Boys And Girls

12 01x12 - Homem Chique


Notas iniciais
desculpem a demora é pq esses capítulos são grandes então não sei quando vou postar esses.... não tenho programação para minhas fics já que os capitulos dessa é gigante. vamos ler?

Rachel

Eu estava trabalhando em no bar quando um homem se aproxima.
–Com licença. — Ele fala se sentando no balcão.
–Oi. — Eu falo me aproximando dele.
–Sou Will... — Ele fala percebo o sotaque britânico. — Eu queria um...
–Eu sou a Rachel. — Eu falo pegando um copo e espero ele pedir algo.
–Desculpe, é que eu acabei de Londres, e estou por fora das coisas. — Ele fala confuso.
–Ah, você se divertiu? — Eu pergunto sorrindo animada.
–Não... — Ele fala. — Assessorei uma fusão.
–Claro. — Eu concordo nem imaginando o que é isso.
–Que tal nós bebermos um pouco de cerveja? — Eu pergunto. — Caso não goste, da próxima vez que vir aqui pode escolher outra coisa...
–Eu nunca mais vou voltar aqui. — Ele fala e eu o encaro. Ele deveria ser aqueles riquinhos metidos a besta que se acham melhor do que todos. — Eu só passei porque precisava de algo pra beber urgentemente, e como eu patrocino esse bar...
–Ah então você é o nosso "patrocinador". — Eu falo.
–Ás vezes ajudar a bancar bares em partes pobres da cidade dá dinheiro. — Ele fala. — Afinal essa imundice está sempre cheia de bêbados, é como uma caridade para eles, já que não é nenhum investimento.
–Vá se foder! — Eu falo brava e ele me encara surpreso. — Todos as pessoas que vem aqui, todas elas são normais pessoas querendo beber um pouco.
–Rachel, sua vadia! Encha o meu copo. — Um dos bêbados frequentes diz caindo de costas logo depois e eu continuo a encarar Will só que com um pouco menos de dignidade agora.

–Ele é o nosso maior e único "patrocinador" Rachel. — Kurt o dono do bar me fala na cozinha logo depois.
–Recebemos o dinheiro e temos que obedecer ele? — Eu pergunto brava. — Devo renunciar a minha integridade?
–Exatamente! — Ele fala e eu franzo a testa. — Precisamos do dinheiro!
–Deixe ele parar de doar! — Eu falo. — Quer saber, eu mesma arrecado o dinheiro!
–Você vai subir no balcão e dançar pelada? — Ele me pergunta e eu ergo uma sobrancelha. — Não seria o suficiente! Você vai no escritório dele dizer que estava errada, e pedir desculpa! Não o deixe parar de doar! — Antes dele sair ele volta. — Quando ele estava gritando ele fez aquilo com a boca? Sabe aquele sorrisinho quando ele fala?
–Isso é muito estranho de se falar. — Eu falo.
–Peça desculpas! — Ele fala e eu reviro os olhos.

Finn

–Preciso me humilhar. — Rachel fala fazendo bico, estávamos na mesa da cozinha comendo. — Odeio isso! Penso nisso o tempo todo.
–Sério? — Eu pergunto confuso.
–Sabe quantas vezes eu me humilho diariamente? — Puck pergunta para ela. — Chega a ser obsceno.
–Esse é o problema, Rachel. — Eu falo. — Gente rica! Estamos aonde eles querem sugando as tetas do consumismo.
Ela faz cara de nojo.
–Ele pode tirar a doação, por isso estou um pouco... — Ela fala.
–Culpe a sua menstruação. — Puck a interrompe. — Eu já fiz isso antes. Todos sabiam que eu estava mentindo, obviamente, mas não teve importância, porque eles sabiam que eu tinha me humilhado, e no fim do dia, respeitaram isso.
–Acho que deveriam sugerir um simples pedido de desculpa. — Sam fala se aproximando. — Não estamos nos entendendo, mas vou dizer uma coisa, acho que deveria se desculpar como um ser humano.
–Não! — Ela aponta para Sam. — Não! — Aponta para Puck e aponta para mim sorrindo. — Escolho o Finn! — Eu sorrio. — Eu não preciso me desculpar!
–Vá até o escritório e diga: Você não pode mandar em mim! Não sou escrava do seu dinheiro. — Eu falo animado.

