Bring Me To Life

7 Surpresas Na Estrada


Notas iniciais
Boa Leitura!

Pov. Edward

Hoje eu e melissa passaríamos o dia na casa de meus pais, completava seis anos desde que Tânya, mãe de Melissa me abandonou, ou melhor, nos abandonou, sem nem ao menos olhar para trás...

Flashblack on

Tinha acabado de chegar do trabalho, apesar de ser de uma familia rica, eu queria minha independencia, ainda mais agora que eu tenho uma namorada e filha, claro que as vezes minha irmã trazia alguns 'presentes' com Alice nós nunca conseguimos dizer não.

Entrei em casa e estranhei o silêncio, Tânya durante esses dias estava estranha, ela reclamava de tudo e parecia não estar feliz com a gravidez, ela sempre reclamava que ficaria feia, eu sempre falava que isso não tinha importância, pois eu amaria ela do mesmo jeito, mas mesmo assim ela continuava incomodada.

Quando eu estava fechando a porta escutei alguém me chamando, quando me virei vi que um vizinho meu me chamava.

- Edward! — Um senhor que morava em uma casa simples do outro lado da rua me chamou.

- Sim? — Me virei, ainda dentro de casa, minha mão ainda estava segurando a porta.

- Sua mulher acabou de dar entrada no hospital, acho que sua filha irá nascer! — Ele me respondeu com um pequeno sorriso no rosto.

- Qual hospital? — Perguntei apressado, já pegando as chaves do meu carro, gostaria de estar no hospital, quando minha filha nascesse.

- O hospital central de Forks, mas sua namorada saiu daqui cedo, logo após você sair de manhã, alguns vizinhos a ajudaram.

Assim que ele me respondeu eu gritei um 'obrigado' e praticamente sai correndo, entrei em meu carro, eu dirigia o mais rápido que conseguia. Depois de algum tempo, que para mim foi praticamente uma eternidade eu finalmente tinha chegado ao hospital.

Deixei o carro de qualquer jeito na vaga e andei apressado para dentro do hospital, eu por pouco não corri, eu queria ver minha pequena princesa. Cheguei na recepção e logo perguntei por Tânya Denali, a recepcionista falou que só poderia falar com alguem da familia, disse que eu era namorado de Tânya.

- Sinto muito, mas a senhorita Denali não está mais nesse hospital e...

- Como assim não está mais aqui? Ela deu entrada hoje de manhã! — Eu interrompi o que a recepcionista falava, onde estava Tânya e minha Filha?

- Senhor, mantenha a calma, a Senhorita Denali deu entrada sim hoje de manhã, ela deu luz a uma menina e a mesma está no berçario a mesma antes de ter alta me pediu para que lhe entregasse isso — A senhora tirou um envelope de carta e me entregou.

Fiquei preocupado com isso, então respirando fundo, me sentei em um dos bancos de espera que estavam por ali e abri o envelope, que tinha meu nome escrito na parte da frente.

Edward,

Sinto muito lhe dizer isso, mas não posso continuar, eu não quero essa vida miserável.

Na verdade acho que nunca te amei de verdade, apenas foi uma paixão adolescente, essa criança foi fruto disso. Eu apenas pensava que poderia levar isso em frente mas me enganei, quando me descobri grávida a primeira coisa que se passou por minha cabeça foi abortar essa criança e eu realmente iria fazer isso, mas você acabou descobrindo antes e eu não tive mais coragem para fazer isso.

Agora é a minha chance, provavelmente agora já estou longe, irei em busca de meu sonho, me tornarei uma modelo famosa, então já que ensistiu tanto em ter esse filho, ela está aí!

Graças á deus ela é parecida com você, não tem nenhuma feição minha, o que eu agradeço pois se quando eu ficar famosa e ela fosse parecida comigo iria me trazer muitos problemas.

Isso é uma... Despedida vamos dizer assim. Espero que você seja feliz com essa menina,e por favor não me procure.

Adeus!

