Bloody Line

2 Capitulo 2: Lobisomem


Notas iniciais
Bom aqui esta o segundo capitulo gente, tomara que gostem o/ desculpe se tiver uns erros de portugues perdidos por ai, pq embora eu ja tenha revisado nem sempre da pra pegar tds XP

– Hoje é sexta – feira de lua cheia, dia em que os lobos saem pra caçar, e o dia em que eu me sinto mais vivo também. Dia em o os Vampiros evitam as ruas, já que se forem pegos por lycans eles não tem muitas chances de saírem vivos de um confronto direto. Logo dará meia noite e ai meu trabalho começa – O homem de preto em pé no beiral em cima de algum prédio.

Pode-se ouvir a respiração ofegante de alguém correndo pelas ruas da cidade, e logo atrás dele uma mulher correndo perseguindo-o, eles passam pelo homem de preto na rua correndo em direção ao parque central da cidade. O homem de preto percebe que a mulher é a que havia cruzado com ele na rua uma noite antes.

O homem que estava correndo para caindo de joelhos perto de um rio que tem um pouco a leste no parque central. Christine para um pouco atrás e chama o homem caído, que não responde. Ele começa a se contorcer, como alguém com dor. Christine fica observando intrigada, tentando entender o que esta acontecendo. Ela o chama de novo, e da um passo a frente. O homem continua lá caído se contorcendo.

“Droga ele vai se transformar, sai daí garota!” Diz o homem de preto ainda se aproximando dos dois.

Os músculos do homem caído começam a crescer, crescem tanto que começam a rasgar suas roupas, primeiro as mangas da camiseta e da blusa, ai então os pés com unhas enormes crescem rasgando os sapatos, logo toda a roupa esta rasgada e o corpo do homem coberto de pelos, e então ele ganha uma forma de um lobo gigante sobre duas patas, soltando um uivo amedrontador. Christine viu tudo e ficou tão impressionada quanto assustada, matar vampiros é uma coisa, eles tem uma forma humana, nada tão aterrorizante quanto um lobo gigante. Além disso era a primeira vez que ela estava vendo um lobisomem, sabia da existência dos vampiros, mas um lobisomem? Como se já não bastasse os chupadores de sangue agora temos lobos gigantes também.

Ela começa a andar para trás lentamente, colocando sua mão na arma que esta no coldre em sua cintura. O lobo então fareja sentindo o cheiro dela, e virando direto em sua direção. Ela puxa sua arma e aponta para o lobisomem, ele então solta um grunhido como se fosse um grito de ataque e então começa a correr em direção a Christine. Ela dispara, uma, duas, três, quatro vezes e o lobisomem nem se quer diminui o passo. O lobisomem, pula em direção a ela, mas algo a empurra momentos antes do lobisomem a pegar, e ela cai no chão, com alguém ao seu lado.

– Você?! – Diz Christine surpresa ao ver que quem havia a salvo era o homem de roupas pretas que havia estado no Bar do Charles algumas noites atrás.

– Melhor perguntar depois e correr agora. – O homem se levanta e então estende a mão para ajudar Christine a se levantar. Ela o ignora e se levanta sozinha. Ele apenas encolhe mão novamente...

– Sem chance, não posso deixar que esse monstro chegue a onde tem pessoas.

– Deveria se preocupar mais com você nesse momento e não com elas.

O lobisomem expele as balas de seu corpo sem muito esforço, elas vão caindo uma a uma no chão. Ele então se vira para os dois com um olhar faminto, e então sai em direção deles novamente. O homem empurra Christine para o lado e o lobo acaba pulando nele, jogando-o no chão. O homem tenta manter a boca do lobisomem longe, . empurrando a garganta do dele com seu braço direito. O lobisomem tenta morde-lo a todo custo. Christine em uma tentativa de ajudar atira duas vezes contra o lobisomem, fazendo com que ele se distraia olhando e rosnando para ela. É tempo suficiente para o homem conseguir chutar o lobisomem tirando-o de cima dele e conseguindo se levantar. Christine observa e pensa como um homem comum teria força suficiente para empurrar um lobo daquele tamanho. Mas afinal ele não deveria ser alguém comum, mesmo pelo pouco que ela pode ver dele, de forma alguma poderia aparentar ser alguém comum. O homem então puxa uma faca de combate que estava na bainha presa a sua perna direita.

