Notas iniciais
"I had everything
Opportunities for eternity
And I could belong to the night"

Ela caminhava calma e sem rumo, fazia isso quase todas as noites, eram perigosas, mas talvez isso tornasse um de seus passatempos preferidos, não fazia o tipo de garotinha desprotegida, pelo contrario. Mantinha uma expressão fria e séria, que a deixavam com um ar mais adulto e frio. Não seria qualquer um louco a mexer com ela, uma garota usando jaqueta de couro, calça jeans rasgada e desbotada, correntes penduradas ao cinto, não eram acessórios para garotinhas.

Ela tirou do bolso de sua jaqueta um maço de Marlboro, acendeu um cigarro e entre uma tragada e outra, soltava a fumaça suavemente, apesar da pouca idade para isso.

Provavelmente já era tarde, não havia muito barulho na rua, exceto os bares e boates abertos, que eram bem poucos naquele dia, ela entrou em uma rua mais movimentada, algumas pessoas saiam embriagadas de uma das boates, duas encontravam-se jogadas a calçada, completamente bêbadas.

A loira continuou seu caminho até sentir seu celular vibrar no bolso da calça jeans propositalmente rasgada. Ela acabara de receber uma mensagem, no visor piscava as palavras: Você tem uma mensagem de Ruby Revens.

“Eu sei, são duas da manhã, mas eu também tenho certeza de que você esta vagando feito uma zumbi pelas ruas, portanto trate de mudar o rumo em direção ao nosso barzinho de sempre. Bjooos Ruby”.

Ela fechou o celular e o guardou no mesmo bolso da calça, observou a sua volta e viu que não estava muito longe do tal bar, seguiu então até se afastar daquele lugar e entrar num beco mal iluminado, jogou o que restara de seu cigarro fora.

Calmamente girou a maçaneta de uma porta velha, ao entrar o som de um rock familiar invadiu seus tímpanos, o cheiro de tabaco e erva misturava-se no ar.

Havia algumas pessoas espalhadas, bêbadas e entorpecidas, enquanto grande maioria se reunia no centro do salão, logo ela viu uma jovem de cabelos turquesa acenando em sua direção, ela estava reunida a um grupo pequeno de jovens, que se encontravam sentado nos bancos do balcão do bar.

-Oi Taylor! – A garota disse assim que a loira se aproximou.

-Oi Ruby. –Respondeu ela, logo depois acenando brevemente para Dante, o rapaz de cabelos negros e bagunçados que estava sentado e segurava Ruby em seu colo.

-Hei, hei Taylor! – Disse Mike, o rapaz de cabelos loiros tão desgrenhados quanto os de Dante sorria enquanto brincava com os cabelos longos e escuros de sua namorada, que a cumprimentou logo em seguida

-Ola Taylor.

-Ola Mike, Lucy. –Respondeu Taylor sentando-se junto a eles.

-Hei Taylor, vai querer o que hoje? –Perguntou o rapaz de cabelos muito claros aproximando-se deles para atender-la.

-Por enquanto quero só Coca-Cola. –Respondeu ela. –Ah, e Brooke, me arruma um cinzeiro. –Falou ela chamando o rapaz já conhecido da turma.

-É pra já. –Respondeu ele.

-O que te deu hoje Taylor? –Perguntou Mike espantado.

-Você esta bem? –Insistiu Lucy.

-O que foi? –Perguntou Taylor séria.

-Coca-cola? –Ruby questionou.

Ela ignorou os comentários, em sua mente apenas a perturbação de sempre, ela ainda não queria se entorpecer com sua bebida sem se torturar um pouco. Era sempre assim, Taylor recordava todas as noites de seu passado, do que não fizera, e do que podia ter mudado, depois, pedia uma dose de Jack Daniels e apagava-se a noite toda.

-Hei Mike, não é aquele seu amigo ali? –Perguntou Dante apontando para o ruivo que se aproximava deles.

