Notas iniciais
Oi, Aí que vergonha de vocês. Mas, gente, acho que a Lei de Murphy me pegou. Primeiro veio o fim do semestre, depois fiquei sem PC, ficou complicado até para fazer meus trabalhos, quase passei a morar na universidade, pq precisa usar o computador. Enfim, estou no computador de meu pai, que esta de férias e passa agora o dia praticamente batendo o baba com os amigos, ele viu meu sofrimento e me emprestou o note, até o meu chegar, que deve ser ainda essa semana. Enfim, tinha uma pequena parte escrita já, aí completei o capítulo hoje, pouca coisa, mas queria postar logo. No twitter, tem fotinhas da Liz e da Sarah, (@MarinaArtista), quem quiser ouvir a música, é só colocar no youtube e procurar por My Girl, é a música do filme Meu Primeiro Amor.

A cabeça de Patrícia rodava, ela levantou ainda de olhos fechados e foi até o frigobar, pegou uma água e tirou um comprido da cartela, aquele era um santo remédio para ressaca, Roberto que tinha conseguido e aquele era o último da cartela, a loira foi até o banheiro lavou, o rosto e olhou para o espelho. Foi quando ela se deu conta que estava nua. Ela tinha bebido muito naqueles dias, mas até o momento não tinha ido para cama com ninguém. Ela então voltou no quarto e viu Tony e Luiza deitados na sua cama, ambos sem roupa:

Pat: PORRA! – Falou um pouco alto demais e com uma das mãos na cabeça.

Luiza: Aí minha cabeça! – Acordou sentindo o corpo doer. Olhou envolta e viu Patrícia olhando para ela, ainda com a mão na cabeça. – O que aconteceu?

Pat: É a mesma pergunta que eu tenho na minha cabeça. – Andou até Tony e acordou o rapaz, que assim como as duas estava na ressaca e não se lembrava da noite anterior. Eles começaram a colocar as roupas.

Luiza: Não podemos sair daqui todos juntos. Alguém pode ver.

Pat: Você vai primeiro.

Luiza: Não! E se alguém me ver saindo daqui? É melhor o Tony ir primeiro.

Tony: De jeito nenhum! Se a Marina vê? Ela me frita e ainda frita vocês. Lembra que ela falou que nada dos modelos dormirem entre si.

Pat: Eu vou. Ninguém vai estranhar me ver saindo do meu próprio quarto. Fiquem com o celular na mão. Em mando uma mensagem para vocês.

Patrícia saiu e foi para o corredor do lado. Vendo que não tinha ninguém, mandou uma mensagem para Tony, para ele sair. Mas, quando ele estava na porta, Vanessa e Flavinha saíram do quarto.

Vanessa: Tony? O que você esta fazendo no quarto da Patrícia?

Tony: Eu... eu... – Não teve tempo de pensar em uma resposta e Flavinha abriu a porta, vendo Luiza lá dentro.

Flavinha: Luiza?!

Vanessa: Luiza? Aí meu Deus! A Clara vai ter um ataque.

Flavinha: Cadê a Patrícia?

Luiza: Ela não esta aqui! – Ao ouvir o que Luiza disse, Patrícia ficou onde estava.

Flavinha: Esse é o quarto dela, como ela não esta aqui?

Luiza: Ontem ela não ficou bem, ainda na festa. E foi para enfermaria.

Vanessa: E vocês vieram para o quarto dela?

Pat: Mentir não vai ajudar Lu. – Disse aparecendo no corredor. – Você só esta se complicando!

Vanessa: Eu concordo. Até porque você iria colocar todos em problemas com a Clara e a Marina.

Luiza: Por favor, não contém para minhas tias. – Luiza pediu.

Flavinha: A gente só não quer problemas para nosso lado. Mas, não vamos contar. – Luiza agradeceu e Tony também. Assim que os mais novos foram cada um para seu quarto, Flavinha e Vanessa foram tomar um café, no restaurante do hotel e sentaram em uma mesa:

Flavinha: Por que eu estou com uma sensação nada boa sobre isso?

Vanessa: Eu também. Mas, acho que o melhor é ficarmos de fora. Se a Luiza acha melhor não contar as tias que passou a noite em um ménage, vamos deixar assim.

Flavinha: Eu sei baby, mas...

Vanessa: Mas, vamos mudar de assunto, porque olha quem vem ali. – Disse apontando para a fotografa e professora de dança que se aproximavam.

Clara: Bom dia meninas! – Disse com um sorriso no rosto. – Podemos ficar aqui com vocês?

Flavinha: A vontade. Mariana, por que você esta mancando?

Marina: É que eu cai.

Vanessa: Você vai tomar café em pé? – A fotografa puxou a cadeira lentamente e sentou, mas por mais que tentasse transparecer que estava tudo bem, ela sentiu dor ao sentar na cadeira fazendo Flavinha e Vanessa rirem.

Flavinha: Você caiu e a Clara esta com um sorriso no rosto. Não quero imaginar como foi essa queda.

Vanessa: Mas, eu imagino.

Marina: Será que podemos mudar o assunto? – Disse com o rosto vermelho.

Clara: Amor, são só a Vanessa e Flavinha, não tem porque ter vergonha.

Marina: Agora é que eu estou com mais vergonha ainda.

Já dentro do avião, o grupo parecia ter desmaiado de cansaço. Marina seguia praticamente deitada no colo de Clara, que estava tão cansada que quase não sobrava espaço para ter medo do avião. A viagem seguia tranquila para todos, menos para Luiza, que passava mal, ela não estava acostumada a ficar de ressaca.

