Boa Sorte Edward!
22 Cap 22 - Encontros de Alice - Parte final: A Fuga
Notas iniciais
mas o capítulo está ótimo e sei que vai compensar a demora ^^
Aproveitem...
Capítulo 22. Os encontros de Alice — parte final. "A FUGA".
POV Edward.
Puxa, excitado e largado aqui, abandonado, precisando de um carinho.
Fiz bico e cruzei os braços no peito. Aquilo era hora de Alice interromper?
Um homem tem suas necessidades e eu sou um homem muito necessitado.
Vou atacar a Bellinha.
Às vezes eu acho que sou um tarado, aí me lembro que sou mesmo e trato de aproveitar.
Levantei com uma ideia para lá de safada e fui atrás da minha diabinha deliciosa.
Aquela altura ela deveria esta indo se arrumar. Ainda faltava mais de uma hora para sairmos. MULHERES. Reviro os olhos e entro no quarto de Bella.
Está vazio e avisto um vestido em cima da cama.
Ela vai usar aquele cotoco de pano, aquele projeto aspirante a vestido? AH mais não vai mesmo senhorita.
Peguei o pano indecente que se acha um vestido e fui até a janela, abrir e taquei-o lá fora.
Adeus pano maldito que queria mostrar as pernas da minha mulher para os marmanjos tarados desta cidade.
Sorrindo muito satisfeito comigo mesmo, fui até o banheiro, onde eu podia ouvir o barulho do chuveiro.
Eita ela estava embaixo da água, peladinha e ensaboada.
OBRIGADO DEUS, SABIA QUE TU ERA O CARA.
Tratei de tirar minhas roupas e ficar como eu vim ao mundo. Gostoso e pelado.
É hoje que eu libero o cavalo reprodutor para atacar o rebanho.
Acho que vou começar a tomar remédio controlado, o tarja preta esta se fazendo necessário nessa minha cabeça pervertida.
Andei sorrateiramente de encontro ao boxe transparente, parei ali e fiquei observando a água cair pelo seu dorso perfeito.
Era excitante demais ver aquele traseiro empinadinho, praticamente me chamando para um pecado que eu estava ávido para cometer.
Como que sentindo minha presença ali, ela virou-se de uma vez, assustada.
Ao ver que era eu, deu um sorrisinho safado que me fez gemer na hora.
- Senhor Cullen, perdeu algo aqui? – Disse sorrindo.
Os seios empinados, a barriguinha plana, o vértice liso entre suas pernas torneadas era tentação demais para um pobre tio maníaco sexual.
- Perdi sim. – Disse deslizando a porta de vidro e entrando no boxe.
Bella me encarou e foi descendo o olhar pelo meu corpo.
Eu sei que sou gostoso Bella e é todinho seu. Quase fiz uma dancinha sensual para ela, mas achei que era mico demais.
Pensar se tornou impossível.
Todos os meus sentidos se aguçaram e tudo em mim era ela. O cheiro de morangos invadindo minhas narinas, minha pele se arrepiando pela proximidade excitante dos nossos corpos, minha audição captando a sua respiração acelerada.
Eu desejo essa menina com a intensidade que chega a assustar.
Sem poder me conter, tomo-a em meus braços, necessitado de sua pele em contato com a minha.
Ela deixa escapar um gritinho sensual pela brutalidade do meu ato e isso me tira do sério, me transportando para um estado de loucura absurda.
- Eu quero você Isabella e quero agora. – Disse entre dentes enquanto minhas mãos atacavam aquele traseiro redondo e perfeito.
Ela tentava tomar fôlego, sua excitação ascendendo cada fibra do meu ser.
- No quarto. – Ela conseguiu dizer.
Fiquei confuso, por que não ali? Mas naquela hora eu não tinha condição de pensar e sim de agir.
A icei em meus braços a jogando por sobre meu ombro.
Ela riu se debatendo um pouco.
- Seu homem das cavernas, eu sei andar. – Disse rindo ainda mais.
Dei um sonoro tapa em seu traseiro perfeito. – Calada. – Disse brincalhão.
Aproximei-me da cama e a joguei sobre ela que quicou com o impacto.
Fiquei ali em pé olhando envaidecido o corpo curvilíneo da mulher que me pertence. Um sentimento de posse e desejo me invadiu, me fazendo salivar.
Bella me olhava com um misto de desespero e delicadeza só dela. Seu olhar queimando em mim.
- Abra as pernas para mim Bella. – Disse e ela separou os joelhos me obedecendo de imediato.
