Blood Lines - Kissed by Death
1 Meeting With Death
.:Cassie:.
Eu acordei. Era noite e eu estava atolada de terra e sujeiras do chão. Era desesperador me sentir daquele jeito. Tudo era diferente. Eu me sentia incrível e horrível ao mesmo tempo. A luz da lua parecida brilhar mais, as folhas das árvores eram mais verdes, o som da grama se mexendo com o vento era mais alto, os cheiros ao meu redor pareciam mais fortes e distinguíveis. Por que eu me sentia daquele jeito? Por que eu estou desse jeito?
Eu estava descabelada e com roupas rasgadas e metade de minha calça jeans arrancada fora, e a única coisa que eu mais queria era sangue. Eu quero e quero cada vez mais o sangue. Acho que me transformei em vampira. E fato mais curioso é que isso aconteceu de forma tão rápido que eu mal conseguia me lembrar de todos os detalhes, apenas me lembro de chegar da festa de Lilian, minha amiga do colegial e chegar em casa, quando me deparei com o estado que ela estava. Estava deplorável, e de primeira pensei que havia sido um ladrão. E procurei por meus pais mas não os achei até que sai pelo jardim dos fundos e encontrei seus corpos jogados no gramado perto da churrasqueira. Eu me lembro de cair ao choro no instante que os vi, me aproximei e vi várias marcas que pareciam mordidas em seus pescoços, braços, pernas e outras partes, eu fiquei muito assustada e com um medo terrível, eu não sabia o que fazer e como agir, apenas o choro ,até que ouvi passos vindo da porta dos fundos, comecei a tremer tanto que mal sentia minhas pernas e não conseguia me mover, eu não conseguia correr por alguns instantes mas tive que criar coragem o bastante para correr atrás do carro do meu pai.
Eu ouvi um vulto passando rápido de um lado para o outro eu mal conseguia ver, até que um homem grande e forte vestindo um sobretudo marrom escuro pareceu na minha frente. Eu não conseguia ver seu rosto pois ele o escondia atrás de uma máscara escura e nem via a cor de seus cabelos pois estava usando um chapéu.
–Levante garota, seu tempo acabou. — disse ele, sua voz era grave e rouca, com um sotaque estranho.
De imediato eu me levantei e fique olhando-o da forma mais assustada que já fiquei na vida, ele veio para cima de mim e me agarrou pelas costas eu não consegui ver seus movimento e nem me defender, estava tremendo de mas para isso. Ele me imobilizou e puxou meu pescoço para si, mordeu-me com força e eu sentia como duas facas pontudas fincando em meu pescoço e foi ai que me dei conta que estava sendo mordida por um vampiro.
Comecei a entrar em pânico. Pois ele já havia matado meus pais e eu seria a próxima, não posso morrer. Não, não... Sou nova, tenho 17 anos, ainda tenho muito o que ver, o que viver, preciso dar meu primeiro beijo, preciso conhecer o sexo e o amor, quero ter filhos, quero ser uma esposa. E eu via toda minha vida correndo junto com meu sangue escorrendo de meu pescoço. Agora eu via tudo embaçado e eu mal sentia meu corpo, tudo estava se esvaziando dentro de mim e então eu desacordei.
Desde então eu não sei mais o que aconteceu, não sei o que ele fez comigo. Mas uma coisa eu tenho certeza: eu voltei. E isso só significa uma coisa, eu mudei, agora eu sou uma vampira.