Um ruivo de roupas escuras se aproximava com suas mãos dentro dos bolsos e seu rosto uma leve feição de indiferença a jaqueta meio aberta mostrava uma blusa de banda, os olhos claros eram apenas um encontro de tudo, e nada ao mesmo tempo.

“Que diabo é esse cara?” — E pela primeira vez ela viu seus pensamentos mudarem de rumo.

-Hei Bill! –Gritou Mike levantando-se para cumprimentá-lo.

-Mike. –Respondeu ele com sua voz firme.

-Esses são meus amigos, o metido do Dante. –Dante ignorou o comentário de Mike limitando a cumprimentar Bill com um gesto rápido de cabeça. –Essa é a maluca da Ruby. –Continuou Mike, ao oposto de Dante, Ruby fingiu importar-se com o comentário e bateu no ombro do loiro, que ele certamente sentiu arder. –E essa é minha namorada, Lucy. –Disse ele dando atenção a seu ombro ardente pelo tapa e deixando que Taylor se apresentasse sozinha.

-Sou Taylor. –Disse ela ao perceber que o ruivo a encarava.

-Prazer. –Falou ele se sentado no único banco vago que estava ao lado dela.

Logo Brooke apareceu com a coca-cola e o cinzeiro para Taylor.

-Aqui Taylor, e você cara, vai querer o que? –Referiu-se a Bill.

-Whisky.

-Boa pedida. –Murmurou Taylor sem olhar para ele, dando uma longa golada em sua coca.

-Mas pelo visto você não bebe. –Respondeu ele também sem olhar para ela.

Ela soltou um sorriso leve.

-Não me subestime. –Respondeu ela ainda sorrindo, tirou o maço do seu bolso o colocando no balcão, e acendeu mais um cigarro, tudo sem olhar para ele. –Fuma? –Perguntou ela.

-Daqui a pouco. –Respondeu Bill provando sua bebida.

O assunto pareceu terminar, a mente de Taylor vagou pelo inconsciente por alguns segundos, a sua volta havia muito barulho, risos, ela podia reconhecer a risada de Lucy e a fúria de Ruby por provavelmente mais um comentário bobo vindo de Mike, o rapaz ruivo ao seu lado permanecia bebendo seu whisky. Mas Taylor estava distraída demais fitando o nada para perceber que ele a encarava de um modo discreto.

Mais nada pareceu haver ali, as vozes, o cheiro que pairava naquele lugar, risadas, a música e a presença de todos ali, desapareceram.

A mente de Taylor foi invadida pelas mesmas imagens que a perturbavam sempre, ela fazia de tudo para evitá-las, mas quando elas vinham à tona, Taylor as via, como forma de se punir de algo que ela considerava seu erro, seu erro crucial.

“Uma porta era aberta lentamente, pouca iluminação, e silencio seguido do frio, ela lembrava com tanta fidelidade das cenas que sentia estar lá, estar presenciando tudo de novo, ela entrava normalmente em sua casa.

-Mãe, pai? Já cheguei. –Dizia ela, sua voz soava muito entusiasmada. –Mãe? Está ai? –Perguntava ela, Taylor colocou as mão no corrimão da escada e pos o pé no primeiro degrau, já ia subir quando algo chamou sua atenção, e ela se virou devagar, com receio do que iria ver...”

-Taylor ? Taylor ! –Chamou Ruby.

-Que foi? –Respondeu ela com seu típico tom de quem estava irritada.

-Você está bem?

-To sim. –Disse ela breve como costumava ser.

Ruby já estava costumando com aquela nova Taylor, a garota cuja Ruby era amiga desde infância, mudara muito nos últimos tempos. Ela costumava ser muito mais amigável, e seu gênio excêntrico chegava a ser engraçada, Taylor era aparentemente e de fato uma pessoa feliz e determinada, nunca levava um desaforo pra casa.

