Because I Love You 2 .

25 Você está fazendo minha cabeça girar.


Notas iniciais
Helllo o/ ANTES DE TUDO NÃO ME MATEM ! "Ah mas você disse que postaria semana passada DUAS VEZES e não postou NEM UMA!" Eu sei, eu sei. Me perdoem, e que eu sai, meus amigos me arrastaram de casa e ai eu bebi e ai eu sou fraca pra bebida e ai eu fiquei bebada e com ressaca e ai não conseguia nem ver os botões do teclado e ai resultou que não escrevi! Me desculpem gente, serio eu sinto muito. Mas se querem culpar alguém, culpem meu amigos! Eles me embebedaram :v BOMM NÃO VOU MAIS ENRROLAR, VOCÊS DEVEM ESTAR QUERENDO LER. Gostaria de agradecer pelos comentarios no capitulo anterior, amo vocês u.u É ISSO! ESPERO QUE GOSTEM DO CAPITULO E ATÉ LÁ EMBAIXO!

Esses últimos dias a rotina de Apolo resumia-se em: Acordar, tomar banho, comer, ir á casa de Artêmis e, ser expulso de lá. Não importa quantas vezes fosse. Sempre era tratado da mesma maneira, Artêmis parecia mesmo odiá-lo com todas as suas forças, e o que mais irritava Apolo nisso tudo, era Afrodite. Sentada ali, balançando-se na varanda com aquele sorriso torto no rosto. Sempre da mesma forma, sempre o mesmo horário, como se só esperasse para vê-lo ser ignorado novamente, dia após dia. Assistindo de camarote.

— Tá, eu desisto, — Bufou dando-se por vencido. — Pode rir se quiser... — Sentou-se em um dos degraus e atirou o buque de rosas no chão.

— Rir? Mas rir de que? — Afrodite permaneceu a balançar-se, Apolo não olhava em sua direção, mas podia jurar que aquele sorrisinho permanecia lá, estampado sem sua boca.

— De minhas inúmeras falhas...

— Prefiro admirar suas inúmeras tentativas. — Surpreendeu-se com sua resposta, olhou para ela, que permanecia com o olhar focado no teto enquanto balançava para frente e para trás. Parecia até uma criança sentada aquele balanço. Afrodite percebeu seu olhar sobre ela e sorriu lhe olhando também. — O quê? Muito profundo para alguém superficial como eu?

Arregalou os olhos.

— O quê? Não... Eu só, não esperava por essa.

Ela deu de ombros voltando a focalizar o teto. O balanço fazia um barulhinho conforme se mexia, seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo e balançavam de um lado para outro.

— Se insiste tanto, deve gostar muito dela... — Sua voz saiu baixa, quase como se falasse consigo mesma. Mas Apolo ouvira.

— E eu gosto. — Assegurou.

Afrodite não olhou em sua direção, só permaneceu a balançar-se.

— Então não desista por somente isso.

— Ela nem se quer abre a porta para mim...

— Porque se vê-lo será mais difícil. — Afrodite parou de balançar e olhou para os próprios pés por um tempo, para, encará-lo em seguida com um fraco sorriso de lado. — Sabe, quando se está tentando esquecer alguém, é bem mais fácil o fazer quando essa pessoa não está por perto...

Apolo engoliu em seco, por um segundo sentiu-se mal.

— Ah, qual é a dessa cara de pena? — Afrodite franziu a testa e semicerrou os olhos. — Não preciso de sua compaixão. — Levantou-se do balanço e passou por ele.

Só agora Apolo reparara em suas roupas: Ela usava somente um short de pano, uma camisa regata e tênis de corrida. O total oposto das outras vezes que a vira, completamente extravagante e luxuosa. Mas não deixava de ser linda. Aquilo era assombroso, ela era perfeita de mais. Tanto seu corpo quanto rosto, de forma que superava uma super-modelo usando somente roupas de correr.

— O que estou querendo dizer... — Continuou Afrodite, tirando-o de seus pensamentos. — É que se torna mais difícil proteger-se de algo sem muros. — Ela colocou a chave na fechadura e a girou. — Se quer falar com ela, tente abordá-la de uma outra forma, agora que ela estará sem proteções. — Afrodite agachou-se na escada e pegou o buque em mãos, devolvendo-o a ele, apontando para porta em seguida, com um sorriso caridoso no rosto.

