Notas iniciais
Passem no twitter: @MarinaArtista. (informações sobre personagens) Pessoal, teve uma galera que sugeriram que a Luiza se envolvesse com uma mulher. Amo as sugestões de vocês, mas ainda não sei o que fazer em relação a isso. Qualquer ideia que tiverem, me avisem.

Vanessa: Eu adorei aquele soco! Foi lindo! — O que aconteceu foi deixado de lado para que elas pudessem aproveitar o almoço, agora elas riam sobre o acontecido.

Clara: Obrigada! — Disse brindando com Vanessa. — Eu faço Muay Thai.

Gisele: Não brinca?

Luiza: Temos incríveis professores de artes marcias na academia.

Vanessa: Eu acho uma ideia incrível. Lu, depois me diz os nomes dos professores, horários, turmas.

Clara: Todos são excelente professores. Mas, o Tuca, que ensina Muay Thai é uma máquina. Posso falar pessoalmente sobre você com ele. As aulas são terça e quinta e sexta pela manhã.

Vanessa: Obrigada Clara! Sabe, não é fácil namorar a Flavinha. Nunca se sabe quando vamos precisar de...

Flavinha: Vanessa é cheia de paranoia. — Flavinha tinha cortado Vanessa.

Clara: Eu acho que ela esta certa. Temos que estar preparadas para defender o que é nosso.

Vanessa: Sempre falo isso.

Flavinha: Você é ciumenta demais.

Clara: Vocês não conhecem o meu primo. Ele sim é ciumento.

Luiza: Só a Shirley para aguentar.

Gisele: Quem é ele?

Clara: Laerte.

Marina: Espera. Laerte Fernandes? O flautista?

Luiza: Ele mesmo.

Marina: Eu o conheço.

Luiza: Como assim? De onde?

Marina: Ano passado eu fiz uma enorme exposição em Londres. Ficamos seis meses por lá, só para fazer essa exposição.

Gisele: Foi um espetáculo.

Marina: Eu conheci o Laerte através de um amigo, que namorava com ele.

Luiza: Namorando um homem? Não sabe que ele era gay? Mas, ele esta com a Shirley.

Clara: Ele é bi. Mas, a única pessoa da família que sabe sou eu. A mãe dele, tia Selma, se souber que ele é bi morre. Além disso, o relacionamento com a Shirley é aberto. Ele fica com outras pessoas, geralmente homens. E ela também fica com outras pessoas, algumas vezes são mulheres.

Luiza: Shirley também bi?

Clara: É mais comum do que imagina Lu.

Marina: Enfim. Este meu amigo, ex do Laerte, me contava que se um homem ou mulher olhasse para ela, o Laerte surtava.

Clara: É sempre assim. Ele virou uma onça quando voltou do Brasil e descobriu que a Shirley foi para cama comigo.

Luiza: Você ficou com a Shirley?

Flavinha: Mas o relacionamento deles não era aberto.

Clara: Segundo o Laerte, por mais aberto que seja o relacionamento deles, não inclui a Shirley ficar comigo ou com outra pessoa da família. Disse que nesse caso, é muita traição.

Luiza: Ele é louco! — Elas pagaram a conta e foram saindo do restaurante.

Marina: Ei gente. E se eu também entrar no Muay Thai? — As meninas pararam, olharam para Marina e caíram não risada.

Clara: Ô minha linda. — Deu um selinho nela. — Você é uma lady.

Marina: Não vi graça nisso. — Disse fazendo bico.

SANTA TEREZA – NOITE

Gisele e Marina estavam no quarto da fotógrafa.

Gisele: Me fala vai? Como foi ficar com a Clara?

Marina: Ah Gi! Ela é incrível! E eu me sinto como uma menininha descobrindo o amor.

Gisele: Não acha que é um pouco cedo para chamar de amor? Quando vez você se empolgou com uma mulher e se decepcionou?

Marina: É diferente com a Clara?

Gisele: Não me diga!

