Blood on the hands
24 Conversa entreouvida
Notas iniciais
Olá queridos leitores! Dessa vez não demorei, acho que peguei o ritmo, vamos ver quanto tempo dura! Estou ansiosa para postar o próximo! Criei tantas vezes em minha mente! Boa leitura!
Não sei como, mas de alguma forma eu acabei adormecendo nos braços de L, que ótimo, duas vezes, agora ele vai ficar convencido... fico pensando por um tempo o que poderia ter me despertado, mas não preciso pensar muito, logo ouço vozes alteradas:
–-Você não viu como ela estava! – grita L.–-Me desculpe por ter ido a escola! – Grita Ted de volta, uau, ele grita!–-Você NUNCA está por perto quando algo acontece! Que ótimo anjo da guarda ela conseguiu! –debocha o ser gelado.–-EU SEI! Obrigado por me lembrar desse detalhe! Como se eu já não me sentisse péssimo sobre isso!–-Você se sente péssimo?! Ah, coitadinho! O Nephilim está tristinho! Idiota, isso não é sobre você! Pense NELA!–-EU PENSO! O tempo todo, ok? O difícil é NÃO pensar nela! Não pensar em como ela era inocente na infância, em tudo o que ela passou, na garota forte que ela se tornou... o difícil é não pensar nisso... –Ted termina falando mais baixo, mas eu estava perto da porta agora, então consegui ouvir, por que acho que estão falando de mim se não citaram nomes? Ah sim, porque tenho cérebro... Por algum motivo que ainda não compreendo, parte de mim gostou de saber que Ted me via como forte, mas outra parte lembrou que ele era um Nerd, uma menina de 5 anos para ele seria forte...–-Ótimo, agora outra imagem para você adicionar para sua coleção: ela sentada gritando consigo mesma encolhida enquanto cobre os ouvidos com as mãos parecendo extremamente assustada, ah é, não poderá adicionar porque não estava aqui para consolá-la! –diz L com raiva.Ted solta um grunhido estranho, conseguia imaginá-lo com as mãos nos cabelos naturalmente bagunçados:–- Já usou esse ponto antes, está ficando velho! Posso não ter estado aqui durante o ataque, mas estou aqui agora e irei ajudar a descobrir a causa do ataque, se quiser ficar resmungando o fato de eu não estar aqui antes, sinta-se à vontade, irei ajuda-la.Ouço movimento e logo uma batida na porta:–-Kayla... precisamos conversar... –diz o cachorrinho alado suavemente.Suspiro, acho que eles têm o direito de saber.
Notas finais
O que acharam?! O que será que ela vai contar? Carneirinhos? Dinheiro? Ou uma história?
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