Notas iniciais
Gente capitulo novo, essa semana nessa fic *___*

Agora a história vai pegar um novo ritmo e também novos acontecimentos... PS: vai começar a ter capítulos mais longos e também com um contexto um pouco diferente ela vai ganhar, vários momentos nostálgicos... e também muitos momentos tensos, e de amor completamente... sempre me perguntam " Quando vai ter, o POV. do Edward?" não me recordo em qual capitulo mais em em breve eu posso garantir que teremos...... Eu já estou na segunda fase da história quando a Bella e o Edward voltar, eles dois ainda vão estar de amores, até ela perder o bebê depois disso ele vai se transformar ela vai achar que foi por conta de um aborto,mas vocês sabem que não foi por isso vai ter alguns capítulos de POV. Edward... principalmente quando ele se der conta que esta apaixonado pela Bella e ela ignora-lo até a morte.

OBS: Por favor, gente comentem na outra história que ontem eu dei uma atualizada seria muito bom entrar aqui e ver mais comentários nas duas histórias por exemplo nessa fic eu tenho 72 leitores onde vocês estão que não deixam um comentário? Sério eu passo um tempo danado na frente do computador um tempo que por várias vezes eu acabo usando só para isso ao invés de fazer outras coisas que deveriam ser prioridade, eu mando para a minha Beta, que também é ocupada que tem a vida pessoal dela, corrida... e ela também usa o tempo dela para betar minha história.... eu tenho 27 favoritos, por que vocês não comentam mais? porque vocês não deixam apenas um comentário mesmo que seja um comentário deixe, porque eu vou ver que realmente quem favoritou e não comenta que é leitor fantasma participem por favor não é pedir muito... um comentário inspira os autores...
Na outra história é quase a mesma coisa eu tenho 14, leitores....12 favoritos e pouco comentário... eu só quero que deixem um comentário não precisa encher a história de comentários, mais apenas deixe um comentário com uma opinião o que quer que eu coloque na história eu estou aberta a sugestões... sempre!

Só isso gente.... BEIJOS e BOA LEITURA.

— Rose, eu vou ir almoçar com a minha mãe — falei a ela, que estava jogada no sofá.

— Não se preocupe, gata. Emmett vem aqui em casa — falou. Eu dei um sorriso.

— Vocês dois se deram bem, hein? — falei. Ela deu um sorriso animada.

— Ele é ótimo — falou ela.

— Fico feliz que esteja curtindo ele — falei. Ela suspirou.

— Pode ir tranquila que fome eu não passo já que ele me convidou para almoçar em um restaurante japonês aqui perto — disse ela enquanto eu pegava minha bolsa.

— Bem, safadinha, se cuida e por favor camisinha — falei. Ela sorriu e eu saí do apartamento. Peguei o elevador até o térreo e me dirigi ao Pierre — hotel que minha mãe estava hospedada. Fiquei um tempo encarando aquele hotel. Minhas lembranças vagaram até a transa que eu tive com Edward aqui nesse mesmo hotel. Fechei meus olhos e suspirei, tirando o cinto. Desci do carro e entreguei as chaves dele ao manobrista. Passei pelas portas de entrada do hotel e fui direto para o restaurante. Avistei minha mãe, elegante como sempre, sentada numa das mesas bebendo vinho.

— Oi, mãe — falei. Ela deu um sorriso e abrindo os braços me convidando para um abraço.

— Oi, querida — falou ela me abraçando forte. — Sente-se — pediu. Eu me sentei ao seu lado.

— Então mãe, o que está acontecendo? — perguntei, direto ao assunto.

— Se você fosse mais amorosa não se pareceria com seu pai — resmungou ela, irritada.

— Mãe — pedi. Ela me olhou.

— Nós viemos a Nova York antes do tempo por causa de Nathan — falou ela. Eu me arrumei na cadeira.

— O que tem aquele desgraçado? — perguntei, sendo direta.

— Ele tem um irmão Bella — falou ela. — Ele está te caçando para vingar a morte de Nathan — disse ela.

— A morte de Nathan? — perguntei.

— Nathan foi condenado a pena de morte, Bella — respondeu ela. Seu olhar era sério. — Já aconteceu. Ele morreu, mas antes de morrer ele deixou os vídeos, as fotos do seu estupro com o irmão dele que está te caçando para te matar, filha. Por isso que estamos aqui — Eu arregalei meus olhos, minha respiração ficou ofegante e eu senti meus olhos marejarem.

