Born to Die
8 Like A Virgin
Notas iniciais
Ainda no elevador, Clara atirou Marina contra a parede e a beijou, ela passava a mão pelo corpo da outra, que gemia sem parar. Como o prédio não era grande, logo elas chegaram no andar de destino e mais uma vez Marina foi jogada contra parede, Clara a virou de costas e puxou o zíper do vestido da fotógrafa para baixo, ao sentir que ele estaca mais folga no corpo da mais nova, ela o tirou de vez , deixando Marina de calcinha e sutiã ainda na sala. Elas se livram dos sapatos e foram para o quarto da professora de dança. Desta vez que Marina desceu o zíper do vestido de Clara e esta ficou como a primeira, apenas de lingerie. Clara nunca não costumava a ser muito gentil na cama, ela empurrou a fotógrafa com tudo na cama, só então pode olhar Marina, um sorriso delicado surgiu nos lábios da morena, ela deitou de forma delicada e os beijos que antes eram agressivos, agora eram carinhosos, apaixonados, chegavam a ser inocentes, mas tudo com muita sensualidade. Entre beijos apaixonados ela se livraram dos sutiãs e quando os seios de ambas se encontram foi como tomar uma descargar elétrica, buscaram os lábios uma da outra, se perdiam durante os beijos. A boca de Clara começou a passear pelo corpo de Marina com uma certa inocência que Clara jamais tinha exercido, ela provava cada parte do corpo da moradora de Santa Tereza com deleite.
A boca da morena chegou até o seio da mais nova e Marina não conseguiu mais controlar os gemidos que se tornavam cada vez mais alto. Clara se aproveitou da situação de excitação da fotógrafa e entrou dentro dela. Com dois dedos ela começou a fazer movimentos de vai vêm lentos e Marina passou a se contorcer na cama. A fotógrafa chama atenção da dançarina e a trouxe para o beijo e mais outro e mais outro e mais outro, o fôlego de ambas iam se consumindo e quebrou o beijo, usando a língua enquanto descia pelo corpo de Marina. Ela retirou os dedos de dentro da fotógrafa e passou a usar a boca para explorar o sexo da artista, que involuntariamente abriu mais as pernas. Em outro movimento automático, Clara puxou Marina ainda mais contra sua boca, era como se ela quisesse devorar a fotógrafa por inteiro. A mais nova segurou firme os cabelos da morena, sua voz perdeu o controle e ela chegou ao orgasmo, que foi extremamente bem recebido pela boca de Clara.
Clara: Estou apaixonada por você. — Ela disse olhando nos olhos de Marina.
Marina: Também estou apaixonada por você. — Elas trocaram um selinho carinhoso e Marina caiu na risada.
Clara: Do que você esta rindo?
Marina: Estou me sentindo com uma menina que perdeu a virgindade. — Ambas tinham um brilho no olhar. — Foi a primeira vez que eu fiz amor. Eu nunca me entreguei a ninguém como a você.
Clara: Oh! Então é isso. Bom, eu também nunca fiz amor. — Confessou enquanto voltava dava outro selinho em Marina. Foi a deixa para esta virar o jogo e ficar por cima da mais velha.
Marina: Agora, é a minha vez de amar você.
Os beijos apaixonados voltaram, agora era Marina que estava no controle. A fotógrafa era delicada em tudo que fazia, nos toques, nos beijos, no como ela passou a acariciar o corpo de Clara, a beijar seus seios, tudo muito delicado. Até o modo no qual Marina penetrava a dançarina era delicado. Uma tortura incrivelmente prazerosa. A morena sentiu que atingiria o céu quando a boca de Marina tocou a sua boca. E Marina demonstrava satisfação ao ver a morena goza em sua boca.
Marina: Você é meu presente Clarinha! — Clara beijou os lábios a sua frente, sentia o próprio sabor na boca da fotógrafa.
Clara: Esta noite é a melhor de toda a minha vida! — Elas sorriram, se beijaram, Clara sentou com Marina no seu colo, de frente para si. — Mas, ela esta longe de acabar. Como eu disse mais cedo. Eu quero e vou te amar a noite toda! — Assim que falou, ela penetrou novamente Marina com os dedos. Aquela sem dúvida seria uma longa noite.
DOMINGO – MEIO DIA
Na cobertura de Chica, todos já estavam sentados na mesa, mas Clara não estava lá.
Chica: Alguém sabe da Clara, por que ela ainda não chegou para o almoço? — O almoço já estava sendo servido e nada da filha mais nova de Chica aparecer.
Helena: Eu liguei para o celular dela e deu caixa.
Chica: Se ela tivesse telefone fixo, iria ajudar.
Juliana: Ela é jovem, solteira, vive fora de casa. O celular é mais que suficiente.
Luiza: Isso não ficará assim por muito tempo. — Luiza falou despercebida.
Chica: Por que falou isso Lu? A Clara esta namorando?
Luiza: O que eu falei? — Disse voltando a realidade.
Chica: Sobre a Clara não ficar solteira por muito tempo. — Luiza, finalmente percebeu que falou demais.
Luiza: Não. — Disse imediatamente.
Ricardo: Agora eu fiquei confuso.
Thiago: A Lu deve estar falando sobre a Clara ser muito assediada. A minha irmã é linda.
Chica: Minha filha é linda mesmo. Não vejo a hora de ver a Clara com um bom marido e me dando netos. — Luiza, Helena, Juliana e Filipe abafaram o riso.
Enquanto isso, dois andares abaixo, duas mulheres dormiam abraçadas, completamente apagadas, devido a noite anterior.
