Brave Heart

10 Símbolo da Morte - Part. 01


Notas iniciais
Ér... bom, aproveitem o capítulo! :3

E lá estavam eles. O jovem púbere jogado na cama, observando através de seus olhos cinzentos e assustados o adulto tirando sua própria camisa com um sorriso de extrema malícia e uma risada infernal. Naquele momento, Law não conseguia respirar ou se mover. Estava completamente sem rumo só esperando o pior acontecer.

– Não... por favor...

Seus olhos se encheram de lágrimas, apesar dele não conseguir piscá-los ou fazer qualquer tipo de movimento que não seja um balançar de sua cabeça em forma negativa. Ele sabia muito bem que não poderia fugir dali, mas ainda tentava relutar.

– Fufufu... já está com tanto medo assim? Eu nem fiz nada ainda.

Com o peito nu e o zíper das calças abertos, Doflamingo pois seus joelhos na cama e engatinhou até ficar a uma distância extremamente perigosa para o garoto. Com tal aproximação, Law ia começando a sentir o calor que emanava de teu corpo maduro, cada vez mais assustado.

Em teus pensamentos só vinha um simples nome. “Cora-san”. Nada além disso, nenhum pedido de ajuda ou algo do gênero, já que ele não tinha esperanças do caçula chegar para salvá-lo do primogênito. Sua face já estava completamente pálida e paralisada.

– Por favor... eu não vou contar pra ninguém... – Ele tentava, em meio ao choro, arrumar um jeito de sair dali nem que para isso tenha que sacrificar todo seu desejo de vingança.

– Eu sei, você não vai contar pra ninguém. Tudo o que você vai conseguir fazer depois de hoje é me odiar cada vez mais, até que seu ódio tenha consumido tudo o que resta de sua alma até a última parte viva. Depois disso, vai ser como se você jamais tivesse existido, Law.

Face a face. Era desse jeito que ambos estavam naquele momento. Doflamingo fazia questão de mostrar ao garoto sua completa despreocupação e falta de empatia pelo sofrimento alheio. Seus rostos já estavam há poucos milímetros de distância e o mais velho pôs-se a sussurrar alguma coisa no ouvido do menor, que neste momento já não mais conseguia dizer nada.

– Se você quer um conselho meu, então é melhor relaxar e não tentar fugir. De agora em diante, seu corpo é propriedade legítima minha e você não tem mais nenhum direito sobre ele.

A voz quente e arguciosa batia nos ouvidos de Law como espinhos de rosas afiadas. Seu corpo estava trêmulo, estremecido e arrepiado. As lágrimas não paravam de cair e mesmo assim, ele não conseguia fechar seus olhos ou falar qualquer tipo de frase.

Naquele momento, Doflamingo detinha todo o poder sobre a situação. Ele se divertia ao ver Law daquela maneira, submisso, assustado. O sentimento de ser o dirigente lhe agradava e muito. E com isso, sua risada cínica aumentava cada vez mais e foi se transformando em mordidas que passavam pelo pescoço de Law como um lobo faminto.

– Aahh, isso dói! – Com a dor, ele voltou a recobrar seus sentidos e conseguiu voltar a falar, nem que tenha sido somente um som de agonia.

– Não se preocupe, a sua situação só vai piorar, eu prometo, heh.

As grandes e pesadas mãos que Doflamingo possuía agarraram habilmente o corpo insignificante do garoto, permitindo que ele conseguisse sentir o coração agitado de Law, o que o excitava ainda mais e fez com que as mordidas continuassem.

– P-Para...

E enquanto mordia mais ainda seu pescoço, o homem começara a arrancar as roupas do garoto, rasgando-as com suas unhas ardilosas em um gesto nada sutil e delicado. O garoto tentou pará-lo com suas frágeis mãos, mas ele mesmo já sabia que era impossível. Antes que pudesse dar conta de si, sua blusa de cetim estava rasgada e jogada em algum canto daquele maldito quarto.