— Ele tinha vídeos? — perguntei sentindo um nó se formar na minha garganta.

— Querida, eu não sei se isso é um flerte desse tal irmão dele — falou ela. — Ele está chantageando o Phill. Ele quer que Phill compre esses vídeos — falou ela, me encarando.

— E se ele tiver copias mãe? — perguntei. — Aquele verme desgraçado! — esbravejei, sentindo o desespero me tomar.

— Querida, Phill está aqui em Nova York justamente por isso — mencionou. — Ele tem uns contatos no FBI, e eles estão investigando esse irmão de Nathan — falou ela.

— Ele está ameaçando Phill? — perguntei preocupada.

— Sim — respondeu. — Ele falou que se ele não pagar a quantia desejada, ele vai jogar na imprensa seus vídeos, querida — eu comecei a sentir o desespero. Ela me abraçou e eu chorei copiosamente nos braços dela.

— Aquele verme, desgraçado! — falei chorando. Ela me abraçou forte, eu sentia que ela também chorava. Ela me apertou nos braços dela.

— Nada vai te acontecer querida, eu mato ele mas ninguém vai toca-la a força novamente eu te prometo isso amor — falou ela agarrada a mim de forma protetora. Eu chorei até me acalmar.

— Ele não pode. Ele não vai acabar com a minha vida depois de morto mãe. Ele não vai — falei desesperada. Ela me beijou na cabeça.

— Eu não vou permitir, Bella — falou ela.

— Eu te amo — falei baixinho .

— Eu te amo querida, muito — falou, abraçada a mim. Eu perdi minha fome. Fui para o meu carro, peguei o celular e disquei o numero de Edward. Estranhamente ele era a única pessoa que eu queria ver naquele momento. Rosalie estava com Emmett, eu não podia estragar o segundo encontro dos dois com meus problemas. Edward atendeu e meu coração disparou.

— Oi meu anjo — falou ele.

— Edward, está no seu apartamento? — perguntei.

— Estou — respondeu ele. — Meus pais estão aqui, se quiser vir para cá — comentou ele, eu respirei fundo.

— Edward, eu preciso te encontrar — falei desesperada.

— Aconteceu alguma coisa? — perguntou ele.

— Sim — respondi. — Eu preciso falar com você.

— Bem, vem para cá — falou ele.

— Edward seus pais estão ai, fica chato — falei enquanto dirigia. Não posso expor minha vida assim. Carlisle é meu chefe!

— Eles já estão indo embora. Minha mãe veio com meu pai apenas para trazer o meu passaporte — falou ele, eu suspirei.

— Eu estou indo para ai — falei acelerando o meu carro.

— Tudo bem estou te esperando — falou ele. Eu deliguei meu celular e dirigi até o apartamento dele. “ Aquele verme nojento não vai acabar com a minha vida novamente, ele não vai nem depois de morto esse desgraçado vai acabar com a minha vida” pensei enquanto eu dirigia. Eu cheguei rápido em frente ao apartamento de Edward. Parei meu carro do outro lado e atravessei a rua. Cheguei ao apartamento de Edward e fui mandada subir imediatamente. Eu subi sem hesitar e apertei o botão do elevador para a cobertura. Quando o elevador parou eu toquei a campainha e Edward abriu a porta. Ele estava com uma camisa de malha e um moletom.

— Está sozinho? — foi a primeira coisa que eu perguntei.

— Meus pais acabaram de sair daqui — respondeu ele. — Entra — falou. Eu entrei tirando meu casaco e ele me deu um beijo nos lábios.

— Ótimo. Eu não quero que ninguém escute nossa conversa — falei. ele me olhou preocupado.

— Vamos para o quarto — falou ele.

— Não, eu não quero transar — falei.

— Então vamos para o meu escritório — falou ele. — Você está pálida e gelada, Bella. O que está acontecendo? — perguntou ele me fitando.

— Me leva no seu escritório para que eu te conte — falei. Ele pegou minha mão e me levou. Eu fiquei impressionada com aquele local, era uma enorme biblioteca com vários livros quadros e moveis rústicos. Parecia um estúdio do poderoso chefão, algo desse gênero.

