Brasa
2 O Nascimento de um novo Vilão
Notas iniciais
Neste capítulo o Brasa conhece seu mais novo inimigo
Espero que gostem
:P
Enquanto nós estavamos indo a casa do meu pai, Vivi falava o quanto estava grata do Brasa tela salvado do Maluco Trovejante, e o Lucas não gostou nada disso.
Quando chegamos ao apartamento do meu pai, ele estava trabalhando, nós o comprimentamos, e pedi para o meu pai se ele podia nos dar coisas, duas pelo menos, ele afirmou, mas só duas. Eu peguei a armadura negra e uma máscara que achei bacana, Vivi pegou um cinto e um óculos rosa, e Lucas pegou um rifle azul e branco e um kit de pistolas.e perguntei pro pai se ele ja tinha conseguido algo na empresa dele, e ele respondeu que não. Fomos embora e nos despedimos do pai.
P.O.V Henry
Quando meu filho e os amigos foram embora, três homens entraram no meu apartamento e um deles falou:
- Henry meu caro. — disse ele.
- Como sabe meu nome? — perguntei.
- Como eu sei não é seu problma, nós pagaremos para nos transformar em Meta-Humanos. Um milhão cada. Trato-Feito? — ele disse, mas eu não poderia recusar sua oferta, três milhões de reais é muito.
- Aceito, quem vai primeiro?
P.O.V Thiago
Quando chegamos na minha casa, eu arrumei o cinto e o óculos da Vivi, e as armas do Lucas, eles foram embora e eu trabalhei na armadura, a noite toda, quando eu a terminei, eu estava pronto para ir dormir e o banco ao lado explodiu.
- Ah cara! — disse botando a armadura, estava tudo funcionando bem, que bom. Quando cheguei lá fora tive uma grande surpresa. Um homem grande, de pedra, com asas, e um rosto de gargula, ei bom nome para ele Gárgula Viva! Continuando, o Gárgula me viu:
- Quem é você? — ele disse.
- O mesmo cara que derrotou Zeus, só que melhorado. — falei lhe atirando fogo.
- Pense garoto, fogo contra pedra não é uma boa escolha. — ele disse irônico. Ele pulou em cima de mim, e começou a tentar me arranhar, joguei ele para trás e disse:
- Só isso que você tem cara de pedra? — após eu dizer isso ele gospiu um raio roxo em mim, doeu, muito, mas eu continuei de pé, as famílias da vizinhaça acordaram, ótimo seus inteligentes, se botem em perigo. Ele havistou a Sra. Kernez, a mãe da Vivi, eu ativei os propulsores da minha armadura, e agarrei seus ombros. — Solte-a agora! — dito e feito, o maldito soltou ela e nós voamos, eu fui o mais alto que pude, e fiz o trajeto contrário com o Gárgula na frente, quando caímos, eu estava bem, minha armadura também, mas não podia dizer o mesmo do Gárgula, que estava nocauteado no chão, ameaçei voar, quando vi a Vivi, ela me olhava com cara de amanhã te mato, virei a cabeça e voei quando a polícia chegou.
No dia seguinte eu estava morto pela armadura, e a luta com o Gárgula Viva, a campainha tocou e dito e feito, era a Vivi, me ferrei.
- Como pode ser você o Brasa? — Vivi
- Eu, não, não sou eu. — eu
- Pensa que não te conheço, eu sei quando mente e sei que pegou a armadura do Brasa ontem no seu pai. — Vivi
- Ok, eu sou o Brasa, fui eu que te salvei ontem do Zeus, e eu que dei uma surra no Gárgula Viva e salvei sua mãe. — eu
- Como, como que você derrotou ontem o Zeus? — Vivi
- Se lembra da fórmula alaranjada que eu olhava ontem? — eu
- Sim — Vivi
- Foi ela que me permitiu. — eu, botei a mão no fogão que estava aceso.
- Ah, Thiago, olhe sua mão. — me virei e vi que ela tava pegando fogo, mostrei para Vivi e me concentrei, o fogo se apagou.
- Os políciais prenderam o Gárgula? — eu
- Ah, não. — Vivi
- Mas como, se ele já estava noquauteado? — eu
- Ele acordou na última hora. — Vivi
- Hoje a noite vou dar uma passeada. — eu
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De noite eu estava sobrevoando a cidade, procurando o Gárgula, tava tudo bem e sem sinal do Gárgula Viva. Quando derrepente, algo me acerta e me derruba em cima de um prédio, eu olhei é o Gárgula.
- Se lembra de mim? — ele disse.
- Me lembro de chutar sua bunda de pedra e você fugir. — retruquei, ele me deu um soco, mais forte que o relâmpago do Zeus, dei um soco nele também e ele foi pro lado, bati mais uma vez e ele saiu de cima de mim. Algo me bateu nas costas, olhei era um homem cheio de espinhos, com um espinho gigante na mão direita. — Olha você trouxe um amiguinho. — falei olhando pro bixano, lhe atirei fogo e ele caiu do prédio. — Que não tem sua resistência no fogo — algo me agarrou por trás e começou a me apertar, era um homem.
- Olá Brasa, meu nome é Homem-Espigo.
Notas finais
Dois é bom
Três é demais
O que será que ele irá fazer com o Homem-Espigo?
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