Notas iniciais
Oi oi oi gente capitulo novo e fresquinho sem data de entrega do próximo, beijo!

— Bem eu vejo vocês dois na empresa — falou Emmett nos olhando interrogativamente. — Não se matem, por favor — pediu.

— Pode deixar, eu cuido da fera — falou Edward, eu revirei os olhos.

— Te vejo na empresa, gata! — falou Emmett.

— Com certeza — respondi o olhando.

— Gata? — perguntou Edward assim que Emmett se foi.

— O que tem? — perguntei o olhando.

— Meu irmão chamando a minha pantera de gata? — perguntou ele com uma ruga na testa, me encarando ainda arqueando a sobrancelha.

— E o que tem ele me chamar de gata? — perguntei. — Não é você que vive dizendo que eu sou uma felina? — perguntei arqueando a sobrancelha.

— Eu chamo você assim, não ele — falou eu dei um risinho.

— Ah, que coisinha mais fofa! — falei pegando na bochecha dele.

— Hãn?

— Está com ciúmes — constatei.

— Não estou não — respondeu resmungando, eu continuei a apertar suas bochechas.

— Estou sim — resmunguei.

— Não eu não estou Bella, e para de apertar minha bochecha — falou ele bravo, eu dei risada.

— Ai Edward, jura mesmo que está ciúmes? — perguntei, ele me encarou com a cara fechada.

— Essa palavra não existe no meu dicionário — respondeu dando de ombros, ainda bravo.

— Uhum, vou fingir que acredito — falei o olhando dar de ombros.

— Se começar a insistir eu vou deixa-la aqui sozinha! — falou ele, eu dei risada.

— Deixe — falei. — Que vai dormir sozinho hoje — falei dando de ombros.

— Seja maluca de me deixar sem sua companhia na minha cama — falou ele, dando de ombros.

— Duvida, garotão? — perguntei arqueando a sobrancelha.

— Não vou te responder — resmungou. — Agora vamos embora, por favor? — perguntou ele.

— Está com pressa de retornar a empresa por quê? — perguntei, ele mordeu os lábios.

— Tenho trabalho a fazer — respondeu.

— Ou você quer me deixar trancada na sua Ferrari reluzente? — perguntei, ele deu um risinho chamando o garçom.

— A segunda opção é bem mais divertida — comentou Edward. — Se você não estivesse menstruada, eu faria a segunda opção sem pensar duas vezes — disse ele, eu neguei com a cabeça.

— Menos, bem menos — respondi, ele pegou minha mão e beijou-a.

— Vai dormir lá em casa mesmo? — perguntou ele, me olhando.

— Se você não me tirar do sério até o fim do meu expediente, creio que sim — respondi. A nossa volta só tinham empresários, casais, algumas mulheres elegantes tomando champanhe, não havia ninguém sem nível.

— E porque eu a tiraria do sério? — perguntou ele arqueando a sobrancelha.

— Você adora me tirar do sério, Edward — retruquei bebericando o vinho.

— Tem razão — comentou ele.— Tanto que eu te deixei de pernas bambas — falou. Se achando.

— Me poupe!— falei dando de ombros e bebericando o vinho.

— Vamos para a minha Ferrari reluzente quero deixar suas roupas amassadas e depois nós vamos para a empresa — falou ele, eu neguei.

— Peça a conta — falei, ele suspirou fazendo um sinal enquanto eu dava as ultimas garfadas num bolo de chocolate trufado com nozes.

— O que deseja, Sr. Cullen? — perguntou um garçom enquanto eu terminava o meu bolo.

— A conta — respondeu ele, me olhando.

— Já trarei— falou ele. Eu olhei para Edward.

— O que você vai fazer comigo, na sua Ferrari reluzente? — perguntei, ele deu um sorriso malicioso.

— Isso eu não vou te contar — disse dando de ombros. O garçom trouxe a contae Edward deu ao garçom o dinheiro, então nós fomos embora. Ele pegou a sua linda Ferrari e me encarou ao pararmos num sinal de trânsito.

