Boys And Girls

36 02x18 - O Grande Dia de Santana Parte 1


Notas iniciais
esse cap ta grande então vou postar essa primeira parte agora ok :D

Rachel

Eu termino de me arrumar para o casamento de Santana e ando em direção a sala esperando os meninos.

–Pessoal, rápido. — Eu grito. — Sou a dama de honra, devo chegar cedo e quero uma foto antes de irmos.

Eles se aproximam com seus ternos, Finn usava um terno bege estranho, Puck um terno preto e Sam um terno cinza.

–Pai, pode tirar a foto? — Eu chamo meu pai e os meninos ficam ao meu lado para a foto.

–Claro. — Meu pai fala se aproximando e pegando meu celular e se afastando. — Estão prontos? Aproximem-se. Vamos lá. — Finn coloca a mão na minha cintura e eu me aproximo dele colocando minha mão em seu ombro. — Não... Rick, dê um passo à direita.

–Eu? — Finn pergunta confuso.

–Sim. — Meu pai fala e Finn se afasta de mim. — Um passo para sua direita.

–Não posso ir muito longe. — Finn fala sem graça.

–Mais um. — Meu pai fala e eu reviro os olhos. — Até chegar no corredor. Quando chegar lá...

–Entendi tudo, cara. — Finn fala voltando a ficar perto de mim.

–Pai, precisamos ir. — Eu falo.

–Vá para o lixo de onde veio esse terno. — Meu pai fala e Finn franze a testa olhando para seu terno.

–Não tem nada de errado. — Finn fala irritado.

–Pai, a foto. — Eu peço.

–Usei na formatura do colégio. — Finn fala.

–Finn, não está ajudando. — Puck fala.

–Estou lindo. — Finn fala.

–Devo tirar a foto? — Meu pai pergunta.

–Não quero mais. — Finn fala se afastando. — Está falando do meu terno.

–Está arruinando a foto. — Sam fala.

–Não quero mais. — Finn fala. — Vou embora.

–Aonde vão? — Eu pergunto vendo os meninos se afastarem.

–Estava fazendo minhas poses. — Sam fala irritado.

Eu olho para meu pai irritada.

–Está pronta? — Ele pergunta sorrindo. — Um, dois...

Finn

Me aproximo de Rachel na recepção do casamento e ela me olha curiosa.

–Você se trocou. — Ela observa.

–Olha só. — Eu falo sorrindo e Rachel sorri também. — Puck me deu seu pior terno. Disse que se servisse, ele não queria mais.

–Espero que tudo isso não seja pelo que meu pai falou. — Ela fala mordendo o lábio. — Não te acho um vagabundo alcoólatra desempregado.

–O quê? — Eu pergunto confuso.

–Não te acho infantil. — Ela fala e eu franzo a testa.

–Quando ele disse isso? — Eu pergunto e ela arregala os olhos.

–O quê? — Ela pergunta.

–Seu pai falou isso de mim? — Eu pergunto chateado.

–Enfim, o ponto é que... — Ela muda de assunto. — Não acho que você seja essas coisas. Estamos juntos em um casamento.

Ela fala pegando minha gravata e me puxando para perto dela e eu sorrio.

–É legal, não é? — Eu pergunto sorrindo de lado. — Você está linda.

–Obrigada. — Ela fala sorrindo e corando. — Você também. Vou procurar a Santana.

–Certo. — Eu falo e ela me beija na bochecha. — Certo, então vamos fazer isso.

Ela sorri se afastando e eu sorrio para ela. Eu franzo a testa quando vejo ela distante.

Santana

Eu estou me olhando no espelho nervosa e Rachel está ao meu lado.

–Não tem problema em estar nervosa. — Ela me fala. — Mas nada pode dar errado. Só precisa ir lá, se casar, e eu cuido do resto. Está bem? — A porta se abre e Puck entra e eu me viro o encarando. -Puck! — Ele me encara e dá um pequeno sorriso ao me ver, sinto meu coração se acelerar. — Saia daqui.

–Certamente aqui não é o banheiro. — Puck fala desviando o olhar do meu.

–Saia, saia. — Rachel fala e ele sai sem graça e eu mordo o lábio.

Puck

Eu me aproximo correndo de Finn e Sam.

