Because I Love You 2 .

5 Sentiu minha falta?


Notas iniciais
Hey gente, olha eu aqui. lamento não ter postado ontem e que tava MORRENDO DE COLICA. DEUSES parecia até que ia parir, serio eu odeio colica! deveria ser banida do mundo essaporra! Mas beeem, vejam pelo lado bom. Não postei ontem, mas estou aqui o/ Nem demorei, e acho que esse capitulo está bem legal *--* Então espero que curtam. e Sorry ainda não respondi seus comentarios. Estava vegetando na cama... Pensando na vida, pensando se as nuvens são ou não feitas de algudão doce... :v HEUHEU. Eu fico sentimental na tpm me julguem, BOM É ISSO, ESPERO QUE CURTAM, A TIA FICA POR AQUI E NOS VEMOS LA EMBAIXO O/

“— Eu. — Uma voz murmurou atrás dela. Seu corpo inteiro arrepiou. Thalia conhecia aquela voz. A conhecia perfeitamente bem... Mas não queria olhar para trás, não queria vê-lo.

— Ah não...”.

— Também estou feliz em te ver Grace. — Nico sorriu.

Thalia caminhou para frente, afastando-se um pouco dele, mas tudo sem ainda olhar para trás uma vez se quer.

— O que ele está fazendo aqui?

— Bom, ele foi o único que fez o teste para o Romeu.

— Sabe... Ele está bem aqui. — Nico ressaltou indignado.

— Não isso... Não podemos atuar juntos. — Thalia o ignorou completamente.

— Ué, e por que não?

— É Thalia. Por que não? — Ele repetiu a pergunta.

— Por que não nos damos bem juntos. — Ela finalmente virou em sua direção. Nico esperava um rosto corado, ou aquele biquinho fofo em seus lábios. Mas não teve nada disso, era só aquela expressão de indiferença.

— “Não nos damos bem juntos” — Nico repetiu descrente. Como ela podia dizer algo como aquilo?

— É. Isso mesmo, não temos química. — Voltou os olhos a Connor, ou o outro vai lá saber...

— Não tem química? Ah... Isso é um problema.

Nico sorriu caminhando até está próximo dela novamente. — Pelo que me lembro. Temos uma química perfeita. — Sussurrou próximo a seu ouvido. Thalia novamente afastou-se.

— Não. Nós definitivamente não combinamos.

— Thalia, não temos escolha. Serão somente algumas cenas.

— Não, definitivamente não Connor.

— Eu sou o Travis.

— Que seja! Se ele fizer, eu não faço. — Os dois garotos se encolheram desconfortáveis.

— Nossa Thalia, não sabia que minha presença te abalava tanto assim...

— Não me abala! — Virou encarando Nico, mas seus rostos ficaram mais próximos do que ela gostaria, Thalia novamente recuo. — N-não me abala.

— Sério? Porque já quebrou uma de suas promessas. — Thalia franziu a testa. — Sabe, a de me ignorar... E não falar comigo.

— Ah, mas isso só aconteceu porque você está me perseguindo!

— Não estou não.

— Está sim!

— Não.

— Sim!

— Não.

— Ah... Claro, de repente você virou um amante do teatro?

— Com toda a certeza.

— Argh! Você me irrita! — Thalia caminhou até a porta em passos pesados.

— Então isso é um sim? — Travis perguntou escondendo-se atrás do irmão.

Thalia ignorou e continuou caminhando até sair pela porta.

— Calma eu... Resolvo isso. — Nico caminhou também a seguindo.

— Ei, da para esperar?

— Cale a boca, e pare de me seguir. — Thalia abriu a porta saindo da escola, descendo as escadas até o estacionamento.

— Para de ser marrenta.

— Não me chame assim! Deuses como você é chato. — Ela aumentou ainda mais a velocidade dos passos.

— Bom, se não tivermos uma conversa civilizada. Eu serei mesmo o Romeu.

Thalia parou de andar de súbito encarando-o. — Tanto faz. — Murmurou virando-se para andar logo em seguida.

