Boa Sorte Edward!

21 Capítulo 21. Os encontros de Alice - parte II.


Notas iniciais
Oi minhas flores.
Obrigado por não desistir da minha humilde fic viu.
acho que aos poucos estou colocando tudo no lugar. UFAA.
Se quiserem dá um saque na minha nova fic, acho que podem gostar.
http://www.fanfiction.com.br/historia/245062/O_Sabor_Do_Desejo.
beijos.

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POV Edward.

Paralisado.

Era esse o meu estado após ouvir o relato de Isabella a cerca dos acontecimentos em La Push.

Aquela obra ruim do capeta devia ser interditada.

E ela acreditava que eu iria deixa-la ir ao cinema, com pessoas? O mundo não merece tamanho castigo.

– Sua peste, como você afogou o pobre garoto? – questionei a pequena encapetada sentada no sofá com cara de poucos amigos.

– Em minha defesa eu achei mesmo que ele iria se matar. – disse simplesmente analisando as unhas.

– E como ele não se matou você resolveu fazer isso por ele? – joguei as mãos para o alto exasperado, aquela garota só podia ser um aviso do apocalipse. — Afinal o que as pessoas fizeram?

Isabella riu do meu desespero antes de responder. – Um velho maluco gritou que Alice era a encarnação de um Deus do caos das lendas deles ou algo assim. Na verdade ele disse que era Deus da destruição. Então nos perseguiram, querendo fazer um ritual para aprisionar a alma destruidora dela.

– Correram atrás de vocês? – eu estava pasmo.

– Correram. – respondeu Alice me olhando indignada. – Ficavam gritando “pega essa capeta, ela vai destruir nossa reserva”. Acredita que queriam pegar o papy e a mamy também? Sobrou até para o vô e a vó. Bando de selvagens e olha que eu os salvei do incêndio.

– Você não vai a encontro algum. – disse apressado, para ela nem criar esperanças.

– Esta vendo Isabella Cullen? Agora fedeu. – disse emburrada, olhando para a irmã.

– Edward, nós vamos com ela. – Bella disse vindo me abraçar.

A empurrei.

Isso empurrei mesmo. Era capaz de ceder se ela ficasse colocando aquele corpinho gostoso que eu estava morrendo de saudades bem no meu colo.

– Nem vem que não vai colar. – disse me levantando.

Ela olhou para Alice, que sorriu macabra.

Ai meu Deus elas estavam planejando um ataque.

– Nem vem suas crias de satã, podem ficar bem longe de mim. – disse dando ré.

Elas vinham em minha direção sorrateiras.

– Sabe Bella, sei que ele quer seu corpo nu. – disse Alice rindo.

Revirei os olhos, mais vai ser besta assim na casa do pirulito viu?

Peguei uma cadeira e apontei a parte das pernas para elas.

– PARA TRÁS COISA RUIM. – disse as espantando com a cadeira.

– Que vergonha Cullen, atacando as sobrinhas com uma cadeira. – disse Bella rindo.

Filha de uma pizza portuguesa.

– Quando as sobrinhas em questão deveriam está em uma jaula, não vejo vergonha alguma. – disse dando ré para fora da sala.

– Sabe Alice acho que devemos dá a ele um tratamento “mostrinhas”. – disse sorrindo diabólica.

TÔ FERRADO.

– No três? – questionou Alice, no que Bella assentiu. – Um... Dois... Três... ATACAR. – disse o “atacar” ao mesmo tempo em que eu largava a cadeira e saia correndo.

As sobrinhas malvadas correram atrás de mim.

Subir as escadas tropeçando, com as pestinhas no meu encalço.

No andar de cima, quase cair e ouvir Alice rir atrás de mim dizendo.

– Catando ficha tio?

Desgraçada filha de um cavalo marinho.

Tentei chegar até o meu quarto, que naquele momento parecia a terra prometida, mas algo pulou nas minhas costas e só pude ouvir um grito antes de dá de cara com o assoalho.

– MONTINHO. – era Isabella. Fiquei indignado.

As danadas estavam sobre mim.

– Me soltem suas pestes. – disse, mas minha vontade era rir.

– Não até você deixar eu ir no encontro.

– Mas eu deixo é nunca. – disse e me sacudir para tira-las de cima de mim, mas as criaturas são fortes, deve ser o demônio que já tomou conta.

– Ah é? Prepara-se para o tratamento de choque. – disse Isabella.

– Cosquinha nele. – disse Alice.

As filhotes do inferno começaram a fazer cosquinha em mim.

E lá estava eu, o homem adulto, dono de uma grande empresa, tio de duas sobrinhas, rico e responsável, quase morrendo de tanto rir.

Eu nem conseguia respirar mais.

– OK. – disse tomando folego. – EU... HAHA... DEIXO. – disse entre risadas.

Elas pararam e se levantaram

Eu ainda respirava com dificuldades, virei as olhando.

