Believe - A História De Uma Belieber
1 Capítulo 1 - O início
Notas iniciais
Cause everything starts from something
Something would be nothing
Nothing if your heart didn't dream with me
Where would I be
If you didn't believe
Believe
E que comece meu último longo dia de aula, um passo para a liberdade.
Pensei enquanto me espreguiçava na cama, com um sorriso no rosto.
– Bom dia filha. — disse minha mãe entrando no quarto e sentando-se no meu lado
– Oi mãe. — sorri passando as mãos no rosto
– Animada?
– Muito. — suspirei — Depois de anos de curso de inglês, anos de escola, hoje acaba tudo. — sorri
– Fico feliz em sabe que você conseguiu o que muitos não conseguem, você tem futuro mocinha.
– É mamãe.. espero.
– Vá se arrumar, seu pai já está se arrumando. — assenti com a cabeça e ela saiu do quarto.
Fiquei observando meus posters do Justin Bieber no quarto, e acabei voltando no tempo.
Flashback on
– NA NOSSA SEGUNDA POSIÇÃO DO TOP10 MTV, JUSTIN BIEBER COM ONE TIME.
– Justin Bieber? Quem é esse? — Perguntei curiosa para Mariana, minha amiga.
– Justin Bieber é o gato dos gatos, ele é lindo, e o seu cabelo? Além de cantar super bem. — suspirou ao terminar de contar do garoto.
'' Yeah, yeah, yeah... me plus you, I'ma tell one time ''
– Nossa, até que ele canta bem. — disse enquanto fitava aquele garoto, com idade entre 14 e 15, lindo, talentoso e estiloso.
Flashback off
E foi assim que eu conheci o meu ídolo da adolescência, Justin Bieber. Hoje eu tenho quase 18 anos, ele está com 21 anos e bom, ainda namora a Selena Gomez, da qual eu nunca gostei, mas infelizmente, tive que concordar com a ideia. Eu nunca desisti de conhecê-lo, eu sei que quando minha vez chegar, vai ser especial e vai me marcar de tal forma, que eu nunca mais vou esquecer. Deus está preparando, eu tenho fé.
Sorri com os meus pensamentos e levantei da cama, fui até minha comoda, fiz um sinal da cruz diante da imagem de Jesus, e dei um beijo estalado no meu poster do Justin. Corri pro banheiro e tomei uma ducha pra acordar de vez. Coloquei um jeans apertado e rasgado, seguido de uma blusa sem estampas, nos pés calcei meus supras tão amados. No cabelo fiz um coque mal feito (mas com estilo, lógico) e no rosto, apenas uma base. Dei uma piscadela pra mim mesma diante do espelho e desci rapidamente até a sala, onde meu pai lia o jornal e tomava seu café, como de costume.
– Bom dia pai. — disse me sentando à mesa e me servindo com apenas um suco.
– Oi filha.
– Pai, sobre meu intercâmbio... — eu ia continuar, mas fui interrompida.
– Já disse que não.
– Mas pai, é o meu sonho. Trabalhar pra aprimorar meu inglês.
– Não me atormente com isso. — disse se retirando da mesa.
Suspirei sem muito ânimo e logo me levantei indo até a cozinha.
– Mãe, estou indo. Tchau.
– Filha, tenha paciência, Deus sabe o que faz. — sorriu depositando um beijo na minha testa.
– É, eu sei. Te amo.
– Também.
[...]
– ANAAAAAAAAAAAAAA ME SALVA! — ouvi uma voz familiar vindo em minha direção, me virei e vi Mariana correndo de Arthur, meu outro amigo.
– Oi pra você também. — ri alto.
– Oi Ana linda do meu coração... seu amirado (amigo + namorado) quer me bater porque eu bati na cabeça dele, mas foi sem querer. — disse se escondendo atrás de mim .
– Só não te bato Mari, — disse olhando pra Mari, que ria atrás de mim — porque a princesa chegou. — desviou o olhar até mim — Oi anjo. — disse selando nossos lábios.
– Oi tutu. — sorri — Não bate na Mari, ela é minha melhor amiga. — fiz bico.
– Só porque você pediu. — disse rindo
– Minha amiga é super poderosa, domina qualquer macho. — Mariana disse rindo, revirei os olhos voltando a fitar Arthur.
– Bom queridinhos, vocês vão no meu aniversário de 18 anos? — perguntei me achando.
– Eu vou, mas pra sua informação, eu tenho 17 anos e meio. — Mari deu língua e se virou, indo falar com o resto da turma.
– E você? — perguntei séria para Arthur
– Mais é lógico que eu vou. — sorriu e selou nossos lábios, iniciando um beijo calmo.
Eu gostava do Arthur, mas não o amava. Ele era um fofo comigo, mas não me completava. Seu beijo era incrível, mas eu não sentia muita química.
Partimos o beijo e fomos ficar com o resto da turma, a aula passou tipo, MUITO rápido. Como era último dia, os professores nem se preocuparam se a gente estava na sala, ou não. Adorava dias assim.
[...]
Pra encerrar o dia, fui para o meu também esperado, último dia de inglês.
– Hello teacher.(Olá professora) — disse entrando na sala.
– Hello my beautiful student. (Olá minha linda aluna)
– How are you? (Como vai você?)
– I'm fine, and you? (Eu vou bem, e você?)
– So so teacher. (Mais ou menos professora)
– Why? (Por que?)
– Because my father won't let me go to Canada. (Porque meu pai não quer me deixar ir para o Canadá)
– He knows what is better for you darling (Ele sabe o que é melhor para você, querida)
– Yes, I know. (Sim, eu sei)
[...]
O dia foi basicamente isso, a minha rotina diária. Casa, escola, inglês, casa. Agora tudo será diferente, vida nova pela frente.
Amanhã é meu aniversário, estou tipo, muito ansiosa. 18 anos é um passo para a liberdade, tem como melhorar? Só meu pai me deixar ir para o Canadá. Bom, isso ele é quem decide. Mas como o meu ídolo me ensinou, eu acredito nos meus sonhos.
Continua...
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