Boys And Girls
25 02x07 - Noel
Notas iniciais
Finn
–Talvez eu tenha descoberto cedo demais. — Eu falo enquanto arrumávamos as decorações de natal na sala. — Eu tinha 5 anos quando o Noel me deu meu caminhão de bombeiros e um ursinho que cheirava como os cigarros do meu pai. Não era o Noel.
–Acredito nas coisas e não paro de acreditar. — Rachel fala. — Se me dizem que um gordo me dá bonecas todo ano, não questiono.
–Você seria meu pesadelo. — Puck fala. — Recebemos ordens rigorosas do Rabino Schmulie para falarmos nada até que a última criança descobrisse sobre o Noel. Arruinar o Natal é ruim para nós Rach.
–Seja o Noel real ou não, é bom ter algo para acreditar. — Sam fala e todos o encaramos.
–Você disse "Seja real ou não"? — Rachel pergunta.
–Você acredita no Noel? — Eu pergunto.
–Não. — Sam fala. — Se eu queria que ele fosse real?
–Ele não é real, Sam. — Eu falo para ele.
–Cala boca, idiota! Burro! — Ele fala. — Eu nem me im... Você é... Lá vamos nós. Olha quem fala, você é quem come maionese em dias de jogo.
–É assim que o Shark ganha. — Eu falo enquanto Sam me encarada do outro lado da sala bravo.
–Sammy, foi um bom menino esse ano? — Puck pergunta rindo ao meu lado.
Sam vem até Puck e os dois começam a brigar e se socarem. Até que um soco acerta o ouvido de Sam e ele grita.
–Trégua, trégua. — Ele fala com a mão no ouvido. — EU NÃO CONSIGO OUVIR NADA COM O OUVIDO ESQUERDO!
–Isso é possível? — Rachel pergunta.
–Peça para o Papai Noel te ajudar. — Puck fala rindo.
–EU DISSE QUE NÃO ESTOU OUVINDO DIREITO! — Sam grita.
–Alguém pode me dar carona ao aeroporto amanhã? — Eu pergunto. — Detalhes: é para San Diego, às 3h.
–Hoje é nossa única chance de passarmos o Natal juntos? — Rachel pergunta.
–Um grupo se reúne num sábado antes do Natal? — Puck pergunta.
–FOI MAL, NÃO DÁ, TENHO FESTA NO TRABALHO. — Sam grita.
–Há milhões de festas, é um quebra-cabeça... — Puck grita.
–É DISSO QUE VOCÊS ESTÃO FALANDO? — Sam pergunta. — NÃO É COMO SE EU PUDESSE OUVIR, PORQUE VOCÊ ME DEIXOU SURDO.
–Você está gritando. — Eu falo para Sam.
–COMO? — Ele pergunta.
–Slade e Sienna estão dando uma festa. — Puck fala. — Oshiro-san, vai dar carne de baleia.
–DO QUE ESTÃO FALANDO? — Sam pergunta.
–Cala a boca! — Eu falo para Sam.
–Sadie fará uma festa de biscoitos. — Rachel fala.
–Os gêmeos gorilas vão dar uma balada. — Puck fala.
–Vamos a todas as festas que pudermos. — Rachel fala. — Senão, ficarei em casa tentando não ligar para o Lucas.
–O QUE VOCÊ DISSE? — Sam pergunta.
–Eu vou morrer sozinha. — Rachel fala sorrindo. — E Feliz Natal. Temos que sair juntos.
–Odeio essa ideia. — Puck fala e eu concordo.
–Eu dirijo. — Ela fala.
–Estou dentro. — Puck fala.
–Vamos nessa. — Eu concordo. — Só funcionará se fizermos o "adeus Irlandês". Saímos da festa sem dizer "adeus". E peço a vocês para não serem esquisitos com minha namorada stripper, só porque é uma stripper.
–Você é o mais estranho. — Puck me fala.
–Devia parar de chamá-la disso. — Rachel fala.
–Ela é imprevisível e excitante, eu amo isso! — Eu falo e Rachel revira os olhos. — O velho Finn Hudson vive perigosamente agora. E mais, não transamos ainda e talvez aconteça hoje.
–ISSO EU ENTENDI. — Sam fala rindo. — O QUE VOCÊ DISSE?
