Boina Verde

9 Capítulo 8: O que aconteceu?


Notas iniciais
Oi queridas e queridos...
Esperem que gostem do cap!

No outro dia de manhã eu acordei, fiz minha higiene, coloquei o uniforme de treinamento e saí até o meu escritório.

No caminho encontrei com Jazz. Nós fomos até o meu escritório em silêncio e pegamos as bombas de gás lacrimogêneo.

Eu esperava que quando Rose contasse toda a verdade para Jasper as coisas entre ele e eu voltasse ao normal. Nós não estávamos brigados, mas ainda não tínhamos voltado a ser como éramos.

Ainda em silêncio, nós dois fomos para a frente das cabanas dos novatos.

Eu entreguei uma bomba para ele, que sorriu divertido. Sim... era muito divertido sacanear os novatos.

Eu fui até a porta de uma cabana e ele foi para outra. Ele me olhou esperando pelo meu sinal. Eu acenei positivamente com a cabeça e ele também acenou em resposta.

Ao mesmo tempo, eu e ele abrimos as portas das cabanas com certa violência, desarmamos as bombas arrancando os pinos, e as jogamos dentro das cabanas.

Voltamos a ficar um pouco distante para o gás não nos atingir e esperamos os novatos saírem das suas cabanas, o que não demorou muito.

Em poucos minutos, todos os novatos estavam saindo de suas cabanas. Todos eles estavam com os olhos vermelhos e tossindo por causa do gás.

Jazz me olhou prendendo o riso e eu apenas pisquei para ele. eu olhei para os novatos e fiz a minha pose de general... afinal, eles tinham que saber quem mandava naquela porra toda.

– Os senhores já sabem que tem exatamente 05 minutos para estarem no refeitório. – eu disse firmemente.

– Sim senhora. – eles responderam... ou tentaram.

Eu e Jazz deixamos os novatos tossindo e fomos para o refeitório nos encontrar com os demais Boinas Verdes.

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Depois do café da manhã, fizemos uma atividade que envolvia os novatos lutando contra dois Boinas Verdes. A atividade não era apenas para os novatos apanharem. O objetivo avaliar a capacidade de cada um.

Eu não lutei com ninguém, pois eu queria analisar a maneira de cada um lutar. Era importante que os Boinas Verdes soubessem lutar sem armas. Era um fator essencial para ingressar nas Forças Especiais.

O novato Cullen estava lutando com Emm e Angela. Eu tenho que admitir que o maldito era muito bom de luta... um tanto quanto impulsivo, mas ele lutava bem.

Eu observei atentamente quando foi a vez de Royce lutar. Ele lutava com Jazz e Alice. Céus... o idiota era péssimo em tudo. Sério... ele lutava igual a uma garota.

Enquanto eu observava Royce, o Cullen se aproximou de mim.

– General, sua permissão para ir à enfermaria. – ele pediu.

– Passando mal, novato? – eu perguntei estranhando sua necessidade de ir até a enfermaria.

– Sim senhora. – ele mentiu.

Eu fiz questão de encará-lo atentamente. Era muito óbvio que ele estava mentindo descaradamente.

O que ele queria na enfermaria? Será que ele queria ver Rose novamente? Ele podia muito bem estar interessado nela.

Esse pensamento me incomodou demais... merda! O que eu estava pensando? Foda-se para o novato. E foda-se se ele tivesse interessado na Rose.

– Está liberado, novato. Pode ir. – eu permiti e voltei a me concentrar em Royce.

Que o Cullen fosse para a puta que lhe pariu e me deixasse em paz... afinal, eu tinha coisas mais importantes em mente.

Tempos depois, o Cullen voltou da enfermaria. Ele voltou com a cabeça baixa, um olhar estranho e passou o resto da atividade com esse comportamento... ele evitava me olhar e parecia estar incomodado e com raiva. Era como se algo tivesse acontecido...eu só não sabia o que podia ser... talvez Rose deu um fora nele.

