Breakfast

12 Capítulo 12


Notas iniciais
Mais um capítulo hoje para não rolar mortes... UAHSUHAUHAS ♥

Matt's Pov

Os olhos de Brian pareceram fitar ao redor do cômodo, ele estava aflito, parecia não acreditar no que ouviu. Realmente, me arrependo de ter concordado em fazer algo tão ruim com Brian, ele parecia um anjo aflito em ser pego, ele começou a chorar novamente.

— Zacky... – Ele clamou novamente pelo gordo safado, rodei os olhos e bufei.

— Escuta aqui seu infeliz! Você é inteiramente meu... Por um acaso sabe pra que tipo de atos você foi vendido? Eu deveria ter cortado seu corpo inteiro e vendido seus órgãos no mercado negro! – Comecei a gritar com ele, levei as mãos aos cabelos do meu anjo e os puxei para mim, fazendo-o gritar de dor. – Se não entende que você é meu... Eu te mostrarei.

Comecei a distribuir beijos pelo pescoço dele, o moreno apenas me empurrava, tentava se soltar de meus braços, gritava comigo, dizendo que eu era um monstro e que apodreceria no inferno.

Realmente, eu era um monstro. Daqueles bem horríveis, eu estava maltratando meu anjo, o meu menino... Mas ele me deixava louco, aquelas pernas, aqueles lábios que eu tanto queria beijar... aah, tudo nele parecia me chamar, e na testa dele parecia estar escrito : “FODA-ME”

— AAH Brian, você é tão gostoso... – Disse baixo, logo comecei a tirar uma blusa branca que cobria seu corpo tão meu, tão cheio de pecado.

Ele ainda se debatia, então fui obrigado a amarrar as mãos dele na cama com a blusa, tirei a faixa esquecida sobre minha cabeça e amordacei seus lábios, abri gostosamente suas pernas tendo a perfeita visão de sua entrada tão comprimida e tão minha.

Ofeguei alto, ele era tão lindo... Eu precisava tocá-lo... Por mais que ele não gostasse de mim, o corpo dele era obrigado a me corresponder por instinto, mas doía saber que ele não queria nada comigo e tão pouco ia querer depois que eu o violentasse. Levantei-me da cama tirando minha blusa e minha calça junto com a roupa intima, novamente deitei-me sobre ele, o sentindo agonizar e tentar gritar por Zacky novamente, mas ele nunca iria salva-lo. Abri novamente as pernas delicadas e o penetrei fundo, de uma vez só. Brian gritou de dor e desespero e por mais que estivesse amordaçado, ainda era audível o urro de dor dele, e isso acabou comigo, me deixando triste e deixando evidente o que ele falara anteriormente... Eu sou um monstro, daqueles bem horríveis.

Comecei a estocá-lo, saindo e voltando para dentro dele, estava tão gostoso que parecia não existir mais nada além de nós dois ali, os gritos de dor e pavor dele me angustiavam não me deixando chegar ao extremo, sai de dentro dele indo tomar um banho gelado.

Matt's Pov Off

Zacky's Pov

Logo depois da minha noite com Brian, eu iria embora, espero que Brian não quisesse que eu o esperasse despertar para me despedir formalmente. Então, logo que Brian adormeceu, juntei minhas coisas e voltei para a minha casa.

Chegando lá, estacionei meu carro, e entrei em casa. Tudo estava escuro. Talvez Gena estivesse dormindo ou nem estivesse por lá. Larguei minha mala na sala, e subi ao meu quarto e ao adentrar lá, deparei com Gena deitada em minha cama.

Estava fechando a porta do quarto e voltando para sala até que Gena suspirou alto.

-Pensei que não voltaria mais para casa.

-Estou aqui, não estou?

-Que bom que voltou meu amor. – ela virou-se para mim radiante. – Viu quem chegou? O papai. – ela olhava para sua própria barriga. Arqueei uma sobrancelha. Gena estava fora de si, só podia.

Estava prestes a fechar a porta novamente.

-Você não vai dormir aqui?

-Não, vou dormir na sala.

-Pode ficar aqui, bobinho. – ela riu.

Não disse nada e fui até a minha cama, tirando apenas os sapatos e me deitando em seguida.

-Temos muito que conversar Zacky. – o tom de voz dela já estava começando a me irritar.

-Depois. – me virei na cama e adormeci.

-

Despertei por volta das 11h e Gena não estava mais ali. Orei para que tudo que eu estava vivendo fosse um mero pesadelo. E que minha vida pudesse voltar ao normal. Por que Brian não surgiu na minha vida antes? Ou então por que Brian surgiu na minha vida? Quando tudo na minha vida já estava estabilizado.

