Because I Love You 2 .

29 Sozinha novamente?


Notas iniciais
OLAAAA! Não briguem comigo eu tenho motivos para demorar! Bem meus amores semana passada foi meu niver! ÉÉÉÉÉ Parabéns para mim! *confetes* Ai acontece que não deu para postar porque eu fui comemorar meu niver, e ai a semana inteira meus amigos ficaram vindo aqui em casa e ai não deu para escrever. Peço desculpas pela demora, mas foi por uma causa justa, não? Eu gostaria de me desculpar MESMO pela demora para responder e que fiquei sem interne, serio não tenham "NET" na sua casa O MUNDO NÃO É DOS NETS ! eles me deixaram sem internet a semana inteira! tive que viver de 3G que acabou do 3 dia. Me desculpem mesmo! por favor, irei responder a todos agora. Bom é isso mesmo. O capitulo está curto, eu nem ia postar, porque estou sem tempo algum e minha mãe está quase me matando pelo not! mas não queria deixa-los esperando mais uma semana. Então ta ai meus lindos! O próximo eu pretendo postar domingo agora então aguentem um pouquinho, tá? Espero que gostem mesmo que esteja meio sem graça... Nos vemos lá embaixo! *----*

Thalia acordou com o tranco que o ônibus deu assim que parou.

Coçou seus olhos e bocejou, espreguiçando-se no banco. Assim que a zonzeira por ter acabado de acordar cessou, observando o rosto sereno de Piper apoiado sobre seu colo enquanto parecia dormir profundamente. Sorriu com a cena, cutucou-a na bochecha, mas a mesma não demonstrou nem uma reação. Deu de ombros e virou-se para a janela ao seu lado, abrindo a pequena cortina que a cobria, observando através dela.

Já estavam no estacionamento da escola, os ônibus todos enfileirados, um atrás do outro, o que estava acomodada devia ser o terceiro ou quarto da fileira. Já estava escuro lá fora, os postes localizados e espalhados pela área estavam todos acessos tentando amenizar a escuridão da noite.

Virou-se novamente e pegou seu celular na lateral do banco, desenhando sua senha e desbloqueando-o, semicerrando os olhos logo em seguida, por conta da luz forte de mais para seu gosto que acabara de erradiar do aparelho. Assim que acostumou-se com a claridade repentina, abriu-os por completo, fitando os grandes números que brilhavam na lateral da tela: “18:50”.

Thalia novamente fitou Piper, ela parecia estar envolta em um sono tão profundo que não queria acordá-la. Levantou-se um pouco no banco e observou o restante do ônibus, todos os alunos estavam dormindo ainda, sem exceção, até mesmo Percabeth dormia, estavam tão lindinhos abraçadinhos lá no fundo, em outras circunstancias tiraria uma foto, mas no momento só queria ir para casa.

Abaixou-se no banco e pegou a única mochila que trouxera, que estava embaixo de seus pés. Colocou-a nas costas e com muito cuidado segurou a cabeça de Piper, levantando-a de seu colo, ao menos o suficiente para conseguir sair do banco, colocando-a sobre ele em seguida. Piper franziu o nariz e falou algumas coisas desconexas, mas logo tornou ao rosto sereno de antes.

Thalia caminhou com cuidado pelos corredores, desviando-se de algumas malas ou pés que estavam para fora dos assentos. Assim que chegou ao fim, abriu á pequena porta que separava a área do motorista do resto do ônibus, mas não havia nem sinal do motorista ali, e as portas laterais também já estavam abertas. Arrumou sua mochila nos ombros e desceu os pequenos degraus saindo do ônibus.

A primeira coisa que fez quando chegou ao lado de fora foi respirar fundo. Inspirar bem o ar ao seu redor, mesmo que não fosse dos melhores e menos poluídos, mas ainda assim, era melhor que aquele ar quente dentro do ônibus.

Enquanto caminhava pelo estacionamento encontrava alguns alunos, reconheceu de rosto um dos romanos, aquele garoto da verdade ou conseqüência, o do armário. Ele lhe lançou uma piscadela, mas Thalia resolveu simplesmente ignorar e seguir em frente.