Apolo a encarou como um idiota. Não sabia o que falar. Ela estava mesmo fazendo aquilo? Afrodite revirou os olhos.

— Vamos, entre logo antes que minha boa vontade passe.

Ele o fez imediatamente, o que fez a mulher sorrir. Apolo adentrou a grande mansão e as portas foram fechadas á suas costas.

— Lá encima, segunda porta a direta. — Afrodite sussurrou ao seu ouvido, fazendo com que calafrios tomassem seu corpo de cima a baixo. Então caminhou, entrando em um dos corredores e sumindo de sua vista.

Apolo permaneceu imóvel tentando decifrar o que aquilo significava. Até que finalmente entendeu. Mandou seu cérebro parar de ser retardado e moveu as pernas, subindo os degraus, suas mãos soando segurando o buque agora aos pedaços.

( . . . )

Annabeth acordou completamente desnorteada. Olhou em volta com seus olhos semicerrados e a cabeça latejando. Estava no chalé. Suspirou aliviada.

Ao menos isso...

Sentia-se terrivelmente mal, como se tivesse batido a cabeça contra a parede umas quinze vezes consecutivas depois de rodar feito um pião. Sua visão estava turva, embasada. E seu estomago estava revirado.

— Está tonta não é? — Escutou uma voz sonolenta murmurar ao seu lado. Annabeth a encarou imediatamente, espantada.

Por favor não seja um estranho, não seja um estranho, e se for... Que seja bonito...

Assim que reconheceu o dono da voz, suspirou aliviada.

— O que aconteceu? — Perguntou.

— Você não se lembra de nada? — Percy permanecia de olhos fechados como se falasse enquanto dormia. Estava deitado de bruços, seus braços embaixo do travesseiro e seus cabelos negros, espalhados por ele.

— Não... — Annabeth fechou os olhos e deitou-se na cama novamente, torcendo para tudo parar de rodar.

— Você bebeu de mais. — A voz de Percy era tão fofinha, lenta por conta de estar sonolento.

— Bebi? — Virou-se na cama e abriu os olhos, sentiu seu coração acelerar assim que os olhos de Percy abriram-se também. Ficaram se encarando por um tempo, verde e cinza em perfeita sincronia. Até que Percy deu um sorrisinho de lado e tocou seu rosto. Annabeth fechou os olhos apreciando seu toque.

— Você fica tão linda quando acorda. — Falou, seus dedos tiraram parte da franja dela que caia por seus olhos. Annabeth novamente os abriu, encarando-o. Só agora seu cérebro processara. Percy estava na mesma cama que ela.

Percy está na minha cama!

Arregalou os olhos e o menino sorriu como se lesse seus pensamentos.

— Não fizemos nada. — Assegurou. — Você desmaiou no meio do caminho do chalé e fiquei preocupado, então dormi aqui com você.

Annabeth sentiu seu rosto corar.

— Não... Não teria problema se tivéssemos feito. — Esclareceu.

Percy novamente sorriu, seus olhos se fecharam por um segundo e ele respirou fundo tornando a abri-los.

— Claro que teria. — A mão dele parou em sua bochecha onde seu polegar acariciou com cuidado. — Hoje você não se lembraria de nada...

Annabeth sentiu seu coração derreter. Por que ele tinha que ser tão perfeito daquela forma? As vezes Percy parecia até um príncipe.

Contraiu os lábios e deu um sorrisinho, aproximou-se um pouco e sua testa tocou-se a dele. Pensou em falar algo, mas sabia que não encontraria uma resposta — Por mais que aquilo a deixa-se frustrada.

Fechou seus olhos e suspirou, juntando seus lábios aos dele. Sabia que aquilo era bom o suficiente. Não precisava falar nada e Percy compreendia perfeitamente. As mãos dele tocaram sua cintura puxando-a pra mais perto, as de Annabeth permaneceram segurando-o no rosto. Um sorriso esboçou-se em ambas as bocas. Até que se separaram e continuaram a somente se encarar.

— Eu amo você. — Percy sussurrou. Novamente Annabeth sentiu seu coração dançar no peito, seu estomago pareceu dar cambalhotas.

