Believe In Me

6 Capitulo 6 — Manhã complicada


Notas iniciais
Hey pessoal, estão gostando? Espero que sim. Aproveitem o próximo cap.

Corpo com novas marcas, dores, eu tentando ficar de pé. Coisas normais se tratando da minha vida. Eu mal conseguia andar sem sentir uma dor, mas aguentei até o final e até chegar ao colégio. Mas eu queria nunca ter ido para lá.

O domingo passado foi duro, passei o dia inteiro na cama sem poder me mover e hoje estava sendo motivo de piada para todos por conta dos vídeos que Lisa e as cachorrinhas de estimação delas postaram da internet, todos viram como eu tinha ficado de joelhos no chão e chorado pela foto de minha mãe. Por alguma razão eles achavam graça nisso, mas mesmo assim entrei naquele lugar de cabeça erguida e segurando as dores que sentia.

— Oh, quer um lencinho que Jody? — Jody? Esse idiota na minha frente tinha mesmo me chamado disso?

— Vai para inferno -— rosnei e o empurrei para fora do meu caminho.

Andei até a sala tentando não socar o povo que mexia comigo, e assim que coloquei o pé lá dentro, braços seguram meus ombros e começaram a… Abraçar-me?

— Ah, graças a Deus, estava tão preocupado — sorri ao ver que era Liam.

Permiti o abraço e ainda retribui. Uma demonstração tão boa assim estava sendo bem vinda na minha manhã.

Ficamos ali por vários minutos, e nesse meio tempo pude sentir a fragrância deliciosa de Liam, suspirei contra seu ombro esquecendo das pessoas que nos olhava, eu sinceramente me sentia segura dentro daqueles braços, Liam percebeu isso e me apertou com mais força, mas isso acabou me trazendo uma dor horrenda.

— Devagar — reclamei me afastando dele. Coloquei a mão sobre a cintura, onde eu sabia que havia um corte surrealmente grande.

— O que? — Ele perguntou. Olhei em volta notando os olhares e neguei em um sinal de. “aqui não”.

Ele entendeu e deixou que eu seguisse até minha mesa.

— Você está mal não é? Estou vendo o seu esforço para andar — sussurrou para mim. Sentei-me na cadeira com cuidado e olhei para ele.

— Não se preocupe, eu me acostumo depois — falei tentando acalmá-lo, mas não consegui.

— Jodie, eu não dormi a noite toda pensando em como você estaria, eu quase enlouqueci e quase liguei para policia — abaixei os olhos — Ele te machucou muito?

Se levar nove cintadas de couro for muito. Considero que sim.

— Não muito — murmurei esfregando o braço que ainda doía — Sério, não quero que fique falando nisso, já basta a Lisa ter espalhado aquele vídeo para que todos vissem.

Liam fez um ruído estranho com a garganta, algo como um rosnado ou grunhido, mas deixei de lado quando ele segurou minha mão.

— Sinto muito por tudo isso — Assenti e logo depois ele sorriu — Tenho uma coisa para você — Ergui a sobrancelha surpresa e ele sorriu ainda mais enquanto tirava um envelope de dentro da bolsa.

— Devo me preocupar? — perguntei enquanto pegava e girava na mão — O que é?

— Abra e veja — falou. Eu sorriria, mas em vez disso virei os olhos e abri o envelope.

Minhas mãos tremeram quando tirei o que havia dentro, pisquei várias vezes para ver se não estava mesmo sonhando. Era a foto que Lisa tinha rasgado, a foto de minha mãe. Mas está não estava mais em pedaços e sim novinha em folha, não tinha nem sequer uma sujeirinha.

Voltei o olhar para Liam.

— Como conseguiu? — sorriu.

— Eu peguei todos os pedaços da foto ontem e entreguei ao meu irmão, ele meio que gosta de computadores e câmeras digitais — deu de ombros — pedi para ele dar um jeito de criar uma copia da foto velha para você.