Mas as coisas haviam mudado tanto, no ponto de vista de Ruby, sua amiga estava se matando por dentro, agora era apenas traços de frieza, meios sorrisos forçados, alegrias que durava menos de segundo no rosto de Taylor Mist, ela havia se tornado uma pessoa sem esperanças, princípios ou metas, havia se tornado, fechada, séria, e intolerante a muitas coisas, mas diferente de antes, ela preferia abaixar a cabeça e deixar que a provocassem do que ter que discutir com alguém. Não via mais sentido nisso, mesmo que ela tivesse razão.

Era outra Taylor.

-Ruby? –Chamou Dante tirando Taylor dos pensamentos de Ruby.

-Oi?

-Esta tudo bem com você? –Perguntou ele.

-Ah, sim... -Respondeu ela esboçando um lindo sorriso.

Taylor chacoalhou sua lata de coca, confirmando o que ela já sabia.

-Acabou sua coca? –Perguntou Bill a observando. Ela o ignorou, tragando novamente seu cigarro, e soltando a fumaça levemente. –Agora aceita uma bebida de verdade? –Perguntou ele. –Ou é fraca de mais pra isso?

Ela o encarou, de forma que não pode deixar de observar seu rosto.

-Me passa um copo. –Falou ela deixando bem claro seu tom superior. –Cheio. –Completou ao ver que ele o entregaria pela metade, ele empurrou o copo de forma que ele deslizasse e parasse perfeitamente na frente dela, mas se aquilo fosse uma tentativa de impressioná-la, ele certamente ia precisar de muito mais.

-Espera! Não bebam ainda! –Gritou Mike eufórico como sempre.

Os dois olharam pra ele tediosos, pois sabiam que não haveria nada nutritivo da boca daquele garoto loiro, e sem juízo. –Quem virar primeiro, ganha. –Ele sugeriu.

A idéia pareceu divertida para Taylor, e pelo visto Bill também.

-E o que acontece com quem ganhar? –Perguntou Bill.

-Troca de adversário. –Falou esboçando um sorriso, como o de uma criança sapeca. – E quem perder passa o copo pro próximo, quem virar mais dozes ganha. –Falou ele.

-Ganha uma bela ressaca no dia seguinte. –Respondeu Ruby rindo.

-Só isso mesmo. –Concordou Lucy.

-Então fique ai na monotonia. –Resmungou ele.

-Ok, eu topo. –Respondeu Bill.

Taylor apenas balançou os ombros, realmente não estava nem ai.

Dante resmungou um “pra mim tudo bem” enquanto Ruby e Lucy aceitavam também.

-Ótimo que comece vocês dois. –Disse Mike para Bill e Taylor.

Os dois se encararam por alguns segundos, enquanto seus amigos batiam no balcão e diziam em coro.

-Vira, vira!

Em questão de segundos, Taylor bateu com seu copo no balcão com sua dose terminada e a ardência descendo por sua garganta.

Bill fez o mesmo movimento tendo a mesma sensação segundos depois.

-Perdeu. –Sussurrou ela, e um sorriso leve e malicioso apareceu em seus lábios.

Ele franziu a testa, e depois sorriu levemente divertindo-se, empurrou seu copo para frente de Mike sem tirar os olhos dela.

-Enche. -Murmurou ela apontando para o copo dela e arqueando uma sobrancelha.

E assim ele fez, logo em seguida empurrou a garrafa de Jack Daniels pelo balcão, a fazendo deslizar até Mike que a segurou na sua frente e encheu seu copo.

-Okay, loirinha emo, vamos nessa.

- Cale a boca e beba imbecil. –Resmungou ela.

-Um... Dois... Três! –Mike contou e logo em seguida ambos ergueram seu copo, com seus amigos gritando ‘vira’ de incentivo, mas uma vez o fundo de um copo vazio encontrou o balcão, havia muitas risadas.

-Há! Ganhei! –O garoto se gabou, Taylor nem respondeu, passando seu copo pra Lucy.

-Não aguentou? –Perguntou Bill.

-Não sou de ferro. –Respondeu ela, falava com Bill sem desviar os olhos do casal disputando quem bebia mais rápido.