UM POUCO MAIS TARDE
As duas acordaram já era quase quase. Tinham dormido durante toda manhã e parte da tarde. Tomaram banho juntas e depois Clara emprestou uma roupa para Marina e ambas foram para cozinha. Elas circulavam só de blusa e calcinha pela casa.
Clara: Ma, você quer que eu improvise um macarrão ou prefere comer algo congelado? Tem lasanha.
Marina: Vamos na lasanha Clarinha, estou com muita fome e a lasanha a gente só coloca no micro-ondas.
Clara: Ótima ideia. — Ela tirou a lasanha da caixa, ligou o micro-ondas e foi para frente de Marina que estava sentada em um dos bancos que ficava no galpão. Ela começou a beijar a fotógrafa, ficando no meio das duas pernas. Não demorou até os beijos das duas esquentarem. Ficaram assim até ouvirem o forno apitar. Mas antes de Clara e pegar a lasanha: — Eu quero fazer amor com você em cada cômodo dessa casa.
Marina: OBA! Isso significa que teremos vários encontros.
Clara: Com certeza! — Ela foi pegar a lasanha. — Até porque não serão apenas os cômodos daqui, tem os da sua casa também.
Marina: Eu disse! Sexo merece o primeiro lugar da nossa lista. — Trocaram mais um rápido beijo antes de partirem para lasanha.
AINDA MAIS TARDE
Ao parar em frente a casa de Santa Tereza, Marina pediu a Clara para descer do carro e passar a noite com ela. Como nenhuma tinha compromisso pela manhã, a morena aceitou. Elas foram direto para o quarto de Marina, não viram nenhuma das outras meninas. Pediram uma pizza e trocaram um amassos enquanto esperavam. Elas teriam mais uma noite agitada.
Eram praticamente 10:00 quando Marina ouviu batidas na porta de seu quarto. Ela e Clara levantaram e colocaram um roupão.
Flavinha: Desculpa, eu só quero saber se a Clara vai almoçar com a gente?
Marina: Como você sabe que a Clarinha esta aqui?
Flavinha: Vocês sumiram da festa, não apareceram a maior parte do dia e depois a porta do seu quarto apareceu trancada e ouvimos alguns barulhos durante a noite.
Clara: Olha Flavinha, eu peço desculpas no nome da Marina. — Virou para a fotógrafa. — Você tem que aprender a gritar menos. — Flavinha caiu na risada e Marina ficou vermelha.
Marina: Flavinha, nós tomaremos um banho e podemos almoçar todas em algum lugar.
Clara: Ma, se importa se eu chamar a Lu?
Marina: Não. Sei que ela é seu bebê.
Clara: Você pode ligar para ela Flavinha, diz que passo na faculdade?
Flavinha: Pode deixar. Mas, não demorem no banho. — Flavinha diz piscando para as duas.
ENTRADA NO RESTAURANTE
Clara e Marina tinham passado para pegar Luiza na faculdade e encontraram as amigas já na porta do restaurante.
Clara: Demoramos?
Vanessa: Não, mas é melhor entramos, estou com muita fome.
Marina: Vamos logo, porque a Vanessa com fome, ninguém merece.
Vanessa: Sem piadinhas Marina. — Elas estavam entrando no restaurante.quando um rapaz morena se aproximou do grupo:
Jorge: Luiza?!
Luiza: Jorginho! — Ela foi até ele e deu um selinho. — O que esta fazendo aqui?
Jorge: Voltando do dentista. Mas, eu que te pergunto, o que você faz aqui? E com ela? — Apontou para Clara.
Luiza: Ela é minha tia.
Jorge: Ela é uma aberração e aposto que essas outras aí tão são. Luiza deu um tapa na cara de Jorge que ficou transtornado.
Luiza: Nunca mais fale assim com a minha tia! — Ele segurou o braço dela:
Jorge: Escolha agora, eu ou a sua titia. Escolhe Luiza: eu ou essa sapatão nojenta!
Marina: Ei, vamos manter a calma, estamos no meio da rua. — Marina colocou a mão no ombro de Jorginho, queria apenas conter os ânimos que começavam a se agitar. Mas, ele girou o braça para se livrar do toque da fotógrafa e sua mão acabou pegando no rosto dela.
Clara surtou com a cena. A única coisa de Luiza viu foi Jorginho caindo na sua frente.
Clara: Há tempos que eu quero fazer isso com você. Sua criatura patética e preconceituosa. Você sempre foi arrogante, prepotente, age com se fosse o dono de minha sobrinha. Mas, não passa de lixo. Isso foi pela Luiza. Mas, isso... — Deu um chute no meio das pernas do rapaz que urrou de dor. — Isso, é para você nunca mais colocar as mão na minha mulher. — Ela abaixou e segurou ele pela camisa. — Espero que você não se esqueça disso! — E soltou o rapaz, que levantou e olhou para Luiza, esta se aproximou da tia e a abraçou.
Luiza: Ente você e minha tia, é lógico que eu escolho a MINHA TIA! Vai embora! Eu não quero te ver mais!
Jorge: Eu vou. Mas, não vai ficar assim. Clara, isso vai ter troco! — Ele saiu limpando a boca que sangrava.
NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS
Chica e Ricardo passavam de carro enfrente ao calção de Copacabana.
Ricardo: Não é a Clara ali?
Chica: É sim. — Clara conversava com Marina, só que como esta estava de costas, não foi reconhecida. — Este é o quiosque favorito dela. Esta sempre por aqui. — Ela olhou para Ricardo sorrindo e olhou de volta para filha. — Aí meu Deus!
Ricardo: Aí meu Deus! — Ricardo percebeu o Chica tinha visto e pensava na reação da esposa.
Chica: A minha filha, minha filhinha, meu bebê... estava beijando outra mulher? — Chica ainda não acreditava o que tinha visto.
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