— Aonde vai me levar? — perguntei, ele suspirou.

— Você naqueles dias não dá para fazer nada — comentou.

— Até dá — resmunguei.

— Dá? — perguntou.

— Sexo com roupas? — perguntei, ele arqueou a sobrancelha.

— Tá falando sério? — perguntou.

— E porque eu não falaria? — protestei.

—Bella, menos inocência, princesa — disse ele.

— Não me chama de princesa — resmunguei.

— E porque não? — perguntou.

— Demetri me chama assim — resmunguei.

— Ah, o seu novinho? — perguntou com deboche.

— Para — falei e ele me olhou. — Ele é uma pessoa legal, uma pessoa que não merece o que eu estou fazendo — disse e ele suspirou. Eu ainda me sentia hesitante sobre Demetri. Edward sentiu isso e pegou minha mão.

— Não vai se arrepender, Bella — Assegurou-me. Eu suspirei.

— Eu espero que não — respondi. — Eu pretendo pedir um tempo para Demetri e quando voltarmos de Dubai eu darei um definitivo com ele — falei, ele sorriu.

— E esse definitivo? — perguntou.

— Vou terminar com ele — respondi.

— O que? — perguntou.

— Isso que ouviu — respondi.

— Sério? — perguntou ele.

— Sim — respondi. — Já traí ele, eu não vou conseguir viver a vida que ele sonha comigo, Edward — disse sem graça.

— Bella, eu já lhe disse que eu não acho favorável um término — comentou me olhando. Ele começou novamente a dirigir — Termine só quando você tiver certeza — mencionou ele me olhando, eu suspirei.

— A viagem de Dubai está chegando Edward — falei sem graça. — Não acho justo enquanto eu estiver lá com uma aliança reluzente no dedo eu estar dormindo com você – argumentei, ele me fitou.

— Eu não acho nenhum pouco justo eu ter que dividi-la com ele — eu fechei a cara.

— Acho que é ele que me divide com você — resmunguei, ele segurou meu queixo.

— Ele sabe então o que é bom para você — eu revirei os olhos. Ele entrou no estacionamento da empresa e eu respirei fundo. Parou na sua costumeira vaga e eu notei que o carro de Carlisle não estava lá, os vidros escuros do carro impossibilitava que qualquer pessoa nos visse dentro do carro. Eu tirei o sinto e ele me fitou.

— Porque está com essa cara de brava? — perguntou ele.

— Sua mania de achar que é único homem do mundo — respondi grosseiramente.

— Eu não sei se sou o único homem do mundo, mas que eu tenho muitas mulheres aos meus pés eu posso afirmar que tenho — revirei os olhos o encarando.

— Então fica com suas mulheres e me deixa em paz! — falei abrindo a porta. Sai do carro com a minha bolsa e segui para o elevador andando furiosa. “Porque eu transei com ele? prepotente!” pensei enquanto andava até o elevador, que por sorte estava ocupado apenas por um mulher. Entrei e a moça nem notou minha presença, fiquei encostada à parede. Edward entrou e me olhou e eu voltei a encarar meus pés. A mulher não tirava os olhos dele. “Ela tá olhando para ele por quê? Ai que ódio!” eu resmunguei e ele me encarou com a cara fechada. O elevador parou e ela saiu e mais uma vez olhou para Edward e eu fechei minha cara para ele. Edward colocou a sua chave que trava o elevador no suporte e me fitou.

— O que foi? — perguntei de mal humor.

— Eu é que pergunto! — respondeu ele, também de mal humor.

— Não tem mulheres caindo aos seus pés? — perguntei com sarcasmo — Porque não cai na vagina delas, ao invés de querer a minha? — perguntei furiosa, ele me empurrou na parede prendendo meu corpo com um braço e segurando meus dois braços em cima da minha cabeça.