— Eu também. — Sorriu beijando-o novamente, passando seu corpo sobre o dele, sentando-se em sua barriga.

Percy segurou-a na cintura e a encarou sorrindo. Annabeth virou-se e olhou para a janela do chalé, tudo permanecia escuro lá fora. Mordeu o lábio encarando o menino.

— Ainda está de noite... — Lembrou.

— Pois é...

— Ainda temos algum tempo...

— Pois é...

— Se falar isso de novo eu vou te socar...

Percy sorriu sentando-se na cama, a loira ainda sobre seu colo. Abraçou-a na cintura e aproximou ambos os rostos.

— Pois é... — Sussurrou beijando-a.

Obviamente ela não teve forças para socá-lo. Abraçou seu pescoço e suspirou retribuindo ao beijo. As mãos dele infiltrando-se aos poucos por dentro de sua blusa. Alisando sua cintura agora nua, causando-a arrepios. Percy separou seus lábios dos dela por um segundo enquanto puxava sua blusa para cima. Annabeth levantou os braços para que a peça saísse, os cabelos caíram bagunçados aos seus ombros, mas realmente não se importava. Seu rosto estava quente, com certeza estava corada.

Percy sorriu lhe dando um beijinho na ponta do nariz o que fez com que risse também. Logo em seguida juntou seus lábios aos dela, tornando a beijá-la. As mãos de Percy eram cuidadosas e delicadas, passando por suas costas lentamente, como se temesse quebrá-la.

Ele segurou-a na cintura e deitou-a com cuidado na cama, parando de beijá-la. Annabeth aconchegou-se nos travesseiros e encarou os olhos dele que lhe mediam com cuidado. Percy aproximou-se novamente, as mãos tiraram a mecha de cabelo de seu rosto e sua boca tornou a beijá-la, lhe dando um selinho, descendo, beijando sua bochecha, indo ao pescoço. Annabeth suspirava acariciando seus cabelos negros. O coração completamente acelerado no peito, sua respiração descompensada. Percy fechou os olhos, alisando-a nos quadris enquanto beijava carinhosamente sua barriga. As mãos pararam ao cós de seus shorts, Percy abriu com calma e puxou-o por suas pernas, jogando-o para trás.

Aproximando-se dela novamente, alisando suas pernas, subindo pelas coxas e descendo novamente. Desferindo beijos e caricias por elas. A loira se contorcia com os olhos fechados, simplesmente apreciando. Seus pulmões trabalhavam com mais dificuldade, sua respiração tornava-se rala, mais pesada e descompensada, superficial. Arrepios frequentes tomavam seu corpo a cada toque do menino. Ainda estava meio tonta, meio grogue, por conta da bebida. Mas ás sensações que tomavam seu corpo lhe privavam de dar atenção a tal desconforto.

O calafrio em sua barriga aumentou fazendo-a dar um pequeno salto na cama assim que Percy subiu com sua língua, arrastando-a na pele dela, subindo por sua barriga até os seios, as mãos acompanhavam no percurso, alisando suas curvas enquanto subia também. Annabeth sentia sua pele arrepiar-se. Uma das mãos de Percy segurou sua cintura mantendo-a elevada na cama, enquanto sua outra tratava de abrir o feixe de seu sutiã. Assim que o fez, deitou-a novamente, escorregando o tecido por seus braços, jogando-o no chão. Percy suspirou mordendo o lábio inferior.

— Tão linda... — Ele murmurou, seus olhos estavam fixos em cara parte dela, como se apreciasse uma obra presa á parede. — Tão linda, minha menina. — Inclinou-se sobre ela lhe beijando-o os lábios.

Ajoelhando-se no colchão. Um joelho de cada lado do corpo dela enquanto suas mãos escorregavam de seu rosto, descendo aos seios, agarrando-os com ambas as mãos, apertando-os brevemente, fazendo-a gemer contra seus lábios. Sua boca separou-se da dela lhe dando uma mordida no lábio inferior, Percy suspirou encarando-a nos olhos, Annabeth respirava com mais dificuldade a cada segundo, perdeu-se na imensidão que eram os olhos dele, mas retornou assim que um sorriso malicioso tomou sua boca.

