Bitch, I'm Regina
6 Promessa
Notas iniciais
As várias latas de cerveja ao meu lado não haviam surtido o efeito desejado, mesmo depois de tantas horas que já havia saído do pequeno encontro com Regina, eu ainda tinha meus pensamentos nublados. Não tinha como parar de pensar nas curvas de seu corpo naquela roupa social que acendeu todas as minhas fantasias e minha mente queria apenas voltar a aquela sala e transar em cima da sua mesa. Sacudi a cabeça mais uma vez tentando tirar isso da minha mente, no entanto sempre que fechava meus olhos as imagens transando vinham novamente.
Como dizem o destino gosta de pregar peças, quem diria que eu Emma Swan, um dia desejaria 'foder' Regina Mills até cansar, e muito menos que aquela menina feia e desengonçada iria se transformar em uma gostosa de marca maior, lembrei do que Graham disse sobre a vida dela e não pude deixar de sentir novamente um desconforto, afinal mesmo ela não sendo minha, não posso deixar de ficar com uma certa inveja, afinal outras já comeram ou estão comendo ela enquanto eu estou aqui chupando dedo.
Eu precisava vê-la novamente, queria decorar cada curva de seu corpo, afinal não faz mal admirar uma gostosa como ela, e tenho certeza que ela já está acostumada com as 'secadas' que recebe, uma minha não fará diferença e se fizer é porque ela ainda sente algo por mim, soltei uma gargalhada ao pensar nisso, afinal depois de tantos anos ainda é bem capaz que se eu der em cima dela, ela venha igual uma cadelinha como antigamente, isso seria mais que perfeito, comeria ela todos os dias, teria mais uma vez uma fortuna em minhas mãos e ainda teria meu filho ao meu lado, e claro que enquanto ela trabalhasse ainda poderia me divertir fora, afinal monogamia não é meu forte e nunca será.
Bebi mais um gole e suspirei alto, a Regina que estava em minha frente hoje não se parecia em nada com a que eu conheci, a não ser claro pela educação e maneira de falar calma, no entanto havia algo em seu olhar que me deixou mais desconcertada que sua aparência, não havia raiva e sim algo como pena ou magoa, eu achei sinceramente que ela não iria me atender e quando entrei já fui preparada pra uma verdadeira guerra ou quem sabe gritos histéricos, mais não pra aquela 'frieza', como seu eu não tivesse sido nada além de uma colega de classe que ela não tinha contato a anos.
Voltei meus pensamentos pro meu filho, quem diria que eu teria um filho justo com ela, quando a abandonei fiz questão de confirmar com o médico antes se realmente a inseminação não havia dado certo, pois no dia que havíamos recebido a noticia que havia falhado não tivemos como falar direito pois Regina estava aos prantos e exagerando como sempre, e ele foi bem categórico em dizer que havia feito os exames e que não havia tido a fecundação, pois se houvesse ocorrido eu iria esperar até ela ter a criança para levar meu filho comigo, pois nunca passou pela minha cabeça criar uma criança com ela.
Tenho de ir o mais rápido possível falar sobre meu filho, eu tenho meus direitos e quero resolver logo tudo afinal eu não vou aceitar ela me proibir de ver ele ou deixar que eu o veja apenas uma vez no mês, eu tenho de ter livre acesso a ele, e ter o direito de levar ele pra passear ou sair comigo a qualquer momento e ela não irá me impedir disso, afinal ela pode ter agido com calma, mais se ela está achando que irei deixar meu filho não ser criado por mim agora que descobri que ele existe está muito enganada, nem que pra isso eu tenha de entrar na justiça pra tirar dela, pois essa vida promiscua ao qual Graham falou e até a repórter deu a entender, pode ficar ao meu favor, afinal juiz nenhum quer uma criança criada com esse tipo de gente, e ainda usarei o fato que ela nunca me falou sobre a criança, afinal eu por ser mãe deveria ter sido comunicada de algum modo e com a influência que ela tem poderia facilmente me encontrar.
Sorri com orgulho de minha 'pequena história' afinal ela não tem muita escolha, pois eu entrando na justiça ela será totalmente exposta e mesmo com o que eu fiz a ela no passado, ela não tem provas pois me passou de livre e espontânea vontade a procuração pra tomar de conta de seus bens e não tive culpa se a empresa faliu e o dinheiro acabou, é isso, ou ela me dá total liberdade com meu filho ou eu entro pedindo meus direitos na justiça e ela será obrigada a acatar a decisão do juiz que com toda certeza ao menos de dividir a guarda será.