1ª FESTA
Rachel
–FELIZ NATAL. — Sam grita ao entrarmos na festa. — FALEI MUITO ALTO?
–Puck. — Eu o chamo e ele se aproxima.
–Diga. — Ele fala.
–Uma palavra. — Eu falo. — Não falou com a Santana desde que ela entrou no carro.
–Não acredito que a chamou. — Puck fala.
–É minha melhor amiga. — Eu explico.
–Posso falar com você depois? — Santana pergunta para Puck.
–Quer pisar no que sobrou? — Ele pergunta.
–Que bom que somos maduros com relação a isso. — Ela fala revirando os olhos e se afastando.
–O que aconteceu? — A namorada de Finn pergunta.
–Nada. Ele disse que a amava. — Finn explica.
–Só queria passar a noite comendo muito e vestido de elfo. — Puck fala enquanto Finn e Angie se afastam. — É pedir muito? Mas estou aqui nesta festa lésbica do biscoito. Certo, Rach. Estou contando. Tem cinco minutos nesta maldita festa.
Finn
–Seus amigos são legais. — Angie fala.
–É, gosto deles. — Eu falo. — Moro com eles. Mas, falando sério, tem sido legal. Estou feliz que estejamos saindo e passando um tempo juntos.
–Sabe, quando conheci você, não achei que conseguiria aceitar isso. — Ela fala.
–Aceitar o quê? — Eu pergunto fingindo estar confuso. — Você ser uma stripper? Está brincando? Eu?
–Sim. — Ela fala rindo. — Está bem? Está suando um pouco.
–Sabe, nasci no lado errado da cidade. — Eu falo. — Já tive tétano três vezes na vida.
–Vamos transar? — Ela pergunta e eu a encaro surpreso.
–Vamos, mas tem gente aqui. — Eu falo.
–Não se sente bem fazendo sexo em público? — Ela pergunta.
–Com quem está falando? — Eu falo rindo. — Sou acostumado a tudo no sexo, isso é ridículo.
Puck
–Pode ao menos tirar o casaco? — Rachel se aproxima de mim.
–Não dá. Paredes em tom pastel me dão calafrios. — Eu falo.
–Olá. — Santana fala se aproximando.
–Olá. — Rachel fala sorrindo mas fica séria. -Minha nossa!
–O que foi? — Santana pergunta surpresa e Rachel nos puxa para ficarmos um do lado do outro e se esconde atrás de nós.
–É o Lucas. — Rachel fala. — Coloquem seus casacos. Vamos embora.
–Lucas, onde? — Santana pergunta.
–Está ali falando com uma mulher de sexualidade indefinida. — Rachel fala.
–Como está sendo, Rach? — Eu pergunto. — Ser forçada a passar um tempo com alguém que a rejeitou após ter revelado o seu amor?
–Droga, ele parece muito bem. — Rachel fala.
–Talvez ele apenas queira que todos se deem bem. — Santana fala.
–Se quisesse não teria agido como uma garota estúpida.- Eu começo a falar.
–Estou enlouquecendo. — Rachel fala.
–Estúpida? — Santana pergunta.
–Estúpida. — Eu afirmo e Rachel se levanta. — Abaixa! Ele vai te ver.
–Temos que sair daqui. — Rachel fala. — Onde estão todos?
Rachel vai atrás de Finn e Angie e nos juntamos, agora só faltava Sam e logo ouvimos os gritos dele. Até que vemos que ele está conversando com Lucas. Rachel se esconde atrás de nós.
–HEY, GALERA. — Sam grita. — SABIAM QUE O LUCAS ESTÁ AQUI.
Lucas nos olha e disfarçamos mas dá para ver Rachel abaixada.
–Rachel? — Lucas pergunta confuso.
–"Adeus Irlandês"! Vai! — Rachel fala se levantando e saindo com nós logo atrás dela.
2ª FESTA
Rachel
–Estamos todos juntos aqui. — Eu falo para Puck enquanto entramos na mansão. — Sem drama. Nada mal, Puck.
–Obrigado. — Ele fala.
–Vai tocar música eletrônica a noite toda? — Eu pergunto.