–Pessoal, calem a boca e ouçam. — Eu exclamo. — É a Santana. Ela não quer se casar.

–O que houve? — Finn pergunta.

–Ela disse: "Não quero casar com ele, mas toda minha família veio do outro lado do planeta. Não posso desistir agora. Por favor, Puck, como meu maior amigo, me ajude".

–O que Rachel disse? -Finn pergunta.

–Ela não ouviu. — Eu explico. — Santana me falou com os olhos.

–Nada aconteceu. — Finn fala.

–Ela vai se casar. — Sam concorda.

–Gente, eu conheço a Santana e seus olhares. — Eu falo.

–Puck, o que foi fazer lá? — Rachel pergunta se aproximando.

–Santana está desistindo. — Eu falo para ela.

–O quê? — Rachel pergunta surpresa.

–Sério, ela me contou. — Eu falo.

–Com os olhos. — Finn complementa.

–Meu Deus. — Rachel fala. — Achei que fosse sério, Puck. O casamento vai rolar. Esqueça ela.

–Já esqueci. — Eu falo. — Estou com Lauren, ela é maravilhosa. Rachel, estou falando isso apenas como amigo da Santana.

–Santana ama ele, eu sei. — Ela fala. — Eu a conheço melhor do que você.

–Falso. — Eu falo. — Quando se tem relações sexuais com alguém, e se vê a alma da pessoa no momento da satisfação...

–Que nojo. — Ela fala.

–Não, escutem. — Sam fala.

–Puckerman, ouça muito bem. — Rachel fala. — Não vai falar com a Santana, não vai olhar para a Santana e não terá conversas visuais com a Santana. Ou acabo com você. Forte. — Ela se aproxima de Finn e fala sorrindo. — E depois acabarei com você.

–Claro. — Finn fala sorrindo maliciosamente e eu franzo a testa. — Boa noite, enfermeira. Fui muito levado. — Rachel se afasta e Finn nos encara sorrindo sem graça. — Desculpe, não era para vocês ouvirem isso.

–Amigos sempre antes da vadia. — Eu falo para Finn e ele me encara bravo. — Desculpem. Mas temos que sabotar esse casamento. Sam.

–Não, pessoal, vejam... — Sam fala. — Sempre me levam para essas situações, eu me deixo levar porque amo pegadinhas. Amo mesmo. Sabem disso. Mas é hora de encarar que não sou bom para isso. Já tenho 26 anos, hora de cortar as bobeiras.

–Você está correto, cara. — Eu falo. — Mas e se... E hoje? Só hoje? Você sucumbir à loucura.

–Sim! — Sam fala sorrindo.

–Ouçam aqui. — Finn fala. — Ninguém vai fazer nada. Rachel pediu para não fazemos nada. Então aproveitaremos a festa como adultos. Então boa noite, enfermeira. Desculpem por isso. Eu estou... Eu estou perdido.

–Vamos sabotar isso ou não? — Sam pergunta.

–Absolutamente. — Eu falo sorrindo.

Finn

Ryan estava entrando e eu estava abraçado com Rachel, olho para trás e vejo Puck mexendo no celular.

–Já volto. — Eu falo e vou até Puck. — Quero que cancele.

–O quê? — Puck fala.

–O que estiver planejando, não o faça. — Eu falo. — O casamento significa muito...

–O que está fazendo? — Puck me pergunta. — O que houve com você? Trocou de terno, está com a bolsa dela. Passou desodorante... nos dois lados.

–Passei, sim. — Eu falo.

–Por que tudo isso? — Puck me pergunta. — Rachel te quer do jeito que você é ou ela não quer. O Finn real me ajudaria a "sabô" o casamento.

–"Sabô" é abreviação para "sabotar", Puck? — Eu pergunto.

–Por que você... — Ele começa a perguntar. — Por que dizer isso?

–Eu estava sendo chato. — Eu falo. — Te zoei para ganhar domínio.

–Claro que você sabe. — Ele fala.

–Quero que cancele. — Eu falo.

–Sabe... — Puck fala. — Você sabe o que é "sabô".

–Deixa disso e cancele. — Eu falo irritado.

–Você que manda. — Puck fala.

–Obrigado, cara. — Eu falo.

–Sem problemas, Hudson. — Ele fala.

–Obrigado, amigo. — Eu falo sorrindo.