Gemi ao encarar o seu sexo exposto, aberto e molhado, diante de mim pronto para o ato.
Toquei meu membro, fazendo um vai e vem com a minha mão encarando aquela parte em questão que me fazia delirar;
Hoje eu estava visual.
Bella se inclinou e pegou algo em sua cabeceira. Era uma camisinha.
Algum pensamento turvo tentou se fazer presente na minha mente nublada, mas o afastei o depositando em algum lugar obscuro da minha mente, por que naquele momento eu era só desejo carnal, puro e latente.
Tomei o pacote de suas mãos, rasguei o pacote e deslizei o conteúdo em meu membro.
Deitei-me sobre Bella, sentindo sua pele grudar-se a minha. Um arrepio perpassou a minha coluna me fazer gemer.
Bella se contorceu em baixo de mim buscando mais contato. Eu estava ávido por ela, não podia esperar mais.
Selei nossos lábios, mordiscando o seu inferior e depois o superior antes de invadir sua boca com a minha língua desejosa de seu sabor.
O gosto de cerejas estalou na contra meus lábios me fazendo ainda mais desesperado por ela.
Desci beijos por seu queixo, pescoço e colo, provando a pele molhada do banho e agora suor.
Como podia ser tão deliciosa?
Encarei os montes alvos, com bicos eretos e prontos para ser degustados.
Ataquei um deles, mordendo com um pouco mais de força do que pretendia arrancando dela um gemido alto de prazer e dor.
Um gemido agridoce.
Suguei seu seio degustando de seu sabor e me alimentando de seus gemidos.
Encaixei-me entre suas pernas e sem mais delongas a penetrei.
E lá estava eu, girando em mil nuvens do paraíso, de volta ao meu lugar.
E aquilo era tão certo para mim e para ela, essa junção perfeita dos nossos corpos, a demonstração de tanto amor.
Seu caminho me abrigou, me rodeando com sua maciez. Deslizei sem dificuldade tamanha a sua excitação que lhe empapava o sexo.
Bella gemia deliciosamente e ritmicamente enquanto saiu dela e retorno, repetindo o ato.
Ali não havia espaços para brincadeiras, para joguinhos, para problemas. Não éramos tio e sobrinha e sim duas pessoas que se amam de forma desesperada.
Meu ritmo de estocadas aumentava gradativamente de acordo com os seus gemidos e sussurros perdidos ao vento e ao meu próprio prazer.
Sentia Nirvana reclamando por mim e me atirei a ele quando sentir Bella se contrair ao meu redor, pulsando.
Meu nome saindo de seus lábios, uma lamuria lânguida banhada do puro prazer que eu lhe proporcionava e aquilo me arrebatou o coração.
Minha mulher gemendo e tomando o seu prazer em meus braços era bom demais.
Sem me conter mais me entreguei a liberação, sentindo meus membros dormentes e minha respiração acelerada, explodindo para dentro de Bella, para dentro da minha mulher.
Sem forças deitei minha cabeça em seu colo e seus dedos se enrolaram em meus cabelos, acariciando.
Fiquei ali ouvindo seu coração bater acelerando, diminuindo ritmo conforme sua respiração se normalizava.
Era tão bom está finalmente em casa.
[...]
- Vamos Edward Cullen, onde esta o meu vestido? – Bella perguntava batendo o pé no assoalho.
- Vestido? Que vestido, eu não sei de vestido algum. – Disse nervoso e acabei lançando um olhar nervoso para a janela.
Ela seguiu meu olhar e estreitou os olhos.
SEU TAPADO. Minha mente gritou me estapeando mentalmente.
Ela foi até a janela e olhou para fora, em seguida virou para mim e segurou a ponte do nariz entre o indicador e o polegar.
- O...QUE...MEU...VESTIDO...ESTA....FAZENDO...NOS...ARBUSTOS? – Perguntou pausadamente em um tom mais alto.
E agora? Admito que taquei aquela porcaria janela afora ou dou uma de Alice?
Dou uma de Alice disse um homem que um dia foi são.
- Sabe o que é Bellinha. – Comecei tomando coragem. – Eu abrir sua janela para ventilar isso aqui, por que você não quer um quarto com mofo, né? Ai eu estava aqui cuidando do seu bem está e conforto, admirando esse vestido muito bonito e apropriado, quando entrou pela janela um corvo enorme, que me atacou a bicadas, eu lutei com ele, juro mesmo, mas aí ele conseguiu arrancar o vestido bonito e apropriado de minhas mãos e eu fiquei com pena, fiquei todo assim, ô ele vai fazer um ninho e tem vários filhotinhos, então eu o deixei ir, mas ai o corvo amaldiçoado largou seu vestido bonito e apropriado no caminho e eu vi que ele só era vingativo. – Disse em um fôlego só rezando para ela se perder no meu relato de louco. – Entendeu amorzinho?
