Brighter Than The Moon
3 Ousada Decisão
Notas iniciais
Capitulo III –Ousada Decisão
A Hyuuga não soube por quanto tempo ou por onde caminhou depois de ouvir a sentença de morte. Olhava o horizonte sem o vê-lo realmente. Naquela tarde não notou quão lindo o pôr-do-sol se apresentava, pintando com varias cores o céu. Mas nada disso importava, não mais.
Iria morrer em pouco mais de seis meses.
Aquelas palavras não se cansavam de se repetir em sua mente cavando um buraco cada vez mais fundo em seu coração. Como podia estar morrendo? Sempre tivera uma saúde tão forte, apesar da aparência frágil nunca adoecia. Por varias vezes balançou a cabeça se negando a acreditar naquela historia, tentando se convencer de que não passava de um mal entendido, no entanto, todas as evidências apontavam para uma única conclusão; iria morrer. O médico havia dito que traumas como aquele podiam evoluir para problemas mais sérios, as dores estavam lá quase insuportáveis, o tratamento frio do doutor diante dela, as ervas. Sim, estava falando dela. Ela estava morrendo.
Hinata se sentou em uma pedra deixando as lagrimas molhar o pálido rosto.
— Por que Senhor? – indagou olhando para o céu colorido – por que eu? O que lhe fiz? Sempre fui uma boa fiel. O senhor está me castigando por invejar a vida dos outros?! Desculpe, nunca quis ser assim, mas é que… é que..
Um soluço brotou dos delicados e pálidos lábios sufocando suas palavras. Não se considerava uma pessoa má, mas apenas alguém que desejava ser feliz, mas que sempre observava a felicidade dos outros, a realizações dos outros como se fosse mais um membro da platéia, anônima, sem rosto assistindo um grande espetáculo. Tinha tantos sonhos, desejos não realizados e que nunca seriam.
— É errado desejar ser feliz? – murmurou entre os soluços – querer ser especial nos olhos de alguém? É tão errado assim desejar isso? – indagou para o vento, mas este lhe respondeu com o silêncio.
Não soube quanto tempo passou ali chorando pelo fim que estava próximo nem quanto tempo demorou a chegar a seu solitário quarto, mas naquele momento nada lhe importava. Enterrada em sua tristeza profunda não notou o olhar preocupado de Ritsu e muito menos atendeu quando ela a chamou. Dentro do pequeno recinto Hinata retirou com raiva a horrível touca que sempre escondia os longos cabelos e empurrou os livros e cadernos com suas aquarelas ao chão e chorando novamente encolheu-se a um canto do quarto com as pernas abraçadas. Inconformada com aquele destino amaldiçoou a todos aqueles que estavam felizes naquele momento até mesmo sua irmã que naquele dia provavelmente estaria sentada em uma cadeira de balanço confortável acariciando a barriga protuberante devido ao avançado estado de gravidez. Por que tivera que se sacrificar para felicidade dela? Perguntou-se inconformada enquanto uma onda de ódio e revolta se apoderava do pequeno corpo, fazendo-a tremer. Em toda a sua vida havia se dedicado tanto, tentando ser uma boa irmã, uma boa aula, uma boa professora. Abdicara de seus sonhos pelos outros, suspirara esperando que um príncipe a olhasse e se apaixonasse pela pobre garota sem jeito, mas no fim, não obteve nenhum reconhecimento, ninguém a viu por detrás daquele vestido horrível.
Naquela noite, como se a natureza estivesse troçando da cara de Hinata, o céu apresentava-se estrelado banhado por uma bela e grande lua cheia que iluminava romanticamente o campo da família Inozuka. A luz da lua banhava também a jovem Hyuuga em seu leito. Os olhos como a própria lua prateada observavam fixamente o teto. Nem ao menos o sono parecia querer aliviar a pobre Hyuuga de sua agonia.
Iria morrer em pouco mais de seis meses.
