Notas iniciais
E aí? Estou aqui à essa hora da noite (que para mim já está muito tarde, considerando que acordo às 5h amanhã), para postar o capítulo, só porque a Lorane (minha amiga) pediu. Eu iria postar só amanhã porque estou muitíssimo cansada. Aliás, gostaria de dizer que só recebi 6 comentários, quando a média da fanfic é 10 por capítulo, sendo que tem mais leitores que isso... Não quero pressionar, afinal manda comentário quem quer. Mas é o que eu disse em minha outra fanfic quando estava terminando-a: eu desanimo muito fácil por falta de comentários, sempre acho que foi desinteressante, que não está bom... E acabo parando de escrever, em hiatus que podem durar meses, e isso nunca é bom. Enfim, aproveitem esse capítulo, o próximo está melhor ainda... OBS: revisado por cima, bem rapidinho, para eu poder postar.

Naruto.

A semana havia passado como uma lesma, se arrastando, me fazendo esperar como um viciado pela droga. Ok, exagero. Mas quase isso.

Era sexta, o Nove Ases estava lotado até a boca, e eu tinha um sorriso de rasgar o rosto estampado. Ali eu via Hinata, sentada ao lado do cara de olhos perolados, que eu presumi ser seu irmão, ou primo, que por sua vez tinha a garota com os coques no cabelo em seu colo. Do outro lado do salão, Itachi com Sakura encostada em seu ombro, mais um homem que eu não conhecia, e nada de Sasuke. Eu sabia que ele não viria, tinha me mandado uma mensagem que dizia “só fale comigo depois da meia noite, serei todo seu” que eu receio ter recebido uma forcinha de Punk para ser enviada.

Eu contava ansiosamente os minutos em meu relógio de pulso. Faltavam dez minutos. 10 minutos que parecem durar mais do que minha vida toda até esse momento. Eu podia ver Itachi rindo baixinho da minha desgraça, já Sakura me olhava maliciosa. Dei graças a Deus por Hinata não saber nem de um terço do que está acontecendo, porque se soubesse eu já teria sido esganado a essa hora.

– Olá, barman. — Um homem de cabelos vermelhos chamou. Fui até ele para anotar seu pedido. — Quero um saquê, o mais forte que tiver, e também quero saber seu nome, já que agora é um Ambu Nation.

Arregalei meus olhos.

– O-oi? Será que poderia repetir? — Pedi.

– Um saquê forte e seu nome, agora que é da “matilha”. — Ele riu, ou algo parecido. Aquele homem parecia ter a voz daquelas múmias de filme de terror, depois que acordam de seu sono de 30 mil anos. Fiquei aliviado, pelo jeito que ele falou, dava a entender que ele era da gangue de Sasuke.

– Não sou da gangue. Na verdade, não quero me meter. Só não queria que Sasuke corresse o raxa. — Justifiquei-me tentando ser amigável, afinal o cara tinha jeito de quem conseguiria me quebrar usando só o dedo mindinho.

– Não? Então por que está protegendo o chefe?

Fiquei calado, com vergonha de responder a sua pergunta. Resolvi virar-me e pegar seu saquê, dando a garrafa retornável em sua mão.

– Oh, então é o chefe que está protegendo você. — Riu. — Quero só ver a cara dos outros quando souberem da nova princesinha do chefe. — Franzi a testa, confuso. — Ele não é flor que se cheire, louro. Muito cuidado. — Ele disse, deixar o dinheiro em cima do balcão e sair.

De: Sasuke.
Para: Naruto.

[Sasuke me complicou muito com você?]

Ri assim que vi a mensagem. Ele tinha medo que eu parasse de falar com ele só por que ele está a fim de mim? Fala sério!

De: Naruto.
Para: Sasuke.

[Nem um pouco, para dizer a verdade]

Esperei a resposta ansiosamente, desejando poder mandar um “estou fugindo daqui, me espere em casa!”.

De: Sasuke.
Para: Naruto.
[E o que você acha em relação ao que o garoto te disse?]