Colocou os fones em seus ouvidos e saiu da escola, seguindo pela calçada. Era incrível como NY ficava linda á noite, ainda mais quando vista em meio a uma boa musica. Certo, certo, não era possível ver as estrelas no céu — Uma das coisas que Thalia mais amava no mundo — Mas ainda assim a cidade não deixava de ser bonita, bonita da sua forma. Aquela quantia de carros, todos com seus faróis acessos, lembravam um céu estrelado... Menos bonito, mas o mais apalpável. Era o que tinha para hoje.

Puxou as mangas de sua jaqueta para baixo cobrindo o resto dos braços e os cruzando para que esquentasse mais rápido. Estavam no inverno, já muito próximos do natal, o tempo estava começando a esfriara bastante.

Suspirou e o ar saiu como fumaça de sua boca, sentia as bochechas frias assim como seu nariz, mas de certa forma era confortante. Gostava do frio, assim como gostava da chuva. Com certeza não era uma garota normal.

Thalia tentou não pensar em nada, tentou manter sua cabeça livre de qualquer perturbação, deixando em seu cérebro somente o comando de caminhar, e aquilo realmente deu certo, ao menos até chegar em casa. Observou a grande construção de baixo para cima, vendo a fumaça sair de sua boca e indo para o céu enquanto respirava, sentiu saudades dali.

Sorriu por um segundo e aproximou-se um pouco mais das portas que abriram assim que o fez, adentrou ao lugar e seguiu seu caminho rumo as escadas, como de costume. Subiu os degraus lentamente e só quando chegou ao seu andar, sentiu o celular vibrando em seu bolso. Sorriu já sabendo o que a esperava, enfiou a mão em sua jaqueta e tirou o aparelho dali, desbloqueando e lendo rapidamente a mensagem:

“Aonde você está? E por que me abandonou em um ônibus vazio?”

Vazio?

Thalia reprimiu um sorriso, Piper dormiu até todos saírem do ônibus? Não pensou que isso poderia acontecer. Seus dedos estavam dormentes pelo frio, mas não se incomodou em responder:

“Estou em casa, acordei um pouco antes. Desculpe por não te acordar, mas estava uma graça dormindo... Para minha defesa quando sai ai estava cheio de gente.”

Foi somente o tempo de colocar sua chave na fechadura e gira-la que sua resposta chegou. Adentrou ao imóvel e tirou a mochila das costas jogando-a no sofá antes de conferir o celular novamente:

“Eu poderia ter sido estuprada.”

Teve de gargalhar com aquela resposta.

“Mas não foi” digitou e guardou o aparelho em sua jaqueta mais uma vez, observando sua sala de estar em seguida. Era meio assustador, completamente escura — Já que as luzes estavam apagas e as janelas todas fechadas — E vazia. Não pôde deixar de sentir certa solidão.

Mas logo tratou de se recompor. Tateou a parede ao seu lado em busca do interruptor e o apertou, acendendo as luzes. A área se iluminou rapidamente. Thalia suspirou e abaixou-se, descendo o zíper de seu coturno e tirando-o dos pés, colocando-o ao lado da porta para só então caminhar pelo cômodo.

Talvez tivesse mesmo certa mania de limpeza...

Passou por seu tapete ainda de meias e subiu no sofá, puxando as longas cortinas para os lados, liberando suas janelas novamente. Adorava a vista que aquilo lhe o proporcionava do céu, como estava no alto, era possível ver algumas poucas estrelas — embora não curtisse muito olhar para baixo.

Fez isso em todas as cortinas da casa até estar em seu quarto. Caminhou até sua cama e jogou-se encima dela, encarando seu reflexo no espelho posto ao teto. Por mais que olhasse e olhasse, era como se não estivesse vendo nada, somente uma casca vazia do que costumava ser.

Suspirou sentando-se na beirada da cama e tirando seus fones do ouvido, aquela musica já estava lhe dando depressão. Jogou o celular e os fones na cama e desceu novamente ao andar de baixo da casa. Seu estomago roncava.

Ligou a TV da sala com o controle remoto e o atirou no sofá em seguida. Ligar a TV lhe dava a breve sensação de não estar sozinha.

Estranho, eu sei.

Caminhou até a cozinha, parando de frente a geladeira, pegando ingredientes suficientes para um sanduíche. Colocou tudo no balcão e rapidamente o preparou. Seguiu para a sala novamente, sentando-se no sofá e fixando seu olhar na Tv embora realmente não prestasse a mínima atenção, passava algum programa idiota, de pessoas idiotas, querendo ganhar prêmios idiotas.