Rachel

–Estou indo para o escritório dele! — Eu falo enquanto dirijo pelo viva-voz com Finn e Puck. Eu ouvia eles pelo fone de ouvido com microfone conectado ao meu celular — Tenho um discurso que escrevi e quero praticar!
–Por que você está ouvindo o Finn? — Puck pergunta. — É uma péssima ideia.
–Protocolo fantasma, cara. — Finn fala.
–Você está usando o meu celular. — Ele fala. — Não é protocolo fantasma, é você usando o meu celular!
–É uma chamada em grupo. — Finn fala. — Eu estou falando na sala e essa caixa recebe o som.
–OK, eu vou começar com uma citação contra o darwinismo social e uma discussão sobre a idade dourada, os barões da grande sociedade, e como acabamos com uma diferença social, então eu finalizo com a versão clássica do inimigo publico: "Luta pelo Poder" — Eu explico.
–Final ruim. — Finn fala e o carro começa a zumbir estranho.
–O que é isso? — Puck pergunta. — Dirige um cortador de grama?
–Não, é apenas o meu carro. — Eu falo parando no acostamento ouvindo várias buzinas.
–Essa é uma grande oportunidade, você precisa se perguntar, aonde está indo mesmo? — Finn fala.
–Compre um carro novo! — Puck fala.
–Não precisa! — Finn fala.
–Ah meu carro quebrou. — Eu falo saindo do carro. — Podem vir me ajudar a empurrar?
–Sim, estamos indo. — Puck fala e eu bato a cabeça no carro pois sei que eles não viram.
–Posso ajudar? — Eu ouço uma voz familiar e olho para trás tirando um dos fones do ouvido.
–O quê? — Eu pergunto confusa. — Oi.... Will... Como sabia aonde eu estava?
–Estava dirigindo e vi você. — Ele fala. — Meu escritório é aqui perto.
–Que coincidência. — Eu minto sem jeito. — Eu não fazia ideia. Estranho.
–O que aconteceu com o carro? — Ele pergunta.
–Ele parece uma celebridade. — Ouço Puck falar. — O sotaque.
–Cala boca, Puck. — Finn fala.
–Só estou empurrando até o posto. — Eu falo sem jeito. — Falta um quilômetro mas tudo bem.
–Conheço um cara, ele vai chegar em dez minutos. — Will fala.
–Ah, não... — Eu falo sem jeito. — Eu posso me cuidar sozinha. Fui criada assim, pouco dinheiro, quando algo quebrava fingíamos que ainda funcionava. Uma das melhores lembranças foi empurrar o carro nas férias.
–O reboque está vindo. — Ele fala e agora que percebo que ele estava digitando no celular.
–É muito generosa da sua parte. — Eu falo. — Mas eu preciso do meu carro.
–Deixe eu ajudar. — Ele fala me dando chaves. — Pegue o meu.
–O quê? — Eu pergunto confusa.
–Pegue o meu. — Ele fala normalmente.
–Não... — Eu nego.
–Vamos pegue. — Ele insiste.
–Não sei dirigir carros que funcionam. — Eu falo sem jeito.
–Você pode devolver amanhã, vou dar um churrasco. — Ele fala. — Venha quando quiser. Vamos.
–Muito obrigada. — Eu falo sorrindo sem jeito enquanto ele me leva até seu carro. — Isso é maravilhoso. Devolverei lavado e encerado.
–É um super-herói? — Puck pergunta.
–Não! — Finn fala irritado. — É a Rachel e um estranho.
–Rachel. — Ele fala abrindo a porta para mim. — Te vejo amanhã. Para andar pise no da direita e para parar no da esquerda.
–Obrigada. — Eu falo sem jeito culpada.
–Qual o modelo? — Puck pergunta.
–Somos os 99%! — Finn grita irritado.
–É uma Mercedes? — Puck pergunta. — Ela liga apertando o botão? Tem um botão de ignição?

Santana

Eu e Rachel estávamos no banheiro, ela penteava o cabelo e terminava de contar a história sobre o seu dia.
–Então, ele me deu o carro. — Rachel fala estressada. — Só entregou as chaves. É muito... Gente rica! Sempre dando os seus carros. "Deixem eles devorarem os carros". — Eu a encaro com a sobrancelha erguida e sorrindo. — Sabe o que está fazendo? Está tomando o poder novamente, agora tenho que ir no churrasco, e em vez de estar em cima preciso me humilhar!
–Só um pensamento .- Eu falo me levantando. — E se ele gosta de você?
–Eu o odeio. — Ela fala.
–Ele é solteiro e carinhoso... — Eu falo rindo.
–Carinhoso? — Ela fala irritada. — Não! Ele não é carinhoso! Eu nunca ficaria com ele!
–Porque? — Eu pergunto.
–Porque ele é do tipo que tem armário de linho e aquecedor de toalha. — Ela fala. — Você me conhece! Eu só me atraio por quem tem medo de sucesso e pensa que algum famoso roubou sua ideia. Gosto de um oprimido.
–Jesse nem tinha lençóis. — Eu falo.
–Sim, ele dormia sobre as toalhas. — Ela confirma.
–Posso dizer algo que não vai gostar? — Eu pergunto mas não a deixo responder. — Talvez ele te assuste, pois você não precisaria cuidar dele, e sim ele de você e isso te apavora. — Ela ri. — Jesse usava sapatilhas!