Percy abaixou a cabeça, apoiando-a no pescoço dela, esfregando seus lábios até chegar á parte do busto. O corpo da menina arrepiou-se dos pés a cabeça assim que a língua dele correu por seus seios. As mãos moveram-se apertando o fino tecido que cobria a cama, um gemido baixo fugiu de seus lábios entreabertos. Percy sorriu satisfeito, sua língua tornou-se a mexer, passando por toda a área, deixando-a babada e escorregadia o suficiente para seus dedos correrem, acariciando cada centímetro com cuidado, enquanto sua boca abocanhava o outro, o máximo que conseguia, chupando-o com vontade.

Annabeth gemia e atrapalhava-se com sua própria respiração. O peito subia e descia rapidamente enquanto um calor intenso queimava em seu ventre e sua intimidade pulsava entre as pernas. Uma das mãos de Percy apertou seu seio enquanto a outra desceu alisando-a na barriga até entrar em sua calcinha. Alisando sua intimidade com calma e cuidado, quase seguindo ao mesmo ritmo que a boca fazia em seu seio.

Annabeth não sabia o que fazer, não sabia se gemia ou se respirava. Seu corpo inteiro estava quente, tomado por arrepios frequentes, às coxas se remexiam apertando a mão do menino contra sua intimidade, fazendo o contato torna-se mais profundo. Seus dedos apertavam com força o lençol da cama, em uma tentativa falha de extravasar todo aquele prazer enlouquecedor que sentia.

Estava próxima, muito próxima, e Percy parecia notar e a provocava, pós sempre que seus gemidos tornavam-se mais altos, ele diminuía o ritmo e esperava até tornar com os movimentos. Queria formular uma palavra e brigar com ele, mas não conseguia pensar em nada, sua cabeça estava vazia.

— Fique calma. — Ele sussurrou assim que afastou a boca de seu seio. — Quando ele vim, tudo valerá a pena... — Sua voz estava tão sexy, rouca e cheia de malicia, o olhar a mesma coisa.

Annabeth não sabia do que ele estava falando, mas resolveu simplesmente assenti. Percy sorriu, apoiou-se nos braços e inclinou seu rosto, dando-a um selinho breve. Descendo a boca por seu corpo novamente, lambendo uma ultima vez seus seios, que estavam sensíveis de mais, Annabeth contorceu-se e gemeu novamente. Ele sorriu, seus dentes arranharam delicadamente a barriga dela conforme descia fazendo-a se contrair e arrepiar.

Assim que chegou lá embaixo, Percy tratou de tirar rapidamente a calcinha dela, escorregando por suas pernas encarando-a com um olhar incrivelmente lascivo, Annabeth mordeu os lábios se não gemeria vergonhosamente só em ver aquela cena.

— Você está tão excitada, minha menina... — Percy mordeu o lábio enquanto segurava os joelhos dela, mantendo suas pernas abertas.

Annabeth sentiu seu rosto esquentar, Percy sorriu e abaixou a cabeça, aproximando o rosto de sua intimidade.

— Não precisa ter vergonha... — Sussurrou, tão próximo que Annabeth podia sentir o calor da boca dele, seu corpo inteiro arrepiou-se.

Sabia que não devia se envergonhar, mas tente não se envergonhar quando o garoto que você ama fala algo como aquilo com o rosto em meio a suas pernas.

— Você me causa isso...

Percy sorriu com o lábio entre os dentes, abraçou as coxas dela e aproximou seu rosto ainda mais. Annabeth segurou o lençol da cama só esperando o que estava por vim. A língua dele se projetou para frente, lambendo-a de cima abaixo. O corpo da loira saltou na cama, sua cabeça afundou-se no travesseiro enquanto apertava com força o lençol, um gemido alto e falho saiu de sua boca.

Sabia que Percy estava sorrindo, dava para sentir. Sua língua mexia-se, de cima abaixo, de baixo para cima fazendo correntes elétricas passarem por cada parte de seu corpo. Annabeth se contorcia na cama gemidos saíam de seus lábios a todo o momento, sua respiração estava péssima, o coração tão acelerado que conseguia ouvir os próprios batimentos.