– Mas eu vou junto. – disse e não resistir e acabei sorrindo.

Elas sorriram largo, mostrando as covinhas herdadas do Emmett.

Alice saltitou toda feliz e então correu para quarto aos gritos.

– Só tenho oito horas para me arrumar. – entrou no quarto e ainda pude ouvir ela gritar mais. – NÃO TENHO NA DA PARA VESTIR.

Isabella começou a rir.

– Ajuda aqui minha monstrinha. – disse estendo a mão para ela.

Quando ela a pegou, a puxei com tudo para mim. Ela caiu sobre mim com um gritinho.

– Eu vou me arrepender não vou? – questionei segurando em sua cintura.

– Provavelmente. – disse rindo e me beijou.

Só peço que Deus me ajude.

[...]

Estava no meu quarto, agarrado a Bella, vendo um filme qualquer na Tv.

Jamais poderia explicar o que era momentos como aquele para mim.

Em tão pouco tempo eu descobrir um amor como o nosso que mesmo com todos os empecilhos me faz desejar cada vez mais, está com ela, senti-la.

E não é só o lado sexual. Apesar de às vezes me comportar como um maníaco sexual, está com Bella ia além desses desejos, era o está junto que fazia a diferença.

Meu corpo e minha alma tinha fome dela, fome de seus beijos, de seus desejos, do seu cheiro, do seu amor.

Suspirei satisfeito por ter percebido o quanto inútil era lutar contra aquilo tudo.

Logico que nada seria fácil para nós dois, sabia que o fato de ser menor e ser minha sobrinha contaria contra este sentimento, mas eu lutaria não deixaria ninguém tira-la de mim.

Nem ela e nem Alice.

Ao longo desses dias que elas estão comigo eu entendi que minha família simplesmente se adaptou a ela, nunca tiveram muitas escolhas.

Com tratamento Alice se tornou mais sociável, mas com as dificuldades e as magoas que encontrou ergueu sobre si um muro que a defende. Ela age sem pensar não somente pela doença, mas por medo.

Medo de que a magoem, que a façam sofrer. Se ela afasta todos, não corre esse risco.

Sentir uma pequena mão deslizar por dentro da minha blusa, alisando com as pontas dos dedos os músculos do meu abdômen.

– Isabella. – disse em tom de advertência.

Poderia esta tudo lindo e eu me controlando, mas se abusar o tarado volta com força total.

– O que? – perguntou com carinha de santa, mordendo o lábio.

Pronto, abre a jaula que o cavalo reprodutor esta solto.

Quase gargalhei com meus pensamentos. Cada dia que passa eu estou mais tonto das ideias.

Nos virei na cama, ficando por cima dela.

Ela logo abriu as pernas para me acomodar no meio delas.

– Você tem ideia do quanto eu sou louco por você? – perguntei enquanto deslizava a ponta do nariz em seu pescoço e ombro.

– Louco é? – perguntou dando um risinho. – prova então. – disse e eu afastei o rosto para olha-la.

E lá estava, aquele par de olhos chocolate me fitando como um premio de loteria.

E ela me amava e eu amava e isso era o que bastava.

Sorrir e ela retribuiu.

– Linda. – sussurrei e a beijei com todo o meu amor.

Seu sabor único, de cereja, era como um doce veneno que eu tomava, torcendo para morrer naqueles lábios.

Meus dedos incapazes de ficarem quietos, a apertava contra mim, desejando me fundir a ela.

Deslizei minhas mãos, espalmadas em suas curvas, por dentro de sua blusa.

Sua pele se arrepiava aos meus toques, me enviando pequenos choques sutis de prazer.

Interrompendo o beijo, desci meus lábios por sua clavícula e fui descendo pelo seu colo, sugando a pele do contorno dos seus seios.

Ela gemia baixinho, levantando levemente os quadris para se esfregar contra a minha já proeminente ereção.

– MEU POVO, SOCORRO. – gritou Alice esmurrando a porta. – LARGA DE SAFADEZA EU PRECISO DE AJUDA.

Empata do cassete.

É hoje que eu mato Alice.

– VAI EMBORA ALICE. — gritei irritado. Bella riu embaixo de mim.

– AH TIO ED, EU SOU UMA PESSOA SOFRIDA. PRECISO DE AJUDA. – disse mais dramática que o Shakespeare.

– eu vou lá, ela não vai parar mesmo. – Bella disse me empurrando de leve.

Sair de cima dela irritado.

– E como eu fico? – perguntei fazendo bico.

– Prometo te compensar, a noite toda. – disse vermelha e piscou.

Sorrir. – Noite toda, Edward gosta. – disse, mordendo seu pescoço.

Ela riu e levantou indo para a porta.

Eu suspirei olhando aquela bunda.

Vai ser gostosa assim na minha cama, a noite toda.

Agora estava feliz.


POV Alice.