Enquanto essa palavra se repetia em sua cabeça, Hinata refletia sobre cada momento de sua vida insípida. O quanto parva havia sido? Tantos momentos que deveria ter tomado a palavra, tanto outros que deveria ter tomada a rédea da situação. Naquele instante percebeu o quanto havia desperdiçado de sua vida. Por que não tivera coragem de se declarar para o rapaz que trabalhava na padaria quando estudava no colégio? Por que não revidou as brincadeiras de mau gosto dos filhos dos empregados, quando morava na casa do tio ou a indiferença altiva e superior de seu primo? Por que sempre baixava a cabeça quando a acusavam de algo que não havia feito? Por que deixara Matsuri obrigá-la a andar a cavalo quando não sabia? A resposta era simples; medo. Tinha medo de ser rejeitada, de fazer algo diferente, de ser ousada. Por isso todo esse tempo apenas viveu sonhando às sombras da vida dos outros.
Mas o que lhe rendeu essa vida? Sua mente perguntou.
— Nada Hinata, não ganhou nada – respondeu a Hyuuga para si, amargurada enquanto seus olhos inchados se fechavam nublado de lagrima em uma tentativa infrutífera de dormir e esquecer que seu fim eminente estava próximo.
Hyuuga Hinata levantou-se junto com o sol naquela manha, antes mesmo dos empregados que iam para o campo colher. Em seu vestido habitual; cinza, e a horrível toca na cabeça ela desceu até a cozinha, apressada. Aparentemente não havia mudado em nada, continuava pálida e apenas as olheiras da noite mal dormida se destacavam do vestido e rosto sem graça da senhorita Hyuuga. Mas ninguém notaria aquele pequeno detalhe, como sempre.
— Minha nossa, menina, já acordada?! – exclamou a cozinheira assustada.
— Sim, senhora Izume, eu tenho algo importante pra fazer no povoado. – avisou colocando um pedaço generoso de pão na boca.
— Mas tão cedo assim? E as crianças? Você não pode esperar para ir mais tarde, quando essas pestinhas acordarem será um caos aqui.
Hinata olhou a mulher fixamente. Tempo era o que menos tinha.
— Não – respondeu determinada — volto logo.
Amanhecera com muita energia, em verdade, mal havia dormido a noite inteira, tinha passado todo o tempo variando entre o sono, o choro e pensamentos fúnebres. Até que altas horas da madrugada uma idéia brilhou em sua mente e as horas que se passaram foi sendo amadurecida e naquela manha Hinata estava determinada a executar sua mirabolante idéia. Não era hora de lamuriar o tempo perdido, tudo já havia passado e resignada, como sempre, percebeu que não deveria passar o resto da sua vida com medo e chorando o que não havia feito. Precisava de uma atitude e de pelo menos viver seus últimos dias felizes aproveitando cada minuto, pois não havia mais um amanha para ela. Empolgada sentando-se a frente do tocador ao alvorecer escreveu uma pequena lista com quinze itens que desejava realizar antes de morrer. E estava determinada a fazê-lo quando saiu do seu quarto aquela manha.
Apertava o lenço perfeitamente engomado, impaciente, enquanto esperava o gerente atende-la. Não mais era tão paciente.
— O que deseja Senhorita Hyuuga? – indagou o gerente com seu sorriso afável.
A Hyuuga notou que nunca havia gostado daquele homem. O banqueiro era um homem baixo e gordo, o sorriso dele desagradava-a por conter algo ruim, perverso. Era sovina e acreditava que era dono do dinheiro dos clientes, sempre se aborrecia quando um queria retirar seus investimentos do banco.
— Bom dia, eu gostaria de saber qual é a quantia que tenho no banco?
O homem arqueou a sobrancelha, supresso e olhou fixamente para a cliente.
— Pretende usá-la para algo? Eu recomendo nossas cardenetas de investimentos..
— Apenas quero saber quanto tenho. – interrompeu Hinata impaciente.
— Sim – respondeu o homem contrariado com a atitude ríspida da mulher.