Ela inda estava sóbria, mas já sentia algo diferente em seu corpo, uma leveza sutil, e ao mesmo tempo, seus sentidos se preparando para se entorpecer mais uma noite.

E a brincadeira acabou quando a garrafa estava vazia, a primeira garrafa da noite.

Mike apoiava-se em Lucy enquanto cantava completamente atrapalhado algo que parecia ser “Crazy Train” do Ozzy Osbourne.

-Ah, cale-se Mike! Ozzy vai te comer como se você fosse um morcego. –Resmungou Dante apoiando-se em Ruby, ela e Lucy eram as mais sóbrias por ali.

A cabeça de Taylor girava, ela sentia-se levemente entorpecida.

Alias depois de quatro doses viradas com tanta pressa o álcool já estava fazendo efeito e ninguém ali já estavam tão bem, todos ali riam, até sem ter motivos para rir, ou pelas palhaçadas de Mike.

Ela pegou seu maço de cigarros mais uma vez, aquela noite em particular era a que ela mais fumava porque aquela noite em si tinha um motivo em deixá-la nervosa, e o cigarro lhe acalmava.

Já ia levá-lo a boca para acender, quando uma mão forte segurou seu pulso.

-O que pensa que esta fazendo? –Ela disse como sempre autoritária, porem com uma leve embriaguez na voz.

- Vai se matar com tanta fumaça. –Falou ele.

-Não tem problema, nem seria uma má idéia. –Resmungou ela, levando o vicio a boca, Taylor não conseguia acender seu isqueiro prata.

Bill retirou o seu isqueiro preto do bolso e acendeu o cigarro de Taylor , que levemente o tragou, soltou a fumaça que subiu em caracol, e por fim agradeceu.

-Vem cá, nem depois de bêbada você fica amigável? –Bill brincou.

-Vai precisar bem mais do que cinco doses de Jack Daniels pra conseguir minha amizade. –Falou ela.

-Foram quatro. –Disse ele.

-O que? –Sem compreender ela perguntou.

-Dozes, foram quatro dozes. –Ele corrigiu.

-Ah, que seja. –Disse ela, com um tom divertido em sua voz.

-Se eu quiser ser seu amigo então, vou ter que te dar uma garrafa de Jack Daniels e um maço de Marlboro? –Disse Bill.

-Está querendo me comprar? –Questionou ela o encarando séria.

-Não!-Respondeu ele rindo. –Mas querendo muito sua amizade.

-Então vai ter que fazer uma oferta muito melhor. –Disse ela.

-Caramba, esta difícil. –Resmungou ele.

-Duas garrafas e dois maços. –Disse Taylor fazendo o numero dois com as mãos.

-Isso é um roubo. –Disse Bill, batendo uma mão ao balcão, fingindo estar bravo.

-Acha que não tenho este valor? –Ela o questionou, ele a encarou por alguns segundos, enquanto ela tragava mais uma vez seu cigarro, mesmo entorpecida pela bebida, ela continuava elegante ao fumar, e ele se perguntava como uma garota tão jovem conseguia agir daquela maneira.

-Acho que vale até mais. –Respondeu.

Taylor o encarou por alguns segundos, ela não se conteve, soltou uma risada alta e sincera, rendeu-se a estranha e rara sensação de rir, nem ela lembrava a ultima vez que rira.

-Ela sabe sorrir. –Falou ele. –Só não entendi qual foi à graça. –Completou a olhando confuso.

-Desculpa. –Dizia ela ainda rindo. –Eu... Eu nem sei por que estou rindo.

-Acho que Bill fez bem a Taylor. –Falou Ruby mais para si mesma do que para Dante, enquanto observava sua amiga rindo e a cara confusa de Bill, que logo depois se desfez em um sorriso junto com a loira.

-O que foi Ruby? – Resmungou Dante.

-Nada. –Respondeu ela. –Eu acho que não to muito bem. –Resmungou ela apoiando-se no balcão.

-Ta sim, ainda nem começamos a beber direito. –Respondeu Dante.

Ela fez um biquinho infantil passando os braços pelo pescoço dele, e sem perceber Ruby jogava seu peso contra ele.