Marina: É sério! Tem uma sedução e ao mesmo tempo que uma inocência que eu nunca experimentei em nosso em um relacionamento. Sem falar que eu nunca sentir essa necessidade de ter alguém para ficar juntinha, agarradinha e com a Clara eu tenho isso. Eu dormir com ela sábado e no domingo e hoje a minha cama já parece sem graça e fria. Eu a quero aqui. E não é só porque ela é incrível fazendo sexo. Aliás, fazendo amor! Porque junto com ela, eu faço amor. Eu a quero aqui porque eu quero sentir o cheiro dela, quero o corpo dela colado no meu. Aquele corpo lindo e quentinho que me faz sentir tão segura.

Gisele: Eu nunca te vi falando assim de mulher nenhuma.

Marina: É porque eu nunca sentir isso com outra mulher. Sabe, teve alguns momentos que eu acordei, apenas para ficar ali, admirando e eu percebi é justamente esta a visão que eu quero dormir e acordar tendo. A Clara do meu lado. Eu sei que nos conhecemos praticamente ontem, mas eu sei que é ela. É ela o amor da minha vida!

Gisele: Uau! Você esta mesmo apaixonada. Posso ver nos seus olhos. Eles estão brilhando tanto.

Marina: Eu estou muuuuito apaixonada!

Gisele: Já vi que logo vamos ter casamento.

Marina: Tomara Gi! — Ela abraçou a prima. — Mas, e você e o Murilo?

Gisele: Bom... Estamos nos conhecendo melhor. Amanhã mesmo, eu vou aproveitar que temos pouco trabalho no estúdio, para conhecer o trabalho dele. Conhecer mais um pouco dele.

Marina: O que ele faz?

Gisele: Ele e um amigo são sócios em uma empresa de turismo. Vou encontrar com ele e um grupo de turista lá no Jardim Botânico.

Marina: Jardim Botânico... Belo lugar para um passeio romântico. — Jogou uma almofada no rosto de Gisele.

LEBLON

Luiza estava no apartamento de Clara, deitadas no sofá cama que ficava em frente a TV, em uma salinha, estavam comendo brigadeiro.

Clara: Já perdi a conta de quanta vezes comemos brigadeiro por causa de uma fossa sua.

Luiza: Dessa vez eu não estou na fossa não. Estou com raiva. O Jorge passou dos limites. Não quero ver, nem falar nele.

Clara: Se você quer assim. — Disse colocando o brigadeiro na boca. — Rapazes a seus pés nunca faltou.

Luiza: Mas, é difícil encontrar uma cara legal hoje em dia.

Clara: Tente uma moça legal então.

Luiza: Só você para me fazer rir nessas horas.

Clara: É sério Lu. Além do mais, todo mestre Jedi precisa de um Padawan. E como agora eu estou praticamente fora de combate, preciso de alguém para me substituir.

Luiza: Procura outra. Não levo jeito para coisa.

Clara: Para ser pegadora ou lésbica?

Luiza: Você me ensinou que eu nunca devo me rotular.

Clara: Mas, nunca te vi desposta a sair como uma garota.

Luiza: Porque nunca tive interesses.

Clara: E se tiver?

Luiza: Tia, eu sou um produto mais seu que da minha mãe. Você me ensinou a amar o coração das pessoas. Que isso é o que importa. Eu não teria problemas se acontecesse. — Levou o brigadeiro a boca. — Mas, agora me fala sobre você e a Marina. Eu esperei te ver apaixonada e já adianto, se você não me chamar para ser dua madrinha de casamento, cortaremos laços.

Clara: E quem falou em casamento?

Luiza: Eu te conheço, você nunca se apegou, nunca se apaixonou e quando você fala da Marina, quando a vê, nossa, seu olhos ficam como se estives cheios de fogos de artifício.

Clara: É porque fico assim por inteira quando o assunto é Marina Meirelles.

Luiza: Viu? Basta olhar para você, para saber que a Marina é o amor de sua vida.

Clara: Lu, você acha que é muito cedo para que eu a peça em namora?