Mas eu não ia perder meu tempo com o Cullen, então não me permitir preocupar com toda essa estranheza dele.

Depois de todas as lutas, encerramos a atividade da manhã e fomos ao refeitório almoçar.

No caminho, eu percebi quer Royce havia ficado para trás e eu decidi que seria a chance ideal para eu me aproximar dele. Já era hora de começar a me aproximar dele.

Como dizia meu pai, sempre conheça seu inimigo por mais inofensivo que ele pareça.

- Oi Royce. – eu disse com a voz mais suave tentando parecer mais... doce.

Ele me olhou assustado por alguns segundos, mas me respondeu prestando continência.

- General. – ele me cumprimentou.

Eu sorri para ele apesar de a minha vontade ser de revirar os olhos.

- Estamos sozinhos aqui, querido. Pode me chamar de Isabella. – eu falei e sorri mais uma vez.

Ele me olhou de cima a baixo e deu um sorriso malicioso. Argh... nojento!

- Isabella. – ele disse parecendo mais um Don Juan de quinta categoria.

Eu sorri ainda mais. Céus... como era cansativo esse negócio de ficar sorrindo o tempo todo!

- Assim é bem melhor, Royce. Nos vemos mais tarde. – eu pisquei e saí correndo para o refeitório.

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Depois do almoço, Rose me chamou na enfermaria e disse que o novato que eu tinha deixado surdo queria falar comigo.

Cheguei à enfermaria e o encontrei deitado em uma maca.

- Queria falar comigo, novato? – eu perguntei falando um pouco mais alto, pois ele ainda não tinha recuperado totalmente a audição.

- Sim senhora, General. – ele me respondeu.

- Então diga. – eu falei.

Ele ficou em silêncio e olhou para Rose, que estava ao meu lado.

- Pode falar. – ela o incentivou.

Ele apenas assentiu e me olhou novamente.

- Eu... eu quero desistir do treinamento. – ele disse envergonhado.

- Tudo bem. Rose providenciará sua saída imediata. – eu falei e me virei para ela – Rose, diga ao Tenente Black que o novato Yorkie desistiu do treinamento. Ele saberá o que fazer.

Black era o responsável pelo placar que havia no refeitório. Ele adorava pichar a palavra “fraco” na foto de cada desistente. Agora estaria 02 para os Boinas Verdes e 0 para os novatos.

— Sim senhora. – ela me respondeu.

Eu olhei para o desistente.

- Não há vergonha em admitir sua limitação. – eu falei – Tenha uma boa viagem de volta para casa. — eu prestei continência, em sinal de respeito.

Yorkie era um bom soldado, apesar de não ter a competência para ser um Boina Verde. Ele merecia o meu respeito.

Ele sorriu fracamente e assentiu, prestando continência em retribuição.

Eu me afastei da maca e chamei Rose.

- Me dê uma cartela de remédio para dor. – eu pedi.

- Você está bem? – ela pegou a cartela e me entregou.

- Não é para mim. É para o Royce. – eu falei sem me preocupar com o novato... afinal, ele estava meio surdo.

Rose me olhou séria.

- Tem certeza do que está fazendo? – ela me perguntou.

- Claro que tenho. A primeira coisa a fazer é me aproximar dele. O resto vai ser mais fácil, porque o filho da puta é burro igual a uma porta. – eu falei – Nossa vingança está perto, Rose.

Ela assentiu e sorriu. Não era um sorriso de felicidade, mas um sorriso de alivio. Finalmente, teríamos um pouco de paz.

Eu saí da enfermaria e fui para o meu escritório, comunicar a desistência do Yorkie. Eu aproveitei e atualizei as fichas dos novatos.

Eu não gostava muito de todo aquele trabalho burocrático, mas era uma mal necessário.

No mesmo dia à noite, eu aproveitei que Royce estava sozinho perto das cabanas e me aproximei novamente dele.

