Notas iniciais
Indico a história da linda Pati_Winchester:
http://www.fanfiction.com.br/historia/166063/Broken_Heart
e da Pequenossegredo:
http://www.fanfiction.com.br/historia/166579/Marchin_On
Espero que gostem do capítulo!

Já tínhamos tentado ligar para Meredith muitas vezes e nada. Já estávamos todos preocupados.

— E agora, o que sugerem? – Mark perguntou.

- Você é um caçador, você que deveria saber, não acha? — Emy disse óbvia.

- E você é um anjo, porque não descobre?

- Sou anjo, não adivinha. – Ela revirou os olhos.

- Ah, parem vocês dois. Isso não vai resolver nada! — Ben entrou no meio.

- Tudo bem. Vamos voltar pra casa e lá procuramos algo que possa nos ajudar. – Falei.

- Voltar? Mas sabe Deus onde Meere está. E se tiver acontecido o pior? – Emily disse.

- Tem razão. Aqui não poderemos fazer mais nada. — Dean concordou.

***

Eram 5h30, um novo dia já estava começando, e nada de pistas.

- "Nada como um dia após o outro", lembra? — Mark tentou ser gentil. E sentou-se ao meu lado no sofá.

Ben, Dean, Emy e meu pai estavam procurando algo em um grande baú que estava em baixo da escada.

- Isso não se aplica a mim. Um dia Rick aparece, e após outro Meredith some.

- É, tem razão. Mas nós vamos consertar isso tudo.

- Será? — Ele suspirou. — Ah, desculpa, Mark. Sei que suas intenções são das melhores, mas, eu ando tão sem esperança.

- Tudo bem, relaxa um pouco. Quando você acordar Meere já vai estar aqui.

- Não, eu não posso. Vou esperar nem que eu passe um mês acordada.

6h30 e eu involuntariamente já havia caído no sono.

***

Tudo estava queimando. Havia anjos de um lado, demônios do outro, mas todos lutavam. Então me vi no meio de tudo aquilo, no meio de um círculo. Um círculo com um pó branco em volta, e atrás dele, fogo. Por algum motivo eu não conseguia ultrapassar aquela barreira. Apesar de que parecia totalmente inofensiva.

- Mark, você precisa fazer isso. Use a adaga.

- Anna, Anna. — Ouvi e isso me acordou da visão que eu estava tendo.

- Me... Meere? — Sentei na cama e tentei enxergar melhor.

Não, não poderia ser ela.

- Sim, Anna, eu preciso que você venha comigo. Por favor.

- Como você... Onde você esteve?

- Não aconteceu nada. Você deve ter sonhado isso tudo. Pense nisso depois. Só venha comigo.

Algo me dizia que eu não devia ter feito aquilo. Mas obedeci.

Ela me levou até um carro.

- Entre, Anna.

- Meredith, você já tá me assustando. Aonde você tá me levando?

- Calma, Anna. Você não acredita em mim? Sou eu sim. Confie em mim.

- Meredith, qual foi o filme que você mais gostava aos treze anos por causa do ator?

- Hã... Ah como eu vou lembrar?

- Você nunca se esqueceria. Ou melhor, Meredith não se esqueceria.

- Tá, tá! Hum, O Diabo Veste Prada?

- Resposta errada.

- Então desculpe por isso, Anna.

Quem ou o que estava no lugar de Meredith, bateu com algo em minha cabeça tão forte e rápido, que em um segundo tudo havia se escurecido.

***

Acordei e me encontrei em um lugar totalmente fechado, com somente uma lâmpada fraca emitindo luz.

- Ora, ora. Finalmente acordou. — Disse um homem que eu não fazia ideia de quem fosse.

- Anna, tá tudo bem?

Aquela voz não me era estranha.

- Meere! O que fizeram com você?

Ela estava amarrada em uma cadeira atrás de mim.

- Ah, poupem-me dessa coisa toda de "oh, que bom que você está viva." Acho que não fomos apresentados ainda. Meu nome é Lúcifer. Já deve ter ouvido falar sobre mim.