— Eu quero a sua vagina, porque ela é apertada quente e molhada — Tá, tudo bem que agora eu quase tive um orgasmo com o que ele disse, minhas pernas se contraíram e eu suspirei olhando para ele.

— Ah, qual é Edward — falei, ele me encarou.

— Está com ciúmes — falou ele segurando meu rosto.

— Não eu não estou! — respondi. — Agora me solta! — falei irritada.

— Não vou mesmo te soltar — falou pressionando mais sua intimidade na minha.

— Ah, vai sim porque estamos sendo filmados e eu posso alegar assedio sexual! — falei, ele deu risada negando, me beijou e eu tentei relutar, mas acabei correspondendo. “Como eu sou fraca!” . Eu acabei cedendo ao beijo dele, não conseguindo acaricia-lo. Mas que droga, ele não me deixa tocá-lo. Sua boca explorava a minha com maestria, como alguém que sabe o que está fazendo. Ele voltou a pressionar seu membro no meu ventre e quando o oxigênio faltou ele encostou a testa na minha.

— Ciumenta, eu quero saber como é que vai explicar essa boca inchada — comentou ele na minha boca.

— Não fala nada que a sua não está diferente — resmunguei, ele deu um beijo nos meus lábios.

— Edward — resmunguei.

— Tudo bem, mas você dorme lá em casa — falou ele me soltando. Agradeci mentalmente.

— Merda nenhuma! — retruquei. Ele me encarou, tirando a chave do painel.

— Ah, não vai dormir lá em casa? — perguntou ele.

— Não — respondi.

— Então ninguém anda de elevador até você mudar de ideia — eu fechei a cara e ele deu um sorriso.

— Ah, você não é nem louco de me deixar trancada aqui! — falei o olhando.

— Duvida, marrenta? — perguntou.

— Faça isso, e não vai saber que é sexo na próxima vida — falei, ele deu risada.

— Ah, Bella como você é inocente — resmungou ele, eu fechei minha cara novamente.

— Cala a boca, Edward — falei brava. — E destrava esse elevador, porque eu não estou com paciência — resmunguei contrariada.

— Não — respondeu encostando-se à parede do elevador.

— Edward, por favor — falei. Eu tenho claustrofobia, ele quer me deixar com tontura? Passando mal?

— Já disse que não — respondeu ele, eu comecei a ficar tonta.

— Edward, eu to tonta! — falei. Ele me fitou e deu de ombros, ignorando. Minha visão começou a ficar turva e quando eu vi já estava perdendo o equilíbrio. Minha queda foi amortecida pelos braços dele. Depois disso eu não me lembro de mais nada.

Quando abri os olhos vi uma mulher com pele pálida e olhos azuis me fitando. Ela me deu um sorriso familiar. Seu rosto angulado e nariz pequeno a fazia parecer uma fada.

— Hey, como se sente? — perguntou ela. Percebi que eu estava na sala de Edward, o sofá de couro preto, os móveis modernos e o pequeno bar próximo ao sofá me eram familiares. Ela estava sentada em uma espécie de mesa de centro.

— Tonta — respondi com dificuldade. — Onde eu estou?

— Na sala do meu irmão — respondeu ela. Ai, meu Deus era Alice?

— Ah — falei a encarando.

— Edward disse que desmaiou no elevador — falou ela colocando um medidor no meu braço.

— Eu tenho claustrofobia — respondi, ela deu um meio sorriso.

— Eu já pedi para trazerem algo salgado para você — disse ela, eu dei um meio sorriso.

— Obrigada — falei, ela sorriu.

— Eu sou médica Bella, estou acostumada a esse tipo de coisa — falou me olhando. Ela parecia me observar. Eu pisquei. — E por acaso, eu vim falar uma coisa com meus irmãos idiotas e você passou mal — falou ela, eu suspirei.

— Entendi.