–Agora. -Puck fala no telefone.

Há um barulho ensurdecedor e com o susto Ryan cai no chão.

Rachel

Eu me aproximo de Puck que observava todos, Ryan estava no altar e não tinha se machucado.

–Está gostando das festividades, Puck? — Eu pergunto cruzando os braços.

–Que barulho irritante aquele. — Puck sorri.

–Sei que você foi responsável pelo barulho. — Eu falo para ele.

–Fui? — Ele pergunta irônico.

–Foi. — Eu exclamo.

Santana entra sorrindo de lado, ela parecia nervosa. De repente um rock pesado começa a tocar, ela para franzindo a testa, eu olho para Puck irritada. Santana me olha confusa enquanto Puck dança ao meu lado.

–Está tudo bem. — Eu falo para Santana e me viro para Puck. — Com quem está tramando?

Ele me olha cantando e sorri se afastando e eu fico furiosa.

Finn

–Sam, não. — Eu falo me aproximando da onde estava o som e fechando o notebook. — Não faça isso.

–O que está feito, está feito, Hudson. — Sam fala rindo e eu franzo a testa.

–Desligue isso. — Eu exclamo.

–Não poderia nem se quisesse. — Sam fala.

–Desligue. — Ouço a voz de Rachel e me viro a vendo. — Finn!

–Pegadinha! — Sam grita saindo correndo. -Lado errado.

–O que você... — Eu pergunto confuso.

–É claro. — Rachel fala se aproximando do notebook mexendo nele. — É claro que estava tramando com o Puck.

–Rachel, eu não fiz nada. — Eu exclamo.

–Acha que Puck e Sam seriam inteligentes para sabotar a mesa de som? — Ela pergunta. — Isso foi brilhante. Além disso, nós dois sabemos que esse CD é seu.

–Sam deve ter pego do meu carro. — Eu falo.

–Acha que sou besta? — Ela pergunta. — Achei que pudesse contar com você, que seria diferente agora.

–Como pode pensar que eu faria isso com sua melhor amiga? — Eu pergunto.

–Porque é o tipo de coisa que você faz. — Ela exclama. — Pegadinha estúpida e infantil.

–Infantil? — Eu pergunto magoado me afastando. — Está certa. Sou uma criança.

Puck

Eu estou perto do banheiro com Sam e comemoramos.

–Ótima "sabô", cara. — Eu falo para Sam.

–Sou ótimo nisso. — Sam fala rindo. — Sinto-me vivo.

–Muito boa. — Eu falo. — Terceira fase.

–Qual é a terceira fase? — Finn fala se aproximando e parecia irritado. — Seja o que for, estou dentro. Vamos fazer isso.

Rachel

Está começando a cerimônia e Santana já estava no altar com Ryan. Puck se aproxima de mim.

–Rachel? — Puck fala e eu o encaro. — Fomos longe demais.

–O quê? — Eu pergunto.

–É ruim. — Ele fala.

–Quão ruim? — Eu pergunto.

–Muito ruim. — Ele fala se afastando e eu me levanto o seguindo.

Quando estamos na recepção eu o paro.

–Puck! — Eu falo. — O que você fez?

–Foi ideia do Sam. — Puck fala.

–Meu Deus. — Eu falo assustada.

–Desculpe. — Puck fala. — Não queria que alguém se machucasse, mas agora é tarde. É maior do que nós.

–Conte tudo. — Eu falo irritada.

–Sam está no duto de ar com um gambá. — Ele fala e eu arregalo os olhos.

–O quê? — Eu grito.

–O Finn também. — Ele fala.

Finn

Eu seguia Sam no duto de ar com o gambá preso em uma gaiola, o duto era maior que os outros mas mesmo assim eu ficava um pouco apertado.

–Nunca participou de uma pegadinha minha. — Sam fala. — Isso é emocionante. O padre nunca saberá o que o acertou.

–Espere. — Eu pergunto. — Esse é o plano? Vai jogar um gambá no padre?

–Ele está irritado. — Sam fala rindo.

–Esse não pode ser o plano! — Eu falo.

Rachel

–O que você fez? — Eu pergunto batendo em Puck. — O que você fez?

–Eu mereço, eu mereço, certo? — Ele fala recebendo os tapas. — Quando Finn se envolveu, perdemos o controle.