Mesmo que não fosse muito poderia ao menos realizar um ou dois de seus sonhos, pensou a Hyuuga enquanto via o homem se levantar e depois de alguns minutos retornar com um meio sorriso nos lábios. Sentou-se na cadeira e começou a folhear a pasta que continha os dados da Hyuuga. Depois de um tempo fechou a pasta preta e pôs as mãos cruzadas sobre ela.
— Vejo que a senhorita tem uma quantia razoável no banco. Um montante de oito mil libras.
— Oito mil libras. – repetiu Hinata extasiada e surpresa ao mesmo tempo – não seriam pouco mais de duzentas libras? Pelo menos era isso que consegui guardar todos esses anos. Tem certeza que está certo?
Oito mil libras era uma quantia muito alta, praticamente uma pequena fortuna, era impossível ter tanto dinheiro assim, não ganhava o suficiente para poupar tanto ao ponto de chegar àquela quantia. Mesmo que não comprasse nada de valor conseguiria algo assim, e ela não era uma mulher voltada aos luxos.
O homem sorriu satisfeito com a surpresa da cliente. Inclinando-se na poltrona respondeu a jovem confusa.
— Sim, não estou errado. A senhorita se lembra que há dois anos eu lhe ofereci ações de uma mineradora?!
— Sim, e depois me disse que a empresa faliu e eu perdi meu dinheiro. – naquela época Hinata se amaldiçoou por não ter tido pulso e dito não para aquele homem sovina e interesseiro, havia perdido, mais da metade do dinheiro que havia economizado a vida toda.
— Pois bem, sim a empresa faliu, mas seis messes atrás outro investidor comprou a mineradora e as ações dela subiram um absurdo, mas de 100%. Parece-me que esse investidor quer ser acionista majoritário e como suas ações são as ultimas no mercado algum tempo um dos advogados desse investidor veio ter uma palavra comigo para saber se a senhorita queria vender suas ações.
— Por que o senhor não me procurou?! – indagou a Hyuuga mal acreditando na história e muito menos na intromissão do banqueiro. Se soubesse antes que poderia adquirir aquela quantia provavelmente teria deixado aquele emprego e não teria sofrido tal acidente que a condenara a morte. Teria uma vida solitária, mas confortável e principalmente longa. Apertou com mais força o lenço contendo a raiva que se apoderava de seu corpo.
— Bom – o homem se mexeu incomodado, não imaginava que a sonsa da cliente iria se aborrecer. Havia pensado em começar a fazer à corte a mulher, afinal era uma solteirona, não era muito bonita, magra de mais para seu gosto, no entanto oito mil libras deixavam qualquer mulher tentadora, e como ela não tinha perspectiva de casamento considerou que aceitaria rápido seu interesse, porém, parecia que as coisas não sairiam como ele havia planejado – achei a quantia muito insípida. Por tanto neguei, mas iria lhe informar.
Hinata arqueou a sobrancelha irritada, ele continuou, mais acanhado sobre o olhar mortal da mulher.
— Mas, semana passada ele veio aqui oferecendo oito mil libras. Achei razoável e informei que possivelmente voc..
— Você vendeu minhas ações sem minha autorização?! – Hinata alterou a voz de tal maneira que não assustou somente o banqueiro como também outros cliente e funcionários próximos. O homem gaguejou quando respondeu:
— Be-bem, na-na verdade não. Não posso vender sem sua autorização, por isso ia lhe mandar uma mensagem e…
— Pois bem. – interrompeu de novo Hinata, já farta com aquilo. Talvez o fato de saber que iria morrer havia lhe dado coragem. Tanto faz se iam pensar que ela não tinha modos, não estaria mais sobre a face da terra dali a alguns meses. Oito mil libras era muito dinheiro dava pra realizar todos os desejos que havia escrito na pequena lista guardada no interior do casaco que a cobria, ainda mais. Tinha nas mãos algo que alguém pagaria muito para ter, para ela não importava muito, no entanto, poderia ser de utilidade. A massa cinzenta começou a trabalhar e em um rápido intervalo de tempo chegou à quantia necessária. Aquela soma de dinheiro seria o necessário para realizar o seu sonho, de viajar para Londres depois para paris se instalando naquele hotel de luxo que vira nas revistas vindas da capital luz, poderia ver lugares lindos e usar o que sempre quis. Iria se aventurar pelo mundo e não seria nada mal se aproveitar de uma situação ao seu favor, já estaria realizando um de seus desejos. — diga para esse investidor que vendo minhas ações por vinte mil libras. Nada menos, e se não aceitar essa oferta avise a outro que esteja disposto a pagar essa quantia.