Eu sou uma pobre alma condenada ao inferno de não ter o que vestir.

Senhor dos encontros rogai por mim.

Depois de esmurrar a porta do tio, provavelmente atrapalhando a safadeza daqueles dois, eu obtive um socorro.

Sim a Madre Bellinha de Calcutá veio socorrer uma pobre coitada, infeliz e desvalida como eu.

– Vem Aly, usa isso. – ela disse puxando um vestidinho lindinho de dentro do armariozinho.

Por que eu estava falando tudo com “inho”, isso é meio gayzinho.

– ALICE. – Bella gritou me chamando a atenção. – o vestido, toma. – disse revirando os olhos.

Mas esta estressada em? Isso é a falta do piu-piu do tio Ed, aposto.

Cara que coisa estranha, esse negocio de piu-piu na periquita.

É tipo ver um programa de sexo das aves.

– Alice eu vou te dá um cascudo. – disse Bella tacando o vestido em mim.

– Ai que estresse. – disse pegando o vestido. – O que uma periquita necessitada não faz com o humor ne?

Ela me olhou com cara de poucos amigos.

– Vai se arrumar Alice, antes que eu parta para a agressão. – disse se fazendo de seria, mas sorriu.

Ela parte nada, ela me ama.

Claro que me ama, eu sou linda, maravilhosa e cheia de brilho. Como não amar?

– Eu desisto. – disse saindo do quarto.

– VAI VER O PIU-PIU DO TIO ED? – gritei para ela, que só fez bater a porta.

Que mau humor em? Vou te contar.

Fui alegre, feliz e saltitante para o banheiro.

Quando entrei vi que ainda segurava o vestido.

Larguei-o na bancada da pia e fui tirando a roupa.

Opa rolando um strip-tease para os cosméticos ali presente.

Aposto que se pudessem estariam gritando: “- Isso, delícia, tira tudo”.

Por que convenhamos ne? Eu sou a maior gata.

Entrei no chuveiro e comecei a cantar.

– EU SOU TÃO LINDA, MESMO LAVANDO A PERIQUITA. EU SOU TÃO GOSTOSA MESMO LAVANDO O SUVACO E AS COSTAS. – cara eu era um talento.

Continuei a minha linda canção. – EU LAVO OS CABELOS, AS PERNAS E O TRASEIRO. FICO CHEIROSINHA E QUEM SABE LEVO DO JASPINHO UMAS BITOQUINHAS.

Ai ai, como eu sou demais viu?

Terminei meu banho e minha musica digna das paradas de sucesso e fui me arrumar.

Duas horas e meia depois eu estava pronta.

Cara como fui rápida.

Sorrir me olhando no espelho. Isso que é beleza.

[ http://3.bp.blogspot.com/_l8m64vBzdsA/S-3lVty15YI/AAAAAAAAJkA/I9Fa917elE0/s800/Ashley+Greene_07.jpg ]

Eitha acho que vou falar com o Jake para ele me contratar como dançarina dele.

Imagina o sucesso.

Ao lembrar do Jacob meu coração se oprimiu.

Flashback on.

– E então Jacob, você vai me ajudar?

Ele me olhou meio indeciso.

– Alice, por que você quer fugir? – ele disse em voz baixa, para não o escutarem.

– Jake, minha vida toda eu passei constrangendo e dificultando a vida das pessoas. Quero que eles tenham a chance de serem normais. – falei quase chorando.

– Você é hiperativa não é? – perguntou mesmo sendo uma afirmação.

Assentir e ele me abraçou. – meu primo também é. Sei como se sente, mas fugir Alice, não acho que seja a solução.

– Eu preciso tentar. – disse olhando em seus olhos.

– Esta mesmo decidida não é? – perguntou sorrindo de lado.

Mais uma vez assentir.

– Então eu te ajudo, mas será do meu jeito. – disse e eu pulei em seu pescoço

Pela primeira vez eu tinha um amigo, ele iria me ajudar e tudo ia ficar bem, mesmo que a simples ideia de ficar sem minha família fosse doloroso, eu sabia que era o melhor.

Flashback off.

Suspirei, a alegria de agora a pouco se esvaindo de mim.

Era sem sombra de duvida a decisão mais difícil que já tomei e talvez signifique que eu consiga não ser como sou.

Mas todas as vezes que eu tentei eu falhei e acabei sendo humilhada e o pior humilhando aqueles que me cercam.

Mas agora não era hora de tristeza, eu estava um pecado. Não somente um pedaço de mau caminho, mas o caminho inteiro.

Filha de Emmett Cullen como sou, soltei uma beijoca para o meu eu do espelho e sair do quarto.

Por que hoje meu bem, eu tiro as teias de aranha da minha linda boquinha, nem que seja na marra.

Eithaaaa que a noite promete.


Notas finais
Ai espero que gostem.
Próximo post, marcado para terça...
beijos ♥