–Como assim "quando Finn se envolveu"? — Eu pergunto confusa. — Ele não estava envolvido?

–Não, não estava. — Ele fala e eu sinto a culpa me invadir. — Ele disse "A Rachel significa muito para mim", ou algo assim. O que está fazendo?

–Ligando para o Finn. — Eu falo pegando meu celular.

–Ele está nos dutos! — Puck fala. — Os dutos!

–Sei onde ele está, Puck! — Eu falo.

Finn

Ouço meu telefone tocar e franzo a testa.

–O quê? — Sam fala irritado. — Não, não.

–É meu telefone. — Eu falo.

–Eu disse sem telefones. — Sam fala.

–Eu sei. — Eu falo. — Vou atender.

–Eles podem nos rastrear! — Sam grita querendo pegar meu celular.

–Relaxe! — Eu aviso. — Você fica louco com pegadinhas.

–Desligue o telefone! — Sam fala.

–Estou tentando desligar, seu idiota! — Eu falo e ouço um barulho estranho. — O que houve?

–O gambá fugiu, cara. — Sam fala.

–Não! — Eu grito. — Vou embora daqui!

–Não, você vem comigo. — Sam fala. Você tem que me ajudar a achá-lo,Finn! Não seja cagão!

–Quero sair daqui! — Eu grito.

Santana

–Que Deus os abençoe. — O padre fala. — Que Ele os presenteie com muitos filhos.

Eu ouço uns barulhos estranhos e franzo a testa.

Rachel

–Ele não está atendendo. — Eu falo.

–É claro, ele está... — Puck fala e eu o olho furiosa.

–Não diga. — Eu exclamo.

–Dutos. — Ele fala e eu dou um tapa na cara dele. — Ele está nos dutos.

Dou outro tapa na cara dele.

–Pare com isso! — Escuto a voz de Sam acima de nós. — Não seja cagão!

–Vou subir lá. — Eu falo.

–Que bom. — Puck fala. -Não quero subir lá. Eu gosto de comer a salsicha, não ver como ela foi feita.

–Sério, Puck? — Eu pergunto. — Cale-se e me dê um pezinho.

Finn

–Gambá... — Eu o chamo e escuto um barulho estranho e franzo a testa. — Sam!

–Finn, onde você está? — Ouço a voz de Sam.

Sinto algo puxar meu pé e grito.

–Finn, sou eu! — Eu olho e vejo Rachel me encarar.

–Rachel, O que está fazendo aqui? — Eu falo.

–Sei que não planejou a sabotagem, e sei que só quer se vingar mas, por favor, não faça isso. — Ela fala.

–Rachel, não é pela sabotagem, certo? — Eu falo. — É pelo fato de você achar que estrago tudo o que toco.

–Não, Finn. — Ela fala.

–Sabe de uma coisa? — Eu falo. — Eu pertenço a esse lugar. Com o Sam e um gambá.

–Finn, vamos pegar o gambá e sair daqui. — Rachel fala.

–Não dá, ele está solto. — Eu falo.

–O quê?! — Ela grita.

–Oi, Rachel, bem-vinda. — Sam fala se arrastando para perto de nós. — Estou tentando ser positivo, mas... acho que morreremos aqui.

–Sam! — Eu grito.

Puck

Me sento a cerimônia quase estava acabando. Quando ouço barulhos estranhos do teto.

Rachel

–Pessoal? — Sam fala. — Sabe, ando pensando muito sobre a Terra. Deveríamos deixá-la melhor do que como a achamos.

Finn se vira e me encara.

–É isso que quer para a sua vida? — Ele pergunta. — É assim que quer aproveitar o casamento de sua amiga?

–Finn, pare com isso. — Eu falo.

–Não sou uma pessoa saudável. — Ele fala.

–Sim, eu sei, Finn. — Eu falo.

–Você sabe? — Ele pergunta surpreso. — Então concorda com seu pai.

–Não. — Eu falo. — Precisamos sair daqui.

Puck

O teto começa a tremer e eu franzo a testa.

Finn

–Diga-me que não há uma parte de você que está com medo do quão errado eu sou. — Eu falo para ela.

–Temos que ir. — Ela fala.

–Que isso é um erro. — Eu falo e ela me encara. — Você e eu. Admita, Rachel.

