Notas iniciais
AEEEEE vamos ler? sauhsuahsau capitulo focado mais em Pucktana tem um pouco de Finchel tbm obrigada pelos reviews *-*

Santana

–Saúde. — Puck fala deitando ao meu lado, enquanto eu me recupero. — Pela transa. — Eu o encaro. — Fui como um rio. Sentiu aquilo? Sentiu eu a levando pela correnteza do meu corpo? Você era como uma canoa no meu corpo-rio. — Eu não acredito que eu transei com ele, de novo. — Como se desse para navegar com esses seios. Peitos.

–Queria uma palavra pra descrever satisfação e auto aversão. — Eu falo arrependida.

–Nunca vi uma mulher morder seu próprio ombro. — Ele fala.

–Essa foi a ultima vez! — Eu falo me levantando.

–Disse isso duas vezes ontem. — Puck me fala sorrindo. — Você vai voltar. Sou sua droga. Você precisa desse gostinho nas suas veias. Puck e o dano causado.

–Só me tire daqui sem que ninguém me veja. — Eu imploro começando a me vestir.

Puck

Santana sai e eu fecho a porta da sala sorrindo satisfeito.

–Puck? — Eu ouço a voz de Rachel e me viro a vendo na sala. — Estava com uma convidada sexual? Foi a mesma da outra noite?

–Não sei de nada. — Eu falo.

–É a mesma! — Eu afirmo sorrindo. — Você dormiu com uma mulher duas vezes seguidas? Foi um engano? Ela estava disfarçada? Hey Finn! Puck dormiu com uma mulher duas vezes! Estou te devendo 5 dólares.

–Ouvi a porta abrir as 3 da manhã. — Finn fala aparecendo na cozinha. — Eram sons do amor verdadeiro, mas foi sua melhor transa.

–O que aconteceu com ela? — Sam fala aparecendo também e rindo. — Adoro encontrar elas. Gosto de fingir que sou seu amante secreto. "Droga Puck! Na nossa cama? Onde nos depilamos? Sempre o amei, você é o meu bebê."

–Você não é meu tipo. — Eu falo rindo.

–Vai ter uma terceira vez? — Rachel pergunta incomodada e Finn a encara confuso. — Quem é essa vadia? Eu quero conhecer ela.

–Não vou a exibir como meu troféu. — Eu falo. — Vocês me conhecem, sabem que eu não sou assim.

–Qual o problema, ela é corcunda? — Finn pergunta.

–Membros de anão? — Sam pergunta.

–Gorda? — Finn fala rindo.

–Ela é uma mulher muito bonita. — Eu falo sorrindo.

–É outra ruiva gorda? — Finn pergunta.

Rachel

–A Dianna me mandou um cacto. — Finn fala para mim e Sam, estávamos sentados na sala e observávamos a planta em cima da mesa de centro. — Ela não atende minhas ligações desde o dia dos namorados e agora me mandou isso. É oficial, nós terminamos.

–Quem falou isso? — Sam pergunta. — Foi o cacto? É um cacto vidente?

–Porque você regou ele? — Eu pergunto confusa.

Eu dou risada e Finn me encara confuso e eu fico séria.

–Rachel você não entendeu! — Ele fala pegando o vaso e se levantando. — Esse cacto é como um símbolo do meu relacionamento com ela.

O cacto escorrega da mão dele e cai, sujando o chão.

–Ai meu Deus. — Eu falo segurando o riso.

–Eu não vou desistir. — Finn fala e eu paro de sorrir o encarando magoada. — Eu vou reconquistar ela.

Puck

–Alô? — Eu atendo o telefone após sair do banho.

–Onde você está? — Eu ouço a voz de Santana perguntar.

–Olá Lopez. — Eu falo sorrindo. — Recebeu meu e-mail?

–Estou na frente do seu apartamento. — Ela fala suspirando. — Sei que disse que a ultima vez era a ultima vez mas... Você quer descer?