Passei pelos corpos de meus pais. Eu não sabia o que fazer. A melhor coisa o que eu podia fazer naquela hora ela deixá-los em paz. Caminhei pela escuridão e solidão da Breen Street, parecia que nada estava se encaixando e eu realmente parecendo uma chapada caminhando pela rua. Eu podia ouvir as pessoas dentro de suas casas conversando, discutindo ou falando besteiras. Eu podia ouvir Barry, meu vizinho escutando Green Day em seu quarto. Oh, o emo da 8ª série. Continuei seguindo a cima, subindo a rua sentindo os cheiros e sons, até que avistei um homem dentro de seu carro com a porta do motorista aberta, ele parecia estar digitando algo no celular mas tudo o que eu podia sentir e ouvir era a pulsação de seu pescoço batendo e o sangue dentro dele fluindo e me chamando como um encanto, meus instintos era mais fortes do que eu, e eu nem tentei me conter, a rua estava deserta e ele estava ali sozinha, acho que se eu mordesse ele tudo continuaria a ficar bem não é? Eu corri até ele e o puxei pra fora do carro e o agarrei rapidamente e mordi seu pescoço desesperadamente. O homem que não tinha nem 30 anos começou a se remexer e me empurrar, até que ele sacou uma arma azulada e pequena da bainha e mirou em minha perna e atirou, aquela bala me acertou e eu berrei de dor, nunca pensei que uma bala poderia dor tanto e ela brilhava dentro de mim e queimava tudo, eu pensei que ia morrer, cai no chão e fiquei me contorcendo e girando pros lado. Mordi o cara errado, pelo visto.
– O que pensa que estava fazendo? Você ia mesmo me morder? Morder um Agente da AVI? — disse ele ainda apontando a arma pra mim, sua voz era forte e ao mesmo tempo suave, um tom sexy, é mesmo naquela hora de sofrimento eu conseguia achar ele um pouco atraente, ele era alto e forte, com cabelos castanhos e pele clara.
–Aaah, tire isso de mim! Tira! Tá doendo! — Eu chorava e esperneava de dor, aquilo não parava de queimar minha perna, eu estava morrendo depois de ter morrido? Como?
– Aquiete-se, fique deitada e eu vou tirar a bala! — ele se abaixou próximo a mim e olho para aquela ferida enorme e aberta em minha panturrilha, saia fumaça daquilo, e eu estava me perguntando do que era feito.
Eu tentei ficar quieto e cobri minha boca com minhas mãos. Eu chorava igual uma criança novamente e meu estado estava deplorável. Ele cuidadosamente tirou aquela bala roxa brilhante e reluzente de mim e a dor começou a sumir e de repente o meu machucado começou a se fechar lentamente. Era incrível, eu era invencível!. Ele tirou rapidamente de seus bolsos uma algema prateada e puxou meus punho e prendeu nelas. De primeiro instante eu não imaginei que a algema também iria me machucar, e ela machucou; Ela começou a queimar minha pele e eu estava gritando de dor novamente.
–Fique calma! Essa algema é de prata e vai te manter quieta pelo caminho, irei leva-la para o seu Xerife! — disse ele, puxando meu braço e me levando para o carro, ele me empurrou para dentro como se eu fosse um desses bandidos pegos pela policia, naquele momento me senti uma delinquente, uma louca.
–Xerife? Mas … mas eu não cometi nenhum crime, moço, olha me desculpe por te morder, eu só estava e ainda estou faminta! — eu dizia em tom de choro, aquelas algemas estavam derretendo minha pele, eu parecia ser feita de cera. Ele entrou no carro e o ligou, engatou a marcha e segui em direção a um lugar que eu nunca tinha visto da cidade, ele passou pela rodovia 163 e chegou a um ligamento da cidade onde havia vários estabelecimento até que ele estacionou em frente á um lugar grande, todo pintado de vermelho, preto e rosa, e tinha uma placa bem grande escrita Sexxx Dreams destacado e com efeitos de luz, onde será que ele estava me levando? Para a delegacia ou para um bordel? E aquelas algemas não paravam de doer e fazer minha pele virar liquido.