–O quê? — Ele parece ofendido. — É um DJ muito respeitado, que foi ator em "O Mundo é dos Jovens".
–Oi, Rachel. — Eu ouço e olho para trás vendo Lucas.
–O quê? Não. — Eu falo assustada. — Por que isso agora?
–Preciso falar. — Lucas fala.
–Como veio parar aqui? — Eu pergunto.
–Sam disse onde era a festa em troca de um exame auditivo. — Lucas fala.
–Sam te disse o quê? — Eu falo bravo e olho para Sam.
–O QUE? — Ele pergunta confuso.
–Rachel, me ouça. — Lucas me encara. — Quero você de volta, Rachel.
Eu o encaro e saio correndo e entro em um quarto que deveria ser o de hospedes com Sam e Puck atrás de mim.
–Ele quer um relacionamento, assim do nada? — Eu falo me sentando na cama.
–NUNCA SONHOU COM ELE RASTEJANDO DE VOLTA PARA VOCÊ? — Sam pergunta. — TODOS QUE JÁ FORAM CHUTADOS, JÁ SONHARAM COM ESSA PESSOA ESPECIAL RASTEJANDO DE VOLTA PARA ELES. QUAL É? É A FANTASIA DO PÉ NA BUNDA.
–Vamos trabalhar nesse termo. — Puck fala.
–Claro que sonhei. — Eu falo. — Nos encontramos em um hospital, em tempos difíceis. Pode-se perdoar muito em tempos difíceis.
–Isso é uma fantasia, Rach. — Puck fala. — As pessoas não mudam. Só acham que mudaram. Ele é um jogador. Pense nisso. Por que alguém bonito viraria médico?
–Rachel? — Ouço a voz de Lucas pelo corredor.
–Meu Deus! — Eu falo me levantando empurro os meninos para dentro do armário. — Vão, vão, vão!
Eu entro no armário com eles e fecho a porta.
–Rachel, eu não sei se está aqui. — Ouço a voz de Lucas. — Só queria te dizer que eu estraguei tudo. Sabe, fui àquela festa para vê-la. Sabia que estaria lá porque vi os comentários no Evite. Se estiver aqui, desculpe se parece ensaiado. É a terceira sala em que falo.
–O QUE ELE ESTÁ DIZENDO? — Sam pergunta e Puck o encara bravo. — QUERO...
–Calado, Sam! — Eu falo.
–Rachel? — Lucas pergunta agora mais perto e eu abro a porta.
–Não. — Eu falo me aproximando dele. — Acha que é só voltar e que estarei esperando você?
–Não, claro que não, digo... — Ele me encara. — Eu tinha que tentar.
–Tarde demais. — Eu minto. — Estou apaixonada.
–O quê? — Ele pergunta surpreso.
–Pelo Sam. — Eu minto e Puck segura a risada enquanto Sam meche em seu ouvido.
–O que? — Lucas pergunta confuso e eu puxo Sam pro meu lado.
–Temos dormido juntos. — Eu falo.
–NÃO SEI O QUE HOUVE. — Sam fala percebendo o que estou fazendo. — FOI TÃO RÁPIDO E TÃO PROFUNDO.
–O relacionamento. — Eu falo sorrindo sem jeito.
–SABE, AS VEZES QUANDO ESTAMOS JUNTOS, AS COISAS FICAM DURAS. — Sam fala e eu o encaro confusa.
–E como ficam. — Eu falo.
–É! — Sam grita.
–Eu não sabia... — Lucas fala sem jeito.
–O QUE ESTÁ HAVENDO. — Sam pergunta confuso. — ACHO QUE NÃO ENTENDI ALGO.
Sam
Lucas passa um pouco de água no meu ouvido e eu sinto ele voltando ao normal.
–Valeu mesmo, cara. — Eu falo para ele.
–Não que eu pense sobre isso, não estou surpreso sobre você e a... — Ele para. — Três colegas de quarto homens. Sendo honesto com você, você era o que mais me ameaçava. Tem o Metrossexual e o cara da camisa suada.
–Do que estamos falando? — Eu pergunto confuso.
–Trocaria de corpo com você sem hesitar. — Lucas fala. — Posso perguntar uma coisa? Como você a conquistou?