Sorri. E sorri grandemente, acho que era o maior sorriso que já dera na minha vida inteira, juro que estava querendo pular em cima daquele garoto e agradecê-lo ao ponto de deixa-lo sem palavras.

— Obrigada — falei por fim e apertei a mão dele — Você não sabe como é importante para mim o que fez.

Liam sorriu e beijou minha mão. Um toque que acendeu meu corpo inteiro.

— Pelo contrario — falou — Eu sei muito bem o valor disso.

Depois que falou isso o professor de artes entrou na sala. Eu guardei a fotografia no bolço da minha jaqueta e tirei meu caderno de desenhos da mochila.

Peguei uma folha em branco e comecei a criar algo novo, contudo, por alguma razão eu não conseguia pensar em nada a não ser o azul dos olhos de Liam.

— Então pessoal, hoje eu quero que vocês criem uma ilustração, e em uma folha a parte, escrevessem o que ela significa para vocês. Quero que vocês expliquem o sentido do desenho que escolheram criar — Disse o professor Oliver — Vou liberar que coloquem poemas de escritores porque é a melhor forma de decorar seus nomes para o inicio das provas, Porém, ainda quero um texto apenas com suas palavras e reflexões sobre o que vocês fizeram. Podem começar e vão rápido, quero tudo pronto nessa mesma aula.

Olhei para frente dando de cara com a cabeleira escura de Liam, de repente me peguei pensando em como seria sentir os cabelos dele enlaçados nos meus dedos.

Putaquepariu. No que eu estou pensado? Isso é loucura.

Balancei a cabeça e comecei a criar minha obra. Enquanto pensava, olhei para o meu braço enfaixado e tive uma ideia para o desenho.

Tracei as linhas corretas da minha imagem, sombreando e dando luz, passando o dedo para borrar em algumas partes e tomando cuidado para não errar o ponto de outras, notei algumas pessoas olharem para minha folha enquanto estava superconcentrada nela, Liam era uma delas, mas sua expressão era triste, acho que ele estava cansado de me ver desenhar coisas mórbidas.

Como eu passei muito tempo na biblioteca, já tinha visto muitas historias loucas. Depois que terminei o desenho, escrevi a historia toda, pois já tinha decorado, e em outra folha escrevi minha conclusão.

Terminado minha tarefa, levei para a mesa do professor e deixei que ele visse, eu nem tinha me sentado direito quando ele me chamou de novo.

— Você passou o tempo na biblioteca? — Ele perguntou de uma forma interessada — Essa historia, “Lágrimas de Sangue” é raro alguém gostar de algo parecido.

Sorri de forma mórbida.

— Eu gosto desses tipos de historias. Contos e lendas de terror.

— Então, você se importa de eu ler o seu texto para o resto da sala? Bem, é que está historia muitos não sabem o que distingui dela, cada um tem sua opinião e acho que estou interessado em ver quais são os comentários dos outros — Dei de ombros.

— Pode. Não me importo — falei — Posso voltar para minha mesa?

— Por favor— Voltei ao meu lugar e o professor levantou com minhas folhas, as observando com curiosidade — Classe, queria perguntar algo a vocês — Ele começou — O que acham sobre a história da garota que chorava sangue?

Ninguém falou, mas alguns olharam para mim.

— Que é uma historia idiota — disse um dos garotos da sala. Virei os olhos.

— Algum de vocês nunca ouviu a historia? — Alguns levantaram a mão. — Certo, vou contar um pouco a respeito, ou melhor… Eu vou ler o que a colega de vocês escreveu.

Oliver limpou a garganta e começou a ler.

Em uma cidade distante no interior, havia uma menina tão linda quanto um anjo, mas que se vestia como uma vampira. Seus modos eram estranhos, ela parecia sombria, mas apesar do seu jeito e do seu modo de se vestir ela era doce. Ela era acostumada a ir ao cemitério todos os dias. Certa vez o vigia a pegou falando sozinha lá dentro e a perguntou com quem ela estava conversando, ela então o respondeu que conversava com alguns amigos e parentes que já estavam mortos. O vigia, sem entender nada, apenas avisou que estava fechando os portões e ela foi embora.