Ele me puxou para fora do carro e entramos no lugar passando por uma porta grande feita de madeira rustica e toda decorado com detalhes em ouro, primeiro passamos por um corredor cheio de quadros luminosos pelas paredes com desenhos estranhos e mal pintados, era bem brega, até que chegamos em uma sala de espera que era grande com cadeira almofadadas e um pequeno balcão de atendimento mas ninguém estava ali, e pelos desenhos nas paredes e pela iluminação parecida ser um estúdio de tatuagem. Haviam várias portas mas ele me levou a uma que dava uma escada escura. Desço toda ela e chegamos ao um salão, nele havia um grande balcão de bebidas pela esquerda, e pelo lugar havia mesas e sofás em formas diferentes e de todas as cores, um palco grande do outro lado, havia locais para pratica de strip e poli dance espalhados pelo salão. Eu estava em uma boate e estúdio de tatuagem, o que diabos eu fazia aqui? E o que um Xerife faria aqui? Nada importava, só sabia que queria tirar aquelas algemas.
– Max! Estou aqui embaixo e trouxa algo novo para você! — disse o homem que me segurava, e como um flash surge do outro lance de escadas um homem, sua pele era branca como a minha é agora, seus olhos eram avermelhados brilhantes, eram lindos; seus cabelos eram castanhos bem claros e seu rosto era bonito. Seu porte era forte. Ele parecia ser sarado e bem definido de corpo, ele me olhava estranho, como se eu fosse uma criança abandonada, mas de fato eu acho que era.
–O que lhe devo o prazer de sua visita, Allan? — disse ele, o bonitão a minha frente, sua voz era rouca e tranquilizante, ele esbouçou um leve sorriso ao ver Allan e eu.
–Vim trazer essa garota, é uma nova vampira que teve a ousadia de tentar me morder sem ao menos saber do que estava fazendo, Max, trouxe-a por que a partir de agora ela é responsabilidade sua. — Allan dizia em tom alto e com autoridade, ele encheu os pulmões e encarou Max de forma severa, e então Max dou um passo a frente e aponto as algemas que ainda estavam me machucando.
–Claro, Allan. Ela será uma de nós, mas agora você já pode tirar essa coisa dela. — ele disse calmo e sereno, tentando trazer uma vibração de paz e tranquilidade a mim e a Allan, Allan não hesitou e tirou logo as algemas de mim ,eu me senti tão aliviada que eu podia abraçar os dois, mas acho que eu levaria outro tiro.
Allan fez algum sinal que mal entendi para Max e logo se retirou, mas antes de ir ele me encarou e disse:
– Estarei de olho em você, mocinha. Eu sou lei por aqui também, fique esperta.
Eu me senti ameaçada por um cara que tem uma arma que me faz berrar de dor, acho melhor eu me comportar daqui pra frente.
–Qual seu nome? — Perguntou Max.
–Cassie, Cassandra, mas prefiro Cassie.
– Eu sou Maxwell Yordanov, sou o Xerife da cidade de Seattle, sou o vampiro responsável por todos os vampiros da cidade, esse é o meu estabelecimento. Seja bem-vinda. — ele dizia como se tudo aquilo realmente fosse bom, mas somos vampiros, há algo bom nisso?
–Ahm.., eu , ér.. , eu não sei como vim parar aqui, só sei que estou com muita fome.. — Eu tive que pedir ajuda, eu estava faminta por sangue, tudo que passava na minha cabeça era sangue.
–Entendo, entendo – ele deu uma risadinha leve. — Frank! Venha cá agora. — Ele falou em um tom mais grave e forte, estava chamando alguém e quando pisco, vejo um garoto, ele parecia ter minha idade mas suas feições eram de mais velho, ele era não muito alto, seus cabelos eram ruivos e ele estava de topete alto, seus olhos vermelhos se ressaltavam pela cor laranja de seu cabelo, sua pele era clara como a minha e de Max, ele era nem muito forte nem muito magricelo, ele tinha um porte quase atlético e se vestia bem, estava usando um colete preto e por baixo uma camisa azul escuro, calça jeans e um tênis all-star azul escuro. Ele ficou me olhando dos pés a cabeça e eu estava descabelada, com a roupa rasgada e toda suja de terra, estava morrendo de vergonha.
