Beyond the Sea

3 Why enemys are always the pretty ones


Notas iniciais
eu devo ser muito azarada pqp. Olia a história: eu ia postar tipo, um dia depois que eu postei o último né, capítulo com 2.300 palavras E O QUE A BURRA FAZ? NÃO SALVA NO WORD E O LINDO DO NYAH NÃO POSTA conclusão, fiquei com tanta raiva que fui tomar banho e fui dormir melhor que eu faço. Ai acabou que eu fiz um capítulo até melhor dsjbhsd PORÉM DEVERIA TER SALVADO NÃO TÔ A FIM DE REPETIR TUDO MAS TUDO BEM COISAS DA VIDA aliás, obrigada a todos que comentaram, por mais que seja estranho ainda ter só três comentários por capítulo, quando eu já estava acostumada a três páginas jhbhjdshd AMIZADES EU PASSEI PRO COLÉGIO QUE EU QUERIA NO TURNO QUE EU QUERIA AI TÔ FELIZ ah, eu sei que demorei e tudo mais PORÉM VAMOS CULPAR MINHA MÃE QUE ME DEIXOU DE CASTIGO E FALOU QUE SÓ ANO QUE VEM QUE EU VOLTO já era... o que? 26, 27 de dezembro, então não falei nada. Além disso, minha vó pirou, já era pirada, depois da morte do filho mais novo piorou. Some e a gente encontra na cidade vizinha, acha que foi o meu avô que morreu (sendo que ele se foi em 2009), fala que a vida dela acabou bla bla, e enfim, estamos nos revezando pra cuidar dela. AMORES FELIZ ANO NOVO BEIJO NO CORE APROVEITAM O CAPÍTULO titia daddario e suas notas monstro estão na área.

Annabeth se encolhia dentro da capa de couro, exatamente como Grover instruíra. Ela o seguia com a cabeça permanentemente abaixada, os fiapos loiros chamativos puxados para trás e escondidos sob o capuz. Seguiram de barco – que, aliás, era apenas um pequeno barco, sem truques – até o imponente navio sem pressa. A olhadela rápida antes que Grover a puxasse do convés fora exatamente como imaginou: homens fortes e tatuados, trabalhando e gargalhando alto, provavelmente embriagados. A única coisa que não imaginou foram jovens da idade dela e até mesmo mais novos contrastando entre os mal feitores.

– Poderia dizer para ficar aqui, mas já sabemos que não vai a lugar algum. – Grover a dissera no meio do corredor mal iluminado, com apenas duas velas mostrando as paredes de madeira vermelha e o caminho estreito. As sobrancelhas de Annabeth se juntaram, e antes que ela pudesse falar algo, Grover se apressara: — Sabe que não tem lugar a mais que pode ir, não estamos te mantendo como uma prisioneira. – ele inclinou a cabeça para o fim do corredor – Sinta-se a vontade.

O ruivo saíra pela porta de madeira de duas mãos enquanto a garota loira virava as costas e seguia o corredor até ele se abrir em uma sala iluminada pela luz do dia. A porta que dava para a sacada ocupava toda a parede, principalmente com as cortinas vermelhas aparentemente pesadas como moldura. As outras duas paredes estavam ocupadas com prateleiras cheias de livros empoeirados, pedaços de lança, espadas juntando poeira e capacetes antigos com ferrugem. Ambas tinha uma porta no meio, uma ao qual Annabeth se encontrava e outra logo a frente dela, trancada. Na frente da sacada, uma mesa de madeira escura entalhada igualmente grande estava com mapas, compassos e um astrolábio. A parede restante jazia um quadro de uma paisagem verdejante com chalés um diferente do outro, o mar cristalino se estendendo no horizonte, a moldura dourada e entalhada contrastando com a parede escura. Abaixo do quadro, um sofá que outrora tinha almofadas brancas se encontrava ao lado de uma porta, esta que ia direto a uma escada ao qual o destino se encontrava em escuridão.

Annabeth jogou a bolsa no sofá junto com a capa de couro que estava sobre os ombros. Pensava seriamente em pegar um dos livros e lê-lo se Grover não voltasse rápido, mas não foi necessário. A porta bateu na parede com um estrondo que poderia ter quebrado a vidraça colorida que possuía, o baque foi seguido por passos e uma voz masculina claramente aborrecida:

– A sua metade burro irá acabar me prejudicando Underwood!

