Blurred lines.

11 You'll be the only light I see.


Notas iniciais
E AÍ? EM HOMENAGEM AO MEU TIME DO CORAÇÃO QUE FOI CAMPEÃO CARIOCA PELA 33ª VEZ, TÔ TRAZENDO UM CAPÍTULO FORA DE DATA. APROVEITEM!

Naruto.

Sasuke havia me dado a pior notícia que eu poderia receber: meu prazo foi adiantado. Depois que Sasuke me deu aquela notícia cretina, resolvi ligar para Itachi e perguntar o porquê de o laboratório ser no sábado, sendo que ele não trabalha aos fins de semana, e ouvi uma resposta que me deu vontade de esmurrar Itachi até a morte “só porque eu não trabalho, não significa que a empresa não tá funcionando”. Ugh! Bastardo!

Tentei pensar sozinho durante a semana, e já tinha em mente a música que eu queria, mas precisava ouvir de outra pessoa que essa era a música certa, mas para isso eu teria que esperar.

Olhando para o visor do meu celular, aguardei ansioso. 23H58min de sexta-feira. 23H59min de sexta-feira.

Meia noite.

Eu tinha deixado uma mensagem no celular de Sasuke durante a noite que dizia “me ligue quando for você, benzinho”. Sabia que Punk não o gostava quando eu o chamava pelo apelido que todos usavam para denominar a outra personalidade de Sasuke, então resolvi retribuir o modo que ele me chama, e usei “benzinho” para identificar quem eu queria que me ligasse quando o fim de semana começasse.

Quando meu telefone tocou, quase o deixei cair de minha mão ao identificar o nome “Sasuke” no visor. Respirei fundo antes de atender, porque não sabia que tipo de atitude esperar de Punk. Meu Punk.

– Alô? — Com o coração na boca, atendi.

Oi, o que quer?– Punk não soava bravo, muito menos chateado, mas não posso fingir que esse “o que você quer?” não me magoou.

– Preciso que você ligue para meu chefe e me dispense do trabalho, para que eu possa ir para casa. — Fui honesto.

Só isso? Já está dispensado, Naruto.– A voz de Punk estava monótona, como se falar comigo levasse mais esforço do que o necessário, e agora que consegui identificar isso em seu timbre, estava mais chateado ainda. — Vou desligar...

– Não vai, não! Eu preciso que você vá para minha casa hoje. É um dia importante para mim, Sasuke, e eu preciso de sua ajuda. — Apelei para o lado sentimental de Punk que eu não tenho certeza se existe.

Hm. — E ele desligou.

Como Punk disse que estou liberado, não exitei antes de pegar minhas coisas e sair dali, encarregando um de meus amigos a cuidar do bar.

Subi em minha moto, dando partida e indo para casa. Toda vez que subia nessa moto lembrava o que fiz para ganhá-la, e meu peito se enchia de orgulho, e amor, ao lembrar-me que foi graças a Punk que a ganhei. Ok, tenho grande parte do mérito de ter vencido a corrida, mas não posso esquecer que foi graças a ele que pude correr, porque ele confiou em mim. E isso tudo me lembra do lago...

Antes que eu percebesse já estava em casa, e minha surpresa foi inevitável quando vi Alexz parada em frente ao meu prédio, com Punk encostada nela. Semana passada, quando ele veio me buscar para nosso primeiro encontro, me controlei para não jogar-me em cima dele por tamanha ser a felicidade em vê-lo, mas hoje eu não faria isso. Quase deixando minha moto cair, desci do veículo as pressas, correndo e me jogando contra Sasuke, que depois de hesitar um pouco, adornou seus braços em torno de mim, enquanto eu afundava meu rosto na curva de seu pescoço, pensando no quanto senti sua falta.

– Estou puto com você. — Ele quebrou o silêncio.

