Bloody Line
1 Capitulo 1: Vampiros
Notas iniciais
Espero que gostem, Boa leitura. (^-^)
- A humanidade caminha todos os dias ao lodo de criaturas que muitos nem se quer sabem que existe, cumprimentam, falam, dão carona e até mesmo morrem por mãos não humanas, criaturas que segundo eles próprios veem do submundo, monstros.Tanto nos tempos antigos como hoje, esses monstros, vampiros e lobisomens pra ser mais exato ainda caminham lado a lado com a humanidade, de mãos dadas a ela, o mas próximo possível, mas sem ser notada, quanto maior a sua descrição mas fácil será de se alimentar dela. E eu vou apresentar essa parte sombria, o submundo a vocês... – Diz um homem de roupas e cabelos negros ajoelhado no beiral em cima de um prédio com a mão esquerda sobre seu joelho esquerdo observando a cidade abaixo dele.
Em alguma boate
- E aí gata. Quer uma bebida?
- Quero. – A moça continua dançando enquanto o cara vai pegar a bebida.
- Aqui. – O homem entrega à bebida a moça
- E ai vai vir dançar comigo ou não? – Pergunta a moça. Os dois começam a dançar, logo começam a se beijar...
- Que tal a gente ir pra um lugar mais sossegado? – Diz o homem
- Humm... – Diz a moça com um sorriso malicioso.
Eles saem da boate, e uma moça os observa, logo os seguindo cautelosamente.
- Então, cade seu carro? – pergunta a moça
- Bem ali na frente. – Aponta o homem. Logo a frente ele a empurra para um beco e a agarra na parede
- Não aguenta esperar até o carro, seu safado. – Diz a moça já agarrando o homem e o beijando.
O homem a segura como quem fosse morder seu pescoço e então mostra seus dentes de vampiro.
- Você é um monstro, me solta. – Grita a moça desesperada, tentando escapar do homem.
- Fica quietinha ai vadia. – O homem acerta um tapa na moça e a segura novamente, indo para morde-la.
Então se ouve dois disparos, os tiros acertam o vampiro no braço e na barriga, mas não o matam, mal lhe causam dano.
O vampiro enfurecido mostra suas presas na direção do disparo e vê uma mulher apontando a arma pra ele.
Ele então morde a moça que havia agarrado. A moça grita, mas logo vai diminuindo o som de sua voz, com ele sugando toda sua energia e sua vida. Então outro tiro é disparado, dessa vez acertando a cabeça do vampiro.
- Não tenha pressa você é a próxima!
- Cheiro de sangue de humano... e de vampiro também. – Diz um homem vestido de preto, andando calmamente no terraço de um prédio um prédio, não muito longe da boate.
A mulher não se intimida e mantém a arma apontada para o vampiro, ele a ataca, ela dispara mais uma vez, o acertando no peito, porem não o para. Ele continua avançando em sua direção e então quando chega perto ela enfia uma estaca de madeira em seu coração.
- Argh..ar...gh. – O vampiro agoniza um pouco e se desintegra, queimando de dentro para fora.
- Hump. Nada mal. – observa o homem de preto de cima do prédio da boate.
Sem quer ele faz barulho e a moça olha, ela só vê um vulto se afastando. Ela corre saindo do beco e olhando para o prédio tentando acompanhar para onde o vulto foi, mas não vê mais nada.
...
3 dias depois em algum bar
- Oi Christine, o de sempre?
- Oi Charles, é o de sempre.
Charles bartender e dono do local que tem como nome “Bar do Charles” aparenta uns 30 e poucos anos cabelo curto e preto arrepiados, barba mal feita, vestindo uma camisa social branca com os dois primeiros botões abertos e a manga dobrada até o cotovelo, calça jeans preta e All Star preto também.
- Oi amigo, vê pra mim uma rodada de vodka. – Diz um homem com um sobretudo preto de couro e roupas pretas.
Charles poe o copo de Christine no balcão e começa a servir o homem.
- Hum..., amigo você não viu nada de estranho hoje aqui não? – Charles entrega o copo ao homem
- Do Que é que você ta falando?
- Nada, deixa pra lá. – O homem olha para um cara sentado do outro lado do balcão.
- Vê mais um pra mim Charles.
- Eu quero outro também. – O homem pega o copo se levanta e sai andando, quando chega perto do cara que ele tava olhando finge que tropeça e derruba a vodka nele.
- Ei cara presta atenção.
- Eu? Você que devia.
- O que? Ta me achando com cara de babaca?!
- È, pra fala a verdade, to. – O cara vai pra cima do homem de sobretudo, segurando ele pela gola da camisa e o encarando com muita raiva.
- Ei, Ei podem ir parando, se querem brigar vão lá fora os dois! – Os dois saem do Bar se encarando.
E vão resolver as coisas no beco que tem ao lado. Christine olha desconfiada para os dois, termina sua bebida rapidamente e vai atrás deles.