Nico parou de segui-la no mesmo momento. Aquele olhar que ela lhe lançou, e aquele “Tanto faz” Como se não fizesse diferença alguma estar com ele ou não, como se ele não fizesse diferença alguma. Mais uma vez Nico sentiu-se profundamente mal, recebeu dela novamente... Nada mais que sua indiferença.

Nico praguejou silenciosamente, chutando a primeira coisa que viu em seu caminho. Que no caso era uma lata de lixo, derrubando tudo que tinha nela no chão. Nico olhou ao redor para ver se ninguém tinha visto aquilo, então saiu correndo de lá o mais rápido que pode.

Thalia observava tudo de sua moto, abafou um sorriso enquanto colocava o capacete na cabeça. — Aquele idiota... — Murmurou dando partida seguindo para fora do estacionamento.

( . . . )

Percy e Annabeth despediram-se no estacionamento com um longo e delicioso beijo. Annabeth estava mais feliz do que nunca, era ótimo poder beija-lo depois de tanto tempo. Acabou que decidiram esconder o relacionamento dos pais por um pouco mais de tempo... Assim pensariam em uma melhor forma de como contar para eles.

Mas uma coisa ainda preocupava Annabeth, Percy tocou no assunto do tal "Modo de defesa" precisava falar com Nico o mais rápido possível. Precisava explicar sobre Thalia, antes que fosse tarde de mais. Assim que chegou em casa a primeira coisa que fez foi ligar para o menino. Pegou seu celular na mochila discando rapidamente o numero.

— A-Alo? — A voz de Nico estava ofegante do outra lado da linha.

— Nico?

— S-sim?

— É a Annabeth...

— Ah. O-oi Annie. Como vai?

— Bem... Escuta, estou atrapalhando algo?

— O-o Que?

— Sua voz ela... Está tão, ofegante. — Annabeth sentiu-se constrangida em falar aquilo.

Nico sorriu do outro lado da linha. — Não é o que está pensando, só estava correndo um pouco...

— Sério?

— Sim.

— E Por quê?

Ele sorriu novamente. — Precisa de um motivo para eu querer fazer exercícios?

— Claro que precisa!

— Tá. Assumo que eu acidentalmente chutei á lata de lixo da escola.

Acidentalmente?

— Talvez não tão acidentalmente assim... Mas então, por que está me ligando de repente?

— Preciso falar com você, será que pode me encontrar no central parque daqui a uns... — Annabeth observou as horas em seu celular, 18:59. — Daqui uns dez minutos?

— Sim claro... Sem problemas, mas... O que precisa falar comigo assim tão de repente?

— E algo... Que precisa saber sobre Thalia.

( . . . )

Nico ficou um tempo parado digerindo o que acabara de ouvir. O que Annabeth poderia querer falar sobre Thalia?

— Nico?

— Ah, sim... Okay, daqui a dez minutos então. Te encontro lá.

— Beijos, até. — Annabeth desligou.

Nico observou seu celular por uns segundos pensando no que poderia ser. Só em cogitar algumas situações seu coração já acelerava no peito. Será que Thalia falou algo sobre ele para Annabeth? Talvez algo sobre a peça. Não... Isso acontecera á muito pouco tempo atrás para Annabeth já saber.

Seu celular tocou novamente tirando-o de seu conflito interno, Nico atendeu.

— Alo?

— Oi Nico, então. Aqui é a Rachel, vou ficar até mais tarde aqui no trabalho, então peça uma pizza se quiser okay? Beijos tchau. — E desligou.

Rachel era estranha, às vezes ela agia como uma mãe... O que era muito estranho com a relação passada deles... E ainda assim, ela nem era tão velha. Rachel tinha o que? No máximo 19 anos.

— Okay... — Murmurou já para o telefone desligado. Grande parte do tempo era assim, ela mal ficava em casa. E quanto ficava, passava grande parte do tempo dormindo. Nico achava que ela se esforçava de mais... Mas tente dizer isso para ela.

Suspirou guardando o celular em seu bolso, e colocando seu skate no chão. No meio do desespero até mesmo esquecera que estava de skate. — Desespero... Como se derrubar uma lata de lixo fosse um crime terrível. — Deu impulso saindo do lugar, e seguindo até a casa, onde estava hospedado... Recentemente.