– Eu já esperava por isso. — Admiti, abrindo espaço o suficiente entre nós para minhas mãos alcançarem seu rosto e eu o puxar para mim, beijando-o com fervor. Só agora, depois de passar mais cinco dias distante de Sasuke, pude sentir o quanto meu corpo fervia de saudade, de amor, de falta desse homem que eu mal convivo, mas gosto tanto. A língua de Sasuke tocou meu lábio inferior, e eu abri minha boca para dar espaço ao que tanto queríamos fazer. Beijamo-nos de verdade, eu arfava e as mãos de Sasuke apertavam minha jaqueta, puxando-me mais para ele. A qualquer momento poderíamos ter derrubado Alexz. Mas eu não ligava. Mas ele não ligava.

Pequenos arrepios eram mandados para todas as extremidades de meu corpo, tamanho era o prazer em beijar Punk. A quantidade de saudade que eu emanava era assustadora, juntamente com a sensação abrasadora de poder estar com ele agora, depois de dias sem poder nem ao menos vê-lo, sabendo que era meu Punk que habitava naquele corpo que eu admirava tanto. Separamos o ósculo por falta de ar e encostamos nossas testas.

– Quem é você e o que fez com meu namorado? — Punk brincou, e assim que eu abri um pouco os olhos pude ver que ele sorria.

– Namorado, é? — Perguntei, abobalhado.

– Não é assim que você tem se referido a mim a semana toda? As notícias voam, Naruto. — Ele riu e eu o abracei. — Também senti sua falta. — Sussurrou.

Demos as mãos e eu levei Sasuke para cima, mais precisamente para meu apartamento. Entrei e ele veio logo atrás de mim, tirando os sapatos, como era de costume. Suspirei ao sentir o cheiro da minha casa misturado ao cheiro de Punk que impregnara em minha jaqueta e em meu corpo. Jaqueta essa que foi arrancada de meu corpo por mim mesmo, a fim de me livrar do calor que subir as escadas tinha me provocado.

Senti Punk me abraçar por trás, beijando meu pescoço e nesse momento fiquei mole, deixando que ele continuasse com o que estava fazendo. Descansei meus braços em cima dos seus, que abraçavam minha cintura de forma possessiva. Punk beijava a pele exposta, as vezes passava o nariz em uma forma de carinho e ronronava, me deixando com vontade de rir.

– Gatinho manhoso. — Zombei enquanto passava minha mão por seus cabelos. Virei-me para ele sem desfazer o abraço e beijei seus lábios de leve. — Preciso de você essa noite.

Os olhos de Punk se arregalaram.

– Não desse jeito, babaca! — Rolei os olhos, ao lembrar que Sasuke só pensava “naquilo!”. — Seu irmão adiantou meu laboratório para hoje às 11h, como você deve saber, e eu já escolhi a música que quero cantar, mas... Não seria completo se eu não te visse agora. Não posso fazer isso sem você.

– Por que não pode? — Punk agora parecia preocupado, passando os polegares por minhas bochechas, bem em cima das cicatrizes que tenho. Sua atenção estava focada nelas, e eu tive um pouco de vergonha disso. — De onde as cicatrizes vem?

– Preciso de você porque escolhi a música pensando em você, bobo. — Soquei seu braço de leve.. — Precisava te ver hoje para ter certeza que é isso que quero cantar, e para pedir para você dormir aqui e irmos direto para a Uchiha Enterprises quando acordarmos. E as cicatrizes são defeito genético.

O sorriso de Punk se alargou.

– Só dormir?

– Punk...

– Já disse para me chamar de Sasuke! — Fui repreendido, e encolhi um pouco os ombros pelo tom de voz que Sasuke usou comigo. — Pode cantar para mim agora?

– Não. — Mordi o lábio inferior. — É uma surpresa.

Sasuke, com sua mão, fez meus dentes soltarem meu lábio, e balançou a cabeça como quem diz “já tinha te avisado para não fazer isso”. Iniciamos mais um beijo, dessa vez lento, podendo aproveitar todas as sensações que o ósculo com Sasuke me proporcionavam. Por um único instante, passou-me pela cabeça se beijar o Sasuke original também seria assim, mas afastei o pensamento quando senti as mãos de Punk descerem pelas laterais de meu corpo até chegarem em minhas nádegas, onde ele permaneceu quieto, com as mãos apenas encostando em minha carne.