–Essa é a Cassie, a mais nova vampira da cidade – Max me apresentou para Frank, ele se aproximou de mim e segurou minha mão e se inclinou, deu um breve beijo nela, eu estava com mais vergonha ainda, e alias a onde ele tinha aprendido esses modos? Ele é gatinho mas ele tem quantos anos? 60?
– Prazer Cassie, sou Franklin Williams ,mas pode me chamar de Frank. — sua voz era sedutora e por alguns instantes eu fiquei apenas olhando sua boca, mas me contive, não tinha condições de paquerar daquele jeito.
–Frank, arranje sangue para nossa nova convidada, e traga logo. — Frank assentiu logo e rapidamente sumiu, e ficamos só eu e Max.
– Você vai se acostumar com isso tudo. Fique tranquila aqui nós protegemos uns aos outros e respeitamos as leis da sociedade vampírica. — Ele caminhou de um lado e se sentou em dos bancos modernos e vermelhos de frente ao balcão de bebidas, ele sorria e me olhava, muito educado ele indicou o outro banco para eu me sentar e eu me sentei.
– Dot! Eu preciso de você aqui! — Ele falava enquanto checava as horas no relógio de pulso,ele vestia roupas finas, estava com uma paletó e uma calça jeans escura, parecia que estava indo a algum compromisso e acho que era isso mesmo. Demorou alguns minutos e rapidamente também nem sei como ela surgiu, aparece uma mulher.
Ela era alta, ela esta a usando um par de saltos elegantes e bonitos, mas acho que sem salto seria mais alto que eu, ela usava vestido preto bem colado ao seu corpo e ele era com um tomara que caia bem ajustado aos seus seios fartos, sua pele era branca com os outros, seus lábios eram carnudos e bem desenhados, seus olhos vermelhos eram um tom diferente, um avermelhado mais escuro, seus cabelos eram lisos e batiam um pouco a cima da seus ombros, ela usava umas luvas pretas de couro que chegavam próximo ao cotovelo, definitivamente ela tinha um estilo diferenciado, além de ter duas tatuagens em seus braços, uma delas era um tigre negro pequeno perto de seu ombro esquerdo, do outro lado havia duas caveiras muito bem feitas, ela me olhou com pequeno olhar de desdém.
–Dot, essa é a Cassie a nova vampira que Allan achou por ai, ela não teve sorte atacou o cara errado. — Ele estava caçoando de mim e riu brevemente, Dot me olho dos pés a cabeça e deu um risinho fraco.
–Sou Dot, apenas Dot , seja bem-vinda ao vampirismo querida. — Dot soava astuta nas palavras como se soubesse usá-las prontas para atacar ou bajular, ela me parecia ser uma mulher forte e destemida, gostei dela mesmo sem conhecê-la.
–Dot, leve-a para tomar um banho e se vestir, depois quero que desçam preciso passar algumas informações a vocês — Ele ordenou, não pediu nada a Dot, ele realmente é algo importante por aqui.
–Logo eu ficar com a novata? Por que não mandou o Frank? Ele é um desocupado mesmo. — Disse ela em resistência a ordem.
–Não, será você e faça logo! — Ele aumentou um pouco mais o tom de voz e ela não teve muita escolha, apenas revirou os olhos e virou para mim, segurou em meu braço e me puxou, eu senti um a brisa passar sobre meu rosto e quando me dei conta estávamos em um quartinho, que mais parecia uma dispensa do lugar, havia armários velhos e uma cama pequena no chão, as paredes eram cor cinza claro e a luz era forte, era um lugar velho e não muto arejado. Dot foi até o armário e o abriu rapidamente.
–Uhm.. não há nada aqui que seja bom de se vestir mas é o que temos. — Ela pega uma camisa vermelha grande e uma calça jeans com um azul meio desbotada, era velha.
– Tudo bem, isso deve ser melhor do que estou agora.
