Bring Me To Life
17 Capítulo Dezesseis
Notas iniciais
OBS: Gente eu tenho que avisar se não vocês vão reclamar em breve a história vai entrar em uma fase nova os próximos capítulos vão ser conturbados.. por tanto paciência..
Mas uma coisa:
- COMENTEM na minha outra fic " SEM JEITO" é importante eu estou dando um duro danado a história já esta bem adiantada e eu vou postar nela com mais frequência do que nessa por tanto eu peço mais COMENTÁRIOS porque nós autoras somos movidas a comentários..... como vocês são movidas a cada novo capitulo por isso eu peço do fundo do meu coração mais comentários beijos.!
Leiam a nota a cima tem informações e pedidos :)
— O negócio entre vocês dois foi bom, do jeito que eu ouvia Bella gemer e você urrar — comentou Emmett. Sua voz parecia distante. Eu abri os olhos e senti uma pontada forte na minha cabeça, uma pontada terrível. Olhei para o criado mudo e vi a tequila. “Não tinha sonhado, eu transei mesmo de forma mais selvagem que nunca com Edward” . Eu me sentei na cama, sentindo-me tonta. Com algum custo sai da cama, enrolada no lençol e entrei no chuveiro. Liguei-o na água gelada e me sentei no chão, deixando a água cair sob minha cabeça.
— Bella? — chamou Edward.
— Tô no banheiro — respondi. Ele apareceu no banheiro e abriu o box.
— Ressaca? — perguntou ele ao ver o estado no qual me encontrava.
— Porre — respondi.
— Banho gelado? — perguntou ele.
— Sim — respondi.
— Fica ai, eu vou buscar um remédio ótimo pra isso — falou me olhando. Eu concordei. Fiquei no chuveiro por mais de meia hora e então me levantei. Lavei meus cabelos e amarrei-os em um coque simples. Me sequei com uma toalha felpuda e coloquei a camisa de Edward, a boxer e também minha calcinha e me deitei na cama novamente. Edward apareceu com um copo de água e uma espécie de sache.
— O que é isso? — perguntei o olhando.
— Melhor você ir para o banheiro — afirmou ele me olhando.
— Por quê? — resmunguei. Ele se sentou na cama e me olhou, acariciando meu rosto com uma mão.
— Vai estimular seu vomito e vomitando passa a ressaca — falou ele acariciando meu rosto, eu fechei meus olhos com seu toque.
— Vai me ver vomitar? — perguntei. Ele beijou meus lábios.
— Vou — respondeu. — Eu vou te ajudar – disse ele estendendo a mão, eu a peguei e nós fomos para o banheiro. Ele me sentou na frente da privada e me entregou o copo e o sache. Eu bebi e um gosto amargo preencheu minha boca me fazendo vomitar tudo o que eu tinha consumido. Edward segurou meus cabelos enquanto eu vomitava ruidosamente. Quando eu acabei de colocar tudo pra fora ele deu a descarga e tirou minha roupa.
— Não precisa me dar banho, Edward — supliquei. Ele me encarou.
— Não mesmo. Você está pálida, Bella — falou ele.
— Pega uma escova de dentes, não quero ficar com esse gosto ruim na boca — pedi. Ele me colocou no box, me deu um banho quente e me ajudou, me secando e colocando uma outra camisa.
— Aqui — falou me entregando a escova. Eu escovei os meus dentes cinco vezes e ele me levou para o quarto, me deitou na cama e me cobriu. — Agora dorme um pouco. Você vai ficar inteira daqui algumas horas — falou ele, encarando-me.
— Vai ficar comigo? — perguntei o olhando.
— Você quer? — perguntou ele.
— Sim — respondi o beijando. Ele se deitou ao meu lado.
— Vou mandar minhas empregadas comprarem algumas peças de roupa para você — mencionou acariciando meus cabelos. Eu fechei os olhos.
— Por quê? — perguntei.
— Para quando você ficar aqui ter roupas confortáveis e que te sirvam – mencionou acariciando meus cabelos.
— Tanto faz — resmunguei o olhando. — Não tem como escurecer esse quarto? — perguntei.
— Tem — respondeu. Eu nem me dei ao trabalho de ver como ele escureceu o quarto sem me soltar. Fechei os olhos e dormi agarrada ao peito dele. Não o soltei de forma alguma.
Quando eu acordei ele estava comigo na cama. Abri os olhos e vi que o quarto estava escuro, exceto pela luz da televisão ligada. Eu mexi meu pescoço e Edward suspirou me olhando.