Subi as mãos pelos braços de Punk, e abracei seu pescoço, ficando na ponta dos pés para realizar tal ato. Meu namorado, percebendo o esforço que era feito por mim, desceu mais as mãos até chegar entre minhas coxas, que foram abertas para me içar no colo dele. Assim, tínhamos a mesma altura. Não me importei em estar nessa posição com Sasuke, afinal, estávamos juntos e estava bem claro que não havia nenhuma intenção maliciosa nessa ação, apenas queríamos facilitar nosso beijo.

Sasuke andou comigo em seu colo até meu quarto, e no caminho trocamos beijos, mordidas e algumas poucas palavras. Ele empurrou a porta com o pé e deitou-me na cama, ficando por cima. Minhas pernas ainda estavam entrelaçadas em sua cintura, então girei, fazendo-o deitar de frente para mim, um em cada lado da cama. Sentei-me, largando de seu abraço. Sasuke sentou-se também, estanhando minha reação. Aproveitei sua atitude para sentar em seu colo com uma perna de cada lado de seu corpo, Abri o zíper de sua jaqueta e a deslizei pelos ombros de Punk, jogando-a no chão logo em seguida. Minhas mãos foram para a barra de sua camisa branca, puxando-a para cima. Sasuke me olhava sem entender o que estava acontecendo, mas ajudou-me a tirar a peça de roupa. Peguei no cós de sua calça, tirando o botão da casa e abrindo o zíper, afastei-me para puxar o tecido justo, até conseguir meu objetivo: tirá-la do corpo de Punk, que agora usava somente uma cueca boxer.

Tirei minha camisa e minha calça, permanecendo no mesmo estado que Punk: somente de cueca. Beijei-o mais uma vez, e pude sentir toda a liberdade que era tocar meu namorado sem quase nenhuma peça de roupa em nosso caminho. Todos os espasmos, todos os arrepios, todas as sensações que eu obtinha beijando Sasuke estavam multiplicadas por mil, se era possível. Eu sentia cada pelinho do meu corpo, da nuca até as pernas, se arrepiarem com os toques firmes e até meio brutos. Sasuke espalmava a mão por minha barriga, costas, pernas, apertando e marcando com seus dedos, mas ainda assim eu não classificaria aquilo como um amasso, mas visto que meu desejo começava a se manifestar em meu corpo, previ que logo seria um, por isso, parei o beijo, finalizando com um colante nos lábios de Sasuke.

– Vamos dormir? — Sasuke perguntou, sarcástico. Rebolei de leve em seu colo e pude sentir um volume começando a se formar na boxer de meu companheiro. Desmontei de cima dele e deitei-me ao seu lado, virando de costas para ser abraçado por Sasuke em uma conchinha gostosa.

– Vamos.


XxXx.

Acordei e Punk já não estava mais ao meu lado, fazendo-me ficar um pouco chateado. Mas um bilhete em cima de meu criado mudo me fez ficar um pouco mais calmo, e até um pouco sorridente.

“Fui em casa tomar um banho e trocar de roupa, volto antes das 10h para irmos até a empresa.

Bom dia,

Sasuke”.

Sorri, constatando que eram 09h50min e que Sasuke deveria estar chegando, se é que já não estava aqui em casa. Empurrei a coberta para o lado, não lembrando exatamente em que parte da noite eu resolvi me cobrir, mas tudo bem. Levantei-me, espreguiçando, e fui em direção a saída do quarto. Assim que abri a porta senti um cheiro de café quentinho, e corri até a cozinha quando vi Sasuke ali.

– Bom dia! — Disse, alegre. Sasuke me estendeu sua camisa branca do dia anterior e eu aceitei de bom grado, vestindo-a. Adorava o friozinho gostoso que fazia de manhã, e ficar somente de cueca tornava isso um pouco desconfortável. Cheirei a blusa de Sasuke sem disfarçar, o que fez o mesmo rir. Ele tinha uma caneca de café na mão, e me ofereceu outra.