– É bode! – Grover ainda fez um grunhido, algo como um berro de cabra, para dar ênfase — Quantas vezes tenho que falar que é bode! Além disso, mudará de ideia em ajudar a moça em poucos instantes.

A outra voz riu de escárnio, o tipo de risada que dizia claramente “até parece”.

– Vá contando com isso, meu caro sátir... – então finalmente se mostrou. Os olhos pararam bem na garota, um canto dos lábios se abriu em um sorriso torto. – Uh, olá – disse, demorando propositalmente no “a”. – A Casa de São Perseu Jackson para Semideuses Desobedientes está aberta.

Annabeth não gostou nadinha daquilo.

Ele exalava problema e perigo misturado com o cheiro quase reconfortante de maresia, como se tivesse acabado de voltar de um mergulho na praia. A pele era bronzeada, natural de alguém que vivia na água, fazendo um contraste com os brilhantes olhos verde-mar. O cabelo era negro, com mechas rebeldes como se tivesse acordado agora – só que, de um jeito sexy, acabado de acordar da cama de outra pessoa. As vestes eram os trapos que você esperaria de um pirata: colete e botas de couro, blusa de algodão e calça escura. Se não fosse pelo lenço vermelho na cintura junto à espada de 90 cm, mais os anéis de joias encobrindo os dedos, poderia dizer que seria um homem comum.

– Estou curioso – disse ele assim que se sentou na cadeira atrás da mesa, inclinando-se para trás e pondo os pés para cima. – O que uma garota como você fez para que os deuses te mandassem para cá?

Antes que ela respondesse que, teoricamente, não fizera nada, Grover se apressou:

– Sequer sabe do Acampamento.

– Uhuum, tá bom. – Grover o encarou até ele perceber que não estava brincando. – Quantos anos têm?

O ruivo a analizou dos pés a cabeça com indiferença:

– Dezessete creio eu. O creio é forte, deve ser poderosa.

– Meu... cheiro? Que? – Annabeth semicerrou os olhos, tentando desesperadamente entender o que se era dito.

– E como sobreviveu até agora? – o moreno se dirigiu a Grover novamente, como se Annabeth fosse invisível.

– Sabiam que estou bem aqui? – constatou como sendo óbvio.

– Thalia disse-me que um filho de Hermes cuidou dela até dois meses atrás. – Grover respondeu por ela. – Poderiam estar a protegendo, você sabe, quanto mais ignorante mais salvo.

Antes que os dois prolongassem a conversa, o sapato de Annabeth voou no meio deles, quase acertando Grover, até parar na sacada. Não a olharam espantados, como deveria ser, era mais como “o que pensa que está fazendo?”. Annabeth continuara com postura firme, as mãos nos quadris e visivelmente irritadiça.

– Se quiser perguntar algo sobre mim, dirija-se a minha pessoa. – os olhos cinza fuzilavam o moreno, que não apresentava dano. – Senhor capitão. – debochou.

– Certo, — ele inclinou a cabeça para o lado – qual seu nome, minha cara?

– Annabeth Chase.

– E quem são seus pais?

– Frederick James Chase, nunca conheci minha mãe.

– Grover quem é a mãe dessa garota?

O ruivo não precisou pensar muito.

– Considerando os olhos e a cor dos cabelos, duvido muito que não seja Atena.

O capitão do navio voltou a olhar para a loira vitorioso.

– E é por isso que pergunto as coisas ao meu imediato, amorzinho, não a você. Agora, de novo, quem são seus pais?

– Dr. Chase e Atena – ela fez uma careta – deusa da sabedoria e da estratégia em batalha.

Ela não debochou, e isso despertou curiosidade no moreno, encarando-a enquanto passeava o polegar pelo maxilar definido. Além da curiosidade, a garota era bonita aos seus olhos, do tipo de beleza que as pessoas olhariam para ela duas vezes.

As curvas dariam inveja em mulheres e fariam homens quebrarem o pescoço para olhar; essas cobertas por um corpete azul com os cordões virados para trás, as botas tinham as fitas escuras até as coxas, como se as calças e os sapatos fossem um só. O cabelo dourado tinha quatro tranças finas do lado da cabeça, puxados para trás em uma única trança com o restante do cabelo loiro. Tinha poucos centímetros a menos que ele, mas a postura esguia e orgulhosa de guerreira a faziam parecer ser da mesma altura. Os olhos de tempestade, o nariz empinado e a atitude petulante – como se ela fosse a melhor – a faziam ser extremamente parecida com a mãe.