Rachel

–Vou precisar do seu ódio por gente rica, ok? — Eu falo para Finn enquanto nos aproximamos da casa de Will. — Sangue nos olhos.
–Primeiro olhe esse lugar. — Ele fala irritado. — Aposto que tem um fosso, maldito riquinho. — Entramos na casa procurando a varanda. — Que corredor exagerado, que brega.
–Acho que estão nos fundos. — Eu falo enquanto entramos na cozinha.
–Olhe para esse lugar! — Finn fala. — Ta brincando? Tão exagerado.
–Vou encontrar o Will. — Eu falo. — Não mecha em nada.
Eu saio e vou até os fundos com a chave na mão pronta para ser entregue a Will.
–Oi Rachel . — Ele fala e eu me sinto incomodada no meio de tantos ricos.
–Olá Will. — Eu falo.

–Obrigado por vir. O mecânico disse que acabou a gasolina. Ele disse também que precisa trocar o óleo. — Ele fala.
–Primeiro: eu quero agradecer. — Eu falo corando. — E segundo eu sei que você banca o bar, mas...
–Acha que sou esnobe. — Ele fala.
–Não! — Eu falo corando. — Não tenho nada contra quem vive em mansões enormes.
–Rachel, eu tenho 42 anos. — Ele fala. — Eu fiz muito dinheiro e gosto de gastar.
–Will... — Uma mulher se aproxima puxando Will. — Venha contar daquela vez que você pariu um bebe.
–Pariu um bebê? — Eu pergunto confusa.
–Eram gêmeos na verdade. — Ele fala sorrindo se afastando.
–Gêmeos? — Eu pergunto confusa.

Finn

Estou esperando na sala sentado quando um homem entra nela, eu me levanto sem jeito.
–Sou o Nick. — Eu falo sem jeito.
–Amigo da Rachel... — Ele fala com sotaque britânico e eu percebo que ele é o Will.
–Colega de quarto. — Eu falo para parecer mais importante do que é.
–Quando eu tinha sua idade eu era cabeludo e vivia vendendo o meu sangue. — Will fala rindo.
–O que aconteceu? — Eu pergunto colocando as mãos no bolso. — Um dia acordou e tinha tudo?
–Percebi que queria crescer. — Ele fala e eu o encaro. — Isso foi o que aconteceu.

Rachel

Não posso explicar muito bem como aconteceu mas em um momento eu estava na beira da piscina e no seguinte eu estou dentro dela. Eu saio rapidamente enquanto todos me olhavam e ali não era nem de longe o meu lugar.
–Rachel... — Will fala vindo me ajudar e eu o encaro.
–Will eu quero dizer que eu não me arrependo do que disse, porque aquele bar me sustenta muito bem há tempos. Tudo bem se você tirar a doação, não vou me arrastar.
–Por que acha que eu vou tirar? — Ele fala. — Eu não faria isso.
–Ah meu Deus. — Eu falo corando e saindo correndo.
–Rachel, espera! — Will grita.

–Porque estamos indo embora? — Finn pergunta enquanto andamos para fora da casa. — Porque está molhada?
–Eu quero ir embora porque nós não pertencemos a esse lugar! — Eu falo irritada.
Eu paro e me lembro do que Santana disse. Ele podia gostar de mim, por isso ele foi tão gentil. Eu deveria lhe dar uma chance. Mas o real motivo de não ter feito isso é eu estar esperando Finn falar do nosso beijo, era por isso que eu estava o escutando, de alguma maneira pensei que isso era ciúmes. Mas ele nem se lembra. Eu devo ter me iludido mesmo, eu precisa ser adulta.
–Rachel? — Finn pergunta e eu me viro voltando para dentro da casa indo atrás de Will.

–Te encontrei, eu estava procurando por você! — Will fala ao me ver andando em direção a ele.
–Ok. Me escute. — Eu falo corando. — Eu não estou acostumada com pessoas que tem tudo isso. Acho que você me assusta.
–Não tenho muita coisa. — Ele fala rindo. — Nem sei como lidar com uma linda garçonete de um bar que eu "patrocínio". Eu apavorei e fui arrogante a tratando mal. — Eu sorrio. — Rachel você gostaria de sair comigo?
–Claro. — Eu falo sorrindo
–Que bom. — Ele fala sorrindo aliviado.
–Devo mandar uma mensagem? — Eu pergunto confusa.
–Não... Eu ligo. — Ele fala sorrindo e eu percebo o quão lindo ele é.
–Ótimo. — Eu falo sorrindo corando me afastando e acabo tropeçando e caindo na piscina novamente.
–Rachel! — Finn grita se aproximando começando a tirar a roupa pronto para pular. — Por que está na piscina?

Notas finais
o que acharam???? QUERO REVIEWS :'D me sigam no twitter: @BearDoT3ddy :*