Eu entendo tudo e ando com Lucas atrás de mim até Rachel.
–Rachel. — Eu a chamo.
–Sim. — Ela percebe que eu estou com Lucas. — Sim, meu amor.
–Querida, ambos sabemos que estamos infelizes há tempo demais. — Eu falo e jogo minha cerveja na roupa dela.- Não sou apenas um veículo para a Cidade do Prazer. Desapareça. Isso é para seu próprio bem. Diga adeus ao paraíso, querida!
E eu saio.
Rachel
–Não estávamos namorando. — Eu admito para Lucas.
–Percebi isso. — Ele fala.
–Lucas, o que devo pensar? — Eu pergunto. — Devo acreditar em você quando, de repente, você vem dizendo que quer consertar as coisas? Quero acreditar em você, mas me sinto tão... — Ele se aproxima e me beija mas eu o empurro. — Não. Não! Por que acha que pode simplesmente me beijar?
–Achei que fosse o certo... — Ele fala.
–Somos só isso para você. — Eu falo com lagrimas nos olhos..
–Isso não é verdade, Rachel.
–Não. — Eu falo. — Sempre sou tão ingênua. Para mim chega. Para mim chega! Cansei.
–Eu entendo. — Ele fala. — É muito tarde. Pisei na bola.
–É. — Eu concordo. — Você pisou na bola.
–Bom, vou embora. — Ele fala. — Feliz Natal.
–Não! — Eu falo. — Eu vou embora.
3ª FESTA
Finn
–Oi. — Eu falo me aproximando de Rachel que estava sentada em um sofá sozinha. — O que está fazendo aqui?
–Eu tinha um cara... — Ela fala.
–Sim, você tinha. — Eu concordo.
–Eu gostava muito dele. — Ela fala. — Estou certa em não acreditar nele, certo?
–Na verdade, não sei. — Eu falo. — Acho que é o tipo de garota que um cara lutaria para ter.
Puck
–Só queria achar uma maneira de agradecê-lo por dizer que me amava. — Santana fala para mim. — Mesmo que eu fosse a pessoa errada.
–De nada, Santana. — Eu falo magoado. — Mas o amor é idiota, certo? É uma mentira. Uma bobagem.
Rachel
Eu estou dirigindo em direção a próxima festa, Puck está ao meu lado e Santana, Sam, Finn e Angie estão atrás. Finn e Angie estavam se beijando e isso me dava enjoo. Eu viro o carro bruscamente.
–Que diabos? — Puck grita.
–O que está fazendo? — Santana fala.
–Desculpem-me, acho que cometi um erro quanto ao Lucas. — Eu falo. — Eu devia voltar.
–Não cometeu, Rachel. — Puck fala. — Fez a coisa certa.
–Você está certo. — Eu falo mas é tarde demais porque a policia está atrás da gente nos pedindo para para. — Não!
–Vamos ser presos. — Puck fala.
–Rachel, está fedendo bebida. — Santana adverte.
–Sam derramou uma bebida em mim. — Eu falo brava enquanto paro o carro.
–Ligue o ar condicionado. — Santana fala.
–É só tirar a jaqueta. — Finn fala.
–Vamos ser presos! — Puck fala.
–Oficial, sei como isso parece e cheira, mas te asseguro, nunca pegaria o volante de um veículo se tivesse bebido nem que fosse uma gota. — Eu falo para o policial quando ele para na minha janela, ele era negro, gordo e tinha uma barba grande. Esta tem sido
a noite mais louca. E não vou chorar porque acredito em violações de trânsito e em pagar sua dívida com a sociedade, mas você tem de acreditar...
–Acredito em você. — O policial fala.
–Acredita? — Eu pergunto surpresa. — Por quê?
–Rachel, fique quieta. — Puck fala.
–Às vezes, as pessoas dizem a verdade. — O policial fala. — Dirija com cuidado e bom feriado.
Ele se afasta voltando para o carro dele e todos nós ficamos quietos surpresos.
–Aquele era...? — Eu falo.
–Papai Noel. — Sam fala.
–Noel negro. — Finn fala.
–Nós vimos o Noel. — Angie fala confusa.
–Era o Noel negro. — Sam fala sorrindo.
–Papai Noel não é real. — Puck fala.