– Parar? Fufufu... eu só estou começando.

A infeliz criança agora estava completamente estirado na cama, com seus braços esticados e seu peito nu, em choque, sem conseguir se mexer. Ele poderia muito bem tentar sair dali, gritar, bater no homem a sua frente, nem que seja por uma tentativa inútil de preservar a sua inocência.

Porém, ele percebeu que a culpa era sua. A culpa era dele e só dele. A culpa era dele por não ouvir os conselhos de Baby Five e tomar rumo numa guerra sem escrúpulos enquanto era feito de escravo por um homem detestavelmente sádico, sem capacidade de compreensão emocional. A culpa era dele, pois tudo o que ele poderia fazer era fechar os olhos e esperar o pior acontecer, sempre com uma única pessoa em sua mente.

– Cora-san...

Doflamingo interrompeu o que estava fazendo, encarando a criança assustada chamando pelo apelido de teu irmão caçula. O incomodava ouvir tal nome àquela hora, mas isso não foi motivo algum para que ele interrompesse todo seu sarcasmo.

– Você acha mesmo que chamar este maldito nome vai fazer com que o Rosinante apareça para te salvar, Law?

– Eu sei... ele vai vir... você vai ver...

Sem mais deixar nenhuma frase sair de teus lábios, o primogênito da família Donquixote prosseguiu botando sua língua ríspida para fora, lambendo o pescoço do garoto e brincando com seu peito, sentindo a maciez de sua pele casta e imatura.

Assim que chegou com os lábios em seu peito, Law começou a se sentir uma sensação de nojo inexplicável subindo por seu corpo. Era como se o toque da língua do mais velho fosse a coisa mais imunda existente. E de fato, era.

– Até que para um garoto desprezível, você tem um gosto bom. Vai servir como prato principal de hoje à noite, fufufu.

Os dentes deixavam marcas bem profundas, arroxeadas, por toda extensão do corpo virgem da criança, que naquele momento já deixara de ser criança e se tornara um adulto púbere e marcado com a luxúria de um homem ríspido e pouco gentil.

Cada vez mais, teu corpo era feito como propriedade legítima de Doflamingo. Ele até conseguia sentir o símbolo da morte sendo cravado em seu peito e seu destino sendo traçado naquele momento.

Seus mamilos eram arranhados e puxados com a maestria dos dedos do mais velho, fazendo com que seu corpo correspondesse com uma aflição e um pedido desesperado de socorro, que acabou saindo em forma de uma voz leve, tênue e abafada.

– Aaah...

– Oh... parece que você é bem sensível aqui.

– P-Para...

– Por que eu deveria? Se você conseguir me dar um bom motivo eu paro.

O mais velho prosseguiu, abaixando as calças do garoto enquanto continuava a morder teu peito, até começar a revelar parte de sua cueca e, posteriormente, seu corpo desnudo por inteiro.

– Para... não é você quem eu quero...

– Fufufu... você não está em posição nenhuma de escolher quem você quer.

– Sai... eu só quero o—

– Cala boca. – Ele interrompe, com uma voz áspera e grossa, diferente de como estava antes, e continuou a falar. – Se você falar o nome do meu irmão de novo as coisas vão ficar piores pro seu la—

– EU QUERO O CORA-SAN!

Gastando toda a sua energia, Law finalmente conseguiu transparecer a sua vontade em uma frase curta, simples e bem direta. Ele teria dito muito mais coisas, se não fosse pelas lágrimas que escorriam por seu rosto com mais velocidades e muito mais densas. Toda a sua coragem foi jogada ali, agora era arcar com as consequências.

O sorriso voraz e sádico agora se transformou no oposto. Sua face estava pálida e seus olhos ardiam em raiva com aquele grito repentino. Doflamingo, sem hesitar, virou a criança de costas e puxou seus cabelos, terminando de lhe arrancar as calças.

– Agora você conseguiu me deixar puto, parabéns.

