Borboletas do Arco-Íris

10 Rainbow Dash - Minha bebê


Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEY BRONIES DA TITIA OBAKEEE!! ≧▽≦' Sentiram falta da tia? Eu sumi, eu sei. Mas me desculpem por isso. Rolou algumas tretas de família e não deu pra postar! Mas a tia tá de volta com um capítulo delícia pra vocês. ˙ω˙ Antes, deixa eu agradecer aos bronies delícias nanda288 e DarwinSoul por recomendarem a história. AMO VOCÊS! ≧ω≦ Obrigada a DarwinSoul, nanda288, Snittey e Darkness Flow por favoritarem a história! ❤ Obrigada a the wolves queen, Anny Pie, Nickolas142, nanda288 e Darkness Flow pelos comentários! ◕3◕ Obrigada a todos vocês pelo carinho com meu trabalho. EU SOU A ESCRITORA MAIS FELIZ DESSE MUNDO! ❤ O nome do capítulo é uma homenagem a minha senpai dlç, Luka-sama, a minha bebê ❤3❤ Tá, chega de tagarelar aqui pra vocês. Boa leitura, bronies!

Finalmente a aula acabou e fui voando pra fora da sala. Procuro desesperadamente por Flutter, mas acho que saí cedo demais. Segundos depois, avisto ela saindo da sala com Pinkie. Corro até elas.

— Vamos, Flutter! — digo apressada.

— S-se acalme — ela diz timidamente.

— Aonde vocês vão? — pergunta Pinkie pulando a minha volta.

Olho para Flutter. Droga, devia ter me controlado.

— A Rainbow vai dar uma passada em casa e... — começa Flutter.

— Eu quero ir junto! — adianta-se Pinkie.

— Hã... Não vai dar... — tento dizer.

— Porque não?

— Por que... Porque não avisei meus pais! — justifica Flutter.

— Ah, mas isso não é problema! — Pinkie pega seu celular e estende para Flutter — Ligue para eles!

Bato o pé impaciente.

— Pinkie, tenho que conversar com a Flutter. — abro o jogo.

— Pois pode conversar ué — diz ela ainda com o celular estendido para Flutter.

— A sós! — exclamo irritada.

— E porque não disse logo? — diz ela já se retirando — Até amanhã!

Suspiro aliviada.

— Vamos? — pergunta Flutter, se dirigindo à saída. Eu a sigo.

Saindo da escola nos deparamos com uma cena improvável. Sunset Shimmer, chorando, sai de cabeça baixa. Todos fofocavam algo, mas chegamos tarde demais para saber o que houve.

— Vocês ficaram sabendo? — Rarity se aproxima, animada.

— Do que?

— A garota nova fez a Shimmer chorar! — ela ri — Parece que o trono da malévola caiu.

— Espera, que aluna nova? — pergunta Flutter preocupada.

— Ah, não se preocupe, querida. Não é você. É uma tal de Twilight Sparkle. Um doce de menina! E tem um cabelo tão di-vi-no!

— Mas o que ela fez pra Shimmer? — pergunto.

— Ninguém sabe. Mas pelo jeito ela disse coisas cruéis.

Seguro o riso. Aquela Shimmer tava merecendo mesmo.

— Bom, nós vamos indo... — digo puxando a Flutter.

— Nananinanão! Rainbow Dash, a Shimmer não vai mandar mais tão fácil na escola agora! Temos que comemorar!

— Rarity, tá muito em cima da hora, nós temos que ir!

— Ah querida, nunca é em cima da hora para dar uma passada na lanchonete comemorar a desgraça das inimigas!

— É que não dá mesmo!

Rarity me olha irritada.

— Está bem. Mas você estará livre mais tarde? Podem passar na minha casa e pedimos uma pizza ou algo assim...

— Eu vou ver — digo — Qualquer coisa te ligo.

— É assim que se diz! Agora me deem licença, pois tenho uma fofoca pra espalhar. Beijinhos!

Ela corre de volta pra escola.

...ALGUM TEMPO DEPOIS...

Eu finalmente cheguei na casa da Flutter. Seus pais estavam trabalhando, então finalmente estávamos a sós. Só eu, Flutter...

— Miau! — protesta uma gata branca assim que eu entro.

— Opalência! — Flutter chama sua atenção assim que ela ataca minha canela.

— Ai, gata! — protesto pulando para longe de Opalência.

— Essa é a gatinha da Rarity — diz Flutter a pegando no colo. Ela ronrona e se acomoda a seus braços.

— O que ela tá fazendo aqui?

— A Rarity me pediu para dar um jeito nela. Ela sabe que me dou bem com os animais, e queria saber se Opalência tinha algum problema, porque ela não se dá com ninguém.

Olho para a gata acomodada em seus braços, quase dormindo.

— Exceto você... — murmuro.

Flutter me conduz para o seu quarto. Hum... Seu quarto. Cama ótima ela tem...

— Sente-se — convida Flutter, me tirando de minhas fantasias.

Eu só queria acabar com isso logo e agarrar ela ali mesmo.