Assim que chegou seu celular novamente tocou. Nico revirou os olhos.

Deuses!

— Alo? — Murmurou enquanto apertava o celular entre o ombro e o ouvido, já que suas mãos estavam ocupadas abrindo a porta.

— Nico?

— Sim...

— Hoje cedo você me perguntou sobre Thalia, sobre... “modo de defesa”.

Nico assentiu empurrando a porta e entrando no cômodo, colocando sua mochila no chão e finalmente pegando o telefone nas mãos. — Sim, isso mesmo.

— Perguntei a Annabeth hoje, mas ela pareceu meio desconfortável. E não falou nada com nada.

— Sério? — Perguntou enquanto subia as escadas. — Que estranho.

— É! Eu sei... Também achei. Mas ela disse por fim que era algo pessoal, até me perguntou como eu soube.

— E deixe-me adivinhar, você disse que foi eu quem falou?

— Mas é claro!

Nico sorriu enquanto tirava sua camisa, colocou o celular no: viva voz, e pós encima da estante.

— Deve ser por isso que ela me ligou então. — Murmurou enquanto vasculhava sua mochila em busca de outra roupa.

— Ah, então ela te ligou?

— Sim, alias vou encontra-la daqui a pouco. Ela disse que queria falar sobre Thalia.

— Estranho... Muito estranho... O que acha que pode ser?

— Bom, até pouco tempo atrás não fazia ideia. Mas agora que você me falou isso... E provável que seja para falar sobre o tal “modo de defesa”.

Percy assentiu. — E deve ser... Então boa sorte cara. Algo me diz que você vai precisar.

Nico sorriu pegando uma camiseta da sua mochila. — Valeu... Eu acho. — Colocou sua camisa pegando o celular em mãos novamente. — Agora já vou indo. Tchau.

— Tchau. — Percy respondeu e ele desligou a chamada.

— “Algo me diz que você vai precisar”... Isso não me parece muito encorajador. — Murmurou.

( . . . )

Thalia seguia com sua moto pelas ruas de NY, primeiramente sem nem um lugar especial em mente. Andava simplesmente para se acalmar. Adorava a sensação de liberdade que a moto lhe proporcionava, adorava ouvir o ronco do motor, enquanto o vento vinha contra seu rosto. De momentos em momentos, ela fechava rapidamente os olhos apreciando aquela sensação enquanto a musica estrondava em seus fones de ouvido. Não ficou com trauma de moto ou algo parecido por causa do acidente...

“Eu...” Lembrou-se da voz de Nico sussurrando próximo a seu ouvido. Aquilo lhe causava desconforto, escolheu esquece-lo, então por que não conseguia simplesmente esquecer?

Sua cabeça estava cheia novamente, e aquela sensação de calor em seu estomago simplesmente não cessava. Thalia suspirou parando em um sinal vermelho. Pensou em ir para casa, mas seria um saco ficar lá sem fazer nada... Então por que... Não uni o útil ao agradável? Deu um pequeno sorriso de lado. Assim que o sinal abriu entrou em outra rua, seguindo um caminho diferente, já sabia para onde ir.

( . . . )

As ruas já estavam escuras, de modo que todos os postes da cidade já tinham suas luzes acessas. Nico caminhava pelo central parque procurando por Annabeth. Fazia isso há uns cinco minutos. Acho que foi meio idiota da parte deles marcar no central parque... Deviam ter dito um lugar mais especifico assim as coisas ficariam bem mais fáceis.

— Nico, aqui! — Uma voz gritara. Mas Nico não fazia ideia de onde ela vinha.

Então olhou para o lado, sentada abaixo de uma das árvores estava Annabeth. Um livro sobre suas pernas, ela fez um sinal para que Nico se aproximasse.

— E então...

— Senta ai. — Annabeth fechou o livro, e bateu no lugar ao seu lado.

— Ta... — Nico se abaixou sentando ali. — O que queria falar comigo?

— Vou te falar sobre Thalia... Se lembra de eu ter comentado no estacionamento...

— “Modo de defesa” — Nico repetiu. — Lembro sim. O que quis dizer com aquilo?