- Ok vamos terminar isso agora.
- Você tem duas escolhas, 1ª ficar e eu mato você bem rápido e sem dor. – Diz o cara do sobretudo
- HÁHÁ. Tem ideia de com quem esta falando?!
- 2ª corre deixa as coisas mais divertidas e talvez sinta um pouco de dor.
Christine esta espiando atrás de uma parede.
- Você deve ta muito bêbado mesmo. Aquilo lá no bar não foi nada.
- Você quem sabe “vampiro”.
- Vampiro?! Então você já sabe, e mesmo assim quer encarar?! O único morto aqui vai ser você.
O homem apenas da um sorriso debochado enfurecendo o vampiro que o ataca, mas ele desvia e o acerta com um soco no estomago. Que faz o vampiro cair no chão. O homem então senti um cheiro, um humano, e muito próximo. Então olha pra onde Christine esta escondida, ela se esconde mais.
- Droga. – exclama o homem. — O vampiro aproveita que ele esta distraído e lhe da um soco no nariz. Fazendo ele dar um passo para trás.
- Vem cá agora seu mauricinho! — O vampiro vai de novo pra cima do homem que o derruba novamente, e procura por alguma coisa, logo ele vê um pedaço de madeira com uma ponta em meio a alguns lixos, da outro soco no vampiro e pega a madeira. O vampiro mostra seus dentes, o homem tenta dar outro soco mas o vampiro desvia e o acerta. O vampiro vai pra acerta-lo de novo, porem o homem esquiva e o empurre para uma parte mais escura do beco. Christine perde o contato visual e sai de onde esta escondida com a arma na mão, andando cautelosamente para onde eles estão. O homem enfia o pedaço de madeira no coração do vampiro que desaparece instantaneamente e ele rapidamente sobe a parede do beco, usando as escadas de incêndio e vai embora, quando Christine chega só consegue ver novamente um vulto no alto do prédio indo embora.
- Droga de humanos curiosos. – O homem correndo sobre os prédios.
“Tenho a leve sensação que conheço o cheiro dessa humana de algum lugar”
...
- Nessa mesma semana eu sai mais algumas noites, pra digamos, caçar, não tive muita sorte só encontrei vampiros independentes. Mas essa noite voltei as ruas e quem sabe acontece algo interessante si tiver sorte... – o mesmo homem de roupas pretas no alto de um prédio, em pé olhando para a cidade.
...
Mesmo alguns dias depois Christine continua pensando sobre o que havia acontecido no beco do Bar do Charles. Ela pode ver que um deles era um vampiro, mas o outro, não tinha certeza se era um humano ou um deles. Não fazia sentido um humano ter conseguido subir no prédio tão rápido. Mas e se fosse um deles, estaria matando outros como ele por que?! Haviam muitas perguntas mas nenhuma resposta.
“Quem era aquele cara? E como ele chegou tão rápido no terraço do prédio? ” – Pensa Christine intrigada...
O homem de roupas pretas também continua intrigado com a humana que havia o visto, mesmo já tendo se passado alguns dias, isso poderia a vir se tornar um problema.
- “Espero que aquela humana não tenha visto nada, pro bem dela, mais mesmo que tenha visto ninguém iria acreditar mesmo.” — abre um leve sorriso um pouco aliviado.
Ele continua pensando enquanto caminha pelas ruas calmas da cidade.
- Charles me ve um duplo
- Um duplo saindo.
- Não acha que deveria ir com calma? – Charles serve Christine.
- Essa já é minha ultima dose, to indo já.
- Ok, mais ta cedo ainda não acha?
- A noite ta calma de mais pra mim, vo indo nessa Charles, até.
- Calma é? Eu prefiro assim, é mais fácil. Mas ok, nos vemos Christ.
Christine vai andando até sua casa que fica perto Dalí, á umas três quadras. No caminho ela passa pelo homem de preto sem perceber, pois esta distraída com o celular.
“Esse Cheiro, essa garota, é...”
O homem para no exato momento em que Christine passa por ele na calçada, ele vira e olha enquanto Christine caminha se afastando.
- “Ela é a garota do outro dia e a que estava lá no beco do bar”
Ele fica ali parado um pouco pensativo, no que devia fazer, mas acaba decidindo não fazer nada. Ela sabia o seu rosto e também sabia o que tinha acontecido no beco, mas algo dizia que ele deveria deixa-la ir, por enquanto...
- Lar doce lar...
“Essa semana foi um pouco calma, apesar da briga no bar, e do cara no beco, não tenho certeza mas me parecia o mesmo homem”
Christine continua intrigada com tudo, mas decidiu não pensar naquilo no momento, queria só descansar um pouco. Ela poderia pesquisar sobre o cara outra hora.
...