— Como se sente, meu anjo? — perguntou ele.
— Não vou mais beber tequila — falei, meio grogue.
— Foi gostoso transar com você bêbada — falou ele beijando minha cabeça.
— Não é você que está de ressaca agora — comentei. Ele me abraçou mais forte.
— Foi a melhor das fodas que eu já tive com você — disse orgulhoso. Eu queria esconder minha cara de tanta vergonha.
— Sério? — perguntei, envergonhada.
— Sem duvidas — respondeu sem hesitar. — Você ficou quente, gostosa e mais safada do que é sóbria — comentou. Eu escondi minha cara no peito dele.
— Que vergonha! — falei resmungando.
— Aposto que Emmett morreu de inveja — sussurrou na minha orelha.
— Ele ouviu? — perguntei. Minha voz era um fio apenas
—Sim — respondeu ele. — Disse que nos ouviu gemer e urrar — contou. Eu mordi os lábios, extremamente envergonhada.
— Ele deve achar que eu sou uma devassa — mencionei envergonhada. Ele beijou minha mão e tirou elas do meu rosto.
— Não sei porque se envergonha. Você é boa de cama, Bella — falou ele pegando meu rosto. — São poucas as mulheres nas quais eu transei que eu me senti cem por cento saciado — comentou ele, eu mordi minha boca o olhando.
— Edward, para começo de conversa — comecei a me defender. — Eu nem deveria ter transado com você aquela primeira vez. Você é filho do meu chefe — aleguei. Ele me deitou na cama e ficou por cima de mim.
— E dai que eu sou filho do chefe? — perguntou ele, me olhando.
— Que uma pessoa que começa a trabalhar não transa com o filho do chefe — respondi. Ele me beijou nos lábios.
— Você é linda mais é absurda — falou segurando meu rosto.
— Mas é a verdade — resmunguei o olhando. — Emmett não vai contar a ninguém da nossa transa vai? — perguntei. Ele me beijou nos lábios.
— Lógico que não, Bella. Quando estamos juntos eu sempre digo que transamos na mesma noite com garotas diferentes ninguém vai saber — falou me beijando novamente.
— Agora, eu quero comer. Estou faminta! — resmunguei. Ele beijou meu seio e suspirou.
— Vem, acho que o almoço está pronto — comentou ele. Nós nos levantamos e quando fomos para a sala de estar Emmett e Rosalie pareciam se conhecer a anos.
— Os devassos acordaram — comentou Rosalie nos olhando.
— Não, Bella é a devassa — comentou Emmett a corrigindo. — Edward é apenas o tarado — comentou. Eu dei risada, desacreditando no que ele disse.
— Ai meu Deus — falei envergonhada.
— Eles falam de nós, mas foram primeiro a retornar ao quarto — falou Edward me defendo.
— O negocio entre vocês foi bom, hein — comentou Emmett me olhando.
—Prefiro não comentar — resmunguei o olhando.
— Ah, mas vai me contar tudo depois — comentou Rosalie, me intimando.
— Em casa — respondi. — A proposito depois do almoço eu quero retornar. Eu já estou me sentindo mal de usar a mesma calcinha desde ontem — afirmei. Ela deu um sorriso negando.
— Já? — perguntou Edward.
— Sim — respondi. — Estou cansada, de ressaca e quero descansar – aleguei. Ele apenas me olhou no fundo dos olhos.
— Descanse aqui — falou ele, me olhando.
— Edward se eu ficar aqui por mais algumas horas eu vou transar novamente e nós transamos ontem, hoje quando eu acordei e tomamos banho e, agora pouco — mencionei. Notei que Emmett e Rosalie nos olharam surpresos.
— Devassa — comentou Emmett.
— Coelhos — falou Rosalie.
— Menos — falei olhando para os dois. — Como se vocês dois não tivessem transado a mesma quantidade que nós! — repreendi-os. Eles se entreolharam.
— Prefiro não comentar — falou Emmett.
[....]
— Está entregue, cinderela — falou Edward assim que paramos na frente do meu apartamento.
—Te vejo segunda, garotão? — perguntei. Ele segurou meu rosto e me deu um beijo.
— Sem duvidas — respondeu ele, sem hesitar. — Andar nessa Ferrari me lembra do que fizermos anteontem — respondeu. Eu mordi os lábios.
— Não começa, ok? — falei o olhando.
— Por mim eu te via amanhã — falou ele.