Luiza: Acho que é tarde. Você esperou muito tempo para que a Marina chegasse na sua vida. Se eu fosse você, a Marina passaria a se minha namorada no dia que vocês ficaram pela primeira vez. Não perdi mais tempo não.

Clara: Awn meu amorzinho! — Abraçou Luiza. — Acho que você vai ganhar outra titia!

TERÇA-FEIRA PELA MANHÃ

Clara entrou na academia e foi direto para sala de treino:

Tuca: Bom dia!

Clara: E aí Tuquinha? Estava mesmo querendo te pedir um favor.

Tuca: O que você mandar minha presidenta!

Clara: Tem umas amigas minhas querendo pegar sua aula. Posso trazê-las na próxima quinta junto comigo.

Tuca: Meu amor, você pode trazer quem você quiser. Aqui, eu sou seu escravo, você manda e eu obedeço.

Tuca entrará na academia 5 anos atrás para dar aulas de Muay Thai. Ele também lutava profissionalmente e já tinha vencido vários campeonatos. Era um dos melhores amigos de Clara. Tuca era bissexual, mas não era assumido, sabia que o mundo era cruel com os gays, principalmente no ramo das artes marciais, que era cheio de machões.

Tuca: Mas, e aí, essas amigas? Alguma para mim?

Clara: Duas são comprometidas. Uma é minha nova irmã que já tem o gatinho dela.

Tuca: Mais alguém? -

Clara: Talvez, mais eu não tenho certeza se a Marina vem não. Ela falou, só que eu não levo muita fé.

Tuca: Marina? É a primeira dama né?

Clara: Como você... — Não terminou, ele não deixou.

Tuca: Presidenta, a academia inteira não fala de outra coisa. Que a fotógrafa delícia Marina Meirelle roubou seu coração. — Clara sorriu. — Você não vai contar a verdade para mim?

Clara: É verdade sim. Mas, ainda não espalha para ninguém. Deixa eu pedir a Marina em namoro primeiro.

Tuca: Sim, mais e aí? A primeira dama vai ser minha aluna?

Clara: A primeira dama é muito delicada sabe? Uma bonequinha de luxo. Mas, como eu falei, quando ele viu a empolgação das meninas para entrar na sua aula e os meus elogios, ela se empolgou.

Tuca: Pode falar com ela, que como ela é a lady da minha chefe, eu pego leve. — Clara sorriu e colocou as luvas.

Clara: Chega de conversa fiada, vamos treinar. — Disse dando um soquinho rosto dele.

QUARTA-FEIRA A NOITE

Marina e Clara estavam na casa da fotógrafa, tomavam um banho na banheira da dona da casa. Marina tinha acabado de se recuperar de um intenso orgasmos e agora resolva recosta em Clara:

Clara: Você tinha razão, a banheira é um excelente local para se relaxar depois da aula de dança. — Marina beijou seus lábios de forma delicada.

Marina: Eu só disse aquilo, para te convencer a vir comigo. Queria passar a noite agarradinha com você.

Clara: Acredite, você não precisa se esforça para isso. Mas, chamar, que eu venho correndo.

Marina: Assim não tem graça, tem que ter uma seduçãozinha. — Ela tinha sempre aquele olhar intenso.

Clara: Você me seduz sem precisar de esforços. — Ela trocam um beijo cheio de paixão. — Se você me chamar de louca, eu vou entender. Mas, é que eu preciso te perguntar algo e estou desesperada por ter que fazer isso. — Levou a mão de Marina até seu coração que batia descompassado.

Marina: Nossa, parece que vai sair do peito.

Clara: Você quer namorar comigo? — Clara estava praticamente pálida. — Eu sei que nos conhecemos a pouco. Mas, é como a Luiza falou, é como se eu estivesse esperando a vida toda por você. Para estar aqui com você.

Marina: Eu sinto do mesmo jeito. Sempre te procurei na nas mulheres que conheci. — Elas se beijaram delicadamente.