Deu uma mordida em seu sanduíche e encostou-se ao sofá. Era estranho, mas o salame não parecia tão saboroso como se lembrava. Fez uma careta e engoliu aquilo forçadamente, colocando o sanduíche de volta no prato e pondo o prato sobre a estante que tinha a sua frente.

Seus olhos pararam sobre o porta-retratos que tinha ali, aquele dela, Luke e Annabeth. Segurou-o no topo e forçou-o para baixo, deixando-o caído, escondendo a foto. Por algum motivo aquela lembrança agora era dolorosa.

Tornou ao sofá e encostou-se a ele novamente. Era estranho, já fazia um tempo que não se sentia assim, tão sozinha. Aquele sentimento não era dos mais agradáveis, Thalia somente o sentiu poucas vezes em sua vida. Quando Annabeth mudou para São Francisco, era um exemplo; quando sua mãe morreu e quando fora expulsa de sua própria casa e posta para viver aqui também.

Era somente uma criança na época, mas ainda assim fora imposta a viver em um mundo completamente diferente e completamente sozinha. Naquela época sentia-se tão solitária que cogitava até mesmo a hipótese de cuspir em seu orgulho e ligar para Zeus. Mas resistia, deitava-se em sua cama e se cobria até a cabeça com o lençol, deixando somente o rosto de fora enquanto chorava, em sua cabeça tentava convencer a si mesma de que seu pai iria voltar atrás.

Mas ele não voltou.

Conforme os anos iam passando começou a esquecer e desistiu da idéia de que ele voltaria atrás. Aceitou que teria de seguir sua vida sozinha mesmo, aceitou que ninguém se importava de fato com ela. Todas as pessoas a deixavam no fim, algumas de uma forma mais dolorosa como: Luke, Zeus e sua mãe; outras mais sutis como: Annabeth e Jason. Mas não fazia diferença alguma, no fim sempre ficava sozinha. O problema estava nela, já tinha aceitado isso.

Então por que estava se sentindo mal daquela forma novamente?

De repente um pensamento cortou sua cabeça. Olhou para a mochila ao seu lado por alguns segundos, decidindo se devia ou não fazer o que estava pensando. Por fim suspirou ignorando, pegou a mochila e a colocou sobre suas pernas, em seu colo. Abriu-a lentamente ouvindo aquele som chato que o zíper fazia conforme escorregava para baixo. Assim que abriu observou as poucas roupas espalhadas, mas buscava uma em particular: Á dó topo. Thalia pegou a touca em suas mãos e a observou.

Seu coração pareceu levar uma agulhada no mesmo segundo. As mãos pareceram formigar tocando o tecido macio, engoliu em seco para que aquele aperto que tomou sua garganta passasse, mas foi em vão. Aproximou a touca de seu rosto e sentiu de imediato um cheiro de shampoo, um cheiro bem conhecido, alias. Fechou seus olhos e inalou novamente, o cheiro de Nico dominando por toda parte. Agora entendia o porquê de se sentir daquela forma, tão sozinha...

Mais uma vez estavam á deixando.

( . . . )

Nico logo chegou à casa de Rachel.

Assim que o ônibus parou, fez questão de sair dele o mais rápido que conseguiu. Não queria ouvir mais nem uma palavra se quer vinda de Hazel sobre como estava errado em socar Ethan.

Não estava errado, aquele garoto era um babaca, babacas merecem socos.

Parou de frente á porta e respirou fundo tentando recuperar o fôlego, viera até aqui em passos rápidos para ver se assim seu corpo esquentava e o frio amenizava, já que estava sem nem um agasalho. Mas não deu muito certo, ainda tremia. Esfregou as mãos uma na outra antes de apertar a campainha, colocando-as como conchas sobre a boca em seguida, baforando ali, usando o hálito para esquentá-las.

Não demorou muito e logo a porta foi aberta, Rachel parecia cansada, mas assim que o viu seu rosto mudou por completo. Ela arregalou os olhos e se jogou em cima de Nico, lha abraçando com força, ele retribuiu enquanto sorria.

