Boys And Girls

37 02x18 - O Grande Dia de Santana Parte 2


Notas iniciais
preparados para o final dessa temporada?? hehehe vamos ler? espero que gostem

Puck

Santana se aproxima sorrindo.
–Dia estranho, não é? — Ela fala.
–Belo casamento, Santana. — Eu falo.
–Obrigada. — Ela fala rindo.
–Era de mim que você estava falando, não é? — Eu pergunto e ela sorri de lado.
–Era. — Ela fala. — Sinto muito por Lauren, mas preciso saber. Quem vai ser? Eu ou ela? Está apaixonado por ela ou por mim? Precisa decidir.
Eu saio correndo a deixando sozinha.

Finn

Eu me sento no bar que tinha no salão pegando uma cerveja e Sam se aproxima.
–Oi, cara. — Eu falo de cabeça baixa.
–Oi. — Sam fala. — O que houve com a Rachel?
–Terminamos. — Eu suspiro. — E ela foi embora. É, nós terminamos. E agora vou beber, porque é o que faço.
–Era o que seu pai fazia também. — Ele fala. — Quando as coisas complicam, você foge. Mas, você sabe, existem outras alternativas. — Eu o encaro franzindo a testa. — Você se lembra do seu primeiro beijo com a Rachel?
–Foi quando nos trancaram, depois que eu fugi eu a beijei. — Eu falo.
–Não... — Sam fala. — Você não se lembra do primeiro beijo de vocês.
–Espera o que? — Eu pergunto.
–O dia que fomos pra praia e você ficou bêbado? — Ele fala e eu concordo com a cabeça tentando me lembrar daquela noite. — Depois você perguntou o que tinha acontecido para ela e ela falou nada? Ela mentiu. Vocês se beijaram. Você a beijou na verdade.
Eu franzo a testa e tento me lembrar.

Flashback On

–Oi. — Rachel fala se aproximando.
–Oi. — Eu respondo.
–Esse lugar está ocupado? — Ela pergunta apontando para de onde eu estou.
–Fala sério. — Eu falo rindo e fico sério a encarando. — Eu sei que está certa. Preciso começar a fazer as coisas, não posso apenas... você sabe. — Eu falo e ela continuo quieta. — Rachel. — Eu falo e ela me encara. — Eu gosto de você. De verdade. Estou feliz por você sempre estar perto.
Ela sorri e eu me aproximo a beijando. Ela fica parada tensa no começa mas logo começa a retribuir ao beijo. Eu me separo dela e a encaro sorrindo.
–Finn... — Ela começa.
–Eu não vou lembrar de nada disso amanhã não é? — Eu pergunto.
–Quase certeza que não. — Ela fala corando.

Flashback off

Eu encaro Sam me lembrando.
–Não acredito. — Eu falo.
–Se lembre de todos os sinais, de tudo Finn. — Sam me fala.