Bella me olhava de boca aberta.
Então começou a andar em direção a porta.
- Aonde vai bebê? Vai caçar o corvo? Eu te ajudo. – Disse sorrindo inocente.
- Vou ver se a Alice está bem. – Disse ainda pasma.
- Por que ela não estaria? – Eu estava confuso.
- Por que eu acho que ela morreu e você está baixando o espírito dela. – Disse me encarando com raiva. – Agora vaza que eu vou me arrumar.
Olhei indignado para ela.
Usa meu corpinho e depois me expulsa.
Diabinha arteira.
Enquanto passava pela porta a ouvir dizer.
- Você já foi normal um dia.
Escancarei minha boca horrorizado, ela tinha razão.
O que aquelas peste fizeram comigo?
Eu sabia o que elas tinham feito, elas tinha me feito FELIZ.
POV Bella.
Rindo horrores do meu titio gostoso e agora louco eu fui me arrumar.
Coloquei uma calça jeans, um salto preto, uma blusinha verde e uma jaqueta curta de couro.
Fui em direção ao quarto de Alice e bati na porta.
- Vamos Aly. – Disse e desci as escadas.
Edward estava na sala zarpeando os canais com uma cara no mínimo engraçada.
- Oi estranho. – Disse ele me olhou me brindando com um sorriso encantador.
- E aí? Vamos colocar o mundo nas mãos da pequena Alice? – Perguntou sorridente.
Não precisei responder por que Alice apareceu sorrindo.
- Fecha os dentes meu povo, não sou creme dental. – Disse sorrindo, ela estava linda. – Eu sei que sou gostosa. – Disse em resposta ao nosso olhar.
- Você irá conosco ou vai esperar o Jasper? – Perguntei começando a ficar um pouco apreensiva.
- Eu vou com vocês. – Disse sorrindo despreocupada.
A olhei desconfiada, ela estava aprontando alguma.
Fomos no volvo e Alice foi todo o tempo digitando algo no celular.
Quando finalmente chegamos, ela saltou do carro e saiu andando sem nem esperar por ninguém.
Eu e Edward a seguimos um pouco apreensivos.
Alice então deu uma corrida aos gritos que fez Edward olhar desesperado para mim.
- JASPINHO. – Gritou e se atirou no pescoço da criatura em frente a entrada do cinema.
Juro para você que eu vi o garoto tremer de susto.
Nos aproximamos e ele nos cumprimentou.
- Jaspinho esse é o meu tio Ed. – Disse apresentando Edward.
Mas hoje não é um bom dia para ele, acho que o orgasmo foi forte demais e ele acabou ejaculando os neurônios. N/B: KKKKKKKKKKKKKKK MORRI XD
- Jaspinho. – Ele disse prendendo o riso. – Só não pulo em você por que ia pegar mal. – Disse todo sorriso e até Alice o olhou espantada.
O garoto pareceu bem sem graça, nos olhando desconfiados como se fossemos uma família de amebas.
Fomos para dentro do cinema e eu sabia que tinha que manter certa distância do Edward. Aquilo me chateava, não podia ser um casal normal.
- Eu quero ver “pôneis assassinos na terra do nunca” – Disse Alice apontando para uma fila gigante.
QUE DIABO ERA AQUILO? UM FILME OU UM CONTO DE MAU GOSTO?
- Alice esse filme é estréia, está lotado. – Disse o inglês e eu fiquei com pena dele, não se nega nada a Alice Cullen.
Alice fez uma careta e então juntou as mãos como quem vai rezar, fez um bico estranho, arregalou os olhos e inclinou a cabeça para o lado.
Quem a visse acharia que ela estava tendo um ataque, mas eu sabia que ela estava fazendo a cara do gato de botas do Shrek, ou o que ela achava que era a cara do gato de botas do Shrek.
Jasper a olhava seriamente preocupado.
- AH JASPINHO LINDO, ME DEIXA VER O FILME E EU TE DEIXO USAR MEU CORPINHO. – Ela gritou atraindo a atenção de todo mundo.
O garoto arregalou os olhos e ficou vermelho de vergonha e eu vi que ele já estava se arrependendo de sair nesse encontro.