- Isabella. – ele falou alegremente quando me viu.

Eu sorri. Tentei sorrir igual Rose sorria... e acho que consegui enganar o idiota, porque ele abriu um sorriso enorme.

- Como vai Royce? – eu falei.

- Melhor agora. – ele disse me olhando maliciosamente.

- Que bom. – eu respondi me aproximando ainda mais dele.

Eu percebi que ele estava bastante machucado. Tanto pela surra do Cullen como pelo treinamento, que ficava a cada dia pior.

- Eu peguei na enfermaria para você. – eu o entreguei uma cartela de remédio para dor.

Ele pegou a cartela, surpreso.

- Nossa... obrigado. Eu estou mesmo precisando. – ele disse.

Claro que ele estava precisando... o idiota era um fraco mesmo...

- Se precisar de mais, só me pedir. – eu falei.

Ele não disse anda, apenas me encarou por alguns segundos.

- O que foi? – eu perguntei tentando não transparecer meu incômodo em ser encarada por ele.

- Nada. Eu só... só não imaginei que você seria tão legal. – ele disse.

- E eu não sou. – eu respondi – Não sou legal com qualquer um... somente com quem merece.

- Eu mereço? – ele perguntou em clima de flerte.

- Claro que merece. – eu tentei parecer sexy.

Ele se aproximou e colocou a mão na minha cintura. Seu cheiro era enjoativo e meu estômago embrulhou imediatamente.

- Eu tenho que ir agora. – eu falei me desvencilhando rapidamente – Até mais, Royce.

- Até mais... Isabella.

Eu me virei e saí de lá o mais rápido possível. Argh... meu estômago embrulhava e eu pensei que ia vomitar a qualquer momento.

Eu cheguei a minha cabana e sentei na cama. Eu respirei fundo algumas vezes. Que nojo! Só o toque dele me enojava... mas eu tinha que disfarçar. Minha vingança era mais importante e eu faria qualquer coisa para ter aquele maldito em minhas mãos.

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Dois dias se passaram. Cada vez mais eu me aproximava mais de Royce. Com ele, eu fingia ser doce e meiga... ou seja, alguém totalmente diferente de mim.

Eu sabia que tinha que ser assim para ter sua atenção e estava dando certo. O imbecil tinha certeza que eu estava em suas mãos.

Homens como Royce não aguentavam a pressão de ter ao lado uma mulher forte. Eles eram fracos demais para isso.

“Eu nunca imaginei que você era assim... tão delicada.” Ele havia me dito uma vez. Coitado! Mal sabia onde estava se metendo.

Eu tentava fugir dos seus toques, mas às vezes era impossível. Eu detestava cada segundo, mas era assim que tinha que ser.

Eu descontava meu nojo e frustração nos novatos. E hoje pelo visto seria no Mike Newton.

O Cullen, Royce e Ben estavam em posição na minha frente enquanto eu explicava qual seria a nossa atividade.

Royce e Ben me olhavam, mas Edward sempre desviava o olhar quando eu o encarava. Essa atitude dele estava me incomodando ao extremo. Que merda estava acontecendo com ele?

No meio da explicação, Mike chegou correndo. Ele se aproximou de mim e prestou continência.

– Atrasado novato? – eu perguntei.

– Me desculpe senhora. – ele me respondeu – Não vai acontecer novamente.

– Realmente não vai acontecer novamente, novato. – eu disse me aproximando dele e lhe dando um soco na boca do estômago – Já que o senhor claramente não se importa se não fazer a atividade, pois chegou atrasado, agarre com as duas mãos no galho daquela árvore. – eu apontei para uma árvore próxima ao campo.

– Sim senhora. – Newton respondeu e foi até a árvore indicada.

Ele pulou e agarrou o galho com as duas mãos.

– Pronto novato. Agora o senhor vai ficar assim até nós acabarmos com a atividade. – eu ordenei.