— Não, segunda Edward — falei. Ele me deu um beijo nos lábios, que foi prolongado pela língua inquieta dele. Eu me afastei e o olhei. — Se controle garotão. Nós dois brincamos bastante hoje — ele me beijou nos lábios novamente.
— Insuficiente — respondeu. — Preciso mais de você — comentou. Eu dei um meio sorriso e sai do carro. Notei que Rosalie me esperava com os braços cruzados. Fui até ela e caminhamos para nosso apartamento.
— Então, como foi a noite? — perguntei com curiosidade.
— Bella, Emmett é um cara maravilhoso — afirmou ela, me olhando. — Ele é incrível — comentou maliciosa.
— E o sexo? — perguntei.
—De deixar a boca seca e as pernas bambas — falou ela. Eu dei um meio sorriso. — Não sei quanto bom Edward é de cama, mas Emmett parece um ator pornô — O elevador parou e eu dei risada, incrédula. Assim que abri a porta do nosso apartamento eu vi Demetri, Phill e minha mãe sentados no sofá.
— Onde vocês duas tinham se metido? — perguntou Demetri assim que notou minha presença. Alguns federais estavam na nossa sala.
— O que significa isso tudo? — perguntei olhando para os caras de farda. — Mãe, Phill o que fazem aqui? — perguntei olhando os dois.
— Demetri não te achava em canto nenhum, Isabella. Você tem celular para que? — perguntou minha mãe, com rispidez.
— Primeiro, sou maior de idade. Segundo, eu sou independente e terceiro eu não devo mais satisfações da minha vida a ninguém! — deixei claro olhando para Demetri.
— Onde esteve Bella? — perguntou Phill, com calma.
— Nós fomos jantar fora — respondeu Rosalie por mim. — Ela me levou para dar uma volta pela cidade, só que fomos de taxi porque iriamos beber — mencionou, eu mordi minha boca.
— Nenhuma das duas estavam com o celular carregado? — perguntou Demetri com grosseria.
— Acabou a bateria — respondi o olhando.
— O meu também — respondeu Rosalie, verificando o dela. — Você não ia voltar só na semana que vem? — perguntou ela o olhando.
— Antecipei minha volta — explicou ele.
— Bem, pelo o que vejo está tudo bem — falou um dos federais.
— Graças a Deus sim — respondeu Demetri.
— Agora me explica esse circo que virou a minha casa! — falei olhando para os três, enquanto os federais iam embora.
— Eu vou deixa-los sozinhos — falou Rosalie.
— Não, Rose. Você fica — falei a olhando. — Você também tem o direito de saber da palhaçada que se transformou nossa casa — afirmei, ela suspirou.
— Ele não te achava, Bella — falou Phill pela minha mãe. — Nós chegamos a Nova York ontem. Te ligamos e nada, viemos aqui e nada. O porteiro apenas falou que vocês duas saíram mas ele não viu vocês retornarem — explicou ele, calmamente.
— E precisava chamar o FBI? — perguntei olhando para os dois. — Acha que esse pessoal não trabalha? Que eles tem tempo de ficar procurando uma pessoa que saiu para jantar fora? — perguntei.
— Nós ficamos preocupados — falou minha mãe.
— Mãe, eu já tenho vinte e quatro anos não sou uma criança! — falei com rispidez.
— Nós sabemos, meu amor — falou minha mãe me olhando. Tinha alguma coisa estranha nos olhos dela. Eu conhecia aquele olhar como a palma da minha mão. Ela veio na minha direção e me abraçou e eu correspondi ao abraço dela.
— O que está acontecendo? — perguntei baixo na orelha dela. Ela passou o braço nas minhas costas.
— Eu tenho que te conversar com você, filha. Em particular — falou ela, ainda abraçada a mim. — Não pode ser aqui, tem que ser em um bom lugar — sussurrou.
— Podemos almoçar juntas amanhã, o que acha? — sugeri ainda abraçada a ela.
— Acho bom — respondeu ela. — Eu te passo o endereço do hotel onde eu e Phill estamos hospedados — falou ela me soltando.
— Tudo bem, mãe — falei. Ela estava estranha, eu era capaz de jurar que ela parecia assustada. Olhei para o Phill e ele andou até mim e me abraçou pelo o ombro. “Alguma coisa tá acontecendo, os dois pareciam aflitos.”
— Vamos almoçar juntas amanhã, Phill. Precisamos de um dia de mãe e filha — falou minha mãe. Vi que Rosalie indo para a cozinha.
— Acho ótimo — notei que Demetri estava sentado me olhando.