–Sim, eu quero. — Eu falo animado mas fico sério novamente. — Vou descer parece legal. Tudo bem.

Eu desço e vou até o carro de Santana.

–Podemos subir e brincar de upa upa no Puckeman? — Eu pergunto.

–Você falou que todos estão em casa. — Ela revida.

–Tudo bem, e a sua casa? — Eu pergunto.

–Não opção no momento, todas as minhas amigas modelos estão la... — Ela fala. — São doze modelos em dois quartos, com uma sala com russas famintas.

–Santana! — Eu falo animado. — Por favor, vamos lá!

–O que acha do bom e velho sexo no carro? — Ela pergunta.

–Não consigo fazer os movimentos. — Eu falo e ela revira os olhos. — Eu gosto de improvisar com meu corpo. Sou como um floco de neve, cada noite comigo é uma experiência única.

–Tudo bem, vamos fazer ou não? — Ela grita irritada. — Porque preciso disso agora mesmo! Não tem um banheiro por perto que podemos usar?

–Eu estou parecendo um prostituto europeu? — Eu pergunto confuso.

Finn

–Dianna. — Eu falo abrindo a porta da casa sorrindo aliviado. — Você veio.

–Tudo bem? — Ela pergunta confusa.

–Sim, eu estou bem. — Eu falo.

–Tem certeza? — Ela pergunta. — Eu não quis dizer nada...

–Eu sei, foi tudo coisa da minha cabeça. — Eu a interrompo. — Pra me dizer que eu não consigo cuidar de uma planta normal, e se pensar bem eu não consigo. Sou melhor com bebês. — Ela arregala os olhos. — Não que eu queira um bebe com você agora, eu até nos vejo com filhos, mas no futuro...

–Podemos não... — Ela começa. — Eu acho que devemos terminar. Eu sei, eu não percebi quando mandei o cacto, eu sei lá eu pensei que devemos parar com isso. Eu sinto muito.

–Eu estava certo sobre o cacto. — Eu falo sem graça e ela me encara com pena.

Rachel

–NÃO! — Finn grita entrando no meu quarto me acordando, eu me sento rapidamente, era de madrugada. — Porque não podemos todos nos amar, certo?

–O que está fazendo? — Eu pergunto confusa.

–O amor é um mito! — Finn fala. — Porque a terra é tão grande eu sou tão pequeno? Viva a terra! Ser otimista? Aprender? Vamos todos morrer sozinhos então, qual o sentido.

–Finn. — Eu ia começar a falar quando ele vem até a cama se deitando no meu colo chorando.

–Estava certo sobre o cacto. — Ele fala e eu o abraço sem jeito.

Santana

Eu estaciono o carro e espero Puck sair.

–Aqui? — Ele pergunta. — Você vai me deixar aqui? Estamos a quilômetros de casa!

–Não quero ser vista com você. — Eu falo revirando os olhos.

–Vou ter que voltar correndo. — Ele fala irritado.

–Se eu fosse você começaria logo! — Eu falo. — Ou nunca vai chegar antes do amanhecer.

–Tudo bem se não contar para ninguém sobre nós. — Ele fala. — Mas não pode me ligar a qualquer hora me intimando para transar. Estou sem controle! Tive um dia estressante no trabalho! É como se estivesse arrancando meu pinto mental. Eu estou quebrado.

–Ok Puckerman. — Eu começo a falar. — Você precisa aprender a respirar e se acalmar. Só estamos sendo espontâneos.

–Palavras que não descrevem os Puckerman. — Ele começa a falar. — Espontâneo, flexível e calmo. Sou como um fuzileiro.

–Nem de longe. — Eu falo irritada.

–Claro que sou, quer saber, vou sair daqui. — Ele fala irritado saindo do carro.

Notas finais
suasuahsua] QUERO REVIEWS BASTANTE SE NÃO FICO TRISTE NÃO POSTO!