–Sim, tem um parte pequena. — Ela fala. — Mas...

Então o gambá corre até nos e quando tentamos fugir dele passamos por uma das entradas do duto que não aguenta nosso peso. Caímos do duto no altar quebrando algumas coisas, todos nos olhavam confusos.

–Está tudo bem. — Rachel fala se levantando.

–Rachel? — Santana nos encara confusa.

–Sempre a dama de honra. — Rachel fala sem graça.

Todos nos encaravam confusos e eu continuo deitado com dor no ombro, vejo no meio de todos o pai de Rachel me olhando com reprovação e desvio o olhar.

Sam

–Às vezes eu acho que nunca senti amor de verdade, sabem? — Eu falo mas ninguém me responde. — Vocês sabem?

Rachel

–Ei, pessoal. — Eu falo para todos no altar com Finn já de pé ao meu lado. — Oi, sou Rachel Berry. Sou a dama de honra. Também caí do telhado com meu amigo Finn Hudson aqui. Tenho algumas coisas a dizer. Talvez haja um gambá solto, mas já estamos resolvendo tudo.

–Deixa comigo. — Finn fala se afastando. — Não assustem ele! Puck, ajude-me!

–Certo! — Puck fala seguindo Finn.

–Pessoal, ele está na nona fileira. — Escutamos a voz de Sam do teto. — Está indo para o norte.

–Onde estávamos, excelência? — Eu pergunto para o padre.

–Tão perto. — O padre fala.

–Ótimo. — Eu falo. — Santana, vai.

–Rachel, não precisa fazer isso. — Santana fala.

–Fazer o quê? — Eu pergunto rindo. — Esse é um dia perfeito.

Santana

Eu encaro todos e suspiro.

–Sinto muito, pessoal, mas não posso fazer isso. — Eu falo e vejo Puck erguer o olhar me encarando. — E não é por causa da entrada do Ryan, ou do gambá, ou do Rock. Isso não é o que eu quero. — Eu encaro Puck que me encara. — Quero estar com outra pessoa. Ryan, me sinto muito mal. Desculpe-me.

–Não... — Ele fala. — Não, Santana, está tudo bem. Na verdade, está mais que bem. Não sei por que não disse isso antes, mas... Quero estar com outra pessoa, também.

–Mesmo? — Eu pergunto sorrindo.

–Sim. — Ele fala.

–Eu tentei esquecer você, Elaine. — Ele fala olhando para a multidão. — Realmente tentei. Mas não consigo.

–Quem é Elaine? — Ouço a voz de Sam no teto e franzo a testa.

–E não ligo para o que minha família acha. — Ryan grita. — Quero casar com você.

Eu vejo uma jovem loira no meio de todos e ele vai até ela a pegando no colo e saindo do salão.

–Me sinto um pouco rejeitada. — Eu falo para Rachel.

–Bem... — Ela fala me abraçando. — Você foi um pouco rejeitada. Está bem?

–Não sou tão boa quanto a Elaine. — Eu falo.

–Quem seria? — Rachel fala rindo.

–Fazia tempo que não me sentia tão bem. — Eu falo.

–Fico contente. — Ela fala.

Rachel

Todos iam embora e eu estava no salão sozinha arrumando algumas coisas. Finn se aproxima com as mãos no bolso.

–Olá, Finn. — Eu falo. — Está bem?

–Eu? — Ele pergunta surpreso. — Sim. Por causa da queda?

–Sim. — Eu começo a falar. — E... Sobre o que conversamos.

–Sim. — Ele fala. -Rachel, isso não... não foi grande coisa. Nós tentamos. É que... — Ele me encara e eu sinto as lágrimas chegarem. — Você pode estar certa sobre seus medos.

–Apenas... — Eu falo olhando para cima não querendo deixar as lágrimas caírem. — Diga logo.

–Acho que devemos parar. — Ele fala e suspiro magoada. — Não estamos apaixonados ou coisa do tipo. Tivemos só uma noite.

–Tudo bem. — Eu falo e as primeiras lágrimas caem mas eu as limpo. — Vamos parar. Parece certo para mim. Parece certo para você?

Ele concorda com a cabeça sério. Mais lágrimas caem dos meus olhos e eu me viro me afastando.

Notas finais
dependendo da quantidade de reviews posto a próxima ainda hj... hehehe