O banqueiro ergueu a sobrancelha surpreso com a decisão da Hyuuga, ao mesmo tempo admirado com dom de adquirir vantagem da moça, talvez ela não fosse tão sonsa e daria uma boa esposa.
— Muito bem, senhorita Hyuuga, avisarei a eles amanha quem sabe semana que vem.
— Avise hoje – interrompeu novamente a morena decidida – quero essa resposta hoje à tarde, se não vendo para outro.
— Cla-claro.
A Hyuuga se levantou determinada.
— Me mande um telegrama quando a resposta chegar. – deu as costas ao homem, decidida deixando-o, admirado. Naquele ângulo o banqueiro teve que admitir que até que a mulher era atraente.
…
— Querem mais chá?
— Sim, por favor, Miledy. – sorriu à jovem.
A mulher indicou com a mão para que o mordomo servisse a dama, depois fixou seus lindos orbes azuis escuro, na criança. A moça era uma bela jovem de dezoito anos, fora um sucesso na temporada passada, recatada, gentil, educada e de modos impecáveis, sabia se portar em sociedade, nunca alterava a voz, os olhos azuis quase em tom violeta emanavam inocência e os cabelos loiros em cachos sedosos emolduravam o rosto pequeno e rosado dando-lhe um ar angelical. Shion era linda, vinha de uma boa família, mas ainda assim, Kushina não conseguia vê-la como mãe de seu neto.
— Como está Condessa Namikaze? – indagou Yakito com seu típico ar aristocrático.
— Estou muito bem. E a baronesa?
— Muito bem também, e muito ansiosa para a temporada.
— Não se preocupe, tenho certeza que esse ano Shion terá bons pedidos de casamento. Uma jovem tão linda, seria impossível.
— Espero que sim. Fico preocupada que não encontre um bom homem digno para desposa – lá.
A baronesa arqueou a sobrancelha para a filha que crispou os lábios. A imperceptível conversa de olhares entre a mãe e filha não passou despercebido pela Condessa Namikaze. Kusinha era uma mulher inteligente e ativa, não se enquadrava e nunca se enquadraria no estereótipo de mulher da alta sociedade londrina. Não era submissa, nem frágil, sempre se metia nos assusto dos homens, era autoritária e nunca ligava para que os outros pensavam, quando mais nova era hiperativa e escandalosa no mesmo nível que era encantadora e linda. No entanto ninguém a deixava de lado na sociedade por ela ser a condessa Namikaze, seu marido era um dos homens mais importantes da Inglaterra amigo do príncipe Albert e da rainha, sem contar que ela era parente distante do antigo Duque Uzumaki, primo de sua Majestade de quem seu filho herdara o titulo.
— Como está o duque? – indagou por fim Shion sem jeito.
Kushina suspirou, sabia que a baronesa estava louca para casar a filha com seu filho, no entanto, Naruto não parecia muito interessado na moça.
— Está bem.
— Por que não vem para nos fazer companhia? – indagou a baronesa com ar altivo.
— Por que ele é como o pai, só pensa em trabalho. – suspirou a Uzumaki
— Mas ele é um nobre, trabalho é para empregados – protestou a baronesa indignada. – é incabível saber que nobres agora precisam trabalhar para viver, e tudo isso por causa dessa tal revolução industrial. – crispou os lábios, irritada.
Kushina não concordava com a mulher, trabalhar era bom para a alma e nenhum trabalho diminuía a imagem de alguém, No entanto gostaria que os dois homens de sua vida não trabalhassem tanto.