De: Naruto.
Para: Sasuke.

[Acho interessante]

De: Sasuke
Para: Naruto

[Acabei de descobrir que odeio você misterioso]

Ri, jogando a cabeça para trás. Alguns dos clientes me olhavam de jeitos estranhos, mas eu não ligava. Ele estava sendo fofo, não estava?

De: Naruto
Para: Sasuke

[Acabei de descobrir que adoro você irritadinho]

Provoquei Sasuke, e mordi o lábio em expectativa da resposta.

De: Sasuke
Para: Naruto

[Eu não acho que você deveria morder o lábio assim, corre o risco de ser atacado por alguém]


Como Sasuke sabia que eu estava mordendo o lábio? Levantei a cabeça, procurando por ele.


De: Sasuke
Para: Naruto

[Talvez eu esteja começando a ficar culpado por te distrair assim do seu trabalho]


De: Naruto
Para: Sasuke

[Onde você está? Não tem graça!]


– Estou aqui, benzinho. — Escutei sua voz, mas ainda assim não o achei. Forcei um pouco mais a vista, e nada. — Olhe para o lado, Naruto.

E eu olhei.

Lá estava ele, encostado na parede ao lado do balcão, com a sua famosa jaqueta de couro. Punk me olhava com um sorrisinho de canto de boca, sem óculos escuros. Seus olhos pareciam faiscar.

No momento em que o vi, quis sair correndo e me jogar em seus braços, mas não sabia como ele reagiria, e isso era precipitado, nós ainda não tínhamos nem saído juntos, se não contar com o dia do raxa e a primeira vez que vi Punk – não Sasuke.

– Oi! — Foi tudo que consegui falar, me segurando para não parecer tão feliz em vê-lo, mas acho que não estava dando certo, já que ele riu. Entenda que é injusto passar cinco dias de Sasuke, e só dois de Punk, que eu tanto gosto.

– Vem, vamos sair daqui. — Ele disse.

– Não posso, tenho trabalho até o bar esvaziar. — Tentei não mostrar desapontamento na voz.

– Não tem não, liguei para seu chefe, ele estava me devendo um favorzinho. — Abriu a entrada lateral do bar. — Agora vem.

Abaixei e peguei minha jaqueta de couro, a vestindo também. A cidade sempre ficava fria durante as madrugadas, mas algo não saia de minha cabeça: Sasuke conhece meu chefe? Nem eu o conheço!

Saí do bar e Sasuke entrelaçou nossas mãos, o que me surpreendeu um bocado, mas não soltei, é claro. Não sou tão bobo quanto pareço. Enquanto caminhávamos para fora do Nove Ases, meu olhar focou-se no de Hinata, e mandei um beijo para ela, sinalizando que eu tinha ganho a guerra.

– Onde quer ir? — Punk perguntou, recostando-se em Alexz e me puxando para perto, com as mãos em minha cintura. — Por favor, não morda os lábios, eu suplico... — Brincou.

– Por que? — Ri.

– É demais para mim. Eu fico tentado a fazer coisas nada puras quando você faz isso. — Subiu uma de suas mãos até minha nuca, acariciando a área. Sua boca já estava perto de meu pescoço, e o ar que ele soltava batia diretamente em minha pele, causando arrepios. Tirei a mão de Sasuke do meu pescoço.

– Vamos com calma, ok? — Eu estava meio envergonhado com a situação. Punk era muito apressado! E eu não gostava disso, nem um pouco.

Ele suspirou.

– Como quiser. — Revirou os olhos. — Para onde quer ir?

– Hum... Podemos ir ao parque de diversões? Ainda está aberto. — Sorri, tentando aliviar o clima entre nós.

– Claro que podemos, doçura. — Respondeu divertido, apertando meu queixo. Pelo menos ele não tinha ficado chateado. — Sobe aí.

– Acho que vou na minha própria moto, facilita o processo para voltar para casa. — Neguei o capacete reserva que ele me oferecia. Os ombros de Sasuke pareceram ficar tensos.