Sento-me na beirada da cama, ao seu lado.

— Então, Flutter... O que eu queria dizer... É que eu te amo de verdade, e não tô mentindo pra você, porque eu jamais te iludiria. Desculpa se eu demorei muito para dizer essas coisas, mas é a verdade. Eu já não sinto mais nada pela Pinkie. Ela já é...

Sou interrompida por um beijo. Aquela safada, provavelmente já tinha me perdoado e só quis seguir com isso pra me pegar sozinha. Droga, deu certo.

Ela me solta e me olha com seus olhinhos lindos.

— Eu sei. Por isso eu também te amo.

Penso por um segundo. Já está na hora de fazer o que eu deveria ter feito há muito tempo. Respiro fundo.

— Flutter... — digo, já corando.

— Sim?

— Você quer... V-você quer...

Ela me olha com expectativa. Respiro fundo pra conter a gagueira.

— V-você q-quer namorar comigo? — digo finalmente.

— S-sim! — ela sorri, já corando. O tomate sorridente mais lindo que já vi. Lógico que não disse isso em voz alta.

Fico por cima dela, passando uma perna de cada lado de seu corpo. Ela se distancia o suficiente para deitar-se na cama, e eu a sigo, ainda por cima. Beijo-a possessivamente, sentindo seu gostinho delicioso.

Tiro sua blusa e beijo seu pescoço levemente, e ela solta um gemidinho. Depois, ela me empurra, fazendo-me deitar, e ficando por cima.

— Tá tudo bem? — pergunto.

Ela assente.

— Eu só quero retribuir o que você fez na mesa da sua casa — ela diz, sorrindo maliciosa. Droga, como ela fica linda fazendo isso e ainda sem blusa. Já sinto minha intimidade esquentar.

Ela desce seus lábios ao meu pescoço, beijando e mordendo. Poderia ficar uma marca ali. Alguém poderia perguntar de onde ela surgiu. Eu poderia estar fodida. Mas quer saber? Tô pouco me lixando.

Ela coloca sua coxa entre minhas pernas. Eu não resisto, e remexo os quadris em busca de atrito e solto um gemido. Ela solta meu pescoço e puxa minha blusa para cima, fazendo-me tira-la. Ela olha para meus seios e morde o lábio inferior, tirando meu sutiã logo em seguida.

Ela beija o biquinho de cada um, antes de abocanha-los e chupa-los com força. Solto um gemido, puxando sua cabeça para mais perto. Ela acaricia meu outro mamilo com a outra mão. Droga, ela tá melhorando nisso.

Com a mão livre ela acaricia minha intimidade por cima da calça. Rebolo em sua mão, impaciente. Ela larga meus seios e tira minha calça. Ela olha com desejo para minha calcinha, mas logo a tira.

Ela acaricia lentamente meu clitóris e minha entrada. Rebolo em sua mão, mas ela mantém isso por um tempo.

— Não... Hum... Tortura... — peço gemendo impaciente.

Ela então estoca dois dedos com força em mim, fazendo-me gemer mais alto, jogando a cabeça para trás e arqueando as costas. Ela abaixa-se e passa sua língua em meu clitóris e chupa-o logo em seguida.

Ela estoca seus dedos encurvados em mim, enquanto chupa meu clitóris com força. Rebolo desesperada, puxando sua cabeça e pedindo mais. Sinto que estou perto, e começo a gemer mais alto.

— Porra...

Meu interior aperta em seus dedos e gozo em sua boca. Flutter tira seus dedos de dentro de mim e eu respiro com força. Ela deita ao meu lado, me observando. Porque tão linda?

Quando já recuperei meu fôlego e estou prestes a ataca-la, ela diz:

— Acho melhor você vestir uma roupa, meus pais estão chegando.

Olho para o relógio e quase caio da cama. Já são 14:30 da tarde, e eu aqui, na cama dela, sem roupa. Levanto-me.

— Você... Hum... Vai na casa da Rarity mais tarde? — pergunto colocando minha roupa.

— Nós vamos juntas, amorzinho. Você pode ir ficando aqui. — ela diz em um tom mandão. Nada melhor do que ver ela agindo assim comigo, sem aquela máscara de timidez.

— Amorzinho? — pergunto com um sorriso bobo na cara.

— É... Nós estamos namorando agora, não estamos? — diz ela corando e se virando para por a blusa.

— Claro que sim. — digo com um sorriso largo.

Ela me olha com os olhos brilhando e um sorriso animado.

— Você parece uma criancinha que acabou de ganhar o presente de natal — comento rindo.

Ela fecha a cara.

— Eu não sou criança!

— É sim — digo, abraçando-a. — Minha bebê.

Ela tenta conter um sorriso. Eu rio e beijo sua testa.

— Vamos, seus pais estão chegando.

Notas finais
Pronto, como prova de minha gratidão a vocês, elas se reataram! Ehhhh o/ Eu não sei quando terei internet para postar de novo, então não fiquem bravos caso eu demorar postar... Vou tentar responder os comentários pelo celular, então não se preocupem! É isso, até a próxima, bronies!