O Homem de roupas pretas a beira de um prédio observa alguns vampiros que saem de uma casa na madruga. Ele pula bem na frente deles.
- Hã?! Q isso?! – Diz um dos vampiros surpreso
- Bu... – Diz o homem de um jeito bem sarcástico.
- HAHAHAHAHAHA – Riem os vampiros
- Vai precisar mais do isso pra nos assustar – Diz uns do vampiros.
O homem agarra a garganta desse mesmo vampiro e o joga longe.
- Assim ta bom pra assustar você? – Ele da um sorrisinho debochado.
- Peguem ele! – Diz o vampiro que foi jogado com uma expressão de raiva e apontando para o homem. Os outros quatro vampiros que estavam com ele vão pra cima dele, q desvia do primeiro, da um chute no segundo, desvia do soco do terceiro e o acerta com um soco, desvia do soco do quarto, o agarra e da uma joelhada na barriga e uma cotovelada nas costas, deixando-o no chão. Novamente um deles vem para acerta-lo, ele para o soco do vampiro segurando sua mão e então o acerta um soco no nariz.
- É só isso q vocês sabem fazer? Fiquei decepcionado. – Balança a cabeça negativamente.
- Você não é humano, mas também não é um vampiro não é?
- É não sou.
O homem pega o vampiro que estava se levantando e arranca o coração dele com a mão. O vampiro se desintrega e logo em seguida o coração dele na mão do homem também.
- Quem é você afinal?! Um lycan?!
O homem apenas abre um pequeno sorriso e em seguida acerta o vampiro mais próximo, não deixando que ele tenha tempo para reagir arrancando seu coração também.
- Matem ele! — Grita desesperado e furioso o mesmo vampiro que havia sido arremessado.
Os dois vampiros que sobraram vão pra cima dele de novo. Ele acerta um soco no primeiro e gruda o segundo pelo pescoço e o morde, degolando-o totalmente. O homem agora com os olhos amarelos e a boca com grandes presas e toda cheia de sangue apenas olha para o vampiro que deu a ordem com um olhar penetrante e amedrontador, limpando com o braço direito o sangue que escorre de sua boca.
- O q é você?! – Diz assustado o vampiro que havia levado um soco.
Ele da um passo para trás como quem vai fugir, mas o homem de preto não o deixa dar mais nenhum passo, o agarra e o degola também. O ultimo que sobrou já estava correndo fugindo quando ele vira para olhar.
- Agora só falta um. – Sussurra o homem.
Ele corre atrás do vampiro, derrubando-o conseguindo pega-lo. Enquanto ele o derrubava conseguiu ver uma tatuagem de uma “chama” em seu pulso esquerdo.
- Me solta cara!!!
- Sabe tenho umas perguntinhas pra te fazer. Mas eu acho que em um lugar mais reservado.
O homem o leva até uma travessa um pouco a frente, deserta. O encosta na parede de uma casa, segurando e apertando o rosto do vampiro contra a parede.
- Eu não sei de nada.
- Mais eu nem perguntei ainda, como você pode não saber?!
- Seja lá o que você quer saber eu juro que eu não sei.
Ele aperta a cabeça do vampiro contra a parede.
- Ahhhh! Qual é cara?! Pra que isso hein?!
- Quero saber sobre os vampiros da “casa” a qual você pertence, pude ver a tatuagem da Katon no seu braço.
- Eu não sei do que você ta falando não, não sei de casa nenhuma.
O homem aperta novamente a cabeça do vampiro contra a parede e dessa vez mais forte.
- AHHHHHHHH!
Se você não quiser ter seus miolos manchando essa parede é melhor você falar logo.
- Ta cara relaxa, relaxa! O que quer saber.
- Quero saber onde vocês se escondem.
- Eu não sei cara, as “reuniões” são marcadas aleatoriamente, apenas somos avisados um dia antes, nunca é no mesmo lugar.
- E como acho quem avisa sobre as reuniões.
- Você não acha eles, eles te acham. Ninguém os acha.
O homem aperta mais uma vez a cabeça do vampiro contra a parede com muita força.
- Cara! Cara! Eu to falando o que eu sei, para, para!
- Você é mesmo um inútil.
O vampiro começa a rir
- Você acha mesmo que pode sair por ai perguntando deles e ai acha-los, não tem essa, eles sabem de tudo o que acontece nessa cidade podre, eles vão achar você primeiro, e vão acabar com você e te tirar essa pinta de valentão, não faz ideia do que eles são capazes de fazer.
O homem vira o vampiro de frente para ele...
- Eles é que não fazem ideia do que eu sou capaz de fazer.
O homem o degola também.
...
- Amanha é sexta –feira de lua cheia, vai ter alguns cães soltos por ai, se eu tiver sorte posso me divertir um pouco, mas por hoje já acabei meu trabalho... – O homem de preto andando pelas ruas da cidade
[Katon = Elemento Fogo em japonês]
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