— Sei que não nos conhecemos direito — falou ela, me olhando. — Mas eu tenho que te falar sobre Edward — ela parecia preocupada. Eu me sentei e a olhei.

— E o que seria? — perguntei.

— Eu sei que vocês dois — ela começou o assunto. — Dormiram — sussurrou. — juntos — completou. Eu mexi nos cabelos, sem graça. — Não fique envergonhada, eu sei que é humanamente impossível resistir tanto a ele como a Emmett, mas eu peço que tome cuidado. Edward não é homem de uma mulher só — pediu ela.

— O que quer dizer com isso? — perguntei a olhando.

— Que talvez não valha a pena terminar uma história como a sua e Demetri para se arriscar em uma com Edward — mencionou ela pegando uma espécie de aparelho e colocando no meu pulso. — Agora fique quieta, preciso ver sua pressão — falou ela. Eu me calei.

— E então? — perguntei.

— Está baixa — respondeu ela. — Cadê Edward e Ângela com alguma coisa para você comer — comentou ela me olhando.

— Vocês são bem unidos não? — perguntei dando de ombros.

— Muito — respondeu ela me olhando. — Eu e Edward somos gêmeos e eu sempre fui a única mulher e eles dois enchem o saco com o ciúmes — falou ela, cruzando as pernas. Alice é uma mulher super elegante, vestia uma saia social que ia atá as coxas, uma camisa transparente social branca no qual era perceptível uma lingerie delicada e sapatos de salto alto.

— Eu imagino — falei. A porta se abriu e eu vi ele com uma embalagem de isopor e uma espécie de suco em um copo de vidro e gelo.

— Finalmente acordou — disse me olhando.

— Claustrofóbica, Edward — disse Alice. — Não se faz isso com alguém que tem esse problema — falou ela, o repreendendo.

— Eu não sabia que ela era claustrofóbica — defendeu-se ele.

— Por isso mesmo, não se deve fazer brincadeirinhas sem graça — falou Alice.

— Não sabia o que você gostava, então trouxe um sanduíche natural de frango — disse ele se sentando ao meu lado.

— Ah, obrigada— eu ainda me sentia estranha com a maneira como Alice me olhava.

— Bem, eu vou indo. Acho que agora você vai ser mais bem cuidada — disse ela olhando para Edward. Eu mordi os lábios e abri a embalagem do sanduíche.

— Não tenha duvidas disso, Alice — respondeu ele no mesmo tom de provocação.

— Bella, eu espero que esteja presente no meu noivado — mencionou ela, encarando-me. — Vai ser um jantar na casa dos meus pais, pegue o endereço com Ângela e por favor, compareça — falou ela, eu sorri.

— Claro — falei, ela sorriu.

— Vocês dois, pelo amor de Deus, juízo! — falou. Eu sorri, envergonhada. “Edward, esse cretino me paga!” pensei comigo mesma. — Eu vou falar com meu pai, que já chegou e depois eu vou embora — informou ela saindo. Ela fechou a porta e Edward me encarou.

— Porque não me disse que era claustrofóbica? — perguntou ele.

— Eu comecei a me sentir mal depois do beijo, eu sou muito claustrofóbica, Edward — disse. Ele afastou meus cabelos e suspirou me olhando.

— Ou o meu beijo te causou isso — eu revirei os olhos.

— Não começa — falei dando uma mordida no meu sanduíche.

— Só digo a verdade — falou ele.

— Estúpido — resmunguei.

— Gostosa — sussurrou.

— Não começa Edward, por favor. Estou furiosa com você — falei o olhando. Ele encostou o rosto no meu enquanto eu mastigava.

— Eu só penso em te ter novamente — sussurrou na minha pele.

— Mas eu não — resmunguei, ele deu um risinho na minha pele.

— Até parece — falou de forma desafiadora.

— Edward menos, bem menos! — falei, ele deu um beijo no meu rosto.

— Se diz — deu de ombros. Terminei meu sanduiche e suspirei, o encarando.

