Brasa
1 Como Tudo começou
Notas iniciais
esta personagem (esta é para todos os gêneros na palavra personagem) foi criada por mim a algum tempo
e finalmente estou tendo coragem de divulga-la
`_´
Meu nome é Thiago, Thiago Gnaill, tenho 15 anos e moro com minha avó Florentina, ela é legal e tudo mas, ela é velha e não sabe muitas coisas de hoje em dia.
Eu estudo na escola municipal da minha cidade EMSB (Escola Municipal de São Bernardo), e tenho 2 pessoas que eu destacaria como melhores amigos. A Viviane ( também chamada de Vivi ) que nós nos conhecemos faz 11 anos, e o Lucas, ele era o valentão da escola até o sétimo ano, um dia ele veio até mim pedindo ajuda no estudo e desde então nós somos melhores amigos.
Minha mãe morreu em um acidente de avião, eu tinha 3 anos, e meu pai me deixou com minha vó ( paterna ) pois não tinha como me cuidar. Mas ele sempre ligava e tudo. Esses dias ele me ligou para que eu o visita-se no dia seguinte e leva-se meus dois melhores amigos. Meu pai é um cara bem legal, mas as vezes ele força demais as coisas. Por exemplo ele explodiu uma casa 3 dias atrás em um experimento, esse causou a demissão do 5º trabalho dele ( este ano ).
Quando cheguei ao apartamento do meu pai, percebi uma coisa, o lugar é pequeno e fica menor ainda com tantas coisas que tem lá. Vamos falar as coisas mais interressantes que tem lá, no meu ponto de vista, no da Vivi e no do Lucas. No meu: uma fórmula de cor alaranjada, e um exoesqueleto negro muito fera. No de Vivi, um cinto cheio de bolço de uma arma de cor rosada, provavelmente desfuncionál, se eu não conheço meu pai. E Lucas ficou de olho nas coisas maiores, por exemplo um rifle branco com azul. Outra coisa que eu notei foi a única foto pendura que ele tinha, era uma foto com ele, a mamãe e eu bebê. Vivi chegou no meu lado e disse:
– Essa era sua mãe? — depois me olhou e disse — Ela era bonita.
– Mas e como — disse Lucas, depois Vivi deu uma cotovelada nele — desculpa.
–Tudo bem — eu disse. — Não é só eu que sofro com isso. — falei olhando pro meu pai. Meu pai é um homem alto, com cabelos desenhados castanhos podemos dizer e com uma barbinha mal-cortada. Ele foi o que mais sofreu com a perda. — Ei pai, qual são seus planos para isso tudo? — falei tentando mudar o assunto.
– Bom já que ninguém quer me contratar, vou criar meu próprio império, minha própria empresa de técnologia. Mas por enquanto vou ter de fazer sozinho, sem ninguém a me apoiar. Só você filho. — ele disse e percebi o quanto estava difícil. Então percebi que ele nem os meus amigos iam me deixar ser a cobaia, então peguei a fórmula alaranjada de escondi no bolso.
– Pai podemos vir denovo amanhã? perguntei.
– É claro, é meio solitário ficar o dia todo aqui. — ele me respondeu. Descobri de onde eu herdei a simpatia.
– Até amanhã então pai — eu disse
– Tchau Sr. Gnaill — disseram Vivi e Lucas.
– Até amanhã crianças. — se despediu meu pai.
– E aí o que acharam? — perguntei
– De que Thiago? — Vivi respondeu com outr pergunta.
– Do meu pai ora, o que acharam do meu velho? — respondi.
– Ele é fera, quantas coisas que ele fez lá sozinho — disse Lucas.
– Eu gostei, descobri de onde herdou essa inteligencia. — disse Vivi
– Minha avó disse que veio da minha mãe né mas ok. — respondi.
Quando cheguei em casa fui ao banheiro e peguei uma siringa, queria ver o que era aquilo que eu peguei do meu pai. Botei o líquido na siringa e me injetei. Minha visão começou a disfocar, fui para a cama e perdi a consiência. -------------------------------------------------------------------------------------------------------
Quando acordei não sentia mais aquela dor de cabeça, e também sentia que minha visão tinha melhorado, minha audição também, meu olfato, não, me sentia mais forte do que eu era antes e rápido também. Não esperava para ver a Vivi e o Lucas depois disso. Eram 10:30, eu nunca acordava tão tarde devo ter tido uma longa noite.
Liguei o PC e chamei a Vivi.
– Oi ;) (eu)
– Oieee (Vivi)
– Q hrs vem aq? (eu)
– Logo depois do almoço (Vivi)
– To te esperando XoX (eu)
– Ta bjs (Vivi)
O Lucas não acorda antes do meio-dia, por isso falei com ele ontém, ele apareceria logo depois que ele come-se, ou seja, meia hora depois de acordar. Fui comer café da manhã, minha vó trabalha o dia todo, por isso só a vejo a noite. Então tomei um leite com chocolate, eu não gosto de café, e um pão com geléia de morango. Olhei para a janela, um relâmpago caiu ao lado da minha casa, ele voltou, é minha cidade é a única no mundo que tem um super-vilão, ele se autodenomina Zeus, pois sua armadura controla o tempo e tem uma arma que larga relâmpagos, eu gosto de chamá-lo de maluco trovejante. Bom qual a melhor hora de testar minhas novas habilidades do que contra o malico que assombrá o banco ao lado?
Botei uma máscara qualquer e sai de casa.
– Ei Maluco Trovejante! — chamei ele.
– Quem ousa atrapalhar Zeus? — ele disse isso num sotaque rídiculo.
– Ué Zeus eu não sei, mas quem tá te atrapalhando maluco sou eu! — falei e pulei na cara dele. Lhe dei um soco, ele me olhu e riu.
– E como te chamás mortal? — ele zombando me pergunta.
– Brasa, ou sua derrota. — faleu e dei outro mais forte na barriga dele.
– Prove o meu poder mortal! — ele me atira um trovão, adimito doeu, mas não o fogo o impacto, olhei ao meu ombro que estava pegando fogo, mas eu não sentia nada, botei minha mão ali ela começou a queimar, mas sem doer, corri e com a minha mão pegando fogo lhe derrubei com um soco. — Então fogo é seu poder, que faça a chuva cair. — Ele bate as mãos e começa a chover. Eu vi Vivi saindo de sua casa, e o maluco trovejante também, ele correu e a agarrou- Pare ou a mato.- Eu me ajoelhei, eu fez o vento fazelo levantar voo, mas então pensei, a chuva cessou, ele estava mirando em mim, então usei o impacto no chão para me dar impulso, minhas mãos estavam a arder em chamas, segurei seu capacete e o puxei me apoiando em sua costas, ele derrubou a Vivi, mas bem quando o Lucas chegou para a salvar. Soquei sua cara, e seu peito com força, e arranquei sua cotoveleiras, as que dão poder a ele. E nós caimos, não doeu quase nada a queda, mas ele estava praticamente inconsiente, cheguei a seu lado e o noquautiei, a polícia chegou e eu corri para trás de minha casa. O pai de Lucas é um polícial, e atendeu ele e Vivi.
Após eu derrotar o Maluco Trovejante, quer dizer Zeus, eu subi no meu quarto pela varanda trooquei de roupa, e desci, conversamos sobre o novo Brasa, e fomos a casa de meu pai.
Notas finais
Pois assim como ele haverá muitos mais forte e não tão "malucos"
Deixem comentários,
Abraço e fui.
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