- Filho da...

- Ah, como você é educada. — Ele disse irônico. — Então, vamos direto ao ponto. Você não pode mais chegar perto de Rick.

- Ah, não me diga. E por quê?

- Você vai entender isso tudo no dia do apocalipse. Mas somente obedeça. Eu não quero que você morra. Até porque, estamos ligados. E se você morrer, pode ser que uma parte de mim morra com você também.

- Como isso é possível? – Meredith perguntou.

- Muito tempo atrás, Ruby havia conseguido meu sangue. Então quando você nasceu, Anna, ela fez com que você o tomasse. Não sei ao certo que tipo de magia tinham feito nele, mas isso fez com que essa parte de mim esteja ligada à você. Então é bom que você se cuide muito bem. Eu estou garantindo isso. Desde o começo você sabia quem iria encontrar. Mas eu não podia parar sua vida por isso. Suas visões pararam por um tempo, talvez bloqueadas pelas de seu pai, que tem a mesma habilidade. Você tinha que seguir em frente, estava destinada a essa pessoa, só não consegue se entregar a isso.

- Como se não bastasse, mais uma coisa pra me preocupar.

Mas então, aquele homem nas minhas visões... Era Mark.

- Mas por que Mark? – Perguntei.

- Ele vai ser de total importância caso algo aconteça errado. Mas, bem, vou deixar vocês sozinhas por um tempo, eu tenho mais alguns assuntos pra resolver. – Ele disse e simplesmente saiu.

- Desculpe, Anna. Eu devia ter tomado mais cuidado. – Disse Meredith.

- Isso não é sua culpa. Nunca saberíamos disso tudo.

Se passaram 5 min, 10 min, 15 min, 20 min, 3h e nada.

Então a criatura que fingia ser Meredith entrou na sala.

- Foi tão fácil enganar vocês duas. Pena que a diversão dura pouco.

- Sua vadia. – Falou Meere.

A coisa riu maliciosamente e começou a se contorcer, rancando a própria pele. Aquilo era nojento.

Ela pegou uma faca que estava suja de um líquido vermelho – sangue, só podia ser. E veio em minha direção.

- Isso é divertido, sabia? – Ele disse, forçando a faca pelo meu braço, o que fazia várias gotas de sangue caírem.

Eu tentei fingir que não sentia nada.

- Não sente? Oh que pena. – Ele levantou a faca até meu pescoço.

Estava quase chegando perto quando meu tio aparece. E o mata pelas costas.

- Eles fizeram algo com vocês? – Ele disse cortando a corda e soltando Meredith.

- Ta, ta tudo bem. – Respondi.

Saímos de lá o mais rápido possível.

Entrei no carro.

- Lúcifer deve ter permitido que eu entrasse e tirasse vocês de lá. Ele não é tolo. – Falou Dean para Meredith do lado de fora do carro.

- Eu sei.

- Não deixe que nada aconteça, tudo bem? Eu preciso muito da sua ajuda nisso. Até ela poder controlar melhor as suas habilidades. Eu disse pra Sam, mas ele achava muito cedo. É claro que não é e...

Algo o fez se calar.

PDV Meredith.:

Anna havia entrado no carro, e Dean fez um sinal pra que eu o esperasse.

- O que foi?

- Lúcifer deve ter permitido que eu entrasse e tirasse vocês de lá. Ele não é tolo. – Disse ele.

- Eu sei.

Ah, não acredito que era só pra dizer o que todos nós sabíamos.

- — Não deixe que nada aconteça, tudo bem? Eu preciso muito da sua ajuda nisso. Até ela poder controlar melhor as suas habilidades. Eu disse pra Sam, mas ele achava muito cedo. É claro que não é, e...

Chega de esperar.

O puxei e o beijei. Algo que eu já desejava há muito tempo: Dar um fim a uma só amizade com benefícios.

Notas finais
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