— Me conta — falou. Eu respirei fundo.

— Nathan, Edward — falei. Ele piscou algumas vezes.

— O que tem aquele cretino? — perguntou ele.

— O irmão dele quer vingar a morte dele — falei. — Ele tinha vídeos meus, dos estupros. Ele tinha vídeos meus sendo obrigada a transar com ele. Eu não sabia disso, mas ele tinha e ele filmou e ele encaminhou o irmão dele para subornar Phill e me ameaçar — ele andou até mim. Eu sentia um nó se formar na minha garganta.

— Calma, como é que você sabe disso? — perguntou.

— Minha mãe foi em casa ontem e ela estava estranha. Ela pediu para que eu almoçasse com ela hoje e eu fui. Ela me contou — falei.

— Bella, ele não vai tocar em você — falou Edward vindo na minha direção e segurou meu rosto.

— Eu estou com medo — confessei. Ele segurou meu rosto.

— Eu não vou deixar que ele toque em você. Eu não vou permitir que ele sequer chegue perto de você — ele me olhava nos olhos.

— Edward, eu estou morrendo de medo dele mostrar esses vídeos para a imprensa. Isso acabaria com a carreira do Phill. Meu pai não sabe de nada. Eu não quero que isso... — falei desesperada. Ele me abraçou, colocando meu rosto no peito dele.

— Bella, ele não vai te fazer nada, meu anjo — falou ele mexendo nos meus cabelos. Eu me agarrei mais a ele.

— Tem Demetri também — falei apavorada. — Ele voltou ontem. Eu dei um tempo com ele — falei.

— Sério? — perguntou com um sorriso nos lábios.

— Sim — respondi. — Eu não sei o que eu faço. Eu não quero que Phill se prejudique por minha causa novamente — falei agoniada. — Eu não quero que Demetri saiba. Ele nunca me perdoaria por não contar — disse. Ele me beijou na cabeça.

— Não vai acontecer nada, Bella — falou ele, me olhando.

— Edward, não é comigo que eu temo — falei. — Eu temo pela minha mãe instável, eu temo pelo meu padrasto amoroso, eu temo pelo meu noivo impaciente, eu temo por nosso relacionamento carnal, eu temo por Rosalie se algo acontece a ela, eu não sei o que eu faço — falei. Ele me beijou e sua boca enterrou na minha e eu aceite de bom grado. Segurei os cabelos dele, correspondendo ao seu beijo com euforia. Ele segurou minha cintura me colocando mais perto do corpo dele, de forma que seu membro roçasse no meu ventre. Eu parei de beija-lo.

— Ele não vai tocar em ninguém, Bella — ele falou, com convicção. — A primeira coisa que temos que fazer, é falar com Emmett sobre tudo isso. Ele vai nos ajudar, depois vamos pensar em uma maneira de proteger todos — disse ele, me beijando nos lábios. Eu o abracei forte.

— Preciso transar — falei nos braços dele. — Para me livrar desse stress — falei o beijando nos lábios.

— Eu faço questão de te deixar calma e desestressada — falou ele, eu dei um meio sorriso.

— Tudo que eu mais preciso — falei. Ele me pegou no colo, me enroscando na sua perna. Eu segurei seus cabelos.

— Vamos? — perguntou beijando minha boca.

— Só se for agora — falei. Ele me levou para o quarto e me deitou na cama. Tirou minha camiseta e beijou meus lábios, indo para o meu seio. Eu fechei os olhos e senti meu olho marejar. Eu peguei seu rosto e o beijei.

— O que foi? — perguntou.

— Não consigo — falei. Ele saiu de cima de mim.

— Tudo bem — falou. Ele me abraçou e eu coloquei meu rosto no seu peito. Fechei meus olhos por alguns segundos, sentindo as lagrimas caindo do meus olhos. Ele me abraçou forte muito forte.

— Ele não pode, Edward. Ele não pode acabar com a minha vida e da minha mãe depois de morto — falei. — Ele não pode! — falei. Ele me abraçou forte e beijou minha cabeça.

— Bella, eu cuido disso — falou ele, mexendo nos meus cabelos.

— E como vai cuidar disso, Edward? — perguntei.

— Deixa comigo, ok? – falou ele segurando meu rosto.

— Eu tenho que ir para casa — falei.

