Born to Die
32 Dia Lindo
Notas iniciais
Marina levantou a cabeça ainda sonolenta, saiu com cuidado dos braços de Clara, foi até a janela e abriu um pouco a cortina, o sol estava lindo lá fora. Voltou para cama onde a esposa dormia tranquilamente, deu um leve beijo nos lábios dela e depois outro e mais outro e quando percebeu que esta acordava, aprofundou o beijo. A morena ainda estava sonolenta quando sentiu o peso da esposa sobre si, ela retribuiu o beijo, sentiu as mãos de Marina se espalharem por seu corpo. Elas seguiram até a perna da morena e deu um apertão na coxa. Clara gemeu:
Clara: B-bom... diii-a. — Falou com dificuldade.
Marina: Shiuuu! — Disse colocando um dedo sobre os lábios dela.
A fotógrafa começou a descer os beijos até o sexo dela. Dessa vez Marina não conseguiu impedir que a voz de Clara se ergue-se pelo quarto.
Clara: MARINA!
Clara chamava pelo nome da mulher enquanto chegava ao orgasmo. Clara que já estava deitada na cama, suspirou cansada, levantou a cabeça para cumprimentar Marina, mas sentiu a boca da fotógrafa calando a sua em um beijo apaixonado e os dedos de Marina dentro dela. Ela segurou-se firme nas costas da mais branca, que a fazia chegar ao prazer mais uma vez.
Marina: Bom dia meu amor! — Disse sorrindo, ao ver Clara totalmente caída na cama. — Esta um dia lindo lá fora. — Disse abrindo as cortinas e Clara jogou um travesseiro sobre o próprio rosto.
Clara: Nããão! Fecha as cortinas, volta para cama. — Disse reclamando.
Marina: De jeito nenhum, vamos Clara. Estou louca para dar um mergulho. E não apenas no mar e nas ondas, vamos mergulhar mesmo.
Clara: E os tubarões? É melhor ficar na cama. — Marina apenas riu e ligou o celular.
Marina: Amor, você já viu a quantidade de mensagens que estamos recebendo?
Clara: Já. Todos estão preocupados com o nosso “desaparecimento”. Ontem antes de desligar o celular, eu só recebia notificações, mas não vi nenhum. — Sentou na cama preguiçosamente.
Marina: “Marina minha filha, todos estão preocupados com você. Já me ligaram aqui em Nova York desesperados. E cadê a Clara? Dê notícias ou eu ligo para polícia.”
Clara: Eu amo meu sogro.
Marina: “ONDE FOI QUE VOCÊ E CLARA SE METERAM? EU E FLAVINHA CHEGAMOS AO ESTÚDIO E ELE ESTA COMPLETAMENTE VAZIO. E FEDENDO A SEXO!”
Clara: A Vanessinha é a rainha do drama. Manda uma mensagem e tranquiliza a todos.
Marina: Tenho uma ideia melhor. — Ela sentou ao lado de Clara, a abraçou e tiraram uma foto juntas. — Pronto, deixa eu colocar no grupo. — Elas tinham feito um grupo, reunindo o pessoal do estúdio e alguns outros amigos.
Clara: Agora, que acalmamos as feras... — Disse puxando Marina pela cintura.
Marina: Vamos ver as feras no mar. — Levantou rápido. — Anda Clarinha, os tubarões estão nos esperando.
Santo Domingo era o paraíso, elas aproveitaram o máximo possível do mar, praia, restaurante, saiam a noite e dançavam, aliás davam um show de dança. Clara esta encantada pelas batidas das músicas, as levadas, tudo parecia mais sensual por ali. Marina aproveitava e fazia fotos incríveis, não apenas dela e das mulheres, mas também do local e das pessoas. Planejava a abertura de um novo site, para divulgação das fotos que ela faz quando viaja.
Aproveitaram para comprar algumas roupas, já que quase não levaram, mas também quase não usavam. Geralmente usavam roupas de praia, pois estavam sempre caindo na água. Clara sempre advertia Marina quanto ao uso do protetor, já que esta era muito branca. A fotógrafa dizia que queria se bronzear, mas, no fundo, ficou foi vermelha. Quando chegavam em algum local, atraiam olhares de desejos, mas demonstravam logo que estavam juntas e apaixonadas. Aí surgia alguns olhares de reprovação, mas elas não ligavam, estavam felizes e apenas isso importava.
Ficaram uma semana por ali. E voltaram ao Rio, sabiam que encontrariam uma recepção furiosa, mas nada abalava as duas. E assim aconteceu, Gisele, Flavinha e Vanessa trabalham no estúdio quando elas entraram e as meninas olharam furiosas:
Vanessa: Bonito, sumir por uma semana, hein?
Gisele: Espero que a explicação seja boa.
Flavinha: Sério meninas, pensamos até que vocês tinham sido sequestradas.
Marina: Só se foi pelo amor Flavinha. — Disse abraçando Clara.
Vanessa: Explicações...
Clara: Nos casamos. — Mostraram as alianças. — Em Vegas! — As meninas olhavam para elas de boca aberta. E as duas se beijaram.
ÚLTIMOS CAPÍTULOS
Regina: Então, já decidiram qual das duas vai carregar a criança?
Clara: Já sim.
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