Flashback on

–Hey, Rachel. — Falo a encarando. — Aquele cara foi um idiota!
–Vocês perderam a sua sexta-feira a noite para vir aqui. — Ela falou. — Me ver?
–Sim. — Falei. — Nos importamos com você. Gostamos de você.
[...]
–Talvez quando estiver. — Ela fala. — Vai mostrar o seu outro pênis. Seu pênis-coração. — Eu sorrio e ela ri se levantando e me olha franzindo a testa. — Quando eu estava saindo com pressa, você viu... — Ela aponta para o próprio corpo. — Tudo?
–Sim. — Eu falo corando me lembrando do corpo maravilhoso que a Rachel tem.
–Até a minha... — Ela cora. — Periquita?
–Periquita? — Eu falo rindo. — Sai daqui, Rachel.
Ela sai e eu sorrio deitando na cama encarando o teto, tentando não pensar na imagem de Rachel pelada que está presa a minha mente.
[...]
–E eu não entendo o porquê de você se importar tanto com a minha decisão! – Eu falo – Rachel por que minha decisão é tão importante para você?
–Por que você é importante para mim, Finn. – Ela grita e eu fico sério a encarando.
[...]
–Pensei em franja e seu rosto apareceu sobre elas. — Ele fala e eu me seguro para não dar um soco na cara dele. Como se eu fosse o único! Finn falou que sempre é com você...
Eu nego com a cabeça corando e Rachel me encara de olhos arregalados e cora também.
[...]
–Eu deixo a franja crescer porque odeio minha testa. — Rachel admite corando mais ainda.
–Rachel eu já vi sua testa e sinceramente você é linda com ou sem essa franja. — Eu sussurro e ela sorri para mim corando.
[...]
–Fracassado! — Ela grita me encarando de perto e nos encaramos por alguns minutos, então eu percebo ele mudar ao perceber que eu tenho lágrimas nos olhos.
–Rachel? — Ele pergunta preocupado e eu o empurro indo em direção ao meu quarto deixando um Finn confuso.
[...]
–Fez eu perceber uma coisa: Está errado. O que disse da Lea, ser questão de tempo e fazer sentido... Não. Se ama alguém, é simples.
–Entendo o que disse, mas... — Eu tento a interromper mas ela não deixa.
–Você merece algo maravilhoso. E merece o amor. — Ela fala sorrindo e eu a encaro. — Sei que não quer ficar sozinho, mas vou ficar aqui, vou dizer para o pequeno Finn que está dentro da sua cabeça para ficar calado e que você é lindo de chapéu! Não precisamos nos acomodar, Finn. Você é o melhor.
[...]
–Não quero falar sobre isso. — Eu falo. — Sei o que vai dizer, não quero ouvir.
–Não. — Ela fala irritada. — Não sabe o que vou dizer. — Eu paro e espero que ela fale algo. — Quero que seja feliz. Se isso significa morar com a Lea, você deve ir.
–Você acha isso? — Eu pergunto confuso.
–Sim. — Ela falo concordando e eu fico quieto por um tempo. Eu a encaro, eu não queria abandonar ela.
–Precisa demais de mim. — Eu falo e ela franze a testa.
–Vou ficar bem. — Ela fala. — Eu vou.
–Não vai, não. — Eu nego.
–Sabe o porquê? — Ela pergunta.
–Por quê? — Eu pergunto.
–Porque eu conheço você. — Ela fala e eu a encaro. — Por isso estou bem. Por isso consigo fazer isso.
[...]
–Se eu fosse tão ruim você não teria ficado me olhando a noite toda. — Ela fala.
–Eu não estava te olhando por que você estava gostosa. — Eu coro. — Eu estava te olhando pra ver como você estava, porque você parece ser mais amiga e confidente do Puck do que comigo.
–Espera o que? — Ela pergunta confusa.
–Nada, ignore. — Eu falo.
–Você está com ciúmes porque eu e o Puck somos mais próximos? — Ela pergunta sorrindo.
–Ciúmes? — Eu pergunto rindo. — Claro que não.
[...]
–Sou seu namorado sem as recompensas. — Eu deixo escapar e ela fica séria me encarando. Droga, eu não deveria ter falado isso.
–Está dizendo que quer... — Ela pergunta me encarando.
–Não! Não, não. — Eu falo rindo. — Não com você. Eca.
–Não faça isso. — Ela fala parecendo magoada.
–Eu não quero. — Eu tento falar de novo.
–Não sou nojenta. — Ela fala. — Não é uma coisa inimaginável. Admita, já imaginou isso.
–Eu e você, sexualmente? — Eu falo a encarando mentindo. — Nunca imaginei.
–Não minta. — Ela fala.
–Não de propósito. — Eu falo. — O Finn dormindo é outra pessoa.
–Sabe que imaginou quando me pegou alongando. — Ela fala.
–Olhe meu histórico no Google, Rachel. — Eu falo ironicamente. — Está cheio de mulheres fazendo alongamento.
–Eu admito, já imaginei. — Ela fala e eu paro a encarando surpreso. — Sim.
–Imaginei, por 5 minutos, e percebi que nunca daria certo. — Ela grita irritada.
–Concordo, eu penso assim. — Eu falo voltando a ficar irritado.
–Que bom, concordamos. — Ela fala me encarando brava.
–Eu também! — Eu falo.
–Ótimo. — Ela fala bufando.
–E por que você imaginaria isso? — Eu pergunto.
–Porque me deixa louca, Hudson! — Ela grita
[...]
–É diferente conosco. — Eu falo suspirando. — Somos duas pessoas que querem ser amigos, mas, às vezes, somos atraídos um ao outro. — Eu deixo escapar e ela sorri. — -Não, não...
–Você pensou na recompensa! — Eu falo rindo.
–Não falei isso. — Ele fala corando.
–Minhas contas estavam certas. — Eu falo rindo.
–Adoro alongamentos. — Ele admite e eu rio. — Mas não faça grande caso disso.
–Faça o que você quiser Rachel. — Ele fala. — Eu sempre vou estar aqui para você.
[...]
–Só estou com medo. — Ela fala.
–Confia em mim? — Eu pergunto e ela concorda com a cabeça. — Você ficará bem. Irá encontrar alguém, se apaixonará e depois... antes que perceba, vai...
–Com quem, Finn? — Ela pergunta.