– Conheceu sua mãe. – Perseu observou. A garota assentiu com uma expressão de que deixava claro que a experiência não foi boa. Nunca é. – Soube que quer ir a Roma. Uma pessoa provavelmente poderosa e forte como você não deveria pisar naquelas terras.

Por um momento, Annabeth pensou em não contar. Porém suas alternativas não eram opcionais. Ela tirou a moeda que Atena lhe dera com a promessa de vingança do bolso e a colocou na frente dele, em cima da mesa. Enquanto ele examinava a moeda de prata ela explicava omitindo o possível:

– Não estava dentro de si, pelo que percebi, dera-me essa moeda pedindo-me que acabe com os romanos.

– E é por isso que precisa chegar a Roma? – uma sobrancelha negra se arqueou.

– É o mais óbvio. – Annabeth deu de ombros. – Mas... parece-me que... – ela limpou a garganta – Sabem mais do que eu sobre esse mundo.

Grover não ficara com uma expressão de deboche, mas o tal Jackson, obviamente, parou de girar a moeda para encará-la com um sorriso de ironia.

– Então a filha de Atena precisa do filho de Poseidon? Que adorável.

Talvez eu precise da sua ajuda. – a garota trincou os dentes, já imaginando que os próximos dias não serão fáceis. – Sequer era o plano Z, mas era a opção mais rápida. Agora é o plano A, mas não acha mesmo que entraria nisso sem um alfabeto de planos, não é?

Aquilo pareceu afetar o ego dele, que rebateu:

– E porque, exatamente, eu te ajudaria?

Annabeth já estava preparada para isso:

– Primeiro, seria muito gentil da sua parte... – ela tirou o embrulho do cinto que continha trezentas moedas em ouro e o jogou na mesa, deixando que o ouro saísse — ...Deixar-me como... Convida... em seu magnifico navio.

Seus olhos verdes pairaram sobre as moedas. Uma parte dele gostaria muito de não ter a porcaria do defeito de querer sempre ser o herói, e a outra parte preferiu mostrar o que a garota já sabia: antes de qualquer coisa, ele ainda é um pirata. E piratas amam coisas brilhantes.

– Bem... Como aparenta ser uma pessoa educada e uma dama de honra – ele ironizou exatamente como ela – creio que não será problema mantê-la aqui.

Annabeth se inclinou sobre a mesa, empinando o corpo em provocação:

– Responderá todas as minhas perguntas, Sr. Jackson?

– Depende do que perguntar – o moreno também inclinou o corpo para frente, ficando a centímetros da garota – srta. Chase. – ele apontou a entrada do lado do sofá. – Aproveite, é um quarto só seu.

A loira aceitou a resposta, sabendo que não valia teimar. Ela se endireitou e fez uma debochada reverencia, pegando a bolsa e a capa e descendo as escadas como se estivesse em uma passarela.

– Ora vejam só – Grover comentou, muito interessado nas unhas. – Encontramos sua alma gêmea.

– Engraçadinho. – Perseu rebateu – Ela exala problema.

– Como se você não.

Em um revirar de olhos e um “cale a boca, Homem-Bode” a conversa parou ali.

***

O suor estava acumulado na testa de Annabeth, fiapos de cabelo loiro colados à nuca e nas bochechas.

Foi ideia de Grover, responder as perguntas da garota e ao mesmo tempo ensiná-la como sobreviver nesse mundo à noite, quando todos estarão dormindo e nem que o mundo caísse a tripulação acordaria. O ruivo apareceu na porta do pequeno quarto dela – algo simples, com uma cama e um banco com uma vela, até muito mais do que Annabeth podia esperar – e a levou de volta ao convés.

– Boa noite, Cinderela – Jackson debochou rodando o sapato que a garota deixou na sacada entre os dedos. – Como está?

– Estava indo muito bem até agora – ela arrancou a sapato das suas mãos – e quanto a você Perseu?

– Percy, — corrigiu — pelo amor dos deuses, nada de Perseu.

– Certo. Essa é a parte que me responde tudo?

– Basicamente. E ainda vou te ensinar a lutar...

– Eu sei lutar.

– Contra humanos talvez, com os asquerosos que nos perseguem creio que não. – ele olhou para faca da menina – Tem uma faca de bronze celestial, já é um começo.