— Bem... — Annabeth remexeu-se desconfortável. — Você acha que ela... Está estranha?

Nico pensou em hoje cedo. Thalia parecia fria, desinteressada, indiferente. E o único sentimento que demonstrou por ele fora esses, fora a raiva: “Tanto faz”, “Nós definitivamente não combinamos” Todas essas palavras mostravam perfeitamente os sentimentos recentes dela por Nico.

— Sim... Hoje, eu falei com ela hoje, e Thalia parecia... Parecia sim diferente. Fria e...

— Indiferente? Como se não se importasse com nada? Como se só seguisse um roteiro?

— Sim, exatamente... — Nico ficou um pouco assustado, Annabeth descreveu-a perfeitamente.

— Então... Não sei se é certo ou não falar isso. Mas ainda assim vou dizer, acho que é melhor que saiba. Essa não é a primeira vez que Thalia age desta forma.

— Não?

A loira negou. — Ela ficou desta forma depois que sua mãe morreu.

Nico se ajeitou sobre á árvore. Já sabia que a mãe de Thalia tinha morrido, mas ela nunca aprofundou nada sobre o assunto.

— Por quê?

— Bom, todos a sua volta começaram a ignora-la, ou excluíam-na do resto do grupo, falavam coisas a seu respeito. Até chegar um ponto em que Thalia não tinha um amigo se quer.

Nico engoliu o seco, não conseguia imaginar Thalia sozinha com todos a sua volta insultando-a, imagina-la chorando por perder sua mãe, e ainda assim ninguém entende-la. Aquilo lhe causava raiva.

— Thalia sempre teve esse jeito, de se fazer de forte... De sofrer tudo o que tem de sofrer sozinha. Mas eu sei, ela chorava... Ela sofria, sempre que alguém falava algo sobre sua mãe. Só a deixava mais culpada. E em sua própria casa, isso ainda continuava, Zeus estava sempre fora e Thalia sempre ficava com Hera. Mas Hera nunca gostou dela, para começo de conversa foi Hera quem começou os boatos sobre ela.

— Boatos?

— Sim. Ela dizia... Dizia para Thalia que ela era a culpada pela morte de sua mãe, provocava-a e a maltratava a todo o momento, e Thalia era apenas uma criança...

Nico sentiu vontade de chorar por um momento. Não gostava nem de imaginar tal barbaridade.

— Thalia ficava pior a cada dia que passava, por um tempo ela parou de ir a escola, e se trancava no quarto todos os dias, saindo só para atender minhas ligações.

— Por que você não ia lá falar com ela?

— Estava em São Francisco na época. Mas ainda assim tentava apoia-la. Thalia chorava praticamente todas as noites no telefone. — Annabeth passou a mão pelos olhos. — Mas em certo momento... Ela. — A loira subiu os olhos encarando a lua. — Ela simplesmente parou.

— Parou? Parou com o que?

— Com tudo. — Annabeth voltou os olhos a ele. — Thalia parou de sofrer, parou de chorar... Parou de se importar com o que os outros falavam. Ela voltou a frequentar a escola, e todas as noites quando conversávamos ela parecia outra pessoa, mais confiante e segura de si. Não se abria mais comigo, contava como seu dia tinha sido divertido e maravilhoso, como agora tinha amigos e como todos a tratavam como superior.

Nico encolheu-se um pouco assustado. Aquele “superior” deixou-o um pouco desconfortável.

— Eu achei aquilo incrível... Quer dizer, Eu pensei: “Poxa! Thalia conseguiu dar a volta por cima, ela superou tudo... E fez isso completamente sozinha”.

— Então... Foi algo bom não é? Quer dizer que ela supera as coisas fácil? E vai me superar assim facilmente também... — Nico sentiu sua garganta secar.

— Na verdade não. — Annabeth suspirou. — Mais tarde notei que não. Aquela Thalia, confiante e segura de si. Não era a Thalia de verdade. Com o tempo ela parou de me ligar, e sempre que eu ligava era Zeus quem atendia. Ele me falava que Thalia se comportava mal na escola, e que praticamente todos os dias sumia e só voltava tarde da noite. Eu fiquei realmente preocupada... Se ela tinha assim tantos problemas, por que não falava comigo? Por que não me contava o que estava errado? Por que mentia dizendo que estava tudo bem? — A loira engoliu o seco. — Eu me senti... Tão inútil.