No dia seguinte, como de costume voltou ao cemitério para conversar com seus “parentes e amigos”, porem aquele dia ela estava angustiada mais do que o normal, e nas mãos estava carregando algumas rosas cujo espinhos haviam ferido suas mãos. Já acostumado com suas visitas diárias o vigia não falou nada. Não demorou e ela saiu, o vigia estranhou já que ela costumava ir e ficar metade do dia lá, então ele perguntou a ela “mas já?” ela respondeu a ele “hoje vou mais cedo, alguém lá dentro me falou que o motivo da minha angustia é o qual, vou fazer um passeio onde vou chorar lagrimas de sangue e do qual, na próxima vez que eu vier aqui, eu estarei com os olhos fechados.”

Ela foi embora, e o vigia sem entender nada, apenas achou que ela era louca. Porem no dia seguinte ela não apareceu para sua visita, e antes disso tinham avisado a ele que uma garota foi assassinada a sangue frio cujos olhos haviam sido furados A mesma estava sendo velada no necrotério da cidade e seu corpo seria enterrado ali. No momento passou pela sua cabeça que poderia ser a tal menina, para matar sua curiosidade ele foi até o necrotério, e quando viu o corpo e constatou que era a menina ficou surpreso.

Passou alguns dias e o vigia viu alguém dentro do cemitério, mas como? se ele não viu ninguém entrar! Então ele escutou uma voz conhecida, era a voz da menina. Assustado, ele saiu dali e foi para seu posto onde falou para si mesmo que eram coisas da sua cabeça. Um dia desses algumas amigas foram visitar o tumulo dessa garota e levar rosas, elas entraram colocaram as rosas em seu tumulo e notaram algo de estranho, voltaram a portaria e perguntaram se mais alguém havia ido ao cemitério visitar o tumulo dela, ele respondeu que não, pois depois que ela morreu era difícil ele ver alguma pessoa lá, porque era ela que ia lá todo dia.

No dia seguinte, bem no finzinho da tarde antes do cemitério fechar, uma das amigas da garota foi novamente visitar seu tumulo, mas logo que ela entrou, o vigia ouviu um grito e viu essa menina sair correndo, parou-a no meio do caminho e perguntou a ela o que havia acontecido, ela respondeu que viu sua amiga (a garota) com os olhos perfeitamente abertos sem nenhum machucado, porem escorrendo sangue, como se ela estivesse chorando lagrimas de sangue. O vigia não acreditou muito, mas no dia seguinte foi ao tumulo da garota ver como estava depois das visitas, encontrou as rosas que as amigas tinham levado há três dias atrás em perfeito estado, mas com todos os espinhos manchados de sangue como se alguém os tivesse acabado de pegar e no tumulo gravado “por favor, não tenha medo dessa alma que é triste e amaldiçoada”, o vigia não sabia como a escrita apareceu no tumulo, mas quando ele acabou de ler e olhou para cima, ele viu a garota trajando luto como de costume chorando lagrimas de sangue, ele saiu correndo. Assustado saiu do emprego e dizem que desse dia em diante, quando o dia se torna noite, vê-se a garota saindo do cemitério com rosas nas mãos, escorrendo sangue e chorando lagrimas de sangue. E o novo vigia do cemitério, conta que às vezes, vê uma menina de preto andando pelo cemitério e que todos os dias, o dia inteiro, ele a ouve conversar e,que quando vai algum parente ou amigo visitá-la, sai de lá afirmando que a viu chorando lagrimas de Sangue, uma das coisas que a garota conta é que só ira descansar quando souber quem foi quem furou seus olhos e quem a matou.

Todos em silêncio, como se não gostassem de historias de terror. Virei os olhos mais uma vez achado aquilo um exagero.