— E porque? — perguntou.

— Porque eu vim direto para cá do hotel onde minha mãe está. Rose pode ficar preocupada — mencionei. Ele me beijou nos lábios.

— Emmett mencionou que ia para a sua casa, anjo — falou ele, me beijando no pescoço. — Ela vai ter distração por algumas horas — sussurrou na minha orelha.

— Ela falou que ele ia para lá — falei.

— Não vai atrapalha-los, Bella — disse ele. — Já que está tensa, vamos tomar um banho de hidromassagem bem relaxante com muitos sais e também eu vou te dar beijos e beijos e vamos esquecer todos esses problemas que estão na sua cabeça — falou ele sussurrando na minha orelha.

— Edward eu não quero tran...— ele segurou meu rosto e me beijou nos lábios me calando.

— Eu mencionei o sexo? — perguntou beijando meu pescoço.

— Não — respondi. — Mas uma coisa leva a outra — sussurrei. Ele me beijou nos lábios.

— Vamos pensar só em um banho relaxante na banheira, se sentir bem e mais relaxada. Eu te deixo mais relaxada ainda — mencionou ele. Eu dei um sorriso o beijando nos lábios.

— Se ir com calma — falei. Ele deu um beijo na minha boca.

—Vou preparar a hidromassagem — falou sussurrando. Eu concordei com a cabeça e ele foi para o quarto. Eu sai da cama e peguei meu celular no escritório. Respirei fundo e mandei uma mensagem a Rose.

“ Sei que está transando, provavelmente só veja isso bem mais tarde.

Estou no Edward... Eu te vejo amanhã. Nem sei se vou trabalhar. Te amo – Bella”

— Anjo — eu me virei para Edward. Ele estava na porta do escritório.

— Oi — falei.

— O que faz aqui? — perguntou vindo até mim. Me abraçou pela cintura e afastou meus cabelos, beijando meu pescoço e pressionando seu membro nas minhas nadegas.

— Mandando um torpedo para Rosalie — falei beijando seus lábios.

— Bella, ela está transando provavelmente ela não vai te responder — falou ele na minha orelha.

— Eu sei, só para ela saber — falei. Ele me beijou nos lábios e eu me prendi ao seu pescoço. — Vamos para o banho — falei. Ele sorriu me beijando e tirou minha roupa e minha lingerie. Jogou tudo em um canto qualquer e nós dois entramos em uma banheira enorme cheia de espuma que faziam movimentos. Eu me sentei e ele se sentou de frente para, pegou meu pé e começou a fazer massagem.

— E como foi a reação do seu noivo? — perguntou Edward. Eu respirei fundo.

— Ele ficou chateado — respondi de olhos fechados. — Ele não tá compreendendo o que está acontecendo no nosso relacionamento — comentei. Ele fazia uma massagem ótima no meu pé.

— Essa viagem a Dubai veio no tempo certo — falou ele. — Com você fora do pais comigo vai ficar segura — disse ele.

— Temo por Rosalie — falei.

— Eu peço para Emmett convence-la a dormir no apartamento dele nos dias que estivermos viajando. Ou ele dorme no seu. Não teremos o que nos preocupar — mencionou ele.

— E minha mãe e Phill. O que vai ser deles? — perguntei.

— Tudo seria tão mas fácil se nós dois nos assumíssemos — falou ele. — Eu faria questão da sua mãe conhecer minha mãe. Os dois poderiam dormir na casa dos meus pais. Minha mãe adora receber convidados na mansão — comentou ele, me encarando.

— Eu ainda tenho que contar para minha mãe — disse a ele. — Eu não disse nada sobre meu tempo com Demetri.

— Só conte quando você tiver certeza que é o fim, princesa — falou ele, se aproximando de mim e me dando um beijo nos lábios — Vou te fazer uma massagem, te dar um remédio para você dormir um pouco. Vai ficar mais calma e relaxada — disse ele. Eu sorri.

— Obrigada — sussurrei. Ele me abraçou e me levou para o quarto onde me deitou na cama com uma calcinha. Ele passou um negocio na minhas costas, creio que seja um hidratante, massageando-a.