— Eu vou para a minha sala — falei, me levantando.

— Eu vou com você — eu fechei a cara.

— Acho melhor não! — respondi.

— E porque não? — perguntou ele.

— Porque eu não quero sua companhia — retruquei.

— E quem disse que tem que querer? — perguntou de forma desafiadora. Eu arfei um pouco e o fitei.

— Eu não quero — resmunguei, ele segurou meu rosto.

— Me engana que eu gosto — falou dando de ombros. Eu o empurrei.

— Esquece eu dormindo na sua casa hoje — falei pegando minha bolsa e indo para a minha sala. Entrei e avistei Emmett sentado em uma das cadeiras em frente a minha mesa.

— Nossa, que mau humor é esse, gata? — perguntou Emmett, eu o encarei.

— Seu irmão, gato, seu irmão — falei indo para a minha mesa. — O que faz aqui? — perguntei.

— Vim trazer a chave do seu apartamento novo — sorriu. Eu o fitei. ”Eu tinha me esquecido disso, ai meu Deus” — Ângela vai trazer o endereço da loja onde compramos os móveis para a decoração do apartamento — mencionou ele. Eu me sentei na minha cadeira.

— Eu tinha me esquecido completamente disso — falei, ele deu um sorriso.

— Bella, eu não te perguntei antes uma coisa para não ficar mal — comentou ele, me olhando.

— Pode falar, Emmett — incentivei-o.

— Você e meu irmão têm dormido juntos, não têm? — perguntou ele, me olhando.

— Hãn?

— Não se faça de desentendida eu sei que vocês dois estão dormindo juntos, eu vi a sua pele, Bella. Vocês dois estão em sintonia um com o outro — eu mordi minha boca, sem graça.

— Emmett — falei sem graça.

— Por favor, só toma cuidado para não criar expectativa demais. Edward não é o cara de um relacionamento só — falou ele, me olhando.

— Alice me disse a mesma coisa — falei, ele deu um meio sorriso.

— Viu que não sou só eu que estou a alertando — mencionou me olhando. Ele me entregou a chave.

— Emmett, você acha que eu vou ser mais uma na cama dele? —perguntei.

— Sinceramente?

— Sim

— Eu não sei te responder, Bella — falou me olhando. — Ele e meu pai andam brigando frequentemente e eu não sei te falar se você é a válvula de escape dele ou se ele gosta de você — comentou, eu suspirei.

— Ele quer que eu durma com ele hoje — comentei.

— E você vai?

— Não sei — respondi. — Eu estou furiosa com ele, pela brincadeirinha sem graça que ele fez hoje cedo — comentei.

— Entendo, gata — falou suspirando. — Bem, aqui está a chave do apartamento, a placa do seu apartamento, sua vaga na garagem e também um cartão de crédito da empresa, para os gastos que você vai ter comprando o necessário para viver nesse apartamento — disse. Eu suspirei e ele me entregou uma pasta preta.

— E o que que é isso? — perguntei o olhando.

— Aqui está a escritura dele — respondeu. — E a chave do elevador particular — comentou, eu dei um meio sorriso.

— Ah, sim — falei pegando tudo

— Chicago — falou ele. — Eu já escolhi o musical, já falei com Edward e também fiz reservas na Nick’s Pizza — falou me olhando. — Espero que gostem de pizza.

— Adoramos, Emmett! — falei, ele deu um sorriso animador.

— Ela não tem esses negócios de achar que está gorda, né? — perguntou ele.

— Não se preocupe, Rosalie é sem frescura — mencionei, dando de ombros.

— Ah, gata — falou ele.

— Relaxa, Emmett. Vai dar certo! — falei, ele suspirou.

— Espero que sim — falou ele, eu dei um sorriso.

— Gato, eu sei o que eu falo, eu conheço Rosalie como se nós dois fossemos gêmeas sinistras — falei, ele deu risada.

— Gata, gata — comentou me olhando.