–Não te disse? — Eu falo. — Ainda tem tempo de ter achado o cara certo.
–Ainda... — E ela concorda.
[...]
–Na verdade, não sei. — Eu falo. — Acho que é o tipo de garota que um cara lutaria para ter.
[...]
Uma preparação básica, Finn e você ficaria completamente gostoso.
–Eu seria super gostoso? — Eu falo sorrindo a encarando e ela sorri concordando.
–Você seria super gostoso. — Ela fala rindo.
–Você quer me beijar, então. — Eu falo sorrindo e ela cora e eu me aproximo dela lentamente.

–Ok, vamos fazer isso logo. — Ela fala irritada — Só me beija.
–Não, eu não vou te beijar. — Eu falo.
–Me beija! — Ela fala.
–Rachel, para! — Eu peço.
–Meu Deus, Hudson! — Ela grita — Só me beija!
–Não, não desse jeito! — Eu grito e ela me encara surpresa e eu arregalo os olhos começando a gaguejar. — Desse jeito...
–O que? — Ela pergunta confusa com um sorriso de lado. — O que isso significa?

Mas eu a puxo pelo seu braço com uma mão e a puxo para mim fazendo nossos corpos colarem. Eu coloco uma das mãos na sua cintura mantendo o seu corpo próximo ao meu e a outra em seu pescoço. Eu a beijo desesperadamente, com desejo, eu queria fazer isso fazia tanto tempo. Termino o beijo com um selinho me separando dela. Eu abro os olhos a encarando e a boca dela estava vermelha pelo beijo
–Eu quis dizer algo assim. — Eu sussurro e abaixo a cabeça entrando no meu quarto.
[...]
–Não estou implorando para se casar comigo. — Eu falo. — Foi um bom beijo.
–Você parecia um cão, e minha boca parecia uma tigela cheia de leite para cachorro. — Ela fala.
–O beijo parecia um conto de fadas. — Eu falo. — Foi o melhor da sua vida.
–Isso é sério? — Ela pergunta rindo.
–E você tem de assumir sua responsabilidade, rebolando com aquele roupão rosa, e não querendo ser beijada? — Ele fala irritado.
–Rebolando? — Eu pergunto confusa.
–Eu sou homem, Rachel! — Ele grita.
–O quê? — Eu pergunto confusa.
–Roupão rosa é meu fetiche. — Ele fala.

Eu a encaro. — Olhe, Rach... Desculpe-me, por ter beijado você. Não deveria ter feito isto, porque foi um erro e agora você está chorando. E não farei isso de novo.
[...]
–Aquele beijo foi o pior erro que já cometi. — Eu falo e ela me encara séria. — Pior que a Lea, que a faculdade de direito. — Não é... Se eu pudesse voltar no tempo e retirar o beijo, eu o faria. Eu iria retirá-lo. Eu me arrependo.
–Ei, olha... — Ele fala me seguindo até a sala e eu me viro o encarando. — Eu não me arrependo de tê-la beijado. Me arrendo pelo o que houve, porque tornou tudo estranho.

–Juramento de Não-pegação? — Eu pergunto irritada bebendo o resto da água do copo. — Achou que eu fosse dormir com um de vocês, como se não pudesse evitar?
–Era eu, Rachel. — Ele fala e eu o encaro surpresa. — E eu não conseguiria evitar.
[...]
Eu encaro a mesa onde Rachel, Sam e Jax estão sem afastar o olhar. Rachel ria e Jax também enquanto trocavam olhares, e eu sentia a raiva subir pelo meu corpo.
–Finn? — Ouço a voz de Puck mas continuo encarando Rachel e Jax. — Finn?
O que estava acontecendo comigo?