Ao desembarcarem no Rio, Clara notou que a situação da sobrinha não estavam bem:

Clara: Lu, o que você esta sentindo?

Luiza: Minha cabeça esta rodando tia.

Clara: Você não pode ir para casa assim, Leninha vai morrer. Vem comigo.

Luiza: A casa da Marina já esta cheia. Eu posso me esconder em seu apartamento, ou na tia Ju.

Clara: Não. Gi, vem cá. — Já a irmã mais nova. — A Lu pode ficar no seu quarto hoje a noite? Assim, se ela tiver alguma coisa, você me chama.

Gisele: Sem problemas. Ela também é minha sobrinha agora. — Disse amigável.

A ida até a casa de Marina foi tranquila, elas foram recebidas com alegria:

Nick: Docinho, Sereia, Anjo, eu sentir saudades de vocês. Até de você, Erva Venenosa. — Disse olhando para Vanessa.

Vanessa: Não foi recíproco Nick. — Todos sorriram.

Marina: E como esta o loirinho da dinda? — Disse pegando Renatinho do colo de Rafael.

Rafael: Morrendo de saudades da dinda. Ele tem algo marcante de você, odeia a casa vazia.

Lua: Se fica tudo silêncio e ele esta acordado, começa a chorar.

Flavinha: Tem como a casa ficar silêncio com a Nick presente?

Lua: Aí esta a vantagem, nós ensaiamos muito, já que ele só parava de chorar quando nós cantávamos.

Flavinha: Ele tem algo do Rafa também, ama atenção. — Olhava para o sobrinho que apoiava a cabeça no ombro de Marina, enquanto passa a mãozinha no colo e a outra no ombro da fotógrafa.

Marina: Sei que chegamos agora, mais a gente podia ficar pela piscina, o dia estão lindo.

Clara: Esse é o meu amor, piscina é sempre a forma que ela encontra para descansar.

Nick: Estou sempre disposta a ver vocês de biquíni, então eu topo.

Luiza: Acho que vou passar, preciso mesmo é de um remédio.

Vanessa: Então você esta no lugar certo, porque eu tenho remédios mágicos, vou lá no quarto pegar e já voltou.

Nick: Bom, se você quiser, eu posso cuidar de você.

Marina: Longe da minha sobrinha Nick. — Todos caíram na risada e Nick protestou em vão.

Lua: Mudando de assunto... Teremos surpresas no final da semana.

Gisele: Odeio fofoca pela metade, conta logo.

Rafa: Fim da semana Gi. Tenha paciência.

A semana passou rápido, o trabalho no estúdio não foi grande, era basicamente selecionar as fotos. Na academia também não ouve muito trabalho, Clara procurou um administrador de sua confiança para assumir a sua academia, já que ela se dedicaria ao estudo das artes, acabou chegando a um antigo conhecido, alguém que a ajudou bastante quando abriu a academia. Juan, não era formado em administração, mas em Educação Física, era o melhor personal da academia de Clara e um grande amigo. Ele ficaria a frente de tudo junto com Luiza.

O fim de semana veio rápido e com ele a chegada de Liz e Sarah, duas das ex membros da banda de Luana. Liz, já era uma promoter muito reconhecimento, estava namorando, mas o namorado só chegaria na semana do casamento e Sarah ainda estava na residência de medicina e se dedicava exclusivamente ao trabalho, estava solteira. Todos ficaram felizes com a chegada das meninas, quem dormiam na nova casa de Rafael e Luana, mas passam o dia na casa de Marina. A fotógrafa logo deu um jeito de fazer uma festa para receber as amigas. Chegaram a conclusão que a festa seria a beira da piscina, durante o dia, pois ambas as amigas queriam aproveitar o calor do Brasil. Os convidados se resumiam ao pessoal do estúdio e da academia, a família de Clara, Roberto, Patrícia e Drica, Tony foi de penetra. Algumas pessoas do Galpão Cultural, já que Marina sempre passava por lá, uma vez que ela e Laerte eram amigo, Cadu que estava a frente do bistrô e tinha ganhado o respeito de Clara e Marina após o sequestro, conduzia o churrasco. Até um voz chamar a atenção de todos, ao começar uma canção bem conhecida:

I've got sunshine on a cloudy day
When it's cold outside
I've got the month of May
I guess you'll say
What can make me feel this way
My girl (my girl, my girl)
Talking about my girl (my girl)

I've got so much honey
The bees envy me
I've got a sweeter song
Than the birds in the trees

Well I guess you'll say
What can make me feel this way
My girl (my girl, my girl)
Talking about my girl (my girl)

Ooooh, Hooooo

Hey, hey, hey
Hey, hey, hey

Ooooooooo yeah

I don't need no money fortune or fame
I've got all the riches baby
One woman can claim

Well, I guess you'll say
What can make me feel this way
My girl (my girl, my girl)
Talking about my girl (my girl)

Talking about my girl
I've got sunshine on a cloudy day
With my girl
I've even got the month of may
With my girl

Todos olharam em direção a morena dona da bela voz, ela tinha um sorriso no rosto, enquanto todos a olhavam com surpresa:

Cecília: Senti sua falta, minha fotógrafa!

NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS

Marina olhava para Rafael com o terno de padrinho.

RAFAEL: Fiquei bonito?

MARINA: Ainda é o homem mais lindo que eu conheço. Eu ainda lembro de quando achava que você era príncipe encantado.

RAFAEL: Ainda te amo!

Notas finais
Beijos! Deixem reviews.