— Aonde. Você. Estava?! — Ela parecia brava. Só então Nico lembrou que fugiu do hospital sem falar nada para ela. Colocou-a no chão novamente e a encarou.

— Bem... eu fui até o acampamento. Desculpe por não te falar nada, é que me esqueci.

Rachel suspirou, aliviada. Ela parecia péssima, Nico sentia-se mal por deixá-la daquela forma, não devia ter feito o que fez, ou então devia ao menos tê-la avisado.

E no fim foi tudo á toa mesmo.

— Mas então, eu também estava com saudades. — Tentou quebrar o clima chato com uma brincadeira.

Rachel colocou as mãos na cintura com um bico.

— Ei, que papo é esse de “também”? Não saía por ai fazendo suposições, quem disse que eu estava morrendo de saudades e que chorava todas as noites? Ninguém disse nada disso. — Interveio ela.

Nico gargalhou assentindo.

— Certo, agora será que posso entrar? Estou congelando aqui fora.

— Hm... Não sei se devia... — Rachel semicerrou os olhos.

— Ah qual é, ferrugem? Se não me deixar entrar, eu vou congelar até a morte e não poderá me dar um sermão ou castigar.

Ela parecia considerar a idéia, por fim saiu da frente da porta assentindo.

— Certo, pode entrar, mas á louça é sua por uma semana.

Nico sorriu, assentindo. Entrou na casa e a observou, sentia-se à-vontade ali, acostumou-se completamente com cada detalhe a ponto de considerar tudo aconchegante como um lar. Voltou seu olhar para trás, onde Rachel permanecia encostada a porta, um pequeno sorriso de lado nos lábios. Ela parecia tão feliz com sua volta, Nico nem fazia idéia de como iria contar sobre ir embora.

Ia abria a boca para começar, mas ela foi mais rápida:

— Nada disso, nada de papo vá já lavar! — Rachel fez uma cara seria e cruzou os braços, mas logo a desmanchou suspirando. — Quem estou querendo enganar? Que tal vermos um filme?

Sorriu pelo nariz fitando o chão por um segundo, não queria estragar aquele momento, iria aproveitar a noite e se divertir um pouco, talvez descansar um pouco também, merecia isso. Sentia-se péssimo.

Amanhã contaria a ela.

( . . . )

“Aquela cena nunca sairia de sua cabeça”

Afrodite estava deitada na cama, seus cabelos negros espalhados pelo travesseiro, os olhos ligeiramente fechados enquanto a boca mantinha-se entreaberta.

O problema? Bem o problema é que tinha um cara encima dela, ele estava com o rosto apoiado em seu pescoço enquanto as mãos de sua mãe estavam fincadas nas costas largas e branquinhas dele, arranhando tudo, de cima a baixo, enquanto gemia baixinho.

Piper não pôde ver mais por conta do lençol que cobria a parte de baixo do corpo deles, mas ainda assim, os movimentos os entregavam. Sabia muito bem o que estava acontecendo ali...

Credo, credo, credo!

Sentiu vontade de vomitar. Não sabia que sua mãe ainda fazia sexo, quer dizer... ela ainda era jovem e, solteira, e...absurdamente linda; as vezes via uns caras saindo no meio da noite, mas nunca vira ninguém no quarto de sua mãe. Muito menos na cama dela.

Prendeu a respiração e segurou a porta preparando-se para fechá-la e sair o mais rápido possível dali e fazer uma lavagem cerebral. Mas algo a deteve antes que o fizesse, assim que o homem levantou sua cabeça, afastando-a do pescoço de Afrodite para beijá-la, tornou completamente visível seu rosto.

Piper não acreditou no que via, assim que o reconheceu.

Era ele!

O loiro gostosão que veio procurar a sua tia no outro dia, não conseguiu segurar, empurrou a porta com força adentrando ao quarto.

— Mãe! — Gritou. Afrodite arregalou os olhos e chutou o homem para longe, ele rolou na cama enrolando-se completamente com o lençol no percurso, para no fim, cair com um “bac” mudo no chão, feito uma panqueca. Afrodite tateou a cama e pegou o primeiro lençol que encontrou, cobrindo seu corpo.

Ela finalmente olhou para Piper e por um segundo seu semblante pareceu mais calmo.

— Piper, minha filha... Não te ensinei a bater na porta?