– Uma faca, serio?! – Diz Christine ainda apontando a arma para o lobisomem.

– Caso suas balas não sejam de prata, o que não são pelo que já pude ver, essa faca aqui vai ser nossa melhor opção.

O lobisomem os encara por uns segundos e logo ataca indo em direção ao homem, que espera o momento certo até o lobisomem se aproximar para se esquivar para a direita. O lobisomem da meia volta sem parar e então o ataca de novo. Novamente cauteloso e esperando o momento certo para se esquivar e acertar o lobisomem fazendo um corte cruzado da barriga até o peito direito do lobisomem. O lobisomem dessa vez começa a rodear vagarosamente o homem esperando o momento para pega-lo. O homem mantém um olhar fixo no lobo sem nem mesmo piscar ou se mover, apenas observando e esperando. O lobisomem então faz seu movimento saltando violentamente contra o homem que em um movimento rápido e preciso acerta o coração do lobisomem pouco antes dele acerta-lo, fazendo assim o lobisomem parar imediatamente. O homem então redirá a faca do peito do lobo e ele cai para trás, morto, se destransformando e completamente nu. Christine olha desacreditada em ver que ele pode lutar tão facilmente e ainda matar um lobisomem apenas com uma faca. Seria ele um vampiro então? Amigo ou Inimigo? Ela tinha perguntas e essa era a chance de conseguir respostas.

– Viu, uma faca não foi tão ruim assim – O homem guarda sua faca na bainha e começa a se virar para Christine. – O que importa contra um lobisomem é a prata.

Quando o homem termina de ser virar Christine esta com a arma apontada para ele.

– Ei, ei, calma ai, não é assim que se agradece quando alguém salva sua vida. – o homem levanta suas mãos parcialmente.

– Obrigada. Acho que agora podemos continuar daqui.

– Isso foi um péssimo agradecimento. Eu não vou te machucar, abaixa isso.

O homem começa a caminhar na direção de Christine. Ela da um tiro de aviso que passa a poucos centímetros da cabeça do homem, que para.

– O que você é? Um vampiro?

– Não, sou apenas um cara comum. – E então ele começa a caminhar de novo.

– Com certeza você não é um cara comum. Um cara comum no mínimo teria sido estraçalhado por isso que você acabou de matar.

– Sou um cara comum bem habilidoso.

– Não se aproxime mais ou o próximo tiro não vai ser só um aviso. – O homem então para. – Nenhum humano comum teria fugido tão rápido quanto você aquele dia no beco, muito menos se estivesse subindo em um prédio.

– Já te disseram que você é muito curiosa guria? – O homem abaixa suas mãos.

– Não disse pra você abaixar suas mãos. Melhor mante-las onde eu possa ver.

O homem que não esta muito longe de Christine se move tão rápido que ela nem tem tempo de reagir, quando percebe ele já esta segurando a arma e a desarmando. Ela o olha assustada e meio confusa.

– Não precisa me olhar desse jeito, só queria garantir que você não iria atirar em mim.

Ele coloca a arma na cintura.

– Por que me ajudou?

– Tecnicamente eu te salvei. – O homem começa a caminhar em direção ao corpo do lobisomem morto – E não gosto de ver gente virando lanche por ai, te ajudar foi tipo minha boa ação do dia. – Ele tira o sobretudo e joga no homem morto e então o pega colocando-o em seu ombro.

– O que vai fazer com ele?

– Tira-lo daqui. Não é muito agradável deixar corpos por ai sabia? Diferente dos vampiros eles não queimam quando são mortos.

