Bring Me To Life
6 Sozinha/Violentada
Notas iniciais
A FIC RECEBEU MAIS 2 RECOMENDAÇÕES! *-*
Laura e Naty Crepúsculina Ridlle Palas SUAS LINDAS!!! OBRIGADA POR TEREM RECOMENADO A FIC! *-* SUAS PALAVRAS ME EMOCIONARAM DE VERDADE! ♥
Bem Boa Leitura!
Ps: Desculpem os erros....
Pov. Bella
Acordei cedo, muito cedo na verdade, não consegui dormir muito bem, pois sempre que eu fechava os olhos eu via Charlie atrás de mim, era como se ele estivesse me vigiando, como se soubesse de cada passo que eu dava, então eu resolvi que era hora de ir. Apesar de gostar muito da dona Ane, eu precisava ir, pois tinha muito medo que Charlie descobrisse onde eu estava e fizesse algo de ruim para Ane.
Levantei-me da cama e fui para a cozinha, eu deixaria um bilhete para Ane explicando tudo e agradecendo á sua hospitalidade para comigo, mas assim que cheguei na cozinha Ane já estava na cozinha, ela se preparava para começar á fazer o café da manhã, mas eu não podia ficar mais nenhum tempo, então decidi que era melhor eu ir logo.
- Dona Ane? — Eu perguntei, um pouco receosa.
Ela se virou para mim com um sorriso maternal, fazia muito tempo desde que eu me sentia tão bem, Dona Ane, era como se fosse uma avó para mim,mesmo a conhecendo á algumas horas apenas, ela se tornou a avó que eu nunca tive.
- Sim minha querida? — Ela me respondeu.
Fiquei meia sem jeito de dizer que eu teria que ir.
- Bem... — Eu não sabia por onde, nem como começar, então resolvi falar logo — Eu estou indo dona Ane! — Eu percebi que ela falaria alguma coisa, provavelmente ela pediria para eu ficar, então eu falei logo — Por favor, não peça para eu ficar mais algum tempo, a senhora sabe que apesar de não querer, eu preciso ir! — Eu disse isso com lágrimas nos olhos, pois aquela senhora era como se fosse minha familia, foi ela que me abrigou e que me deu um pouco de carinho que á muito tempo eu não tinha.
Dona Ane, chegou perto de mim e me abraçou dizendo:
- Tudo bem, querida, apesar de querer que você ficasse aqui comigo, eu não posso impedi-la de ir, só peço que tome cuidado e que de noite procure algum lugar para ficar, pois mesmo por aqui ainda é perigoso á noite! — O abraço de dona Ane era tão carinhoso, se assemelhava ao que minha mãe me dava quando pequena, apesar de eu ser bem pequena, me lembro vagamente de minha amada mãe.
- Tchau dona Ane, obrigada por me ajudar — Sai de seu abraço e fui em direção á porta, logo eu já estava na estrada de forks.
[..]
Eu andava sozinha pela estrada, já fazia algumas horas desde que eu sai da casa de Ane, e durante esse tempo eu não parei em nenhum lugar, não sei para onde estou indo só espero estar indo para longe de Forks e principalmente de Charlie, o meu maior medo é que essa minha tentativa de fugir seja mais uma vez fracassada e que no final eu acabasse nas mãos daquele que um dia eu chamei de pai.
Como forks é uma cidade muito pequena a sua estrada quase não tinha movimento o que fazia com que a mesma ficasse vazia, meus pés e pernas começaram a doer pois eu estava andando á horas, mas eu não podia me dar o luxo de parar agora, alguma coisa dentro de mim quase que me avisava silenciosamente que Charlie já estava atrás de mim e provavelmente a policia de forks também e se eu parasse para descansar alguem poderia me achar então eu acabaria naquela casa novamente.
Balancei minha cabeça para tentar esquecer tudo aquilo e me concentrar apenas em seguir em frente o mais rápido que minhas pernas aguentassem pois eu não me sentia mais segura em forks.
[..]
Já estava muito escuro, devia passar das 23:00 hrs, olhei para o ceu e o mesmo estava totalmente escuro, sem nada para ilumina-lo. Minhas pernas não aguentavam mais andar, a estrada de forks parecia nunca acabar, era como se fosse a mesma coisa que um labirinto, do qual você não consegue sair, mas mesmo estando cansada e com fome eu seguia em frente, era melhor do que acabar sendo encontrada por alguém e voltar para aquele lugar que um dia chamei de casa.