–Tome um gole. — Eu falo passando para ela mas ela me encara. — Minha boca estava aí. Não é nada demais. É só minha boca!
–Certo, estou bem. — Ela fala negando sem jeito.
–Vamos, tome um gole! — Eu falo confuso.
–Você colocou a boca nisso! — Ela grita e eu sorrio. — Acabou de dizer. Colocou a boca, e não quero pensar sobre sua boca!
Eu fico sério a encarando confuso.
–Você está bem? — Eu pergunto.
–Sim, estou. — Ela fala irritada se levantando.
[...]
–Colocou sua mão em meu... — Eu começo a falar e ela arregala os olhos corando. — e disse "Esse porquinho quer ir ao mercado." Foi da boca para fora? — Ela franze a testa. — Sem problemas, vamos deixar de lado e encerrar o assunto, mas é algo que não sai da minha cabeça. Mas você nunca foi clara, então havia opções. E esse porquinho foi a outros mercados, mas ele não sabia.
–Do que está falando? — Ela grita confusa.
–Você quer transar comigo sim ou não? — Eu grito irritado.
–Sim! — Ela grita e eu a encaro surpreso. Ela cora.

–Calado! — Ela fala. — Não sou interesseira.
–Então prove. — Eu falo e ela me encara mordendo o lábio.
Ela se aproxima lentamente e coloca a mão no meu ombro ela fica na ponta dos pés e eu me abaixo. E então ela me beija delicadamente e eu a puxo colando nossos corpos, mas isso foi apenas por dois segundos. Após nós lábios se tocarem o beijo é mais intenso, ela passava as mãos no meu cabelo, enquanto eu a prensava contra a parece que estava perto de nós.
[...]
Eu abaixo a cabeça tentando esconder as lágrimas e Rachel se aproxima de mim.
–Você está bem? — Ela me pergunta colocando a mão em cima da minha e eu a acaricio com um dedo. Eu ergo o olhar encarando e ela e ela sorri de lado para mim e sussurra. — Eu estou com você.
–Eu ficarei bem. — Eu falo sorrindo para ela.

–Fico feliz que alguém tome conta de você. — Minha mãe fala olhando para Rachel que colocava as malas no carro e eu a encaro, ela se vira para nós e sorri.
Ela estava linda, ela era linda.
[...]

–Ao acaso? — Eu pergunto incrédulo. — Sem chance. Você provoca, Rachel.

–O quê? — Ela pergunta me encarando confusa.

–Sim, você provoca. — Eu falo rindo.

–Provoco coisa nenhuma. — Ela fala surpresa.

"Finn, me ajuda a abrir esse pote?"– Eu a imito.

–O quê? — Ela fala como se fosse óbvio. — Não consigo!

–Sim. — Eu falo rindo e tento imitar seu biquinho. - "Como se reinicia a internet?"

–Isso é só meu sofrimento na vida. — Eu falo corando.

–Você tem que parar, porque é muito excitante. — Ele fala e eu o encaro corando mais ainda. — Certo? É difícil lidar com isso, pois é muito excitante.

–Então você tem que parar de "gemer" depois que bebe cada gole de cerveja. — Eu falo para ele.

–Você gosta disso? — Ele pergunta confuso.

–É excitante. — Eu falo corando e imito ele soltando o ar após todo gole.

–É muito estranho você gostar disso. — Ele fala rindo.

–É o mesmo que pegar uma mangueira e se molhar todo. — Eu fala.

–Você enlouqueceu. — Ele fala rindo e eu paro de rir o encaro.

[...]
A porta do elevador está fechando e corro até ela e coloco a mão a impedindo de fechar. Rachel me encara surpresa.
–O que está fazendo? — Eu pergunto confusa.
Eu vou até ela a encostando na parede do elevador a beijando.
–Não vamos pensar sobre isso. — Eu falo me separando e a pego no colo nos levando até o apartamento.
Quando entramos no meu quarto eu a coloco sobre a cama tirando nossos sapatos e me deito em cima dela a beijando desesperadamente. Ela me segura pela nuca enquanto minhas mãos estão na cama me equilibrando.