-Ruby, eu vou acabar cain... –Mais antes que ele pudesse avisar que iriam cair, os dois já estavam pregados contra o chão, rindo como duas crianças.

-Esta tudo certo ai? –Perguntou Brooke, inclinando-se sobre o balcão.

-Acho que sim. –Falou Lucy rindo. –Mas eu acho que já não estou muito bem. –Disse ela girando o polegar formando círculos na frente do rosto de Mike, que ria dos dois ainda caídos no chão.

-Ta. Tudo. Certo. –Falou Mike. –Traz outra garrafa ai.

-Opa! –Gritou Lucy. –Pode mandar! –De fato ela já estava mais alterada que os outros era sem duvida a mais vulnerável com bebidas de todos ali.

-Vocês são todos fracos. –Disse Taylor.

-Não somos como você que bebe o dia todo. –Defendeu-se Mike.

-Mas bebem todas as noites seus vagabundos. -Falou ela. –Deviam estar acostumados.

-Estamos todos aqui bêbados com apenas quatro doses, que vergonha. –Disse Ruby que somente agora conseguira se levantar.

-Eu não estou bêbada. –Disse Lucy.

-Amor, você fica tonta só com o cheiro. –Disse Mike.

-Quieto. –Resmungou ela, rindo logo em seguida.

-Aqui. –Brooke colocou a garrafa na frente do grupo e saiu para atender outras pessoas.

-Vamos virar? –Perguntou Mike.

-Não! Eu quero beber descentemente! –Reclamou Taylor.

-Difícil. -Murmurou Bill enquanto apoiava-se com os cotovelos no balcão e acendia seu cigarro.

-Você não me conhece rapaz, eu tinha oportunidades para vida toda... –Ela abaixou seu olhar para o balcão, e também seu tom de voz. –Se três tiros não tivessem invadido minha sala de estar. –Completou.

-O que disse? -Perguntou Bill, fingindo que não havia entendido e escondendo seu espanto.

-Nada. –Disse ela erguendo a cabeça ao perceber que falara de mais.

Bill permaneceu em silencio, fixou seu olhar no isqueiro prata de Taylor sobre o balcão, ele pegou o objeto, enquanto ela observava seus movimentos. E começou a brincar, acendendo e apagando o fogo que saia dele.

-Vai acabar. –Murmurou ela. –E eu gosto muito desse isqueiro. –Completou, voltando a ser a mesma Taylor, de poucas palavras.

-Ah, desculpa. –Disse ele colocando o isqueiro de volta no balcão. –Achei bonito.

-Era do meu pai. –Falou ela guardando o pequeno objeto prata no bolso da jaqueta.

-Era? –Perguntou ele.

-Agora é meu. –Respondeu ela.

-Faz muito tempo? –Perguntou Bill.

-O que? –Taylor retrucou com outra pergunta.

-Seus pais. –Disse cauteloso.

-É um assunto que eu não quero falar. –Respondeu ela.

-Outro dia você me conta? –Perguntou ele.

-Se conquistar minha confiança. –Retrucou Taylor.

Bill deu um meio sorriso.

-Vê se não me usa de escora, por que eu não sei se aguento me levantar de novo. –Disse Dante para sua namorada.

-Deixa de ser bobo Dante. –Respondeu ela rindo, mas sua risada se desfez assim que ela encarou a porta do bar, com dificuldade ela reconheceu os cabelos castanhos de uma jovem que acabara de entrar, junto a ela havia um rapaz, ruivo, seus cabelos eram semelhantes aos cabelos de Bill. –Droga! –Reclamou Ruby ao reconhecê-los.

-Que foi Ruby? –Perguntou Dante, olhando na mesma direção que ela, imediatamente ele reconheceu a garota e o rapaz junto com ela. –Merda!

Notas finais
Por se tratar do primeiro capitulo acabou saindo maior que o esperado, e ainda foi dividido no meio.
Os capítulos que se seguem serão menores, mas espero que gostem.