Newton ficaria daquele jeito por aproximadamente três horas, pois era o tempo da atividade. Seria um bom castigo para o atrasadinho.

Eu me virei para os demais novatos e terminei a explicação.

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No dia seguinte, teríamos a atividade de rapel. Por isso, nós, os Boinas Verdes, não almoçamos junto com os novatos, porque fomos para as pedras preparar toda atividade.

No final da fazenda havia uma parede de pedras enorme, onde nós treinávamos escalada.

- Rapazes, está na hora de buscar os novatos. – eu falei assim que vi as horas no meu relógio.

Emmet, Jacob e Jazz entraram em nos dois jipes e foram buscar os novatos.

Eu e Alice colocamos nosso equipamento de escalada e subimos pela pedra. Nós esperaríamos pelos novatos em cima da pedra. Já Angela ficaria embaixo para explicar a atividade para os novatos.

Alice e eu chegamos ao topo e eu olhei para a paisagem. Era realmente linda. Dava para ver a cachoeira que ficava mais ao norte, a floresta, o lago.

- Eu adoro essa vista. – Alice disse olhando para o horizonte e eu concordei com ela.

Eu me sentei no chão para esperar pelos novatos e ela se sentou ao meu lado.

- Como vão os preparativos do casório? – eu perguntei.

- Bem. – ela respondeu – Por mim, já estaríamos casados, mas Jasper quer esperar mais um pouco.

- Jasper nunca vai deixar de ser cauteloso. – eu falei.

- Às vezes eu acho que ele não quer se casar comigo. – ela disse.

Eu a olhei por alguns segundos.

- Ele é simplesmente louco por você. Nunca duvide disso. – eu afirmei.

Jazz era louco por Alice... e ela por ele. Os dois faziam um casal perfeito.

Ela não me respondeu, apenas ficou olhando para a vista. Eu sabia que minha relação com Jasper a incomodava ás vezes.

- Eu nunca disse isso Alice e não é do meu feitio ficar falando dessas coisas... mas eu fico feliz por ele ter te encontrado. – eu falei também olhando para a vista — Er... eu sei que vocês vão ser muito felizes.

Argh... eu era terrível para expressar meus sentimentos e odiava ter essas conversas.

Nesse momento, eu ouvi os jipes se aproximando.

- Agora vamos nos preparar, porque eles chegaram. – eu disse para encerrar o assunto me levantando e já mexendo nos equipamentos.

Ela se levantou e também conferiu os seus equipamentos. Eu passei a prestar atenção no que acontecia lá embaixo.

– Ora, ora... os novatos estão ficando adestrados. Bons garotos. – escutei Jacob falar ironicamente.

– Muito bem novatos, vamos começar. – Jasper o cortou.

Jasper não gostava muito do Jacob, principalmente quando ele humilhava os novatos sem necessidade.

Claro que todos nós os humilhavam, mas sempre pensando no treinamento. Era a maneira de levá-los ao limite. Só que Jacob fazia por prazer... era quase doentio.

– A nossa atividade dessa tarde realizada será aqui. – Angela começou a explicar a atividade – Será uma escalada e os senhores irão em dupla: Mike e Edward e Royce e Ben. O objetivo é ao topo da rocha. A dupla que chegar em menos tempo, será a vencedora.

A primeira dupla a escalar era o Cullen e o Newton. Eles começaram a escalar. De cima, nós conseguíamos vê-los. Cullen estava visivelmente preocupado. Ele olhava para todos os lados esperando algo acontecer... ele só se esqueceu de olhar para cima.

- Eu fico com o Newton. – Alice disse.

- Ok... pronta? – eu perguntei e Alice assentiu – 1... 2... 3... agora!

Nós duas pulamos, segurando a corda de proteção. Cullen e Newton olharam para cima e só então nos viram. Nós paramos na mesma altura dos novatos.

– Para chegar ao topo, os senhores terão que passar primeiro por nós. – eu disse.