Agora eu estava confuso, arrependido por largar Brian, irritado com a situação com Gena. Enfim, minha vida estava de pernas para o ar.

Espreguicei-me e desci até a cozinha e lá estava Gena.

-Agora podemos conversar? – ela me encarou assim que eu estava me servindo de café puro.

-Podemos. – disse roucamente, deixando o copo na pia e seguindo para sofá. Ela veio atrás de mim.

-Então você realmente está com aquele Brian, certo? – ela pousou suas mãos em seu colo.

-Estava. – a corrigi. – Ele me contou tudo sobre o que vocês conversaram. Contou-me de sua gravidez e rompemos por causa disso. Já que esta grávida foi por irresponsabilidade minha. Então assumirei.

-Fico feliz por ter sido tão direto. – ela sorriu forçadamente. – Mas então... Você estava com ele quando estávamos juntos... Isso é traição! – ela disse dramaticamente. – Mas com essa criança em meu ventre. Eu estou disposta a te perdoar por tudo.

Rolei os olhos e me afoguei no sofá.

-Nossa, estou tão feliz por ser perdoado. – disse ironicamente. –Escuta Gena, se resolvi voltar para essa casa foi por causa dessa criança que está aí dentro de você, não foi por sua causa.

Estava esperando ela começar a gritar, quebrar as coisas, voar em meu pescoço, porém nada fez. Apenas assentiu conformada, e isso realmente me assustou.

-Mas vamos viver como uma família comum? – ela perguntou, com a voz tremula.

-Só quando essa criança nascer. – levantei. – Estamos conversados?

-Você não me ama mais, é isso? – ela também se levantou.

-Estamos conversados? – repeti mais uma vez minha pergunta, irritado.

-Aquele cara te destruiu. Você não é mais aquele Zacky. – ela começou a chorar, mas o mais engraçado é que nenhuma lágrima escorria pelo seu rosto.

-Vai se foder Gena.

-Por que tinha que ser assim Zacky? – ela segurou em meu braço. – Eu e o nosso filho te amamos tanto.

-Não venha me falar de amor... E nem venha usar o nosso filho. Você sempre amou só a sua mordomia e nada além disso. Você só ama coisas materiais, Gena.

-E você, ama o quê? – ela apertava firme meu braço

-Para mim, você deve perguntar quem eu amo. E quem eu realmente amo é Brian, e não é você nem ninguém que me fará mudar de idéia. – me desvencilhei de braço.

-Então se é assim por que não volte correndo para ele, seu canalha? – ela me olhava com raiva.

-Eu já te disse meus motivos para estar aqui.

-Mas se for para ser desse jeito, nem eu nem o nosso filho, aliás, MEU filho, te queremos aqui. Vai embora. Some para sempre com esse filho da puta que é esse Brian.

Nada disse apenas me retirei rapidamente daquela casa.

Bom, eu voltaria para Brian. Para o meu Brian. Quando a criança nascesse eu resolveria meu problema, mas até lá viveria tranquilamente com aquele que amo.

Cheguei o mais rápido que pude para a casa de Brian, mas ao chegar lá, deparei que os vidros das janelas estavam quebrados. A porta principal estava destrancada com sinais de arrombamento. E ao adentrar, a casa estava toda revirada, muitos móveis queimados e outros quebrados. Mas para o aumento de meu desespero, em uma parede estava escrito um “adeus” gigante em vermelho e aquilo era... Sangue.

Minhas pernas estavam bambas e eu nem tinha aonde me apoiar, meu corpo inteiro tremia e lágrimas traiçoeiras rolavam pelo meu rosto. Ouvi um latido familiar vindo da cozinha. Corri até lá e céus, como estava revirada, mais do que a sala e me deparei com Pinkly amarrada com uma corda qualquer, latindo desesperadamente assim que me viu.

-Hey menina. – a soltei e ela pulou em meu colo. – O que aconteceu, hein? – perguntei, talvez esperando alguma resposta que com certeza dela não sairia. Voltei para a sala, e lembrei-me do meu celular que estava no carro. Iria correndo até lá e ligar para a policia até que avistei um pequeno bilhete jogado próximo a porta, e o mesmo dizia:

Não ouse acionar a policia.

Brian pagará por qualquer bobagem sua.

Dobrei o papel e coloquei dentro do bolso de minha calça. Brian estava correndo perigo e eu nem sabia por onde começar para poder salva-lo.