– Bom dia, dorminhoco. — A voz rouca de Sasuke me deu um friozinho gostoso na barriga que logo tratei de ignorar. — E seu café está do jeito que gosta. Pensei em fazer do modo que faço o meu, mas não sei se te agrada beber café com vodka.

– E não agrada. — Ri. — Mas obrigado pelo café. — Inclinei-me para lhe dar um selinho, afinal, eu ainda tinha que escovar os dentes. — Vou tomar banho, e depois podemos ir para empresa.

– Hm, Naruto... Depois que sairmos da empresa, lamento dizer que eu não poderei passar o resto do sábado contigo.

– O que?! — Arregalei os olhos. Ok, sei que Sasuke tem que cuidar da Ambu Nation, mas eu esperava que ele passasse pelo menos o sábado todo comigo, que cuidasse disso no domingo, oras! — Mas Sasuke, estamos sem nos ver há dias e eu achei que você passaria pelo menos hoje comigo!

Ele me abraçou.

– Ei, ei, acalme-se... As coisas estão complicadas lá na Ambu Nation, e eu não posso fugir das minhas obrigações como líder agora. Está tudo muito agitado, mas prometo guardar um tempo para você, amor.

Sou um babaca por amolecer só por ele ter me chamado de amor. Mas, fazer o quê.

– Eu... Ok! Tudo bem. Mas depois eu vou cobrar esse tempo juntos.

– Sei que vai. — Beijou minha testa. — Agora vá tomar banho.


XxXx

Itachi.

Uma das salas de laboratório, a que eu estava no momento, já estava cheia.

Meu pessoal a lotou com alguns adultos, e mais uma porrada de adolescentes, que ultimamente são o que fazem o mundo da música girar. O quinto andar da Uchiha Enterprises – Matriz, era dedicado ao setor da música, na parte do laboratório e uma parte do nosso acervo de instrumentos, o resto estava espalhado em várias das nossas gravadoras por aí.

Naruto passou pela porta exatamente às 11h05min. Atrasado. Mas Punk vinha logo ao seu encalço, e isso me proibiu de dar uma bronca no loiro. A surpresa por ver Punk ali era grande, ainda mais considerando que ele e Naruto estavam de mãos dadas. Então Sasuke havia perdido a disputa por Naruto? Me preocupei com meu irmão, ao mesmo tempo em que fiquei aliviado dele não poder ver nada disso, já que Punk bloqueava tudo.

– Desculpe-me o atraso Itachi! É que Sasuke dormiu lá em casa e eu pedi para ele vir me acompanhar. — Naruto se justificou assim que me achou no meio das pessoas que estavam ali.

Punk dormiu na casa de Naruto? Será que ele conseguiu tudo o que queria com o loiro, então? Isso me preocupa. E muito. Torço por Sasuke nisso tudo, mas não posso impedir Naruto de seguir seu coração. O que mais me doía seria se Naruto fosse obrigado a escolher agora, tão prematuramente, e meu irmão tivesse que escutar todas as palavras duras que compõem um “estou com ele, não quero você, sinto muito”.

Se ninguém nunca descobriu a única pessoa que já amei, é porque são burros.

– Sem problemas, Naruto, agora vá e sente-se ali. — Indiquei, apontando um elevado em frente as fileiras de pessoas que estavam sentadas aguardando o laboratório começar. Ali havia um banco e um microfone, junto com alguns instrumentos e uma mesa com DJ, já que eu não sabia o que Naruto tinha decidido tocar hoje. O que era arriscado, admito.

Punk e Naruto se despediram com um selinho e até escutei um “boa sorte!” no meio disso. Naruto subiu no palco improvisado e desencapou um violão que estava ali para a sua disposição. Levou o instrumento até o banco, onde se sentou, ajustou o pedestal do microfone e afinou o violão.

– Bom dia a todos. Sou Naruto Uzumaki, a nova promessa da Uchiha Enterprises, e espero futuramente poder trabalhar em uma das gravadoras Akatsuki. — Naruto, sempre educado, cumprimentou a todos e sorriu. Um daqueles grandes sorrisos cativantes que só ele tem, e aposto que só nisso ele ganhou metade da platéia. Bom, pelo menos a parte adolescente e feminina.