– E quem falou em voltar para casa? Durma comigo hoje. — Punk sabia ser galante quando queria, tanto que quase cedi, mas como eu disse antes, não sou fácil.

– Punk... — Censurei.

– Tá, tá. Desculpe! Podemos ir? — Agora ele parecia chateado, mas eu relevei. Puxei minha chave de dentro da blusa e caminhei até minha moto, ligando-a e partindo com Sasuke em meu encalço.

O parque de diversões que tinha por aqui era lindo, muito iluminado e com diversos brinquedos, mas eu não lembro a última vez que vim aqui, e nem lembro o porque parei de vir. Comprei meu ingresso e Sasuke o dele, tínhamos direito de ir a seis brinquedos, mas eu sinceramente só me interessava em um.

Usamos o tempo que tínhamos para comer um cachorro quente e jogar alguns jogos de sorte, como tiro ao alvo.

– Vamos lá, Naruto! — Sasuke parecia animado em poder atirar em alguma coisa. — Você primeiro, tem direito a três tiros.

Ri com sua empolgação e peguei a arma, mirando na primeira latinha que eu tinha que derrubar. Errei.

– Urgh. — Gemi. — Sou péssimo nisso. Não podemos jogar outra coisa?

– Não! Agora atira, vai. — Olhei de esguelha para Punk, que parecia mais uma criança a essa altura do campeonato. Tentei de novo, e errei.

Mais uma vez. E ERREI! MAS QUE JOGO FILHO DA PUTA!

– Minha vez, minha vez! — Entreguei a arma para Sasuke. — Agora observe e aprenda, benzinho. — Convencido, prepotente, ridí... Eu não acredito que ele derrubou a merda da latinha.

E a outra latinha.

E a merda da última latinha.

– Eu quero aquele ali! — Sasuke apontou para uma raposa laranja de pelúcia. — Toma. — Me ofereceu o brinquedo. — Quero que tenha uma lembrança da nossa primeira saída.

Qual o problema dele com a palavra “encontro”? Saída é, sei lá, tão “apenas amigos”.

– Isso é realmente muito fofo da sua parte, Punk. — Sorri, pegando o bichinho no colo. — Gostei dela.

– Por favor, não me chame de Punk. Me chame de Sasuke. Jamais precisará diferenciar, já que estará sempre comigo. — Deu uma piscadela com o olho direito, me fazendo quase hiperventilar. Qual é! Ele não deveria ficar fazendo essas coisas com o cara com quem está saindo pela primeira vez.

– Ok, Sasuke. — Mordi o lábio inferior.

– Naruto...

– Desculpe! Foi involuntário. — Respondi, sem jeito. — Podemos ir a roda gigante?

– Qualquer coisa que você quiser. — Sasuke entrelaçou nossas mãos de novo. Meu deus! Ele precisava ser tão arrebatador? Andamos até a roda gigante, que graças a Deus, tinha uma fila pequena, de umas dez pessoas.

Assim que entramos em nossa cabine, sentei-me. E Sasuke sentou no banco a minha frente. Gostava dessa roda gigante por ela ter as cabines grandes, nos dando liberdade até de dar alguns passos por dentro. O brinquedo começou a funcionar, e eu olhava pelo vidro, vendo as pessoas que andavam pelo parque ficarem cada vez mais pequenas.

– Gosta muito da roda gigante? — Sasuke perguntou.

– Sim. É sempre bom vir aqui, fico sossegado, apenas observando as pessoas que estão lá em baixo. — Estávamos em cima agora, e a roda gigante continuava se movendo. Eu esperava que na segunda volta, quando a roda parasse, minha cabine estivesse no topo.

– Também gosto daqui. — Comentou. — Você fica uma gracinha nessa luz, sabia?

– Como assim nessa luz? Você saca alguma coisa disso?

– Sim, sou fotógrafo nas horas vagas, as quais são poucas. Isso é um hobby tanto meu quanto de Sasuke. — Respondeu, se referindo a personalidade que assumia os dias de semana.