Com seus cabelos sendo quase arrancados pela mão do temível homem, Law não teve outra opção a não ser usar sua voz abafada e quente para soltar um enorme grito de dor, que foi abafado pela outra mão do maior ao introduzir dois dedos dentro da boca do garoto.

Graças aos dedos, ele não conseguia gritar. Tudo o que ele podia fazer era sentir aqueles dedos sujos brincando com sua língua, obrigando o garoto a lambê-los mesmo sem ter a menor das vontades. Logo, o riso maquiavélico foi voltando e Doflamingo deitou em cima de seu corpo e foi sussurrando em seus ouvidos novamente.

– Fufufu... você quer o Rosinante, ou melhor, o Cora-san, não é? Law, você é tão inocente que eu acho difícil conseguir te tratar como um adulto nessas horas. Você ainda não percebeu que o meu irmão não virá pra te salvar? Você ainda não percebeu que o Cora-san nunca vai abandonar o irmão dele pra ficar com um pirralho imundo como você?

– C-Cal..a a bo..ca... – Ele tentava falar, mas era difícil nas condições atuais.

– O que você acha que vai acontecer depois disso, hein? Você pretende contar pro seu amado Cora-san o que aconteceu entre nós dois? Você será capaz de falar?

– P-Pa..r..a...

– Em quem você acha que ele vai acreditar? Em você ou no irmão que cresceu junto com ele? Aliás, por curiosidade, como é que você soube desse lance depois de tantos anos?

– O símbolo... – Doflamingo tirou os dedos para deixá-lo falar. – Eu vi seu símbolo antigo no uniforme dos caras que mataram a minha família.

– Meu símbolo? – Ele parou de sussurrar. — Ah sim, o símbolo de quando o Rosinante trabalhava comigo? Aquele símbolo é dele, não meu.

– Isso faz diferença...? Eu sei que ele não tem nada a ver com essa história.

– Fufufu... realmente, ele não tem nada e nem vai precisar ter, certo?

– Quem te garante que eu não vou contar?

– Eu garanto, porque se você contar, Law, eu vou ser obrigado a fazer o Rosinante ficar bem quietinho. Bom, apesar de que eu odiaria ter que matar meu próprio irmão, fufufu...

Agora mais do que nunca, o corpo do garoto ficou em choque com tal declaração repentina vinda do homem que ele tinha certeza que poderia mesmo fazer tal ato contra o irmão sem nem hesitar.

Law não conseguiu falar nada, mas Doflamingo percebeu que seu estado de espírito estava claramente destruído, devastado. Não restara mais esperanças nenhuma para o garoto que, além de ter que aturar um adulto lhe tocando, nem poderia desabafar com a pessoa que amava.

Isso não foi motivo nenhum para o adulto parar o que estava fazendo. Com suas enormes e afiadas garras, Doflamingo arranhou as costas de Trafalgar como se quisesse arrancar sua pele. E de fato, estava conseguindo, pois seus dedos ficaram coberto com o sangue vermelho.

– AAahhn...! I-Isso dói...!

– Heh, eu já não te disse que a dor maior só está por vir?

O corpo jovem de Trafalgar foi virado, ficando de frente para o homem novamente, que fez questão de segurar seu pescoço delicado e pressionar suas unhas contra ele, deixando um filete de sangue sair enquanto o esganava. Law tentou afastar as mãos dele, mas não obteve sucesso.

– O-O que... você vai... fazer...?

– Você vai ver.

Tudo o que o garoto viu foi o homem agachado na cama, soltando seu pescoço para abaixar a própria calça junto com a cueca. Nisso, ele revelou uma ereção que não estava completamente dura, mas já era motivo suficiente para deixar Law com mais medo do que viria aí em diante.

– N-Não...

– Acha mesmo que vai adiantar falar alguma coisa?

Trafalgar sentiu seus cabelos sendo puxados com uma força monstruosa e levada até a cintura do homem a sua frente. Doflamingo forçou que ele ficasse com o rosto bem próximo ao seu membro, de um jeito que o pobre garoto fosse obrigado a ter aquele órgão esfregado em sua própria cara.

