Notas iniciais
Boa noite, aí esta, mais um capítulo para vocês. Enjoy!

Rick: Calma, deixa eu olhar sua mão. — Rick se aproximou e segurou a mão de Marina com cuidado.

Luana: Você já ficou tempo demais aqui. — Disse olhando com cara de poucos amigos para Ceci.

Liz: Vamos Cecilia. — Liz puxou ela por o braço, o olho de Cecilia começava a ficar roxo. — Seu show acabou. — Julian foi atrás seguindo Cecilia preocupado.

Rick: Não quebrou não. Só torceu, mas é bom você tirar um raio x.

Clara: Vou com você. — Elas saíram sozinhas, ninguém se ofereceu para acompanhar, pois sabiam que tudo o que precisam era de um momento apenas para as duas.

Marina: Estou tão envergonhada por não ter te ouvido. Mas, era o casamento das meninas, eu não começar uma discursão. — disse ao entrar no carro.

Clara: Eu também não me perdoaria por estragar o casamento das meninas.

Marina: Eventualmente eu conversaria com você... Eu fiquei apavorada, eu não quis acreditar, meu coração dizia que algo estava errado, que aquilo só poderia ser uma brincadeira de péssimo gosto, mas o medo de te perder me aterroriza, eu... eu estava desesperada por dentro. — As lágrimas desciam descontroladamente dos olhos da fotógrafa, Clara chorava, de forma mais contida mais chorava.

Clara: Acabou! Não chorar mais. — Limpou as lágrimas de Marina. — Eu só quero você, então lembre-se sempre de uma coisa: Eu sou sua e você é minha. — Ela beijou os lábios de Marina, que evoluiu para um beijo maior, até a artista reclamar da mão doendo. Então resolveram ir de uma vez para o hospital.

Assim que saíram do hospital, voltaram para a casa de Santa Teresa:

Marina: Amor, eu preciso de um banho, você me ajuda? — Pediu, mas sem maldade. Ela ainda sentia dor na mão e o pior, era a mão direito.

Clara: Dar banho em você? Faço com todo prazer. — Clara tinha outros planos.

A dançarina tirou o vestido ainda no quarto, o de Marina também, colocou os dois com cuidado sobre a cômodo, mandaria para lavandaria na segunda feira, embora seria pouco provável que voltassem a usá-los. Entrou no banheiro e Marina estava sentada na beira da banheira esperando ela, a mão estava imobilizada.

Marina ficou de pé, Clara abriu o sutiã da namorada, aproveitou para beijar o ombro da mesma, começou a distribuir beijos por todo o pescoço:

Marina: Amor, minha mão... — Já suspirava com os beijos de Clara.

Clara: Fica quietinha. — Falou enquanto mordia a orelha da namorada. Virou Marina de frente e a beijou com desejo. — Estou com saudades de você amor. Quero você agora!

Elas voltaram a se beijar, Marina tinha cuidado para não machucar mais ainda a mão imobilizada. A dançarina colocou a namorado sobre a pia, encaixando-se entre as pernas da mesma. Cara retirou a calcinha de Marina com uma única mão. Ela tinha pressa, então sem cerimônias levou a boca até o sexo da namorada. Marina gemia alto, para sorte dos outros moradores da casa, o quarto e banheiro da fotógrafa era a prova de som. Ela segurava forte a cabeça de sua namorada contra seu sexo. Clara chupava com cada vez mais intensidade, até sentir a artista atingir o orgasmo.

Com delicadeza ela tirou Marina de cima da pia, abriu a gaveta e retirou um objeto dali de dentro.

Marina: Hoje não Clarinha, eu já estou com a minha mão doendo e isso é grande demais.

Clara: Eu disse que é para você ficar quietinha, amor. — Clara virou a namorada de costa e vestiu a cinta com o pênis de 25 cm. Marina parecia sentir a dor antes mesmo de ser penetrada.