– Você é algum tipo de caçador?!

– Eu não diria exatamente um caçador...

Ele começa a caminhar para ir embora.

– Espere, ainda tenho perguntas pra você.

– Se eu fosse você iria logo embora daqui também, depois de todo o barulho que causamos, logo a policia estará aqui, posso até ouvir algumas serenes já.

– Como pode saber? Não ouço nada.

– Confie em mim é melhor você ir.

– Ei me diga ao menos o seu nome?

– É Karlos guria.

Ele vai se afastando casa vez mais, logo ela não consegue mais vê-lo. E então por fim acaba por escutar as serenes da policia se aproximando e logo vai embora.

Quando Christine chega em casa lembra que esqueceu a sua arma com o cara estranho, Karlos.

“Droga”.

Ela tira e joga o casaco em cima do sofá, e verifica a secretaria eletrônica, indo logo depois direto para a cozina olhar na geladeira procurando por algo para comer

– Você tem 2 novas mensagens. Mensagem 1 – “Bip”

– Oi Christ aqui é o Danny, olha só será q você não gostaria de almoçar comigo amanha? Sabe colocar o papo em dia, faz uns dias que não te vejo, bom é isso, qualquer coisa me liga ok.

– Mensagem numero 2 – “Bip”

– Ei Christine sou eu o Thomas, tenho noticias pra você, sobre alguns “morcegos”. Me encontre aqui na loja amanha.

Ela ouve as mensagens e vai direto pra cama, a noite foi cansativa. Ainda estava pensativa sobre o acontecido no parque central, mas logo desviou o pensamento para em como iria arrumar uma desculpa para não ir almoçar com o Danny e em o que poderia ser que o Tommy havia descoberto. De qualquer forma seriam assuntos para o próximo dia, tudo que ela queria ela descansar agora...

Na noite seguinte, Bar do Charles

– É isso ai molecada hoje a gente vai fazer a festa, hahaha! – Diz um rapaz no bar levantando o copo de bebida em uma mesa com mais três rapazes.

Os outros gritam e brindam com ele

– Oi Charles.

– Olá Christ. O de sempre?

– Não, dessa vez eu não vou beber. Charles você percebeu alguma coisa estranha por aqui? Como alguém estranho por exemplo?

– Não nada. Tem uma galera ali – Charles olha apontando para o pessoal na mesa — Fazendo um pouco de barulho além do que deve, mas isso é normal, as vezes aparecem jovens assim por aqui. Por que esta me perguntando isso?

– Por nada Charles, só pra saber se as coisas estão ok.

Um homem vem e se aproxima de Christine, se sentando ao seu lado.

– E aí guria.

– Você?! O que faz aqui?

– Bom eu fiquei com algo que era seu ontem á noite – Ele abre o sobretudo com a mão e mostra a arma em sua cintura, discretamente — E como um bom cara comum eu vim devolver.

– É claro – Olha Christine desconfiada

– Você de novo? Não veio causar problemas no meu bar outra vez, não é?

– Não é o que eu pretendo.

– E então gatinha que tal um beijinho nesse seu pescoço delicioso hein?! — Um dos rapazes da mesa segura uma moça que estava passando por eles pelo braço.

– Sai, me solta!

– Ah que isso gatinha, você não vai fazer essa desfeita pra mim não é?!

– É, que isso é apenas uma mordidinha – Diz um outro rapaz que se levanta e se aproxima segurando a moça pelo outro braço.

– Me soltem. Eu estou avisando!

– Ah é mesmo?! E se eu não soltar você vai fazer o que?

– Ela não vai fazer nada sou eu quem vai fazer, o namorado dela!

Um moreno alto e de boa forma, que chega bem perto de um dos rapazes que a seguram, tirando a mão dele da moça.

– Aí amigo acho que você esta com problemas aqui. – Diz Karlos ao Charles olhando para os rapazes da mesa e a moça.