–Definitivamente sim – Dot pela primeira vez sorriu, seu sorriso era bonito, seus lábios eram um dos pontos mais bonitos nela, eu nunca tinha me sentido assim em relação a uma mulher, será que ser vampira mudaria minha sexualidade?
–O banheiro fica pelo corredor na porta a esquerda. Não demore muito, Max não gosta de esperar.
E então eu me apressei ao banheiro e finalmente me vi no espelho que ali havia, eu tinha mudado, meus cabelos ruivos pareciam mais vivos e bonitos, meus olhos estavam vermelhos e meus dentes... oh, eles agora podiam ser grandes.
Depois do banho usando aquelas roupas nada elegantes encontrei Dot no caminho as escadas e descemos juntas, e encontramos Frank e Max conversando, eles nos olharam.
–Aqui estamos, ótimo, Frank entregue o sangue a Cassie. — Logo Frank levantou de um dos sofás que haviam ali e veio até mim carregando um saco transparente cheio de sangue, quando eu vi aquilo eu queria saltar nele e tirar dele, mas ele me entregou logo e não me conti, eu rasguei aquilo e levei a boca e fui sugando toda aquele sangue ,todos não tiravam os olhos de mim.
–Oh, a fome.. — Max riu de leve – De qualquer maneira eu os chamei por que quero que executem uma missão para mim, iremos aproveitar que a casa está fechada hoje. Quero que vocês três vão a Moon Florest e investiguem por lá, recebi mais cedo uma ligação de George e há indícios que um ataque fora feito naquelas regiões. Nem preciso dizer que Dot é autoridade máxima na missão por ser a progênie e vampira mais velha entre vocês. Se apressem e tragam informações, eu irei a uma reunião com um diretor da Okasama Company. Estarei aqui antes de amanhecer.
Dot e Frank trocaram olhares e eu simplesmente larguei o sangue e olhei Max assustada.
– Mas eu não sei fazer nada.. o que eu poderia fazer? Mas..
– Você precisa aprender na raça o que é ser uma vampira, e sem discussões, agora vão!
Dot e Frank me puxaram para fora do lugar e lá fora Dot me olhou e disse:
– Querida, se mexa, correr como nós é simples e fácil ,é só correr e deixar seu corpo agir com o resto, Frank é mais lento, ele te ajuda a não se perder – Ela deu um sorrisinho de canto e saiu como um flash e direção a rodovia, Frank olho para mim e assentiu e saiu logo atrás de Dot, e então foi minha vez, fechei os pulsos e sai correndo, de inicio não estava igual a ele até que senti aquela adrenalina correr pelo meu corpo e consegui, eu estava correndo mais rápido que um carro e eu podia sentir o vento batendo contra mim, agora eu era uma heroína pronta pro combate, ou pelo menos eu fingia ser.
Chegamos na floresta, Dot nos instruiu para seguirmos em caminho diferentes mas como eu era a mais nova ali eu ia com ela, e Frank seguiu para o leste e nós oeste. Dot é ágil de mais as vezes me perco com seus movimentos e claro ela nunca perde a classe, era estranho ver aquela mulher andando no meio da floresta com um par de saltos altos, vasculhamos vários lugares e eu estava pegando o ritmo, estava correndo e fazendo coisas muito rápidas, até que ouvimos o assovio de alguém e rapidamente Dot olho para mim e fez sinal
– Frank – ela saiu correndo em direção ao som e eu fui atrás, estava tudo muito escuto mas eu podia enxergar cada detalhe da floresta, eu estava sentindo os animais e insetos ali se mexendo e ouvindo todos os sons perfeitamente. Frank apontou para um aglomerado de arbustos e todos nós caminhamos até lá, e nos deparamos com a cena mais nojenta e assombrosa que já vi, vimos partes de corpos humanos mutilados e espalhados pelos arbustos, sangue estava por toda parte, era chocante e eu ainda podia ver miolos e tripas escorrendo e embaraçados pelos galhos das arvores.
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