— Fecha os olhos e relaxa princesa — falou baixinho na minha orelha eu tentei ao máximo consegui relaxar. Acabei dormindo e quando eu acordei eu estava coberta com um lençol. Tudo estava escurecido. Eu me mexi na cama e vi Edward deitado abraçado ao meu corpo, com o rosto encostado nos meus cabelos. Olhei para Edward que via televisão distraído. Estiquei meus braços e passei-os pelo peito dele.

— Oi linda — falou baixinho. Eu dei um sorriso e ele acariciou meus cabelos. — Está se sentindo melhor? — perguntou.

— Me abraça mais um pouco — pedi. Ele se deitou melhor na cama e me abraçou mais forte, envolvendo seus braços no meu corpo coberto.

— Eu te abraço o tempo que precisar — sussurrou me apertando. Eu fechei os olhos.

— Eu dormi muito? — perguntei.

— Sim — respondeu. — Dormiu bem depois da massagem. Eu fiquei trabalhando no escritório e depois vim te ver e você ainda dormia — mencionou beijando meu ombro.

— Estou com fome e com dor de cabeça — falei fazendo manha.

— Eu vou pedir para as serviçais fazerem alguma coisa gostosa para você comer — disse ele, me encarando.

— Eu não almocei ainda. Prefiro comer comida e suco — falei. Ele me beijou na testa.

— Vou pedir para elas fazerem um bom almoço para você, princesa. Eu ia te dar o remédio depois da massagem mais você dormiu — falou beijando minha cabeça.

— Pode pegar uma aspirina para mim — beijei seus lábios.

— Eu pego — falou ele. — Eu já volto princesa — falou ele. Vi que eu ainda estava nua. Não completamente, eu estava apenas com a minha calcinha. Me levantei, peguei meu sutiã e vesti minha regata. Me deitei na cama novamente e fiquei deitada até Edward aparecer com um copo de suco na mão.

— Do que é? — perguntei, assim que ele me entregou o copo.

— Morango — respondeu. — E aqui está sua aspirina — ele me entregou o comprimido e eu o bebi.

— Estava gostando muito mais de dormir com você só de calcinha — mencionou ele. Eu um ultimo gole no suco e o beijei.

— Eu imagino — resmunguei maliciosa. Ele beijou minha cabeça e pegou o copo das minhas mãos, colocou-o em cima da mesinha ao lado da cama e se deitou ao meu lado.

— Eu pedi para elas prepararem um almoço gostoso para você — informou ele. Eu encostei minha cabeça no seu peito.

— O que que eu vou comer? — perguntei.

— Eu pedi para elas fazerem uma massa e uma salada leve — mencionou ele, encarando meus olhos. Ele acariciou meu rosto.

— Obrigada por me entender — saiu como um sussurro. A mão quente e macia dele tocando minha pele me fez fechar os olhos.

— Não tem de que, Bella — sussurrou ele beijando meu nariz. Ele me abraçou e eu fechei meus olhos no peito dele.

— Só quero sair dessa cidade, mas quero todos protegidos — mencionei olhando para a televisão onde passava o jornal.

— Nós vamos dar um jeito, não se preocupa — pediu mexendo nos meus cabelos.

— Não tem como — falei o olhando. — Aquele verme, desgraçado. Depois de morto não pode acabar com tudo que aconteceu na minha vida durante todos esses anos — disse o olhando.

— Ele não vai acabar com a sua vida, Bella — falou me olhando.

— Não é só a minha vida. Tem a vida das pessoas que eu amo — falei. — E das pessoas que eu aprendi a amar, a querer bem — sussurrei o olhando.

— Sou uma dessas pessoas que você aprendeu a amar? — perguntou arqueando a sobrancelha.

— Podemos dizer que sim — respondi beijando seus lábios. — Você e Emmett são pessoas que eu gosto muito e seu pai é incrível — mencionei. Ele deu um sorriso encarando meus olhos.

— Fico feliz que goste tanto de nós — falou mexendo nos meus cabelos. Eu suspirei nos seus braços e então bateram na porta. Ele se levantou e a abriu. Eu fiquei na cama e vi que uma empregada entrou com uma bandeja e colocou-a na minha frente. Na bandeja tinha uma jarra pequena de vidro, com suco de morango, um prato com o meu almoço e outro com a salada separada.

— Olá, Srta. Swan — falou ela.

— Oi — falei de volta.

— Bom a apetite — desejou. Eu mordi os lábios, esfomeada.

— Obrigada — agradeci.