Suspirando a linda mulher ruiva que não aparentava ter seus cinqüenta anos balançou o sino. Segundos depois um homem surgir na porta.
— Por favor, Iruka, vá chamar o conde e o duque.
— Sim, miledy.
Iruka saiu da sala em silêncio e se dirigiu até a biblioteca onde uma pequena reunião se estabelecia.
— Como assim? Vinte mil libras? – indagou Naruto indignado.
— Sim, sua graça, essa é a oferta que o bancário me passou.
— Vinte mil libras é uma fortuna. – comentou o conde sentado próximo a lareira bebendo um porto
— Gordo maldito. – amaldiçoou Naruto batendo as mãos sobre a mesa fazendo com que os objetos sobre ela balançassem.
O pobre advogado tremeu diante de tal fúria, ele era pequeno se comparado com Naruto. O loiro era alto e muito forte, apesar de sua condição de Duque não era uma nobre almofadinha, enfadonho e aborrecido. Ele tinha empresas e fazia negócios com os burgueses, ao contrário de outros nobres que se recusavam a trabalhar com os industriais por alegarem ser trabalho de plebeu. Gostava de praticar exercícios e entre os colegas de clube era conhecido como raposa demônio, devido ser veloz e efetivo nunca perdia uma luta e muito menos um negócio.
— Na verdade, foi a cliente que lhe mandou dizer isso. Tem mais, quer a resposta ainda hoje, se não venderá para outro.
— Só pode estar de brincadeira. – Naruto passou as mãos nos cabelos normalmente bagunçados enquanto se encostava à poltrona de couro. – quem essa ai pensa que é?!
— Naruto, acho melhor cobrir a quantia. – sugeriu Minato em sua habitual tranqüilidade. Era um homem vivido e muito inteligente.
— É uma fortuna, já ofereci muito por essas ações, não darei nada a mais que isso. – teimou Naruto fazendo bico. — Não irei satisfazer as ambições de uma mulher sem escrúpulos como essa. Quanta petulância e arrogância pedir vinte mil libras e imediatamente.
Era mais teimoso que a mãe, pensou Minato suspirando. Calmo pôs o porto na mesa ao lado de onde estava sentado enquanto se dirigia ao filho.
— Filho se for pensar bem essa é uma quantia irrisória se levarmos em consideração os lucros que obterá, sem contar que você só ira conseguir realizar os planos de revitalização da cidade próxima a mina se conseguir essas ações. E você não ficará pobre só por desembolsar vinte mil libras por aquelas ações. Creio que possa ganhar mais se a dama quiser.
Naruto trincou os dentes, incomodado, não gostava de se submeter a ninguém, muito menos a vontade de uma mulher. No entanto seu pai como sempre estava com a razão, não iria por seus planos de lado por causa da ambição de uma mulher qualquer.
— Esta bem, diga que cubro a oferta. – decidiu Naruto contrariado. Desejando profundamente que aquela maldita mulher ambiciosa se afogasse no dinheiro.
Iruka pigarreou na porta.
— Milorde, Sua Graça, as damas os chamam.
— Sim, Iruka, já estamos indo – respondeu o loiro, irritado.
Naquela tarde em Yorkshire, numa bela mansão de campo uma mulher em um vestido cinza escuro que lhe dava uma aparência pálida e doentia recebeu o que tanto esperava a nota do bancário lhe avisando que sua transação havia sido completada. Um sorriso iluminou o rosto pálido da Hyuuga. A partir daquela dia sua vida mudaria para sempre.
Notas finais
Espero sinceramente que tenham apreciado esse capitulo, nosso galego loiro apareceu aeeeeeee
Desculpa qualquer erro ai, sabem que não sou escritora e que tenho certo dificuldade de relacionamento com a língua portuguesa .. entom me perdoe u.u
Inté o próximo capitulo..... ta saindo mais rápido pq estou de ferias *.* "ferias me gusta =*"
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