Bloodbath
1 Prólogo.
O céu irradiava acor das luzes em um âmbito mortífero. As luzes faiscavam cada vez mais, com osom do falatório ecoando no local.Todos viraram-se,as pupilas dilatadas com a inundação de perplexidade em suas faces monótonas. AshleySmith, a garota que todos a respeitavam devidamente amedrontados, por umsingelo sentimento: ódio. Era algo necessário pelo sadismo que a garota cometiaa todos, e em boa parte, eles eram impropriamente menosprezados aos seus olhos.Ao seu lado, estavaNicolas Wilson, o insensível, amador de garotas e famoso por sua crueldade emdispensá-las. Eram como objetos, e a lei da frieza era devotamente cumprida eaplicada á ele. Depois, olhamos para Leonardo Campbell, o agressivo, pode-sedizer. Mas depois, sempre martirizava a si próprio por suas atitudes ilícitas,preocupado com o que acontecera com sua desafortunada vítima.Era essencialcitar Lauren Young, mesmo não estando ali para ter sua face admirada, mas antesdisso, podia-se dizer que era a atleta promissora, com seus dois lados: umbranco, e um carregado por uma coloração excessivamente negrume. E uma pequena– mas com grande poder – de felicidade alfinetava seu coração ao saber que foraa assassina da pessoa a quem mais odiava: sua avó materna.Pietro Rousseau, ofrancês que sofrera uma era envolvido com drogas, sempre defendendo a bela eperturbada Beatriz. Beatriz Salvatore poderia não ter o menor contato com arealidade, mas estava plenamente consciente quando traíra Pietro com seu melhoramigo.E Sophie. SophieStuart, ah, a pior – porém, não a líder. Filha adotiva de um magnatanova-iorquino, “arrancar a cabeça” não era exatamente uma figura de linguagemquando se tratava de Sophie. Sangue, mortes, facas. Era a única coisa que aimportava, sendo seu esporte preferido.Eles olharam paraa multidão às suas frentes, e sorriram. Eles retribuíram o sorriso, com umanotável ironia. Seria esse o deplorável fim? Não, todos no refeitório estavamconscientes: Era apenas o começo.
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