— Com licença — falou ela se retirando. Ele fechou a porta e eu olhei para o prato e comecei a abocanhar a comida a minha frente com vontade. Eu estava faminta. Assim que acabei de comer ele colocou a bandeja para fora do quarto. Quando voltou e se deitou ao meu lado.

— Dormirmos juntos — falei o olhando. — Transamos — aleguei. — Trabalhamos juntos. Eu não sei se eu quero um relacionamento sério com você, Edward — mencionei. Ele deu um sorriso engando.

— Não precisa querer — respondeu ele, se cobrindo com o cobertor. — Nós dois somos perfeitos dessa forma — comentou. Eu mordi os lábios o fitando.

— Edward, eu não sou o tipo de mulher que só quer só sexo na vida, como se não existisse sentimentos — aleguei.

— E existe? — perguntou.

— Não ainda. — respondi.

— Mais pode existir? — perguntou.

— Não sei — respondi. Ele beijou minha cabeça. Essa foi a unica vez que eu não tive nenhuma espécie de desejo em ter ele. Dele me possuir. Eu só queria dormir, ficar junto e ele pareceu me entender de um jeito que me assustou. Quando eu fui embora no começo da noite eu me sentia calma e plena. Cheguei em casa e encontrei Emmett.

— Eai gatão — falei o olhando.

— Oi gatona — falou ele, me abraçando. — Como foi o dia com o meu irmão, devassa? — perguntou. Eu dei um sorriso.

— Agradável — respondi. Ele deu um meio sorriso.

— Bem, vou indo. Tenho uns negócios a fazer — comentou ele. Eu concordei.

— Te vejo amanhã — disse ele. Eu entrei no apartamento e vi Rosalie sentada no sofá com cara de relaxada.

— Oi, safadinha — falei entrando.

— Oi perua. Não entendi sua mensagem — falou ela.

— Eu te explico depois. Só preciso de um banho — falei. Ela concordou e eu entrei no chuveiro. Tomei um banho quente e fui para a sala.

— Então? — perguntou ela.

— Rosalie, eu estou sendo ameaçada de morte pelo irmão de Nathan — falei. Ela arregalou os olhos.

— O que?

— Ele tem um irmão. Ele fez vídeos dos meus estupros – expliquei. — ele está ameaçando Phill, dizendo que ele pode jogar tudo na mídia se ele não pagar a quantia desejada pelos vídeos. E tem mais, Nathan foi morto por conta da sentença e por isso ele está querendo vingar a morte do irmão dele — mencionei. Rosalie arregalou os olhos.

— E o que vai ser? — perguntou ela.

— Phill tem uns contatos no FBI. Eles estão levantando uma pesquisa sobre esse tal irmão de Nathan. Minha mãe disse que se tudo der certo esse cara vai ser preso como o irmão. Mas tudo depende do que o FBI conseguir encontrar — falei. Ela me abraçou.

— E você como está? — perguntou ela.

— Fisicamente relaxada — respondi. — Mentalmente parece que um taque de guerra passou por cima de mim — ela me encarou.

— Bella, ele não vai chegar perto de você! — falou ela convicta.

— Eu não temo por mim, Rose — falei. — Eu temo por você.

— Bella.

— Não vem com esse Bella, de não se preocupe — falei a olhando. — Se esse tal irmão do Nathan quer me atingir. Ele pode acabar te machucando, fazendo com você o que o cretino do irmão dele fez a força comigo. Portanto, não vem com esse Bella não se preocupe porque eu não consigo — falei. Ela me abraçou forte.

— E o que vai ser? — perguntou ela.

— Edward disse que vai pedir para Emmett dormir aqui enquanto eu viajo e ele vai falar com uns amigos dos pais dele que trabalha no FBI para fazer a segurança da minha mãe e do meu padrasto — contei. — E vamos ver o que vamos fazer quando retornamos de Dubai — ela me soltou e encarou meus olhos.

— Eu te amo — falou ela segurando meu rosto. — Não vou deixar que esse verme encoste nunca mais em você. Ele pode fazer o que ele quiser comigo mais a você não. A você nunca mais – falou ela. Eu a abracei forte, comecei a chorar e ela também.

— Eu te amo tanto, minha perua — falei chorando. Ela me abraçou, me apertando. E nós duas choramos juntas.