— Pode confiar — falei, ele sorriu.

— Não me decepcione, gata — falou ele, eu dei risada.

— Acho que vocês dois vão se dar bem — comentei.

— Eu também acho — disse ele.

— Ela precisa de um namorado, anda muito azeda — fiz uma careta. O fim do meu expediente chegou, e quando eu saia da minha sala, vi Edward saindo da dele. Bufei. O elevador chegou e eu entrei, quando porta estava prestes a se fechar ele a impediu e entrou comigo.

— Vai dormir lá em casa? — perguntou ele.

— Não — respondi seca.

— Ah, qual é bebê — falou ele. — Eu quero que você durma lá — falou com malícia.

— Mas eu não quero dormir — retruquei enquanto elevador descia.

— Bella, você está falando isso porque está menstruada — falou ele, dando de ombros.

— Não, Edward eu disse que não faria sexo com você se você me trancasse no elevador — falei o olhando. — Eu não vou transar e nem dormir com você — eu desviei meus olhos.

— Se quer assim — falou ele dando de ombros.

— Talvez você devesse procurar sua secretária — sugeri, ele me encarou.

— Tá louca? — perguntou.

— Só estou dizendo um fato — respondi o olhando. — Já que hoje não vai ter entre nós dois nem uma dormida de conchinha, bem, nem um beijo — falei ele me olhou furioso.

— Ah, Bella qual é — falou ele.

— Qual é uma ova — retruquei.

— Emmett comentou de sairmos sexta — falou ele.

— Sim, para ele conhecer Rose — falei, ele deu um meio sorriso.

— Que dia que o seu noivinho chega? — perguntou

— Provavelmente quarta — resmunguei respondendo. Ele me empurrou na parede. — Edward! — protestei ele desceu a mão pela a minha perna e a prendeu na cintura dele.

— Vai transar com ele quando ele retornar? — perguntou ele.

— Se eu for o que você tem a ver com isso? — perguntei, ele deu um risinho.

— Vai transar com ele pensando que sou eu dentro de você — disse ele, eu arfei. Eu conseguia sentir o membro dele rígido nas minha dobras.

— Edward por favor, menos pornografia — falei o olhando, ele segurou meu rosto.

— Se quer continuar a se fazer de difícil, por mim vai ser ótimo — comentou dando de ombros.

— Posso, saber por quê? — perguntei.

— Quanto mais você ficar difícil mais o sexo vai ser mais selvagem — disse ele com malicia. Ele segurou meus cabelos e foi até minha orelha — Mais orgasmos, mais suor, mas cansaço, mais tesão — sussurrou ali com aquela voz provocante e máscula na minha orelha. Eu me arrepiei inteira e gemi baixo.

— Estupido — falei, ele deu risada.

— Eu te deixo louca, Bella — falou ele na minha orelha. — Eu te faço pensar em sexo, eu te falo pensar na minha língua percorrendo seu corpo cheiroso e macio, eu te deixo maluca, pirada — sussurrou, eu me arrepiei novamente.

— Para, Edward — saiu mais como um gemido.

— Não vou parar — falou ele na minha orelha. — Quero te enlouquecer — falou ele, pressionando mais o membro dele na minha entrada.

— Edward — resmunguei.

— Vai ficar fazendo fogo Bella? — perguntou ele. — Eu também faço o meu — disse ele na minha orelha.

— Desgraçado — resmunguei. Ele me beijou no pescoço.

— Admita eu te deixo louca — falou ele sussurrando na minha orelha. Eu o empurrei quando o elevador parou.

— Isso você não saber até merecer novamente! — disse e sai andando. Entrei no carro e arranquei, saindo daquela empresa o mais rápido possivel, antes que eu tope dormir com ele mesmo. Quando eu cheguei em casa, peguei o elevador e respirei fundo, tomando fôlego. Abri a porta do meu apartamento e vi Rosalie.

— Boa noite, perua — falou animada, eu a encarei.