Tãnya Denali

Não conseguia acreditar no que tinha ali, li e reli aquele bilhete várias veses e ainda não acreditava na frieza com que Tânya tratou eu e a própria filha.

Respirei fundo tentando me acalmar, agora eu teria que ser pai e mãe, eu tinha plena consiência que minha familia faria de tudo para me ajudar nisso, mas era algo que eu tinha a nescessidade de fazer sozinho.

Guardei aquele bilhete e fui na área da maternidade, onde os bebês ficavam, depois de pouco tempo eu tinha chegado lá. Através do vidro, procurei pela minha pequena princesa e logo a vi, ela estava na encubadora, estava enrrolada em uma mantinha rosa e branca.

Minha princesa ainda não tinha nome, nós não tinhamos escolhido, eu tinha pensado em Tânya colocar o nome nela, mas a mesma tinha acabado em nos abandonar.

Naquele momento olhando para minha princesa eu vi que ela era quase minha cópia, seus poucos cabelinhos eram de um tom meio dourado escuro, provavelmente escureceria com o tempo, ela era branquinha, a mesma dormia tranquila, como se estivesse em casa.

Eu apostava que estava com um sorriso bobo no rosto, pensava em algum nome para ela, quando vi um pequeno movimento e percebi que ela acordava, logo depois de alguns segundos, minha bebê olhou em minha direção, parecia consciente de mim ali.

Senti uma lágrima escorrer de meu rosto ao perceber que minha filha tinha os mesmos olhos verdes que eu. Olhando para aquele rostinho de anjo eu decidi qual seria seua nome:

- Minha doce Melissa — Eu sussurei baixinho.

Flashblack Off

Desde desse dia eu prometi que passaria todos os fins de semana com minha família que morava em Forks, eu fiz isso para que Mel não ficasse triste e sentisse muita falta da 'mãe'.

Eu sabia que minha filha entendia tudo o que se passava, apesar dela só ter seis anos a mesma age como se fosse uma adolescente, eu nunca tentei esconder nada dela, pois sabia que ela, com aquele seu jeitinho doce acabaria arrancando o que queria saber de mim.

- Pai vamos! Já estamos atrasados! — Mel me chamou, balancei a cabeça levemente para espantar as lembranças.

Olhei para ela e a mesma estava na minha frente, com as mãos na cintura e batendo o pé no chão, percebi que minha pequena tentava parecer brava.

Tive uma ideia e sorri, ao perceber meu sorriso Mel tentou fugir, mas fui mais rápido e a peguei no colo a enchendo de beijos e cócegas. Ela dava pequenos gritinhos e pedia para eu parar.

- Eu só paro se você falar que me ama princesa! — Falei continuando as cócegas e beijos — Você fala Mel?

- Falo, falo! Eu te amo papai! — Ela falou com dificuldade.

Parei com as cócegas e beijos, mas ainda a mantinha em meu colo, ela estava ofegante devido ao esforço que fez, mesmo assim ela me abraçou com força, a abracei de volta e dei um beijo em seus cabelos.

- Também te amo filha! Você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida! — Olhei para ela e a mesma me olhava, seus olhinhos tão verdes como os meus estavam banhados em lágrimas não derramadas.

Assustado com isso perguntei.

- O houve meu amor? Está tudo bem? — A apertei mais em meus braços, tentando fazer a tristeza dela passar.

- Obrigada Pai! — Seu sussuro foi tão baixo que eu quase não ouvi.

- Obrigada por que filha? — Meu cenho estava franzido, eu estava confuso.

- Por não desistir, por não me abandonar assim como minha mãe fez! — Sua voz saiu triste.

Seu rostinho de anjo estava vermelho pelo evidente esforço que ela fazia para conter as lágrimas.

- Oh filha, você sabe que é tudo para mim! Eu nunca faria isso com você Mel! — Eu, não sabia como falar de Tânya para Mel, o motivo dela ter abandonado a própria filha, Mel era apenas uma criança.

Respirei fundo e começei a andar em direção ao carro.

