “Você vai ver o que vai acontecer quando entrar no meu carro”.
— É, Edward vocês dois não são nem opostos, nem atração — comentou me olhando, eu mordi minha boca e virei a dose na minha garganta logo.
— Eles dois não são feitos um para o outro, Emmett — falou Carlisle.
— Eu concordo com você, Carlisle — falei. Edward me encarou e colocou a mão pela minha perna dando uma leve apertada nela.
— Eu não — respondeu Edward. — Eu não concordo nenhum pouco — comentou ele, me olhando.
— Ah, é posso saber por quê? — perguntei.
— Porque eu tenho certeza que se você não tivesse noiva teria caído nos meus encantos — resmungou ele, convicto.
— Se acha — resmunguei.
— Não me acho não — respondeu ele. — Eu posso — falou, eu revirei os olhos.
— Menos, menos, bem menos — falei.
— Vocês dois vão se matar em Dubai — comentou Emmett.
— Creio que não — respondi o olhando. — Eu mato ele antes dele começar com graça — comentei dando de ombros.