–Presidente negro, Noel negro. — Sam fala rindo.
–Não era o Papai Noel negro! — Puck grita irritado. — Isso é um absurdo.
–Eu sabia, eu sabia! — Sam fala. — O que ele está fazendo? Ele deveria estar em casa se preparando.
–Eu acredito! — Eu grito. — Eu acredito no Lucas e quero vê-lo.
–Para o Polo Norte negro! — Sam fala rindo.
–Papai Noel negro? — Puck pergunta. — Estou de saco cheio de andar com cristãos. Este é o meu último Natal Cristão.
Finn
Chegamos ao hospital infantil e vamos todos para a recepção.
–Olá, estou aqui para ver... — Rachel fala.
–Tem familiares no hospital? — O atendente pergunta.
–Não. — Rachel fala.
–Então está aqui para ver ninguém. — Ele fala. — Acabou o horário de visitas.
–É Natal! — Rachel fala e se vira para nós. — Certo, novo plano. Somos um coral.
Angie vai até o atendente.
–Chiclete? — Ela oferece e ele pega. — Peitos?
Ela ergue a camiseta mostrando seus peitos e o atendente encara surpreso.
–Obrigada! — Rachel fala enquanto entra correndo com nós logo atrás dela.
–Para sua informação, estou bem com o que aconteceu. — Eu falo voltando e Puck volta junto e fica encarando os peitos dela.
–Puck, vamos. — Eu falo o puxando mas Sam vem para ver também e eu o puxo.
Puck
–Rachel, ainda acho que é um erro. — Eu falo para ela enquanto andamos pelos corredores perdidos. — E se ele te machucar novamente?
–Às vezes as pessoas são honestas, Puck. — Ela fala.
–Obrigado, Professora Clichê, bem a tempo para o feriado. — Eu falo.
–Esperem. — Ouvimos e nos viramos vendo um policial.
–Coral. — Rachel fala e a encaramos, então começamos a cantar uma canção de natal.
E era incrível como as nossas vozes juntas eram ótimas. Estava ficando bom! Nos olhamos estranhando o quão bom éramos. Até que Lucas aparece no corredor vestido de médico e ao ver Rachel sorri. Eu e Santana nos olhamos e sorrimos. Finn e Angie se abraçam e Sam canta dançando. Rachel grita e sorri para Lucas. Quando percebemos havia varias crianças no corredor nos vendo e todos aplaudem sorrindo.
–Muito bom. Obrigado. — Finn fala sorrindo.
–Obrigado. — Eu falo.
–Todos, voltem aos quartos. — Lucas fala. — Eu conheço esse pessoal. Tudo bem. Obrigado.
–Certo. — O policial fala se afastando e as crianças voltam junto com as enfermeiras para os quartos.
Rachel
–Você voltou. — Lucas fala sorrindo e se aproximando.
–Sim... — Eu falo corando.
–Rachel, sei que não acredita em mim, mas quando nos conhecemos, eu... — Ele começa a falar nervoso. — Essa garota tinha acabado comigo.
Eu o puxo e o beijo.
–Acredito em você. — Eu falo quando me separo, mas volto a beijar ele novamente.
–Está em um hospital, então... — Puck fala.
–Muitas mãos. — Santana fala.
–Doutor, vai com calma. — Finn fala.
Puck
–Táxi para a próxima festa? — Sam fala enquanto saimos pelo corredor, só eu, Sam e Santana.
–Sim. — Eu falo. — Santana, você vem? — Eu ergo o braço mostrando a pulseira que ela me deu. — Tem uma parada de táxi... Talvez por ali... Pode ser por ali, não sei. — Eu falo sorrindo e ela sorri. — Eu não dei a pulseira, você sabe. Eu nunca faria isso.
–Feliz Hanukkah. — Ela fala.
–Feliz Festival da Lua, Sants. — Eu falo.
–Não, mesmo. — Ela fala.
–Feliz Carnaval. — Eu falo.
–É melhor parar. — Ela franze a testa.
–Onde estão Finn e Angie? — Sam pergunta.
–Em um hospital de crianças. — Santana fala com nojo.
–Animais sexuais. — Eu concordo.
–Sem vergonhas, muito sem vergonhas. — Sam fala.
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