- Vamos filha, seus avós e tios estão te esperando! Não foi você que reclamou por estarmos atrasados? — Eu falei tentando deixar o assunto tenso para trás e ver o sorriso no rosto do meu anjo.

Deu certo pois a mesma abriu um sorriso e disse:

- Sim papai! Vamos logo!

Entrei no carro sorindo ao ver minha filha feliz, dirigi pela estrada indo em direção á Forks.

[..]

- Edward fique mais um pouquinho! Eu mal matei a saudade que tenho de você e da minha neta! — Dona Esme, minha mãe dizia, quase implorava para que ficassemos mais um pouco, eu queria ficar um pouco mais, mas algo me dizia que eu tinha que ir hoje. Era uma sensação estranha. Quase como se algo importante fosse acontecer. Meu coração estava estranhamente apertado, algo que nunca tinha acontecido comigo.

- Mãe! A senhora sabe que Mel tem escola amanhã, eu realmente preciso ir, mas prometo voltar logo! — Eu a abraçei carinhosamente, sentia falta da minha familia, da alegria que eles passavam, mas eu e Mel tinhamos uma vida.

- Tudo bem filho! Mas espero que volte logo mesmo! — Minha mãe estava um pouco triste, ela sempre ficava assim quando tinhamos que ir embora.

- Melissa Venha! Temos que ir embora! — Eu falei alto, mas não gritando, depois de alguns minutos Mel vinha em minha direção, ela tinha em bico nos lábios.

- Pai temos que ir mesmo? — Ela queria ficar um pouco mais.

- Não podemos Filha! Está muito tarde e amanhã você tem escola! Vamos, dispeça de todos e vamos!

Mel correu para dentro e depois de alguns minutos vi ela vindo em minha direção. A peguei no colo e coloquei seu cinto de segurança.

Fechei a porta do carro e entrei no mesmo, dei um tchau para minha mãe, já que os outros eu já tinha me despedido e começei a dirigir.

[..]

Já estava na estrada á algum tempo, estava quase no final da estrada de Forks, quando vi alguem desmaiado no meio da estrada.

Parei o carro bruscamente o que quase fez com que Mel acordasse.

Saí do carro e fui em direção á pessoa desmaiada na estrada, aparentemente era uma Mulher, ela estava com as roupas rasgadas, onde sua pele estava exposta eu via marcas, roxos em sua pele muito branca.

Meu corção se apertou ao ver aquela mulher machucada, resolvi cuidar dela, a peguei no colo com muito cuidado pois ela estava toda machucada e percebi que ela sangrava.

A coloquei no carro junto com Melissa, que ao perceber a estranha movimentação acordou.

- Papai...? — Ela disse abrindo seus olhos.

- Shiii filha, fique calma, está tudo bem, pode voltar a dormir! — Respondi com uma calma que eu não tinha.

Ignorando minha resposta Mel olhou para o lado e me perguntou:

- Quem é essa moça pai? — Seu tom de voz dizia que ela estava curiosa.

Resolvi responder com a verdade.

- Não sei filha, eu acabei de acha-la na estrada, cuidarei dela por uns tempos.

Ela apenas acenou um pequeno sim com a cabeça, seus olhos estavam focados na mulher.

- Ela é bonita!

Olhei para Mel e em seguida para a mulher e percebi que minha filha estava certa, apesar da mesma estar muito machucada dava para perceber que mesmo assim era muito bonita.

Entrei no carro e me concentrei em chegar em casa o mais rápido possivel, precisava de um médico para cuidar dessa mulher.

Notas finais
Finalmente nosso Edward apareceu! o/
Quem quer apertar a mel? E matar a Tânya?
Bem eu quero muito fazer isso! :)
Pessoal, eu estou desanimada com a quantidades de reviews... Poxa gente comentem por favor! Só leva alguns minutos e me faz muito feliz!
Quem quiser recomendar fica a vontade tá?
Mesmo reclamando eu amo vocês! Obrigada á você que lê essa fanfic e mesmo sem comentar obrigada por gostar do que eu escrevo! :)
Beijos! ♥