Novamente estava próxima, muito, muito próxima. Podia ver pequenos pontinhos pretos piscando em sua vista, seu corpo começou a tremer, quando chegaria ao seu ápice, Percy afastou sua boca dela. Annabeth tentou encara-lo para resmungar, mas antes que conseguisse, o menino posicionou-se sobre ela novamente, estocando de uma só vez.

O corpo da menina tremeu por completo, seus olhos rodaram nas orbitas enquanto arranhava as costas dele com toda sua força. Caralho, o que era aquilo? O calor em seu estomago por um segundo passou ao corpo inteiro, arrepios e calafrios tomaram seu corpo enquanto uma sensação de prazer inimaginável lhe tomava, sua respiração por um segundo parou, tudo parou, enquanto eu corpo apreciava aquilo.

Assim que recuperou a consciência, que o ar tornou aos seus pulmões e que abriu seus olhos, encarou um sorriso completamente convencido no rosto de Percy. Agora entendia o que ele quis dizer com o “quando ele vim valerá a pena” sabia a quem Percy se referia. Aquele tinha sido com toda a certeza o melhor orgasmo de sua vida.

— Tão linda... — Ele falou. — Você é tão linda tendo o melhor orgasmo de sua vida.

Annabeth queria soca-lo por ser tão convencido, mas realmente ele não estava errado. Não o respondeu nada, simplesmente levantou seu corpo, beijando-o, arrancando o resto de folego que lhe faltava. Percy sentou-se na cama, colocando-a sobre ele, sentada em seu colo. Annabeth ainda estava sensível, seu corpo estava frágil pelo orgasmo arrebatador que acabara de ter. Mas ainda queimava. Moveu seus quadris lentamente, fazendo o membro do menino toca-la por dentro.

Mordeu os lábios e sentiu seus olhos rodarem nas orbitas. Percy gemeu contra sua boca o que a deixou muito satisfeita. As mãos dele contornaram sua cintura, apertando-a com força, sua delicadeza não parecia mais presente agora... Ele segurou ali, levantando-a e sentando-a novamente. Ambos gemeram juntos, a boca dele finalmente afastou-se da dela fazendo com que seus olhos novamente se encontrassem.

Annabeth encarou cada detalhe dele, Percy era tão sexy quando estava daquela forma... Aquele olhar completamente recheado de desejo, as bochechas vermelhas e o cabelo negro caído à testa. Não pôde controlar, seu corpo agia sozinho, movia-se sozinho, descendo e subindo, rebolando os quadris enquanto o mordia com força no ombro. As mãos de Percy agora apertava o lençol da cama, ele estava com os olhos abertos, fixos em Annabeth, com se apreciasse a vista. Aquilo só a deixava mais excitada.

Logo seu corpo começou a tremer novamente, as mãos de Percy soltaram a cama entendendo a deixa. Ele segurou com força sua cintura, ajudando-a com os movimentos, aumentando a velocidade e força, movendo-se junto a ela. O gemido dos dois saíam sincronizados, espalhando-se pelo quarto junto ao barulho de suas respirações e da cama que rangia contra o chão. Quando sentiu que não aguentaria mais, Annabeth o beijou. Foda-se que não tinha mais folego, precisava beija-lo e o fez sem nem hesitar.

Percy obviamente correspondera, sua língua esfregou-se a dela deliciosamente, soltando o ultimo gemido em sua boca, chegaram ao ápice ao mesmo tempo.

O corpo da menina desabou. Novamente aqueles pontinhos pretos vieram a sua vista. Fechou os olhos encostando sua testa no ombro dele, seu peito chocava-se contra o de Percy por conta da respiração completamente acelerada. As mãos do menino permaneciam em sua cintura, mas agora sem força alguma. Simplesmente a tocava ali. Ficaram em silencio, por um segundo só era possível ouvir a respiração descompensada de ambos espalhando-se pelo lugar.

— Caramba, você é perfeita... — Ele falou, sua voz cortada e baixa em meio as ofegadas.

Annabeth não entendeu muito bem, mas sorriu ainda assim.

— Perfeita? — Perguntou com dificuldades, não tinha forças nem para levantar a cabeça, estava completamente esgotada. Seu coração tão acelerado que assustava.

— Além de inteligente e linda, você...

— Fode bem? — Percy parecia surpreso, o que fez com que Annabeth sorrisse novamente. — O mesmo vale pra você. Eu não consigo nem respirar...