Notei que seu olhar procurava alguém, e só sossegou quando encontrou Punk, sentado em uma das cadeiras. Naruto sorriu mais uma vez, botando o violão em posição e começando a música.

A essa altura, eu já tinha reparado que era uma dedicatória.

[Every breath – Boyce Avenue]

It sounds like this is nothing new
(Parece que isso não é novidade)
And that it hasn't been for a while
(E que não foi por um tempo)
You wake up on the other side
(Você acorda no outro lado)
And you strain to force a smile
(E você se esforçar para forçar um sorriso)

Naruto cantava sorrindo, mirando uma pessoa especial, que obviamente era Punk. Prestei atenção no desempenho de meu amigo e mais novo investimento, mas é claro, também prestei atenção na plateia, onde pude ver muitos olhares de aprovação.

The fairytale inside your head
(O conto de fadas dentro de sua cabeça)
Has become your new best friend
(Se tornou seu novo melhor amigo)
But I can assure you
(Mas posso assegurar-lhe)
That I'll be there before the story ends
(Que eu vou estar lá antes que a história termine)


Cause when I needed a place
(Porque quando eu precisei de um lugar)
To hang my heart,
(Que segurasse o meu coração,)
You were there to wear it from the start
(Você estava lá por ele desde o início)
And with every breath of me
(E a cada suspiro meu)
You'll be the only light I see
(Você será a única luz que verei)

A voz de Naruto embargou um pouco, mas ele continuou a cantar lindamente, com aquela voz que eu sabia que era um achado único, e eu ganharia todo o mérito por ter encontrado e exposto ao mundo.

I'm racing to the finish line
(Eu estou correndo para a linha de chegada)
Of a lifetime that's barely started.
(De uma vida que está apenas começando.)
The peace of mind I left behind
(A paz de espírito que deixei para trás)
I pray you'll keep in your perfect garden
(Eu rezo para que você deixe em seu jardim perfeito)

You're waiting on a minute hand
(Você está esperando um ponteiro dos minutos)
In a countdown that lasts for days
(Em uma contagem regressiva que dura dias)
But I'm here to tell you
(Mas eu estou aqui para lhe dizer)
It won't be long before I'm here to stay
(Não irá demorar muito, antes que eu esteja aqui para ficar)

The waitless nights and lack of rest
(As noites intermináveis e sem descanso)
I'll wait for you, I'm in over my head
(Vou esperar por você, já coloquei na minha cabeça)

Even when it's dark before the dawn,
(Mesmo quando está escuro antes do amanhecer,)
I will feel your grace and carry on
(Vou sentir sua graça e continuar)
And with every breath of me
(E a cada suspiro meu)
You'll be the only light I see
(Você será a única luz que verei)


When I needed a place
(Quando eu precisei de um lugar)
To hang my heart,
(Que segurasse o meu coração,)
You were there to wear it from the start
(Você estava lá por ele desde o início)
And with every breath of me
(E a cada suspiro meu)
You'll be the only light I see
(Você será a única luz que verei)

Even when it's dark before the dawn,
(Mesmo quando está escuro antes do amanhecer,)
I will feel your grace and carry on
(Vou sentir sua graça e continuar)
And with every breath of me
(E a cada suspiro meu)


You'll be the only light I see...
(Você será a única luz que verei...)

Assim que Naruto acabou de cantar, a plateia levantou-se para aplaudir de pé, o que emocionou meu mais novo empregado oficial, fazendo-o deixar rolar algumas lágrimas por seu rosto. E mais uma vez, notei seu olhar buscando alguém. Naruto, que sorria feito bobo, encontrou Punk, de novo, naquele projeto de multidão. Pude ver na íris azul o amor que Naruto sentia por Punk, ali, presente, quase palpável, mas quando mudei de posição para observar Punk, decepcionei-me.

Até porque, Punk não retribuía nem metade do significado daquele olhar.



Notas finais
E aí? Gostaram? Comentem! BOAAAAAAAAAAAAAA MENGO! É CAMPEÃO!