Tudo o que sentia era nojo. Uma vontade de vomitar, misturando com desejos de culpa, ódio e desespero. Law não tinha outra saída. Ele não podia tentar fugir daquele homem, que o perseguiria até o fim de sua vida, e que o riso maquiavélico habitaria em seus pesadelos mais profundos.

Ele tentou se afastar, mas o seu cabelo foi puxando com tanta força que foi obrigado a ceder àquele tipo de situação. Doflamingo foi posicionando seu membro rígido na boca do garoto, o obrigando a engolir tudo de uma vez e, é claro, deixando ele completamente engasgado.

– Só não vale vomitar, viu? Heh.

As pequenas mãos de Law apoiavam-se sobre as pernas do maior e sua boca tinha que aturar a invasão de um terceiro corpo em sua garganta. Graças aos puxões de cabelo por parte de Doflamingo, ele foi obrigado a realizar os movimentos de entra-e-sai e continuar com o oral.

Com o tempo, os desejos impuros do mais velhos iam se alastrando e ele resolveu fazer o que mais queria, sem perder tempo. Law foi afastado e jogado na cama novamente, tossindo e com muita ânsia de vômito.

– Aah... [tosse] Me deixa em paz... [tosse] Por favor... [tosse]

– Você só vai sair daqui quando eu me cansar de você. Até lá, você é meu brinquedinho temporário e sua opinião não faz diferença nenhuma.

Doflamingo posicionou o corpo do garoto para ficar de quatro, fazendo questão de empinar bem sua cintura para que pudesse prestigiar aquela cena bem de perto. Em seguida, começou enfiando dois dedos de uma vez só dentro dele, que o fez arrancar o maior grito de sua vida.

– AAAAAAHHhhhnn...!! P-Paara! I-Isso arde... Para...!!

– Fufufu... como eu pensei, você é muito apertado aqui. Isso vai ser interessante.

Sem nenhuma paciência, depois de ter feito poucos movimentos com os dedos, Doflamingo os retirou e foi se posicionando para entrar de uma vez só dentro do garoto, sem nenhum tipo de preparação antes.

É irrelevante dizer que com o tamanho do membro rígido do adulto, comparado ao delicado corpo da criança, seria impossível de entrar, mas ele acabou dando um jeito.

– N-Não..! P-Paara...!

– Grite, Law, grite o mais alto possível! Pode gritar à vontade! Sabe por quê? Porque ninguém virá te salvar. Ninguém é capaz de se opor contra mim por um pirralho imundo como você! Ninguém, nem mesmo o seu precioso Cora-san!

Com os movimentos de estocada iniciados, Doflamingo mostrou-se mais uma vez que estava certo. Não importa o sofrimento, a angústia, os gritos de dor e de ódio que sentira agora. Nada disso importava. Ninguém viria para salvá-lo. Ninguém veio para tirá-lo das garras do temível homem loiro. Ninguém.

Tudo o que ele era capaz de sentir, além da dor física e fadiga mental, era nojo. Nojo daquele toque. Nojo daquele homem. Nojo de teu cheiro. Nojo de tua voz. Nojo da tua risada sarcástica e de tuas ameaças. Um completo nojo e repúdio a tudo que estava acontecendo ali.

Doflamingo era o comandante. As vontades de Law não mais importavam, ele não era mais dono do próprio corpo. Foi feito como escravo dos pensamentos imundos de uma pessoa imunda.

E logo que o homem cansou-se de penetrá-lo, simplesmente seu corpo agora era descartável. Doflamingo saiu de dentro dele, virando Law de frente para si e deixando que ele visse aquela imagem. A imagem do homem e seu sorriso diabólico, prestes a finalizar com a tortura daquela fria noite de outono.