Sasuke é rico, VP de uma grande empresa, líder de uma gangue aos fins de semana, motoqueiro, e fotógrafo. Agora vinha o que? Ele também era nudista?

– Uau. Perto de você me sinto até meio inútil. — Fui sincero.

– Não se sinta. Seu talento com as artes cobrem três vezes tudo o que eu tenho. — Sasuke tentou aliviar, mas eu mal prestava atenção, muito interessado em olhar pela janela. — Naruto. — Chamou. Olhei para ele. — Vem cá. — Ficou de pé.

Fiquei de pé também, e senti a roda gigante travar.

– ESTAMOS NO TOPO! NO TOPO! — Gritei, feliz. Pulei sem querer, o que fez a cabine balançar. — Estamos no topo, que legal!

Sasuke riu.

– Sim. E tem algo que eu queria fazer agora. — Aproximou-se de mim, botando as mãos em minha cintura. Raspou o nariz em meu pescoço, e eu arfei.

Merda. Eu tenho que resistir.

– Sasuke, eu não acho uma boa ideia...

– Naruto, é só um beijo. — Insistiu. — Estamos saindo, não estamos? — Confirmei com a cabeça. — Então o que tem de errado? É como se fosse uma promessa, no primeiro encontro um beijo, no segundo uma ida ao cinema, e por aí vai...

Me senti vencido pelo seu argumento, porque era uma verdade. Ele tinha um ponto. Estávamos saindo, estávamos juntos, e se queríamos progredir, por que não um beijo agora? Me rendi, suspirando. A mão direita de Sasuke apertou minha cintura, enquanto a outra subiu para meu rosto, acariciando minha bochecha.

– Lindo... — Ele sussurrou. Fechei meus olhos quando ele levantou meu rosto em direção ao seu.

O hálito de Sasuke batia contra meu rosto, me fazendo ficar quase entorpecido. Ele ainda me mataria com esses joguinhos de sedução. Sasuke mordeu meu lábio inferior, que ele tanto diz provocá-lo, e depois lambeu. Ergui um pouco mais a cabeça em expectativa, para ele, por fim, selar seus lábios aos meus.

Era absolutamente incrível a sensação de ser beijado por Sasuke. Sua língua pediu passagem e eu cedi, abraçando seu pescoço e enfiando meus dedos em seus cabelos. Era tão bom! Me sentia em queda livre, só existíamos Sasuke e eu, caindo para o nada. A sensação de adrenalina era maior do que a de correr um raxa. Gemi inconscientemente, o que fez Sasuke rugir e me erguer em seu colo.

Eu estava tão amortecido pela sensação de beijar meu punk que agi por reflexo e enlacei sua cintura com minhas pernas. A mão de Sasuke que estava em meu rosto desceu para minha coxa, a apertando. Ele sentou-se em um dos bancos, comigo ainda em seu colo. Agora sua outra mão estava em minha bunda, a apertando e me fazendo rebolar em seu colo. E então eu me liguei da merda que estava fazendo.

Empurrei Sasuke, ficando de pé na cabine.

– Fomos longe demais para um primeiro encontro. — Disse, tentando controlar minha respiração.

– Eu não ligo. — Sasuke levantou e avançou para me beijar de novo.

– Mas eu sim, me respeite. — Fiquei meio zangado pela atitude de Sasuke, mas ele pareceu entender e bufou. — Quero ir para casa. — Falei assim que saímos da roda gigante.

– Tudo bem. Quer que eu vá com você?

– Não. Estou com minha moto aqui, lembra? Posso ir sozinho. — Eu não queria ser frio com Sasuke, mas fui. Ele realmente me deixou chateado.

– Como quiser, Naruto. Como quiser.

A volta para casa foi tensa, até porque Punk fez questão de me seguir até minha casa, e agora que ele sabia meu endereço, tinha a impressão de que nunca mais seria deixado em paz caso não saísse com ele de novo. E não vou me fazer de rogado, isso não me deixava nem um pouco chateado, porque apesar de Sasuke querer apressar as coisas, o encontro fora legal, e eu me diverti bastante.