Foi a vez do menino sorrir.

— Casa comigo, tipo agora? — Brincou ele, mas por mais que soubesse que ele brincava, Annabeth sentiu seu coração saltar no peito.

— Casaremos ao amanhecer. — Brincou também, embora se sentisse estranha por dentro.

— Estou falando sério... — Garantiu ele, sua voz agora seria. Annabeth de repente era a pessoa com mais energia do mundo, desencostou-se seu rosto do ombro de Percy e o encarou com os olhos arregalados.

— Como?

— Eu amo você, minha menina. — Percy sorriu, tirando a franja da frente de sua testa. — Quero lhe apresentar a minha família, quero segurar sua mão por todos os lugares que a gente passar, quero acordar ao seu lado todas as manhas, quero ter filhos com você. Nem uma outra pessoa se encaixara nisso a não ser você, Annabeth. Falo sério.

Annabeth travou por um segundo, seu coração mais acelerado ainda. Aquela noite iria acabar matando-a, serio.

( . . . )

Apolo subia um degrau por vez, sentia-se nervoso, não fazia ideia do que falar quando chegasse lá encima. “Hey, então, invadi sua casa e agora estou invadindo seu quarto, será que pode me perdoar? Lhe trouxe flores!” Não parecia uma boa ideia.

Saiu de seus pensamentos assim que chegou à porta que lhe fora indicada, suas mãos soavam segurando o buque, ou melhor, o que restara dele. Fechou o punho e o aproximou da porta, mas antes mesmo que batesse, ela abriu.

Artêmis o encarou com os olhos arregalados e Apolo não devia estar diferente.

— Ah, ah... Artêmis eu, — Sua cérebro estava travado, merda de cérebro inútil que trabalha mal sobre pressão. — Como vai? Eu lhe trouxe flores. — Levantou o buque.

Os olhos verdes dela arregalaram-se ainda mais, recuou um passo afastando-se do buque.

— O que faz aqui?

— Precisamos conversar.

— Não precisamos não. — Ela parecia assustada. — E como entrou aqui?

— Sua irmã, ela abriu a porta e...

— Ah... — Grunhiu fitando o chão por um segundo. — Afrodite...

Apolo ainda estava um pouco estático, era estranho vê-la depois de tanto tempo, ouvir sua voz e sentir seu cheiro. Tudo parecia fantasioso.

— Vá embora. — Artêmis lhe tirou de seus pensamentos. — Não quero falar com você, só me deixe em paz. — Ela se afastou um passo e fechou à porta novamente, o buque de rosas se fez em pedaços esmagado pela madeira.

Apolo estava sem reação, seus olhos encaravam fixamente “o nada”. Completamente atônito. Até que finalmente recuperara a consciência. Seu coração se encheu de ódio, jogou o resto do buque de rosas contra o chão e desceu as escadas rapidamente, seguindo pelo corredor que Afrodite seguira anteriormente.

— Afrodite! — Gritou. Seus dentes rangiam dentro da boca, estava cheio de raiva, tudo isso era culpa dela! Agora Artêmis devia odiá-lo ainda mais. — Afrodite! — Andou de um lado para o outro, até que encontrou uma porta entreaberta, caminhou até lá. — Afrodi-... — Sua voz perdeu-se em meio ao nome, ela abriu a porta e sorriu fitando-o de cima abaixo.

— Pós não? — Ela batucava descontraidamente os dedos contra a porta.

Apolo ficou sem fala por um segundo. Primero: porque estava com raiva, muita raiva e ela conseguia, se possível, irrita-lo ainda mais. Segundo: Afrodite usava um roupão. O problema? Era que ele estava aberto, deixando completamente exposta suas roupas intimas. Ela estava com uma lingerie preta. A cor escura destacava-se completamente em sua pele pálida, dando um ótimo contraste; a calcinha era cheia de rendinhas, o que a deixava fofa, e o sutiã... Bem, ele era do mesmo estilo da calcinha, só que tinha um lacinho no centro. Apolo realmente não prestou muita atenção na peça, só conseguia notar o que estava por trás dela, escondidos pelo tecido, os seios fartos de Afrodite quase saltavam para fora. Sua barriga era lisa e seus quadris definidos a cintura fazia uma curva perfeita; Apolo conseguia ver traços de uma caligrafia preta ali estampadas a sua pele pálida.