— Eu bati! Mas estava aberta e você não respondia, então...espera ai! Não mude de assunto, o que vocês estavam fazendo?

Afrodite franziu a testa, descrente.

— Querida, eu pensei que você já fosse grandinha...mas okay, vamos lá: quando um homem e uma mulher gostam muito um do outro...

— Eu sei o que estavam fazendo! — A cortou. — Só queria saber o por quê?!

— Hã?

— Esse cara. — Piper apontou para o enroladinho de Apolo que ainda se encontrava no chão, uma cara desgostosa agora pelo “esse cara”. — Ele veio aqui no outro dia procurando pela tia Ártemis e você o traz pra cama?

A expressão de Afrodite desmoronou. Seu olhar ficou tão triste que Piper quis pedir desculpas e ir embora.

— A culpa não foi dela. — Apolo interveio. O que era meio cômico pelo estado em que ele se encontrava. — Fui eu quem a beijou e a trouxe até aqui e...

— Não. — Ela suspirou, parecia cansada. — Chega disso, chega de mentiras e de todas essas desculpas. Somos adultos, descomprometidos e não tem nem um problema em transarmos. É algo natural, precisa mesmo de um motivo maior por trás?

— Mas...

— Mas nada, Piper. Agora nos dê licença, por favor. Vá para seu quarto e daqui a pouco conversamos.

Piper assentiu ainda de cabeça baixa, virou-se e saiu pela porta.

( . . . )

Afrodite suspirou encostando-se a cabeceira da cama.

— Sério que não trancou a porta? — Perguntou a Apolo ainda no chão.

— Desculpe se minhas mãos estavam ocupadas no momento...

Ela mordeu o lábio inferior e sorriu de lado, mas logo balançou a cabeça tratando de espantar tais pensamentos.

— E se fosse Ártemis a entrar por aquela porta?

Apolo abriu a boca, mas não respondeu, nem mesmo ele sabia o que aconteceria, ou faria em uma situação dessas.

— Valeu o risco. — Sorriu galanteador. Afrodite respirou fundo e deu uma risadinha. — O que foi?

— Nada, só que você está engraçado dessa forma.

E o que disse foi absurdamente fofo. Pensou, mas não ousou dizer. Não se deixaria iludir com aquilo, era somente sexo, assim como da outra vez.

Apolo fez um bico e se levantou, desenrolou o lençol de se corpo deixando-o somente na cintura, amarrado ali. Afrodite teve de suspirar apreciando aquele abdômen de Deus grego. Ele caminhou até a porta e para surpresa total da mulher, á fechou, girando a chave e lacrando o trinco. Afrodite franziu o cenho.

O que ele estava fazendo? Não iria embora como da ultima vez?

Saiu de seus pensamentos assim que Apolo tornou a subir na cama, aproximando-se de seu rosto e lhe dando um longo selinho. Mantendo seus lábios colados aos dela por tempo desconhecido. Suspirou novamente fechando aos olhos, apreciando aquele calor contra sua boca.

— Então...onde estávamos, mesmo? — Ele perguntou sem quebrar ao beijo. Afrodite sorriu de canto e revirou os olhos ao lembrar “de onde estavam”.

— Ainda está disposto? — Fechou os olhos lançando a cabeça para trás, deixando assim seu pescoço exposto para os lábios famintos dele que agora escorregavam pela área.

Você me deixa assim... — Sussurrou deitando-a gentilmente na cama, passando seu corpo sobre o dela. Afrodite sorriu e puxou-o pela nuca, trazendo-o para perto, beijando-o novamente.

( . . . )

Notas finais
É ISSO MEUS ANJOS! Gente pra quem não lembra a Thalia pegou a touca dele na festa... ME DESCULPEM MESMO PELA DEMORA ESPERO QUE ENTENDA! AGORA SE ME PERMITEM VOU DÁ UMA VOLTINHA NO QUARTEIRÃO PARA PERDER OS QUILOS QUE GANHEI DE BOLO heuehee. Não esqueçam de comentar e se tudo correr bem o próximo virá em breve! vou responder a todos só tenham paciência por favor. Ah! E novamente gostaria de perguntar: vocês querem que a próxima fic seja em 1° pessoa ou em 3° como essa? Digam ai nos comentários sua opinião è muito importante! Beijos no core e até o próximo! *-*