Clara: Eu não podia esperar mais um segundo. E-eu... — Marina colocou o dedo sobre a boca de Clara.

Marina: Nem eu. Eu também esperei demais. É clara que eu quero namorar com você. Eu também já estava pronta para te pedir o mesmo. — Os lábios de Marina foram tomados com paixão por Clara. Uma nova vida se iniciava para ambas, uma vida na qual uma já era parte da outra.

3 MESES DEPOIS

Marina sentou na mesa do quiosque, tinha marcado para se encontrar com Clara ali. A morena se mostrava cada vez mais interessada por fotografia, sempre que podia, fugia da academia e ia para o estúdio. Amava ajudar a fotógrafa durante os ensaios. Marina começou a ensinar fotografia a namorada, elas passariam o final de semana juntas, então resolveram se encontrar logo pela manhã em Copacabana, fariam umas fotos por ali. Marina esperava a namorada quando Camila apareceu:

Camila: Eu procurei informações sobre você. — Marina tomou um susto. — Você não fica muito tempo com ninguém não é? Então, se a Clara ainda não te deu um pé na bunda, acho que logo você enjoa dela. Você ainda fala com a Clara?

Marina: Eu não te conheço, não vou ficar falando da minha vida pessoal com você. — Ela disse calma.

Camila: Olha aqui fotógrafa... — Luiz chegou na hora.

Luiz: Camila, tem mesa para atender daquele lado. — Disse ele apontando para o lado esquerdo do quiosque e a irmã saiu a contragosto. — Desculpa Marina, a minha irmã tem fixação na Clara. Afronta qualquer uma que chega perto dela.

Marina: Deixa ela.

Luiz: Vai querer alguma coisa?

Marina: Estou esperando a Clarinha, quando ela chegar você pode trazer umas águas de côco para gente.

Luiz: Trago sim.

Guga: Oi! — Disse um meninho loiro aparecendo do lado de Luiz. — Você é linda! Ela é sua amiga papai? — Ele perguntou para Luiz.

Luiz: É sim. É a namorada da Clara.

Guga: A tia Clarinha?

Luiz: Ela mesmo.

Marina: Você já tem filho.

Luiz: Pois é. O Guga nasceu quando eu tinha 20. Coisas que acontecem quando somos jovens demais e adoramos beber demais.

Marina: Prazer Guga. Meu nome é Marina. — Ela disse virando a mão para o menino que apertou. — Quantos anos você tem?

Guga: 6. Você esta esperando a tia Clarinha?

Marina: Estou sim. Quer esperar comigo?

Guga: Eu posso papai?

Luiz: Só se você não der trabalho para Marina.

Guga: Esta bom. — Ele deu um beijo no pai.

Luiz: Marina, qualquer coisa você me chama. — Marina acenou positivamente para Luiz e sentou na mesa com Guga.

Marina: Então Guga, me fala sobre você. Já esta na escola?

Guga: Estou sim. A professora diz que eu sou o melhor da turma.

Marina: Que máximo! E você já sabe o que quer ser quando crescer?

Guga: Ainda não. Mas, eu quero trabalhar no mar ou perto do mar, como o papai.

Marina: Já vi que gosta de água. Eu também adoro. Vou falar com seu pai para ver se você quer passar um dia comigo e com a Clarina lá em casa, eu tenho um piscina enorme.

Guga: Eu vou adorar tia Marina. — Ele abraçou a Marina. Clara estava chegando bem na hora.

Clara: Que é isso Guga? Querendo roubar minha namorada? — Ela deu um beijo na cabeça do menino.

Guga: Tia Clarinha? — Ele correu e pulou no colo de Clara. — A tia Marina falou que ia me chamar para passar um dia com você e ela na piscina.

Clara: Olha que legal. Mas, seu pai tem que deixar.

Guga: Eu sei. — Ele sorriu e ela o colocou na cadeira de novo. Logo Luiz chegou com as águas.

Luiz: Eu vi você estacionando. — Disse para Clara e entregou a água as duas.