Decidi tomar um banho e sair, queria encontrar meu garoto o mais rápido possível e teria de levar algum presente a ele, olhei no relógio e era pouco mais de oito horas, havia passado muito tempo bebendo desde que voltei de ver Regina, então ir ao shopping comprar o presente e comer algo seria o melhor a fazer no momento. Após um longo banho bem frio pra tirar a bebida do corpo, escolhi uma roupa com pouco de pressa e logo sai do quarto em direção a recepção à procura de um taxi, isso era outra coisa que eu teria de resolver urgente, pois não poderia andar de taxi o tempo todo e queria ensinar meu garoto a dirigir, afinal ele já tem que começar a fazer coisas de homem, pois não quero meu filho um nerd mauricinho igual Regina era na infância.
Assim que cheguei ao shopping fui direto comer, afinal a fome estava apertando, comi apreciando a 'vista' e meu sorriso não sai do rosto, afinal tenho certeza que iria me dar muito bem nessa cidade, pois o que não falta é mulher bonita. Assim que acabei fui andando e procurando lojas de brinquedo, entrei em algumas e comprei várias coisas legais que tinha pra faixa etária dele e alguma pra que eu e ele pudéssemos brincar juntos. Avistei algumas coisas em lojas de roupa, mais não levei nada, teria de ver o corpinho dele pra comprar no tamanho certo, pois nem sempre comprar por idade da certo.
Quando já estava pra ir embora vi uma loja de aluguel de carros e fiquei logo animada, afinal enquanto não arranjava um apartamento não poderia comprar um carro, mais ter um alugado já ajudava, entrei na loja e logo comecei a conversar com o atendente pra minha sorte eu já poderia sair de la com carro, afinal quando mostrei meu cartão de credito especial já agilizaram todos os processos, fiquei presa mais meia hora enquanto iam buscar o carro e pra minha sorte o tempo passou rápido, logo já estava saindo com o carro em direção ao hotel.
Assim que cheguei ao quarto Regina veio novamente em minha mente, eu preciso de algo pra me distrair, levantei em um pulo e logo procurei algo pra vestir, precisava urgentemente de uma boa transa. Sai do hotel a procura de alguma festa, afinal melhor lugar não existe pra se encontrar uma boa garota. Rodei durante algum tempo e achei uma boate, como dizem a cidade nunca dorme e não é nada estranho ver boates abertas e lotadas quase todos os dias, entrei e logo fiquei feliz, haviam várias mulheres gostosas e minha noite seria muito boa pelo jeito.
Eu já estava aos amassos com uma morena de olhos claros a um bom tempo e já estava na hora de irmos pra outro lugar, tanto eu quanto ela já estávamos bastante excitadas e queria terminar a noite em algum quarto de motel. Decidimos ir pagar a conta e quando estávamos de saída ela disse que ia ao toalete, avisei que iria esperar ela do lado de fora e falei o modelo do carro que eu estava, segui em direção ao carro com sorriso no rosto, afinal ela era muito boa e a noite com toda certeza prometia bastante.
Fiquei próxima ao carro aguardando sua chegada, estava distraída imaginando nossa noite que quando percebi eu já estava no chão e havia levado um soco, só ai me dei conta que havia uma louca em cima de mim me batendo, eu não conseguia me defender direito e já gritava de dor e pedindo socorro, foi então que reconheci minha agressora, era Ruby uma das melhores amigas de Regina, o pânico tomou conta de mim, pois tinha certeza que ela não iria parar de me bater até que eu morresse, pra minha sorte o segurança a tirou de cima de mim, eu já estava sem forças e tenho certeza que se ele tivesse demorado mais eu teria desmaiado de tanta dor.
Meu nariz sangrava muito e meu rosto todo doía, quando tentei me levantar um pouco vi Amélia me chutando e o segurança pra minha sorte tentando impedi-la, no entanto ela ainda conseguia acertar minha perna com seus chutes, que mesmo com seu tamanho conseguiam ser bem fortes e dolorosos. Ela ia falar algo, no entanto a vadia da Ruby a levou pra longe, até eu respirar estava doendo, meu nariz sangrava cada vez mais e minha cabeça já rodava com tanta dor, quando finalmente consegui sentar com a ajuda do segurança, Amélia retornou e se aproximou bastante e acabei me encolhendo por reflexo, ela me mandou me afastar de Regina e me ameaçou, depois saiu junto com a vadia ruiva e foram pro carro, arrancando em seguida, o segurança me olhava com pena e eu ainda tentava respirar com calma.
Tentei me levantar após algum tempo e percebi que a morena que estava comigo provavelmente deve ter visto a briga e achou que era minha mulher ou algo do tipo me batendo e voltou pra festa, o segurança vendo meu estado me ajudou a levantar e indiquei o carro pra ele que me levou até lá e abriu a porta pra mim, me lançou mais um olhar de pena e saiu de perto, fiz um esforço enorme pra ligar e sair com o carro, digitei no GPS hospital e fui o mais rápido que consegui até o médico mais próximo, na minha mente só havia uma coisa gritando, eu ia fazer o possível pra fazer a vida de Regina um inferno e quando ela estivesse no chão novamente faria questão de esfregar isso na cara das duas amiguinhas dela ou não me chamo Emma Swan.
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