– Então, acho que é isso... — Punk ditou, batendo as mãos nas coxas e bufando.

– Sim... — Cheguei mais perto dele, alisando o couro de sua jaqueta. — Desculpe por hoje, ok? É que não é de mim, sabe? Eu não beijo em primeiros encontros, e para falar a verdade, eu nem lembro da última vez que tive um encontro e...

– Naruto. — Sasuke me interrompeu. — Eu não quero saber se é de você ou não. Estou de olho em você desde a primeira vez que te vi, nas memórias de Sasuke. Eu não iria para um bar às oito da manhã à toa. Eu não quero que seja que nem seus outros encontros, outros namoros e etc. Quero fazer diferente. Me entende? — Eu queria dizer que entendia, mas algo no jeito como Sasuke me olhava nem ao menos me deixava respirar direito. De uma coisa eu já tinha certeza: ele me faria redefinir tudo que eu considero certo e errado. Não que eu esteja reclamando.

Em uma investida inesperada até para mim, eu dei mais um passo para frente, abraçando Punk pelo pescoço e colando nossos lábios em um movimento tão rápido que ele não teve capacidade de processar.

Continuei pressionando nossas bocas, até que Sasuke entendeu o que estava acontecendo e enlaçou minha cintura com suas mãos, adentrando minha boca com sua língua e me fazendo estremecer. Eu não sei porque fiz isso, já que praticamente o recusei mais cedo, mas sentia que era certo, que deveria beijá-lo. Era só um beijo, que mal há nisso, não é? Continuamos o beijo de um jeito que eu definiria como apaixonadamente, mas desconfiava que Sasuke definisse de outro jeito. Meus dedos pressionavam sua nuca, o fazendo abaixar para me deixar confortável, e seus braços me apertavam, indicando num só abraço sua possessividade, e eu estava gostando. E muito.

Nos separamos quando o ar se fez necessário, e Punk agora exibia um sorrisinho, não seus costumeiros sorrisos tortos e prepotentes, mas sim um sorriso estranho, único, que eu ainda não tinha visto.

Ele encostou sua testa na minha.

– O que foi isso tão de repente? — Perguntou.

– Um beijo de boa noite. — Respondi, antes de lhe dar um selinho. — Te vejo amanhã?

– Queria poder dizer que sim... — Ele não me soltou. Continuou com seus braços ao redor de minha cintura, e eu me sentia bem assim. — Mas tenho alguns assuntos da Ambu Nation para resolver, não é fácil fazer isso em apenas dois dias...

– E eu te atrapalhei, não foi? — Fiz beicinho. — Você foi me ver e deixou de cuidar da... Hum... Gangue. — Sorri amarelo com a palavra, o que fez Sasuke rir.

– Ei, eu sou o chefe, não sou? Tenho os outros membros para resolver algumas das minhas coisas. — Ele segurou meu queixo com uma das mãos, fixando seus olhos nos meus. — Eu realmente queria te ver amanhã... Quer dizer, hoje, benzinho. Não abriria mão disso, agora que sabe de grande parte das coisas.

– Eu queria poder te ver amanhã... Não quero passar mais seis dias sem te ver. — Fui honesto, saindo do abraço de Sasuke e pegando a chave do portão do prédio.

– Hm... Verei o que posso fazer por você. — Sasuke beijou-me o rosto, antes que eu entrasse no prédio. — Tem certeza de que não quer me deixar subir?

– Sasuke!

– Brincadeira! Brincadeira! Calma donzela, não vou fazer nada que você não queira. — Sorriu. — Boa noite, Naruto.

– Boa noite, Punk. — Fechei o portão, encostando-me no mesmo e deixando-me deslizar até o chão, enquanto ouvia o ronco de Alexz, que cada vez soava mais distante.

Notas finais
E aí? Gostaram? COMENTEM!