Ouvi passos atrás de mim, com um pouco de medo me virei e nada vi, apenas a escuridão de uma noite noite sem estrelas, engoli em seco e comecei a andar um pouco mais rápido, fazendo com que minhas pernas protestassem de tão cansadas que estavam, mas algo gritava em minha mente que eu tinha que sair dali o mais rápido possivel, eu sabia que provavelmente alguem estava me seguindo e constatar isso me deixou com muito medo, embora eu fizesse de tudo para que não demostrasse.
Ouvi os passos atrás de mim ficarem mais perto de mim e quando eu olhei vi dois caras vindo em minha direção, somente pela cara deles dava para perceber o que eles querem fazer comigo e o pior é que eu fugi para me ver livre disso e no final eu acabaria violentada do mesmo jeito, percebi que não tinha para onde eu ir então tentei fugir, mesmo sanbendo que seria em vão, corri o mais rápido que podia para longe dali, mas como eu estava na estrada de Forks não tinha nenhum lugar para eu me esconder ou apenas pedir por socorro.
Senti braços me apertantando e um deles colocou a mão na minha boca para que eu não gritasse, começei a me debater e quem estava me segurando me segurou mais forte ainda e falou no minha orelha:
- Olha só! A bonequinha aqui está querendo fugir! Mas sinto lhe informar que isso não será possível! E olhe, pense pelo lado bom, você hoje será nossa diversão! — Assim que terminou de falar riu alto.
Senti meu corpo tremer de medo e continuei me debatendo tentando — inutilmente — me soltar de seus braços, mas sabia que isso não iria ajudar em nada pois tinha dois homens aqui, eu estava sozinha na estrada, isso só faria com que eu ficasse mais fraca.
O outro homem que não estava me segurando parou na minha frente e arrancou a blusa que eu usava com violência, quando eu percebi o que ele iria fazer eu me debati ainda mais, mas o homem que me segurava apertou meu pescoço, para que eu ficasse quieta, ele apertou meu pescoço com tanta força, que se ele não parasse eu iria desmaiar com falta de ar. Parecendo perceber isso ele soltou meu pescoço, enquanto o outro homem arrancava meu sutien.
Fechei os olhos com força, tentando mais uma vez inutilmente fingir que eu não sentia as mãos e boca daquele homem nogento em mim. Eu tentava ignorar a situação em que me encontrava, mas não tinha jeito, minha mente sempre dava um jeito de me lembrar que eu estava prestes á ser estrupada por estranhos na estrada principal de forks.
Lágrimas caiam de meus olhos e escorriam pelo meu rosto, elas pareciam nunca ter fim, os dois homens riam e arrancavam minhas roupas com violência, eles diziam coisas sujas em meu ouvido, como se eu fosse uma prostituta.
Eu ainda me debatia, mas sabia que isso seria em vão, meu destino já estava traçado.
Quando eles iriam de fato me estrupar eu fiquei meia que em 'choque' eu gritei, mas foi um grito mudo, eu estava mais machucada ainda, não somente meu corpo, mas minha alma também.
Assim que eles terminaram de fazer o que quiseram comigo me deixaram lá na estrada, largada, caida, eu ainda estava nua, então com muito esforço eu peguei minhas roupas que estavam rasgadas e espalhadas pela rua e me vesti, se é que aquilo pode se chamar uma de roupa já que elas se tornaram apenas trapos.
Eu me sentia suja, tanto minha pele, quanto minha alma e aquilo pelo qual eu lutei para não sofrer acabei sofrendo do mesmo jeito e de uma forma pior ainda.
Tentei caminhar, mas só consegui andar alguns passos e logo em seguida caí no chão, lágrimas ainda caiam de meus olhos, meu corpo todo estava doendo e eu tinha certeza que meu pescoço estava roxo e com marcas de dedos.
Começei a ficar tonta, eu estava com fome e cançada, tentei me levantar, mas então tudo ficou escuro e eu desmaiei desejando mais que tudo morrer.
Notas finais
Bem sobre esse capitulo eu estou bem insegura com ele, não sei porque, então quanto mais opinioes vocês me derem sobre o que acharam do capitulo melhor ok?
Espero que tenham gostado!
Beijos! ♥
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