Novamente ela começou a beijar o pescoço da mais branca, foi descendo por as costas, dando uma mordida na bunda da mesma.

Clara: Seu bumbum é tão lindo amor.

Os gemidos da fotógrafa aumentam ao sentir a língua de Clara dentro dela. Ela nunca foi fã daquela prática, mas Clara amava e por amor a Clara, ela aceitava e se entregava por completo. Clara subiu os beijos pelas costas da mais branca, apertando os seios da artista, usando o pênis para penetrá-la, Marina já não sentia a mão doer, agora ela dor que ela sentia, mais também prazer. Saíram daquela posição e Clara sentou na beirada da banheira fazendo a namorada sentar em seu colo, levou a boca até os seios delas, enquanto Marina subia e descia até gozar e relaxar a cabeça no ombro de Clara.

Clara: Acho que agora eu já posso te dar banho.

Marina: Por favor na banheira, eu não aguento mais ficar em pé. — Pedia totalmente sem forças.

O dia amanheceu tranquilo, ainda tinha sobrado salgadinhos, docinhos, bebida do casamento, tudo foi levado para casa de Marina onde todos aproveitavam na piscina. Exceto a dona da casa que reclamava por não aproveitar a piscina direito por causa da mão, mas recebia os mimos de Clara. Mas, mesmo assim o clima era agradável. Liz estava com o violão na mão e logo começou os primeiros acordes da música:

Liz: It might seem crazy what I'm about to say

Sunshine she's here, you can take a break

I'm a hot air balloon that could go to space

With the air, like I don't care baby by the way

Todos: Because I'm happy

Clap along if you feel like happiness is the truth

Because I'm happy

Clap along if you know what happiness is to you

Because I'm happy

Clap along if you feel like that's what you wanna do

Rafael: Here come bad news talking this and that

Yeah, well, gimme all you got and don't hold back

Yeah, well I should probably warn you I'll be just fine

Yeah, no offense to you don't waste your time

Here's why — Cantava dentro da piscina, fazendo o filho rir do colo da esposa. E todos continuaram com a cantoria.

A semana ia passando, Rick, Ashley, Liz, Harry e Sarah foram embora no meio da semana, mas prometendo que voltariam o mais cedo possível. Nicky também se preparava para ir. Gisele acertava todos os detalhes para ir morar com Murilo, na quinta foi a vez de Diogo viajar, aos poucos a casa de Santa Tereza ficava fazia, Rafa e Luana iriam para a casa deles após a viagem de Nicky, restaria apenas Clara e Marina.

Luiza, foi visitar as tia no final da tarde, durante a sexta. A menina estava acompanhada de Patrícia, entrou no estúdio, onde estavam as tias, mais Luana, Renatinho, Nicky e Gisele. Luiza estava um pouco pálida. Clara olhou para sobrinha assustada.

Luiza: Eu preciso falar com você.

Clara: Sozinha?

Luiza: Não. Na verdade, eu preciso de você tia, minha mãe não pode saber, nem meu pai. Eu só tenho você a quem recorrer.

Clara: Luiza, fala de uma vez.

Luiza: É sobre a última noite da gente em Ibiza. Algo aconteceu.

Marina: Como assim?

Luiza: Eu não sei como dizer...

Clara: Pelo amor de Deus Lu, seja o que for, fale logo.

Patrícia: Eu posso dizer? — Pediu permissão. Luiza fez que sim com a cabeça.

Patrícia: Ela dormiu com o Tony, eu também... nós engravidamos.

Marina: As duas?

Patrícia: Parece surreal, mas sim. As duas.

Luiza: Minha mãe não pode saber tia.

Pat: Nem a minha. — Clara estava parada.

Luiza: Tia, falava alguma coisa. — Luiza chorava.

Clara: Gi, liga para o Tony, por favor,diz que eu quero falar com aquele garota agora e pessoalmente. — Disse começando a ficar vermelha.

Notas finais
Beijos!