— Bem, já que vocês duas já jantaram, nós vamos jantar agora não é querida? — perguntou Phill, eu dei um sorriso.
— Pensei que chegariam só na outra semana. — mencionei.
— Viemos ver alguns apartamentos e casas por aqui — comentou Phill. Eu dei um sorriso.
— E também pra cuidarmos do seu noivado e o contrato de Phill — minha mãe parecia eufórica com tantas novidades.
— Hm — falei olhando os dois. Eles se foram e Rosalie voltou da cozinha e me encarou apreensiva.
— Bem, boa noite aos dois — falou ela tirando o sapato.
— Boa noite, safadinha — falei, ela deu um sorriso.
— Boa noite, perua — falou de volta. Ela entrou no quarto e eu voltei meus olhos para Demetri.
— Quero uma explicação — falei depois de minutos em silencio. Cruzei meu braço e o olhei em cima do peito.
— Chego aqui, não encontro nenhuma das duas, ligo feito um louco para o seu celular e o de Rosalie, nenhuma das duas atendem, Phil e sua mãe vem te ver e eu digo não sei onde as duas se meteram — falou ele, se justificando.
— Chegou quando? — perguntei secamente.
— Hoje as cinco da manhã — respondeu ele, me olhando.
— Ah — falei.
— Passou a noite fora, Bella? — perguntou ele me olhando.
— Passei — respondi com franqueza.
— Ah, e eu posso saber onde? — perguntou ele.
— Em um hotel — respondi o olhando. — Eu e Rosalie bebemos muito e fomos para um hotel — menti, sabendo que Rosalie devia estar ouvindo a conversa. Aposto que ela me encobre.
—Onde foram? — perguntou ele.
— Na Brodaway — respondi. — Vimos um bom espetáculo depois jantamos e ficamos passeando pela cidade, bebemos em um pub, dançamos e tudo mais — falei o olhando. Ele se levantou.
— Bella, o que está acontecendo? — perguntou me olhando.
— Nada — respondi com frieza. — Ainda bem que veio antes, quero mesmo falar com você — falei o olhando.
— O que foi, amor? — perguntou ele de forma doce.
— Eu quero um tempo — falei, por fim.
— O que?
— Eu quero um tempo — repeti. — Eu não sei se eu realmente estou pronta para me casar. As boas oportunidades estão aparecendo na minha vida profissional e eu não sei se eu quero me prender a alguém que chama o FBI porque eu sumi e meu celular descarregou — falei o encarando com frieza.
— Bella!
— Não começa — pedi o olhando. — Eu quero um tempo, e se não se importa eu quero que fale com seus pais a verdade porque assim que eu voltar de Dubai eu vou estar com a cabeça mais arejada — falei o olhando.
— Amor? — saiu como uma pergunta.
— Demetri, eu quero um tempo. Entende isso, eu não sei se eu quero casar! — falei o olhando.
— Bella, o que está acontecendo? — perguntou ele, se levantando. — Nós dois nunca tivemos problemas, nós nunca tivemos brigas, nós dois nunca tivemos crises. O que está acontecendo entre nós, Bella? — perguntou ele, me fitando.
— Demetri, entenda. Eu quero um tempo! — falei novamente o encarando. — Eu tenho o direito de hesitar. Eu não sei se quero me casar, eu não sei se quero filhos. Eu quero curtir minha vida e um tempo sem você me fez muito bem. Eu fiquei livre como um pássaro em Nova York e isso me ajudou muito emocionalmente falando — falei. Ele me olhava atentamente.
— Tem certeza que quer isso? — perguntou ele, me olhando nos olhos.
—Sim — respondi.
—Se quer isso tudo, eu vou deixa-la viajar com o tal engenheiro e quando retornar nos dois vamos conversar, não vamos? — perguntou. Eu concordei com a cabeça, ele pegou a mala dele, me deu um beijo na cabeça e se foi. Eu encostei minha cabeça na parede.
— Amiga, tem certeza do que está fazendo? — perguntou Rosalie aparecendo na sala. Eu abri os olhos.
—Tenho — respondi a olhando. — Eu quero estar, Rose.
—E o que sua mãe tem? — perguntou ela.
— Eu não sei — respondi. — Mas amanhã mesmo eu vou descobrir o que está acontecendo. Essa vinda repentina a Nova York é suspeita — mencionei.
— Agora vai para o banho — falou ela. — E vamos dormir que eu estou exausta — falou ela. Eu dei um meio sorriso e fui para o meu quarto. Tomei um banho quente e demorado, coloquei meu pijama e me deitei na cama.
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