–Você não sabe quanto tempo eu estou esperando por isso. — Eu falo quando nos separamos e ela me encara e passa a mão pelo meu rosto sorrindo.

[...]
– Bem... Foi muito divertido. — Ela ri e eu sorrio. — Eu não sei o que dizer. — Eu a encaro e ela morde o lábio, ela era linda de manhã.

–Essa garota significa muito para mim, Leroy. — Eu falo sentado na mesa depois que terminamos de comer. — Não quero estragar tudo.
–Por que estragaria? — Ele pergunta.
–Não quero dar desculpas, mas meu pai era meio... — Eu faço uma careta. — Não valia... Que a verdade seja dita, Leroy, sou muito como ele.
–Só pelo fato de dizer isso, já diferencia você de seu pai. — Ele fala. — Qualquer garota teria sorte de ter um cara como você.

–Eu conheço ele. — Ele fala. — Eu o conheço. Quando novo, eu era confuso, perdido. — Eu abaixo a cabeça. — Não tinha planos. Porém me casei de qualquer maneira. Se eu tivesse planejado tudo antes de casar, sua mãe e eu poderíamos estar juntos ainda. — Ele aponta para mim me encarando. — Então eu conheço você. Você não é seu pai. Você é eu. — Ele suspira. — E eu não sou bom o suficiente para minha garotinha.

–Esse é o café da manhã que eu iria te dar hoje. — Eu falo com vergonha e Rachel se aproxima.
–Espero que meu pai não tenha te afetado. — Ela fala sem graça.
–Não... Não. — Eu minto tentando sorrir.
[...]
–Enfim, o ponto é que... — Ela muda de assunto. — Não acho que você seja essas coisas. Estamos juntos em um casamento.
Ela fala pegando minha gravata e me puxando para perto dela e eu sorrio.
–É legal, não é? — Eu pergunto sorrindo de lado. — Você está linda.
–Obrigada. — Ela fala sorrindo e corando. — Você também.

–Porque é o tipo de coisa que você faz. — Ela exclama. — Pegadinha estúpida e infantil.
–Infantil? — Eu pergunto magoado me afastando. — Está certa. Sou uma criança.

–Acho que devemos parar. — Eu falo. — Não estamos apaixonados ou coisa do tipo. Tivemos só uma noite.
–Tudo bem. — Ela e começa a chorar. — Vamos parar. Parece certo para mim. Parece certo para você?
Eu concordo com a cabeça. Ela se afasta chorando e eu fecho os olhos e sinto lágrimas caírem também. Eu queria me aproximar dela e cuidar dela, mesmo que isso não fosse dar certo

Flashback off

–Vá. — Sam fala.
–Obrigado, cara. — Eu falo sorrindo e corro me afastando.
Eu saio correndo e vou até o estacionamento e vejo Rachel indo em direção ao seu carro. Seus olhos estavam vermelhos por que ela estava chorado, por minha causa. Eu queria a abraçar e cuidar dela.
–Sei que você acha que devemos parar, mas não quero desistir. — Ela fala com voz de choro e eu a encaro. — Mesmo que não saibamos o que é isso. Quero continuar. — Ela dá um passo em minha direção. — Por favor, vamos continuar? — Mais uma lágrima cai do rosto dela. — Antes de dizer não... Não diga não.
Eu vou até ela sorrindo e a puxo pela cintura para perto de mim a beijando, e sinto as mãos dela em volta de mim. Ela sorri entre o beijo e eu me separo sorrindo também.
–Me dê as chaves. — Eu falo.
–Aonde vamos? — Ela pergunta sorrindo.
–Não sei. — Eu falo a observando. — De onde viemos? Aonde vamos? De onde viemos?
–Cala a boca. — Ela fala rindo.
–Isso foi brega, não foi? — Eu falo rindo e saímos correndo pelo estacionamento rindo. — Vamos!
–Vamos! — Ela grita e eu a puxo para mim a parando e a beijando novamente.

Notas finais
muitos flashbacks mas pq eles são importante né gente hehehe PRÓXIMA TEMPORADA COMEÇA LOGO VIU *-*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.