— Então, ninguém sabe me dizer algo a respeito disso? — O professor perguntou e depois do silêncio levantou o meu desenho para que todos vissem — A imagem foi feita pela srta. Jodie, como podem ver ela desenhou a menina e o sangue escorrendo por seus olhos — Vi Liam olhar para mim por cima do ombro — Bem, primeiro de tudo eu digo que você srta. Jodie, tem muito talento para desenhar — dei um meio sorriso em um sinal de “Não te perguntei nada” e ele voltou a falar — E será que você pode dizer o que acha dessa menina?

Ah legal, agora eu teria que falar mesmo não precisando. Ótimo.

— O que quer que eu falei?

— Você acha que a menina anda pelo cemitério em busca vingança?

— Não exatamente vingança — falei, mais pensando em mim do que na própria menina da historia — Quando eu tento ver, eu imagino que ela está apenas querendo saber o por que de ter sido assinada, porque veja… Muitos aqui gostaria de saber quem é seu inimigo ou amigo — dei de ombros — Mas ai vem as perguntas. Devo matar meu inimigo para me vingar de algo? Devo ser amiga daquele que me persegue? — Notei Liam sorrir — Em minha opinião… Se você fizer o mesmo erro que o individuo que te prejudicou, tudo só vai piorar.

— Mas você vive batendo no povo desse lugar, isso não é se vingar? — Perguntou um aluno. Fiz careta ao ver uns sorrindo diante a pergunta.

Suspirei e me virei para encarar o garoto.

— Por acaso eu já bati em algum de vocês por um motivo ruim? — perguntei, e imagina o silêncio que ficou — Você falou que eu bato em muitos daqui por vingança, mas eu digo que se fosse por isso, muitos aqui já estariam com uma maldita faca pontuda no coração — Alguns estremeceram ante minhas palavras.

Mas logo outro menino perguntou.

— Se não é por vingança, é por que? — pensei nisso e tudo que me veio foi o temperamento que tinha puxado Edgar.

— Porque eu realmente tenho um temperamento do cão — Me surpreendi quando a sala riu, e isso foi muuuito assustador— Epa, pera ai. Não estou tentando fazê-los se divertir. O que todos precisam entender, é que se me provocam eu revido, e não vem dizer que é mentira, pois tenho a prova agora na internet… Não é Lisa? — Quase mostrei os dentes para Lisa, mesmo depois de se encolher como uma covarde.

Ela falou hesitante.

— Você quebrou meu nariz. Duas vezes — Prendi o riso ao ver o nariz dela enfaixado — Não podia deixar barato isso.

— Ah, e o que você fez por isso? — perguntei, e o como esperado ela ficou quieta — Você se vingou rasgando a única foto que tinha da minha mãe falecida, e ainda me gravou chorando para que todo o colégio assistisse a brigona aqui, fraca e sem palavras como um bebezinho — Os sussurros começaram e o professor interviu com uma expressão nada contente.

— Tá legal, já chega — falou e olhou para Lisa — Você fez isso srta. Packer?

Lisa abaixou a cabeça e assentiu.

— Iremos conversar mais tarde mocinha, e quero que retire o vídeo da internet fui claro?

— Sim, professor — Oliver suspirou e olhou para mim.

— Sinto muito por ouvir isso Eli…

— NÃO — Certo, eu berrei demais quando percebi que ele ia dizer meu primeiro nome. A classe me olhou como se eu fosse uma aberração — Desculpe, mas eu queria que me chamasse apenas de Jodie — Ouvi Liam rir ao meu lado, e acabou que a sala fez o mesmo.

Esse povo estava com um parafuso solto.

— Por que senhorita? Seu nome é belo — virei os olhos e deixei a cabeça cair na mesa.

— Esse nome é horrível para minha reputação — declarei e mais risos soaram.

— Caramba Oliver, fala ai o nome da nossa brigona — pediu um dos garotos rindo. Levantei a cabeça e o fuzilei.

— Não enche garoto, ele não vai dizer — Olhei para o professor que encarava a coisa toda com um ar divertido — Você, NÃO, vai dizer! — mandei e ele riu.