– O que é bronze celestial?

– A nossa única arma que é capaz de manda-los de volta ao Tártaro – Percy puxou a própria espada, com cabo de couro e de um metal reluzente que Annabeth só vira uma vez, na própria faca. – Infelizmente para nós, semideuses, é que podemos ser atingidos tanto por isso e tanto pelo aço mortal.

– Maravilhoso.

O que se seguiu foi quase uma palestra. Que a dislexia era porque a mente de semideuses estava programada ao grego, não a língua atual. Os devaneios eram insisto de batalha, algo que Annabeth já tinha experimentado. Da Névoa e de como os tripulantes mortais nem suspeitavam que o navio também podia voar – como estava fazendo no momento, sobrevoando o país tendo destino ao oeste logo de manhã. Sobre como os deuses do Olimpo ainda são reais, que sempre que o “fogo da civilização ocidental” muda, eles também mudam. Agora, estão no topo da torre de Londres. O Acampamento Meio-Sangue, o único lugar que semideuses gregos poderiam sobreviver, ficava à meia hora dali.

– Grego? Quer dizer que tem outros?

– Na verdade, só tem outro. O Acampamento Júpiter fica em Liverpool, e é lá que provavelmente encontraremos respostas para a sua missão. – ele hesitou um pouco – Só que... Não vamos ao Acampamento em si, tenho uma amiga fora dele que pode ajudar.

– Uma amiga... Igual a você?

– Pirata, quer dizer? – ela assentiu em resposta. – É, é sim. Acontece que tanto eu tanto ela fizemos coisas que os deuses não gostaram. Expulsaram-nos de tudo e, bem, você é uma ladra sabe o que se é preciso fazer para conseguir algo.

– Ambos criaram uma tripulação e um navio e assim seguem?

– Quem dera. Acontece que os nossos queridos deuses viram isso como uma forma de castigo para meio-sangues que fizeram o mesmo. Se for romano, mande para Reyna. Se for grego, para aqui. Se for muito ruim, você morre.

– Pessoas gentis. – comentou – E quanto a seu pai?

– Foi o único que ficou do meu lado no conselho olimpiano. – Percy ergueu os ombros e os soltou, dando fim ao assunto. – Agora, vamos a melhor parte. Ao qual pode descontar todas sua raiva em mim – ele girou a espada no punho – se conseguir me acertar.

Ela poderia rebater, que só tinha uma adaga de 20cm e ele uma espada de 90cm. Mas ela era rápida, só os mais rápidos guerreiros conseguem manejar uma dessas. Depois de pelo menos duas horas de cortes e muitos “morta” “mortinha” “morta mesmo” “sabe você? Então, morta” depois, ambos estavam suados, mas não cansados. A adrenalina corria na veia dos dois, isso tirando o fato de que um queria vencer o outro.

Finalmente, Percy cessou a luta quando o laranja do sol despontou.

– Cansado já, Jackson?

Ele sorriu, um sorriso sincero, que poderia curar câncer. balançou a cabeça e secou o suor da testa com as costas da mão antes de dizer:

– Vai dormir, Chase.

Notas finais
BECAUSE U KNOW IM ALL ABOUT THAT BASS BUT THAT BASS NO TROUBLE percyto sexisante o suficiente meninas? jdbfshdsh espero que sim. Annabeth com figurino Daenerys Targaryen, filha da Tempestade, herdeira legitima do Trono de Ferro, rainha e protetora dos Sete Reinos de Westeros, libertadora diva de escravos AND MOTHER OF DRAGONS porque ambas são rainhas divas e porque eu quis. Ah, e pra quem não me conhece eu falo da minha vida mesmo hbfffhj escrevo mais nas notas do que no capítulo em si hjbfhdsd mas hein, galera, mil perdões pela demora de séculos, vacilei logo no começo que lindo viquetórea. Prometo não fazer isso TANTO até porque na escola que vou entrar não tem folga é estado agora olha que merda -_- MAS ENFIM vejo vocês nos reviews lindos E SIM EU TENHO CRUSH GIGANTE EM PIRATAS E MRSDADDARIO E SUA TRIPULAÇÃO VOLTOU e desculpe quem perguntou, mas já vai bastar a annie como diva nem precisaremos da lotte. You Know You Love Me even eu sendo the biggest motherfucker logo in the beging. Bom que vocês se acostumam, porque vou ser muito motherfucker XOXO Gossip Girl