Ela tinha uma tatuagem? Essa era nova.

Mas não conseguia ver o que estava escrito por conta do ropão, que ocultava o resto; os cabelos negros caiam em cachos pelos ombros. Mesmo estando há uma distância segura, podia sentir o cheiro dela dominando tudo afora. Sua fragrância era maravilhosa.

— Posso ajudar? — Perguntou ela, sua voz saiu divertida, tirando-o de seus pensamentos, quase como se estivesse zombando com ele.

Apolo pigarreou subindo os olhos aos dela imediatamente, assim que encarou aquele sorrisinho lembrou o que estava fazendo ali.

— Artêmis bateu a porta na minha cara. Agora ela não vai querer me ver nem pintado, você só piorou. Só estragou tudo, estragou tudo mais uma vez.

O sorriso sumiu da boca dela no mesmo momento, arrependeu-se do que tinha dito, mas não voltaria atrás.

— Eu estraguei tudo? — Repetiu. — Mais uma vez? — Sua voz soava incrédula, um sorriso cético surgiu em sua boca. — Você deve estar brincando não é? Escuta aqui, não tenho culpa se ela não quis falar com você, só queria ajudar, não sou o oraculo para saber que Artêmis agiria desta forma.

— É! Mas se não fosse por você-...

— Se não fosse por mim, ainda estaria sentado na droga daquela escada! — Ela o cortou. — Lhe dei uma chance de falar frente a frente com ela, se não aproveitou isso, o que posso fazer?

Apolo engoliu em seco, novamente não sabia o que falar. Afrodite negou com a cabeça enquanto suspirava.

— Mas é bem mais fácil colocar a culpa nos outro, certo? É mais fácil culpar alguém por seus erros, por sua incompetência. — Afrodite praticamente cuspiu as palavras. Apolo afastou-se um pouco assustado, algo lhe dizia que aquilo não se tratava somente da falha de agora. — Você é um covarde.

— Eu-...

— E um babaca. — Completou ela. — Agora cai fora daqui. — Apontou para à porta.

Apolo queria falar algo, mas não sabia o que dizer.

— Anda, cai fora. — Gritou agora.

Apolo abriu e fechou a boca algumas vezes, mas logo desistira de falar. Virou o rosnou dando as costas a ela e seguiu ao destino apontado, bateu a porta com força assim que saiu, afundando as mãos nos cabelos e respirando com força.

— Mas que droga! — Praguejou chutando um dos vasos de flores que tinha ali.

Respirou fundo tentando controlar-se, para só então finalmente andar. Devia ser um babaca mesmo, ela estava certa. Fora inútil o suficiente para travar na frente de Artêmis e não conseguir dizê-la nem uma palavra se quer. Estava certa sobre a outra noite também, não fizera aquilo sozinha. Era um covarde, um babaca, ela tinha razão. E odiava quando Afrodite tinha razão.

Notas finais
You spin my head right round, right round. *Dançando* Eu gostei do nome do capitulo, achei digno :v Afrodite fez a cabeça do Polinho rodar, em varios momentos HEUEH e o Percy e a Annabeth... Bem...( ͡° ͜ʖ ͡°) Eita ( ͡° ͜ʖ ͡°) Agora vocês sabem quem é nossa Afrodite HEUEH, Claro né gente! Tem que ser a Megan u.u Não consigo imaginar outra pessoa no lugar dela, e nem venham com "Ah Scarlett Johansson é melhor" Eu não acho u.u A Megan é rainha e é minha Afrodite. Vlw flws. Nada contra a Scarlett adoro ela como atriz, mas, qual é... A auria da megan combina com a da Afrodite :v Artêmis, Afrodite e Apolo. Meu triangulo amoroso predileto se bem que... Assumo que já tenho meu shipp :v Qual é? Segredo ( ͡° ͜ʖ ͡°) Eu sei que esse capitulo não teve Thalico gente, eu sei, sei que vocês queriam Thalico. Mas acontece que preciso contar a parte dos outros personagens também... Espero que tenham gostado. Gostaria de me desculpar mais uma vez pela demora espero que me entendam. BEIJOS DA TIA E ATÉ O PROXIMO