– Ah olha só o cara é metido a machão. – Diz o rapaz que soltou a moça olhando para os outros e soltando uma gargalhada, fazendo os outros rirem também.

O namorado da moça, da um soco no rapaz que acabou de zombar dele, os outros se levantam e vão pra cima do homem, que acerta o outro que estava segurando sua namorada. Um dos rapazes que havia levantado pega a garrafa da mesa e acerta na cabeça do homem que cai levando as mãos a cabeça sangrando.

– Meu Deus, amor! Alguém ajuda aqui! – A moça corre para ajudar o namorado caído.

Assim que os rapazes veem o sangue mudam de expressão, parecem vidrados no sangue escorrendo. Karlos percebe e se levanta rapidamente.

– Droga! – Exclama ele.

– Ei espere ai. – Diz Christine indo atrás dele.

Dois seguranças do bar chegam para colocar os rapazes para fora e ajudar o homem caído. Assim que um dos seguranças coloca a mão em um dos rapazes, ele se vira mordendo o pescoço do segurança. Karlos o puxa tirando-o de cima do segurança que cai no chão com a mão no pescoço. O outro segurança vai logo ajudando o casal, tirando eles do meio da confusão. As pessoas se assustam ao verem o que o rapaz fez com o segurança e com as presas enormes que apareceram e estão encharcadas de sangue, assim como sua boca. Um dos rapazes pula nas costas de Karlos indo na tentativa de conseguir morde-lo, mas assim que consegue agarra-lo Karlos o segura e o arremessa para a frente, jogando-o contra uma mesa que quebra. O rapaz que havia mordido o segurança tentar acertar um soco em Karlos que segura sua mão, logo em seguida acerta um soco no rosto dele e o empurrando contra a parede. Os outros rapazes começam a mostrar suas presas também, as pessoas se assustam mais ainda, mas antes delas começarem a se apavorar e correrem, Charles pega sua shotgun, uma Remington antiga, que fica em baixo do balcão de bebidas e da um tiro pra cima, chamando a atenção de todos, que olham para ele.

– Tudo mundo saindo, agora! – Diz Charles em um tom firme e irritado.

Todo mundo começa a sair do bar. A briga para por um segundo com Karlos olhando para a direção de Charles assim como os outros. O rapaz encurralado aproveita a distração de Karlos e lhe acerta um soco, mas nem mesmo o faz sair do lugar, é apenas o suficiente para faze-lo virar o rosto. O que o deixa irritado, voltando um olhar raivoso para o rapaz. Puxando então sua faca da bainha e perfurando o coração do vampiro que ali mesmo se desfaz. Apavorando definitivamente as pessoas, que começam a se empurrar na tentativa de sair mais rápido.

Charles percebe que a briga não para e vai em direção a eles, com sua remington apontada. O rapaz que havia sido jogada na mesa já de pé observa o casal com o segurança distraídos e começa a se aproximar deles. Christine o vê indo em direção aos três e coloca a mão na cintura para pegar sua arma, quando não a acha lembra que Karlos ainda não havia devolvido sua arma. Entao impede o vampiro se aproximando e colocando sua mão no ombro dele e também o chamando:

– Ei!

Assim que ele vira ela acerta um soco nele, que não parece ter tido muito efeito. Ela percebe e acerta outro soco no rosto dele, que continua sem muito efeito. Ele então a empurra fazendo com que ela vá para trás meio desequilibrada e ele salta para cima dela, derrubando-a e ficando sobre ela, prendendo-a no chão.

– Vou acabar com você primeiro queridinha!

Ele tenta morde-la mas ela bate nele de novo, dessa vez ele revida dando um tapa no rosto dela e indo de novo para morde-la. Ela o empurra para que não chegue perto de seu pescoço, o que o mantém a pouca distancia mas o suficiente para não morde-la. Ela vê um pedaço da perna da mesa que havia quebrado e usando uma das mãos pega o pedaço de madeira. Enquanto isso o vampiro esta prestes a morde-la quando ela consegue enterrar a estaca improvisado no coração dele, fazendo ele desaparecer.