Nico fitou o chão, tinha aquela mesma sensação só em imaginar tais cenas. Queria poder voltar no tempo e protege-la de tudo, mas não podia fazer.

— Então o modo de defesa é...

— É exatamente isso. Uma casca, um escudo. Thalia o usa para se proteger do mundo. Ela muda completamente sua personalidade, sua aparência. Chama atenção para o superficial, para o que está por fora, para aquela imagem de confiança e segurança... Assim ninguém nota... — Annabeth suspirou enquanto encarava Nico nos olhos. — Ninguém nota o quão devastada está por dentro.

Foi o seu fim, Nico sentiu seu coração se partir. “O quão devastada” Será que ele era o causador de tamanha dor para Thalia agir daquela forma? Novamente sentiu-se mal, sentia-se a pior pessoa do mundo. Era como se fosse uma daquelas crianças que apontava para ela, xingando-a, ou aquela que se afastava dela no refeitório.

— Como já falei, eu não estava em NY nessa época. Mas, mas... Quanto notei a gravidade do problema eu vim. Mudei para a casa da minha mãe, e fiquei ao lado dela. E aos poucos... Aquela Thalia vinha voltando, ela começou a se abrir comigo novamente, começou a vestir-se como se vestia antes... E parou de manipular as pessoas a sua volta. Thalia finalmente era Thalia novamente. Ela fez amigos de verdade... Ou melhor, somente um-...

— Luke. — Nico encarou a menina.

— Luke. — Annabeth concordou. — E acho que o resto você já deve saber.

— Ela ativou o modo de defesa de novo?

— Sim. — Annabeth concordou. — Mas você trouxe-a de volta, como eu fiz da outra vez.

— E agora eu-... — A voz de Nico falhou, seus olhos ficaram cobertos de lagrimas. — Eu sou o causador de tudo isso?

Annabeth contraiu os lábios tentando se conter, seus olhos já ardiam também. Aproximou-se de Nico, puxando-o para um abraço, Nico apoiou o rosto no ombro da menina, enquanto os braços dela alisavam suavemente suas costas.

— Eu me arrependo tanto... — Murmurou sua voz abafada pelos soluços. — Me arrependo tanto pelo que fiz.

— Sei que sim. — A loira suspirou. — Sei que se arrepende, mas agora... Não tem mais volta.

— Tem. — Nico afastou o rosto do ombro da menina. — Tem, eu... Eu vou trazê-la de volta. Assim como prometi que faria.

Annabeth sorriu piedosamente. — Ela vai machucar você.

— Eu machuquei ela.

— Você não entendeu... Ela vai machucar você. Com cada ação, com cada palavra, com cada olhar... Porque é isso que a Thalia faz quando está desta forma. Ela feri, para não ser ferida.

( . . . )

Thalia já estava de frente à recepção do prédio, estacionou sua moto tirando o capacete da cabeça. Jogou seus cabelos para que se arrumassem novamente. Desceu da moto em seguida, colocando o capacete sobre ela, e pegando a chave em mãos. Caminhou até a porta, enquanto girava a chave no dedo. A plaquinha na porta dizia “Fechado” Mas Thalia sabia que não estava... Tocou a campainha e depois de poucos minutos escutou passos próximos.

— Escuta estamos fecha-... — A voz do homem parou, ele encarou-a dós pés a cabeça com um olhar surpreso. — Thalia?

— Olá Dr. Harvard sentiu minha falta? — Ela sorriu de lado.

Notas finais
EEAAEE? Gostaram do capitulo? espero que sim *----* Eu adorei escrever ele. Agora todo entenderam o que é o modo de defesa... Bom não era assim um grande segredo. Mas gosto das coisas bem esclarecidas! DESCULPEM PELA DEMORA PARA RESPONDER. Vou tentar responde-los agora okay meus seqsis? NOS VEMOS NO PROXIMO E NÃO SE ESQUELAM DE COMENTAR EM !