Antes que desse conta de si, o corpo de Law foi sujado com o líquido branco e viscoso do adulto. Agora ele tinha certeza, o símbolo da morte estava cravado em seu peito. Ele foi abandonado ali mesmo. Doflamingo se retirou e foi até o banheiro, voltando com uma toalha que foi jogada em cima do garoto.

– Limpe isso aí, eu não quero bagunça na minha casa.

Depois de se limpar, com as mãos tremendo e os olhos arregalados, Doflamingo vestiu o garoto com a camisa rasgada e a calça aberta, já que o zíper havia sido quebrado durante o processo. Em seguida, segurou em seus braços de uma maneira tão forte que deixava marcas e o arrastou para o corredor da casa.

– Vá pro seu quarto e durma. Não quero nenhuma palavra sobre o que aconteceu aqui.

– S-Sim... senhor..

(...)

“Dellin, como assim? Me explica esse negócio direito! Como você vai abandonar a mim, sua melhor amiga, para levar um garoto que você mal conhece pro show? Isso é um absurdo! Tenha um mínimo de decência e...”

No quarto, Dellinger conversava no telefone com uma de suas amigas para o show. A garota estava arrasada por não ter sido convidada e reclamava com o garoto loiro a madrugada inteira. Ele simplesmente ignorava a conversa e fingia que estava ouvindo.

– Tá, tá... foi mal...

“Eu tô falando sério! Que droga, por que você tinha que ser tão...”

E enquanto a garota reclamava, a porta do quarto foi aberta lentamente e de lá surgiu uma pessoa irreconhecível. Era ele, com roupas rasgadas, pernas bambas e um cheiro azedo misturado com o doce aroma de sangue fresco.

– Emilly, eu preciso desligar.

“Hã? E além de tudo você vai me abandon—“

– Eu tô falando sério, depois eu te ligo, tchau.

Dellinger estava completamente em choque ao ver aquela figura de seu irmão adotivo naquele estado. Normalmente o mais velho pouco se importava, mas dessa vez era impossível. Ele saiu do conforto de sua cama e correu em direção ao garoto, gritando baixo para não acordar ninguém.

– Law! O-O que aconteceu com você? M-Me fala! O meu pai fez alguma coisa?!

– Dellin..ger... — Ele estava tão fraco que acabou desmaiando e caindo nos braços do loiro.

– Meu Deus, o que houve? Me fala por favor! Quer que eu chame um médico? Eu vou pedir pra Baby Five e--

– Não... – Ele responde, enquanto ainda lhe restava forças.

– Eu tô falando sério, isso não é brincadeira! Você tá parecendo um zumbi!

– Dellinger... não aconteceu... nada...

Com a última frase dita, as forças finalmente se esgotaram e Law começou a dormir bem profundamente. Dellinger ficou apavorado com aquela situação e pois ele em sua cama, olhando bem para seu estado.

De sua camisa rasgada dava para ver claramente as marcas roxas de chupões e mordidas por toda a extensão de seu corpo púbere. Ele sabia bem o que aquilo significava, apesar de não querer acreditar, mas tudo o que podia fazer naquele momento era, pela primeira vez, dormir junto com o irmão e dividir a mesma cama.

(...)

Enquanto isso, no quarto ao lado, Doflamingo fazia uma ligação.

“Doffy...? Por que você tá ligando a essa hora?”

– Vergo, eu não tenho tempo pra explicar. Eu preciso que você venha aqui em casa amanhã de manhã e traga os seguintes materiais...

Notas finais
Bom, primeiro vamos as explicações: acho que eu exagerei um pouco. Sei lá. Teve uma parte [no final] que eu comecei a tremer e foram saindo palavras super aleatórias, q. Sim, vai ter parte dois. Não me odeiem e não, não vai acontecer o que vocês estão imaginando que aconteça. (eu acho né, vai que tenha algum vidente aqui, q.) Esse capítulo não teve revisão (por enquanto) porque eu... sei lá, não to afim de revisar u_u. Mas se tiver algum erro de ortografia podem falar ^^