- Alice. – Chamei tentando amenizar as coisas. – Do que fala esse filme?
Ela me olhou com os olhos brilhando. – Fala de pôneis assassinos que moram na terra do nunca. – Disse como se explicasse tudo.
Que vontade de bater em Alice.
Jasper não querendo mais pagar mico decidiu ir para a fila do filme estranho.
Edward estava ao meu lado e chegava a tremer prendendo a risada toda vez que olhava a cara de desespero de Jasper.
Esse era fraco, Alice nem tinha começado ainda. Gemi internamente.
- Eu vou comprar pipoca. – Alice disse querendo sair da fila de ingressos.
Segurei seu braço. – Jasper vai. – Disse impedindo aquela maluca de ir para longe.
- Mas eu quero pipoca com bastante manteiga. – Ela disse me explicando.
- Ele traz. – Disse firme.
- E eu quero um refrigerante gigante com bastante gelo.
- Ele compra. – Rebati.
- E quero um monte de chocolates. – Disse ainda tentando se livrar do meu aperto.
- CARALHO ALICE, ELE É RICO, ELE COMPRA. – Acabei gritando e Edward soltou uma gargalhada, Jasper escondeu o rosto nas mãos e Alice sorriu com os olhos brilhando.
Virou para Jasper. – Você é rico? – Perguntou como se fosse novidade.
- Meu pai é. – Disse todo inglês e polido. Otário.
- UAU. – Disse se aproximando mais dele. – Me descola duzentas pratas? – Perguntou estendendo a mão.
Ele pareceu confuso.
- Para quer duzentos dólares? – Perguntou desconfiado.
- Deixa de ser mão de vaca homem, você é rico libera a bufunfa. – Disse irritada. Jasper olhou para ela sem acreditar. Vendo a hesitação dele ela gritou. – HONRA AS CALÇAS MEU FILHO E LIBERA DUZENTINHO.
Toda fila olhou para nós.
Jasper arregalou os olhos e provavelmente temendo que a maluca na sua frente puxa-se uma arma e anunciasse um assalto, ele abriu a carteira e tirou duas notas de cem.
- Valeu. – Disse Alice sorrindo e guardando o dinheiro na bolsa de mão. – Agora vai comprar minha pipoca, meu refri e meus chocolates. – Disse mandona.
- O dinheiro não é para isso? – Questionou o inglês agora realmente abismado.
Alice negou e eu perguntei entre dentes. – E esse dinheiro é para o que Alice Cullen?
Ela sorriu feliz para mim. – Para ajudar na minha nova carreira.
- Que carreira? – Edward questionou por sobre o fôlego ainda rindo.
Ah qual é a do Edward hoje, inalou gás do riso foi?
- A de cantora. – Ela disse simples e virou para Jasper. – Eu tenho uma dupla com o Jacob Black. – Disse sorrindo orgulhosa.
- Não tem não. – Disse Edward nervoso.
Parou de rir foi?
- Tenho sim. – Disse Alice colocando as mãos na cintura. – Você viu, na sua sala eu e o mano Black fazendo música. – Disse indignada.
Por incrível que pareça para ela aquilo era música.
- Você canta? – Jasper fez a merda de perguntar.
Alice balançou a cabeça freneticamente em concordância. – Quer ver?
Ai meu Deus, essa fila não anda não?
E Alice começou a cantar, pelo menos ela achou que estava cantando.
- OOOOOOOOU, OOOOUU. OUUUUUUUU. – Ela cantarolava alto, se balançando de um lado para o outro. Começou a bater palma totalmente sem ritmo. – Essa canção eu fiz em homenagem a duas pessoas que eu amo. – Disse para toda a fila.
Todo mundo nos olhava.
- EDWARD TAPADO, SE ABAIXOU PARA FAZER COCÔ NO MATO. – Cantou se remexendo fazendo caras e bocas. — BELLINHA COITADINHA NÃO AGUENTOU A FENDENTINA. – Ela apontou para mim se requebrando. — EDWARD TENTANDO RESOLVER A TRETA COMEÇOU A DIZER: NÃO É COCÔ É OBRA DO CAPETA. – Ela se remexia toda.
As pessoas riam descontroladas e algumas começaram a cantar.
Jasper estava de boca aberta, paralisado.
Olhei para Edward e esse de olhos arregalados, me olhou e deu de ombros e foi para o lado de Alice e começou a rebolar junto com ela.
MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSE HOMEM JESUS?