— Olha só, mas pelo menos sabemos que começa com E L e I — disse outro menino. E só ai eu percebi. Nenhuma garota estava falando, só garoto.

Que evolução.

— Desafio do dia pessoal. Quem acertar o nome da Esquisita senta na nossa mesa — Igor berrou subindo na cadeira e os outros gritaram em concordância.

Levantei-me já esquecendo que estava toda dolorida e lhe apontei um dedo ameaçador.

— Cala essa maldita boca — Berrei de volta.

— Jodie, que isso. Não é para tanto vai — disse Liam — Aliás, eu também quero saber seu nome — Apertei os olhos e apontei com o dedo para ele.

— Isso vai acontecer NUNCA! — Ele riu.

— Elisa, é Elisa? — Chutaram.

Bufei para o nome ridículo.

— Pelo amor de Deus, se eu tivesse o nome parecido com o da Lisa eu fugia desse colégio e trocava de identidade — Mais risos, e agora muitos dos garotos estavam se aproximando e sentando próximo de mim. O que não é normal.

— Eliette? — Fiz careta para o loiro que falou.

— Que nome horrível. É claro que não.

— Eline? — Liam entrou na brincadeira. Sentei na minha cadeira e olhei para minhas unhas pintas de preto começando a me divertir com isso.

— Não.

— Eliane?

— Não.

— Elize? — ri achando essa situação muito idiota, mas até que legal. Esses macacos nunca adivinhariam meu nome, e olha que era bem fácil de descobrir.

— Não. Já desistiram? O sinal daqui a pouco vai tocar — E foi ai que o bando de moleques sentaram no chão e me encaram enquanto chutavam vários nomes, um mais horrendo que outro. E fala sério, acho que o meu é mesmo bonito comparado aos que eles falaram.

Olhei para Liam com a sobrancelha erguida.

— Esse povo bateu com a cabeça em algum lugar para estar falando comigo, ou você passou a sua doença para eles. Essa é única explicação — sussurrei e ele gargalhou alto.

— Quando vai se conformar que eu sou a melhor coisa que apareceu na sua vida? — perguntou de volta e dessa vez, eu ri alto.

— Isso nunca, Novato — falei e o sinal tocou. Guardei todas as minhas coisas e me levantei para sair do meio daquele bando de fuxiqueiro e cabular a aula de educação física na biblioteca, mas não é que eles começaram a me seguir.

—Opa, opa, para onde pensam que vão? — perguntei virando-me para eles.

— Ainda não sabemos seu nome — disse um deles.

Sorri.

— Isso mesmo, e pretendo que continue assim, mas bem longe das minhas visitas, pois não quero um bando de curiosos no meu pé.

— Nós não desistimos fácil gatinha — disse Igor, e quando ele ia tocar no meu queixo, eu segurei o pulso dele e sorri maldosamente.

— Igor, lembra quando eu disse que bato nas pessoas por causa do meu temperamento? — Assentiu — Então, tenta mexer no que não é da sua conta para ver como meu temperamento sobe para uma escala de 100% — Larguei o pulso dele e dei uns tapinha em sua bochecha — Fique longe da minha ficha escolar, sei que está pensando em fuçar nela — Ele virou os olhos enquanto os amigos dele riam — E fique longe de mim, pois eu posso ter até falando com cada um de vocês educadamente e sem distribuir pancada, mas... — sorri novamente, mas olhei nos olhos dos outros amigos dele — Isso não quer dizer que eu não vou chutar a bunda de cada um de vocês caso me encherem a paciência, então que fique claro… Parem de me seguir e de tentar saber meu nome, ou a coisa vai ficar feia.

Terminado meu discurso, peguei Liam pelo pulso e o puxei para fora da sala comigo.

~*~

Notas finais
O que acharam gente? Comentem por favor, só tenho vocês e estou me sentindo mal pelo tanto de pessoinhas não comentam e aqueles fantasminhas que só vem parar ler. Uma coisinha só, por favorzinho!!! Não abandone olkay. E fantasmas. Apareçam pleaseeeeee!