– Acho que hoje não queridinho.

Ela se levanta. Charles havia observado o que estava acontecendo e parecia algo de outro mundo, presas, pessoas que quando mortas apenas se desintegravam, queimando?! Mas que merda toda era essa, pareciam vampiros? Mas vampiros não existem, estaria ele ficando louco então?!

Pois então um dos rapazes começa a rodear cuidadosamente Charles, mostrando suas presas. Charles mantém sua arma apontada para o rapaz. Charles parece assustado mas ainda continua segurando sua arma com firmeza. Quando o vampiro parece pronto para o ataque e da um passo para ataca-lo ele atira, acertando em cheiro o tórax do rapaz, fazendo- o ser jogado de costas para trás contra o chão.

O ultimo dos vampiros que sobrou é rapidamente morto por Karlos que sem muito esforço domina o vampiro e o perfura com sua faca de lamina de prata no coração.

O vampiro em que Charles havia atirado então começa a se levantar.

– Mas que merda... – Diz Charles assustado olhando sem fazer nada enquanto o vampiro se levanta.

Charles esta tão chocado que nem mesmo aponta novamente sua remington para o vampiro, apenas o observa. Ele começa a caminhar em direção ao Charles, que por sua vez começa a andar pra trás. Karlos olha e vê que o outro vampiro vai atacar Charles e grita pra ele:

– Atira logo Charles!

Karlos começa a ir na direção deles para parar o vampiro. Charles levanta sua shotgun mas não atira no vampiro que continua se aproximando.

“De que adianta atirar se ele não morre?!” — Pensa Charles.

Então uma ponta de madeira pode ser vista atravessando o peito do vampiro pela frente. É Christine que o acerta pelas costas com a estaca improvisada que havia pego.

– Charles você esta bem?

Christine começa a se aproximar. Charles aponta a arma pra ela que para no mesmo momento.

– Calma Charles.

– Calma? Calma! Meu bar ta uma droga, um dos meus seguranças foi mordido por um cara com presas estranhas, e eu atirei em uma dessas coisas e ele não morreu! Ai você e seu amigo estranho aí simplesmente mataram todos e eles viraram cinzas! Não me peça pra ter calma Christine.

– Aí amigo abaixa isso, ninguém vai machucar você.

Charles aponta a arma para Karlos que esta um pouco atrás de Christine.

– Charles é complicado, mas podemos explicar, por favor abaixa a arma.

Charles olha para Christine e depois para Karlos, pensando no que fazer. Christine esta com as mãos parcialmente levantadas, realmente mostrando que não vai fazer nada. Mas quando ele olha para Karlos, ele parece apreensivo, como quem estivesse esperando para fazer algo. Ele continua apontando a arma para Karlos enquanto Karlos o encara com um olhar firme mas inofensivo.

– Charles... – Diz mais uma vez Christine calmamente

Por fim ele abaixa a arma, mas não parece nem um pouco relaxado.

– Quero explicações. O que foi tudo isso?

– Acho melhor antes, você chamar uma ambulância para o segurança e o cara que estam feridos. – Diz Christine

– Já fiz isso. – Diz o segurança que esta junto ao casal.

Karlos se aproxima de Christine e sussurra para ela:

– Não sei se é uma boa ideia contar isso a eles, as pessoas não estão acostumadas a ouvir isso, muito menos acreditarem.

– Não temos muita escolha, eles viram o que aconteceu aqui.

– Ter eles falando isso por ai pode vir a se tornar um problema.

– Duvido que as pessoas irão acreditar neles, mas agora eles não merecem nada menos que a verdade.

– E então o que vocês tem a dizer? – Diz Charles em um tom bem serio, cortando o papo dos dois.

Os dois olham para as pessoas que estão na sala, todos pareciam apreensivos e ansiosos para ouvir o que eles tem a dizer.

...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.