- NÃO É COCÔ É OBRA DO CAPETA. – Ele cantava junto a Alice, que se empolgou e desceu até o chão.
Olhei abismada, Edward jogar a bunda para o lado.
Meu Deus! Acho que no dia do jantar com a loira do banheiro, Edward bateu a cabeça com força demais.
MERDA ESTRAGAMOS O CULLEN.
Puxei a manga de sua jaqueta. Ele me olhou ainda rebolando.
- Esta maluco Edward? – Questionei sem entender o que deu nesse homem hoje gente.
Ele sussurrou para mim ainda se requebrando. – Não quero que ninguém saiba que sou o Edward. – Disse se achando brilhante.
Mas dois segundos depois Alice estragou sua ideia brilhante.
- REBOLA A BUSANFÁ TIO EDWARD. – Disse Alice batendo nele com a bunda.
Edward parou no meio de um rebolado estranho com os quadris e mãos e ficou uns dez tons de rubro.
- Filha do capeta. – Ele disse indignado.
Foi minha vez de rir, mas parei quando Jasper segurou o braço de Alice saindo do seu estado paralisado.
- CHEGA. – Gritou saindo do sério. – Não sei o que esta acontecendo, mas me procure quando souber se comportar como gente. – Disse raivoso.
Tremi de ódio, mas sentir Edward avançar no inglês antes de mim, então me limitei a me colocar em sua frente.
Ele apontou para Jasper por sobre meu ombro. – ESTA DIZENDO QUE ELA NÃO É GENTE SEU IDIOTA? – Ele estava com muita raiva, não pude deixar de sentir orgulho.
Alice estava encolhida, lagrimas rolando pelo rosto.
- Tio. – Ela disse em um fio de voz, mas todos nos olhamos para ela. – Está tudo bem. – Ela disse sorrindo fraco para Edward. Virou pra Jasper e sem uma palavra se aproximou dele e beijou seu rosto. – Desculpe.
Não saberia dizer por que naquele momento eu enxerguei Alice dez anos mais velha do que ela era e por que meu coração doeu.
Edward ainda tremia de raiva, olhando Jasper com ódio.
Alice nos olhou e começou a chorar compulsiva. – Eu amo vocês. – Foi só o que ela disse antes de sair correndo nos pegando de surpresa.
Durante sua dança maluca Alice tirou os sapatos e agora corria com eles nas mãos.
- ALICE. – Gritei desesperada.
Eu e Edward começamos a correr atrás dela, mas ao atravessar na rua ela abriu a porta do carona de um carro todo preto e sem placa.
Tudo ficou em câmera lenta, só conseguia registrar ela parar na porta do carro nos olhar e mover os lábios em um “desculpe” mudo.
Então entrou no carro que partiu em alta velocidade nos deixando ali, desesperados.
QUEM TINHA LEVADO A MINHA IRMÃ.
O medo cortava minhas veias, meu peito se oprimia a ponto de dificultar minha respiração.
Edward parecia transtornado, queríamos ir atrás do carro, mas nunca o alcançaríamos.
- De quem era aquele carro? – Perguntou Edward desesperado.
- Eu não sei. – Disse chorando, sufocando com minhas lágrimas de angustia.
Jasper se aproximou cauteloso e assim que eu o vi, sentir ódio correr pela minha circulação, o sangue tingir minha visão de vermelho.
Pulei nele o socando e mordendo, até que Edward me segurou.
- VOCÊ É LOUCA QUE NEM A SUA IRMÃ. – Ele gritou para mim assustado.
- ELA NÃO É LOUCA, ELA É HIPERATIVA SEU IDIOTA. E AGORA ESTA SABE-SE DEUS ONDE OU COM QUEM. – Disse e sucumbi ao meu desespero me abraçado ao inconsolável Edward.
E eu só sabia rezar para que Deus não permite-se que nada de ruim acontecesse com minha irmã.
Notas finais
obrigado pelos reviews.
N/B: Gente eu morri de rir nesse capítulo...não tem um naquela casa que seja normal fato kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
A Alice não matou ninguém nem destruiu nada dessa vez, mas o mico que ela fez o tio Ed pagar foi hilário kkkkkkkkkkk
Pena que o Jazz reagiu daquela forma...=( coisa feia Jasper...
Pois é...a Alice fugiu... e ainda levou duzentinho do Jazz rsrsrsrs
fico com pena de todos ali...da Alice q fugiu...da Bella e do Ed preocupados...
agora é deixar um review bem legal e aguardar o próximo cap ;)
xoxo Gaby
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