Cullen e Newton trocaram um olhar preocupado. Mike tentou subir mais um pouco, mas Alice apontou uma arma para ele. Ele arregalou os olhos assustados, enquanto ela mantinha um sorriso no rosto.

Eu também saquei minha arma, mesmo sabendo que nenhum dos dois novatos estavam prestando atenção em mim.

– Se eu fosse você, não faria isso, novato. – Alice ameaçou.

Só então o Cullen me olhou e viu minha arma.

– Os senhores vão ficar parados e desistir da atividade, ou vão tentar passar por nós duas? – eu os questionei.

Cullen então olhou novamente para o Mike e balançou a cabeça sutilmente.

– Agora. – ele gritou.

No mesmo segundo ele partiu para cima de mim e derrubou a minha arma. Merda! Eu detestava ser pega de surpresa.

Rapidamente eu me recuperei e lhe dei um soco no rosto. Ele revidou também me dando um soco no rosto. E assim começamos uma espécie de briga de socos.

Era difícil manter o equilíbrio enquanto eu socava e me defendia, mas não era nada impossível.

Então surgiu a oportunidade e eu segurei o braço dele, o jogando contra a parede de pedras. Ele bateu a cabeça nas pedras e começou a sangrar. Pelo visto o corte foi no supercílio.Esse tipo de machucado não doía, mas sangrava bastante.

Ele me deu um soco no nariz, que também começou a sangrar. Ótimo. Agora, eu estava perdendo sangue por conta de um novato. Que maravilha...

Com raiva, eu dei um chute no abdômen, mas ele segurou a minha perna.

Inferno! Nunca deixe um inimigo te segurar. Era uma das regras do meu pai.

Eu bem que tentei me soltar, mas não consegui e ele me jogou contra a parede. Senti minhas costas baterem nas pedras com força. Ele me segurou pelo pescoço, me apertando e dificultando a minha respiração.

Eu o socava nas costas, mas era inútil e eu sabia disso. Eu tentei chutá-lo mais uma vez, mas ele prendeu as minhas pernas com as dele.

Eu me contorcia, mas sabia que era em vão. Eu estava presa sob o corpo dele.

Foi quando toda aquela merda de arrepio e corrente elétrica começou de novo. Eu já sentia sua ereção pressionada contra meu ventre. E eu nem podia reclamar, porque eu já estava molhada.

Edward passou a passar a mão pela minha cintura, por debaixo da minha roupa me fazendo arrepiar. Involuntariamente eu estremeci.

Minha respiração estava completamente descompassada. Eu não sabia o que acontecia comigo quando eu estava perto dele. Meu corpo reagia instintivamente e o dele também.

Ele continuou passando a mão pela minha cintura até minhas costas. Sua mão chegou às algemas que estavam presas no meu cinto e as pegou. Agora eu estava fudida.

Com um movimento ele me virou de costas para ele e de cara para as pedras e me prendeu novamente com seu corpo.

Sua ereção agora estava pressionada contra a minha bunda. Era um contato surpreendente, mas delicioso. Eu suspirei e escutei ele suspirar também. Eu arrepiei ainda mais quando senti sua respiração na minha nuca.

Ele encostou sua testa na minha cabeça por alguns segundos, me sujando com seu sangue, mas isso era o que menos me importava naquele momento.

Em seguida, ele puxou meus braços para trás e me prendeu com as algemas. Não satisfeito, ele ainda me prendeu com uma corda.

– Dessa vez General, eu ganhei. – ele sussurrou em meu ouvido.

Ele voltou a escalar e chegou ao topo. Filho de uma puta! Já em cima, ele olhou para baixo e me deu um sorriso cheio de ironia.

FIlho de uma puta! Ele ainda me pagaria caro...

Notas finais
Ei galera...
Espero que tenham gostado.
Muitooooo obrigada a todos que comentaram... especialmente pelo carinho comigo e com a minha princesa...
Bjos a até!