— Boa noite, safadinha — respondi de volta. — Porque está tão animada? — tirei meus sapatos e abri a geladeira, procurando por água gelada.

— Bem, eu achei uma ótima empregada que quer ficar por tempo integral aqui em casa — falou ela, me olhando.

— Oh, isso é ótimo! — falei, ela sorriu.

— E como é sempre você que cozinha aqui em casa, eu resolvi fazer o jantar — Ai meu Deus, que medo. Fiz careta ao imaginar o que ela estava preparando.— Eu sei que tá já pensando na mistura que eu fiz e eu fiz salmão — falou ela, eu dei um sorriso.

— Ah, ótimo, porque eu não vou comer nada de mistura — falei resmungando.

— Eu fiz bife à milanesa para você — comentou ela, eu sorri.

— Ah, que bom! — falei. Eu to com medo de comer isso, senhor amado. — Ainda bem que você é medica, vai que eu passo mal comendo sua comida? — perguntei a fazendo revirar os olhos.

— Não tem graça! — falou ela. — E você porque está bebendo tanta água gelada? — perguntou.

— Sede — respondi, ela me olhou arqueando a sobrancelha.

— Andou transando? — perguntou ela.

— Não — respondi.

— Tem certeza.

— Absoluta.

— Bella — falou com reprovação.

— Falo sério, eu não transei — falei a olhando. Bebi mais um copo de água. — Eu vou tomar um banho e nós já jantamos — disse, ela sorriu apenas. Segui para o quarto, me tranquei e entrei no chuveiro. Tomei um banho demorado e quente. E eca, eu vi sangue saindo de dentro de mim, que nojo! Terminei meu banho, coloquei um pijama confortável e fui para o quarto. Respirei fundo, me sentia menos quente e menos subindo pelas paredes. Fui para a cozinha e eu vi Rosalie já sentada na mesa comendo o que ela havia preparado.

— Então gata, falou com Emmett? — perguntou ela.

— Sim — respondi. — Sexta feira, nós vamos ao Nick’s Pizza e depois vamos pegar uma peça na Broadway — mencionei, ela deu um sorriso.

— Ai amiga, eu realmente estou precisando aliviar — falou ela, meio cabisbaixa.

— Não tem consolo, Rose? — perguntei. Nós duas já somos intimas, muito intimas.

— Eu já usei ele tanto que ele nem me causa mais orgasmos — comentou ela, eu dei um meio sorriso.

— Se Emmett for bom de cama como Edward é, eu creio que você não vai conseguir nem ficar de pé — falei, ela arregalou os olhos.

— Ele é tão bom de cama desse jeito? — perguntou ela.

— Muito bom de cama — mencionei, ela piscou algumas coisas.

— Você vai transar com ele sexta? — perguntou.

— Provavelmente — respondi a olhando.

— Bella — repreendeu-me.

— Rose, eu não consigo evitar de pensar — mencionei sem graça. — Ele me deixa louca, maluca. Ele me faz pensar na boca dele percorrendo meu corpo, eu não consigo pensar em nada coerente quando ele começa a falar com aquela voz estupida e máscula dele na minha orelha — resmunguei irritada, cortando meu bife.

— Ah, Bella eu preciso conhecer então esse Emmett, urgente! — falou ela, encarando-me.

— Sexta feira — respondi. — Acho que vai rolar de você tirar o atraso com ele — falei, ela deu um sorriso malicioso.

— Deus te ouça! — falou ela levantando os braços para o céu.

— Tá desesperada mesmo — falei, ela deu risada.

— Você não faz nem ideia — comentou dando de ombros.

— Faço sim —respondi a olhando. — Eu estou do mesmo jeito com Edward e eu não sei se eu vou aguentar não — comentei, ela negou.

— Ai amiga só sei que sexta feira eu preciso aliviar que está difícil — mencionou me olhando.

— Eu concordo — comentei, ela suspirou.