Guga: Papai, eu posso ir passar o dia com a tia Marina e a tia Clarina?

Luiz: Que é isso rapaz? Eu falei para não incomodar a Marina.

Marina: O convite foi meu. Vamos fazer o seguinte, hoje só estamos eu e a Clara, a gente pega você no próximo fim de semana, porque aí a Flavinha, Gisele e Vanessa também vão estar por lá e vão adorar te conhecer.

Guga: Esta bem. A tia Lu também vai? — Disse virando para Clara.

Clara: Lógico que ela vai.

Luiz: Filho, o Paulo esta chamando você para um mergulho. — O menino vibrou, se despediu das duas com um forte abraço e foi correndo para água. Luiz deixou as duas sozinhas.

Clara: As meninas não estão em casa?

Marina: Vanessa e Flavinha, foram para Nitéroi. O sobrinho da Flavinha nasceu e elas foram conhecer, vão passar o fim de semana lá. A Gi disse que ia deixar a casa para gente e foi ficar com a Branca.

Clara: Só assim, a Branca para de ligar para ela 24 horas por dia. — Elas sorriram e Clara colocou as mãos na cintura de Marina e a trouxe para um beijo. — Sabe, quando eu cheguei que vi você com o Guga, eu achei tão lindo. E agora que você me falou que o sobrinho da Flavinha nasceu, eu só fico pensando nos nossos filhos. — Marina sorriu boba.

Marina: Nunca pensei em ser mãe, mas com você, eu vou amar encher aquela casa de crianças.

Clara: Nossos filhos, vão sem lindo amor. — Ela posou a mão no ventre de Marina, sorriram uma para outra e voltaram a se beijar.

Ao longe um carro se aproximava das duas. Chica e Ricardo passavam enfrente ao calção de Copacabana.

Ricardo: Não é a Clara ali?

Chica: É sim. — Clara conversava com Marina, só que como esta estava de costas, não foi reconhecida. — Este é o quiosque favorito dela. Esta sempre por aqui. — Ela olhou para Ricardo sorrindo e olhou de volta para filha. — Aí meu Deus!

Ricardo: Aí meu Deus! — Ricardo percebeu o Chica tinha visto e pensava na reação da esposa.

Chica: A minha filha, minha filhinha, meu bebê... estava beijando outra mulher? — Chica ainda não acreditava o que tinha visto. — Ricardo, você viu o que eu vi?

Ricardo: Eu vi Chica. — Ele ainda não sabia o que falar para a mulher, apesar de já saber sobre a sexualidade de Clara e do relacionamento com Marina, Ricardo sabia que era Clara que tinha que conversar com mãe.

Chica estava paralisada, repassou na cabeça vários momentos vividos pela filha e muitas se esclareceram depois daquele beijo. Como ela ainda não tinha percebido que a filha era homossexual? Por que Clara nunca conversara com mãe sobre o assunto?

Chica: Eu não entendo. Por que ela nunca falou nada comigo?

Ricardo: Vai ver ela precise de um tempo. – Limitou-se a dizer.

De volta ao calçadão, as duas terminaram as águas de côco e saíram para fotografar. Durante toda a manhã tiraram fotos, andavam de mãos dadas, se abraçavam, se beijavam, trocavam carinhos. Eram um perfeito casal apaixonado.

NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS:

Clara: Aí meu Deus! Eu vou ser papai! — Ela e as meninas caíram na risada.

Marina: Só você mesmo amor, para rir dessa situação

Vanessa: Clara, providência logo os charutos e do bom! – Vanessa piscou para ela. Elas voltaram a sorrir.

[...]

Flavinha: Eu e a Vanessa temos um comunicado para fazer.

Notas finais
Deixem reviews! Outra coisinha.... Mas, a frente, Clara e Marina viajarão, ainda não sei o destino. Apenas sei que será a trabalho, uma campanha que Marina fará, estou e dúvida: Bahia, Caribe ou Ibiza? Tem que ser litoral.