Because I Love You 2 .

11 A mais nova Branca de Neve.


Notas iniciais
Hey oh lets go! Olha eu aqui. Super rapido! me amem u.u Mas vocês devem estar tipo: - Por que do nada ela postou rapido? PORQUE EU QUERIA MUITO, MUITO AGRADECER A UMA RECOMENDAÇÃO QUE RECEBI! Muito obrigada! Cara... Suas recomendações me deixam muito feliz. MUITO OBRIGADA SOPHIE !! Eu simplesmente amei! muito obrigada, serio eu adorei mesmo sua recomendação FEZ ESSA PESSOA AQUI MUITO FELIZ! Tai o capitulo, espero que gostem e até o proximo *---------*

Thalia tinha acabado de sair da escola. Neste exato momento caminhava pelas calçadas de NY. Vocês devem está pensando: Por que caminhava se ela tem uma moto? Bem, simplesmente porque aquele maldito vestido longo não permitia que subisse nela. Para falar a verdade, Thalia mal conseguia andar com aquilo. E sempre que passava por alguma criança, ela pedia para tirar uma foto com a “princesa”. Thalia já devia ter tirado umas doze fotos, e nem estava na metade do caminho ainda.

Segurava a barra do vestido puxando-o para cima, tentando assim facilitar ao menos um pouco seus passos, que se tornavam debilitados presos entre o tecido. Thalia tentava andar o mais rápido que conseguia, mas não estava alcançando bons resultados. Lá encima, no céu, as nuvens começavam a ficar escuras e por meio de trovões avisavam que uma tempestade estava próxima. Por mais que gostasse da chuva, não queria nem um pouco ficar em meio a uma com um vestido daqueles.

— Oh, princesa. — Escutou uma voz na pista ao lado dela. Thalia virou-se com um sorriso de lado pensando que era mais uma criança. Mas se surpreendeu. — Não, espera... Julieta certo?

— Ethan?

— Em carne, osso, e um pouco de músculos também. —Sorriu de lado, com o braço apoiado a janela do carro.

— Sério isso?

— Ah sim... Não muitos mas te-...

— Não estou falando disso. — Thalia o cortou. — O que está fazendo aqui?

— Antes que pense que estou te perseguindo ou algo assim. Eu moro aqui okay. Mas necessariamente ali. — Apontou pelo retrovisor do carro em direção á uma casa bem no fim da rua.

Ela era muito bonita, de um tom tão forte de branco que quase chegava a ser florescente, alguns detalhes em pedras amareladas, janelas longas e amplas assim como as que Thalia tinha em seu apartamento.

— Hm. Muito interessante. — Sentiu a primeira gota de chuva pingar em seu nariz. — Agora Tchau. — Virou-se e voltou a caminhar.

— Como sempre muito educada certo? — Ethan deu partida no carro, seguindo-a vagarosamente.

— Agora você realmente está me perseguindo ou algo assim. — Repetiu o que ele acabara de dizer. — Devo chamar a policia?

Ethan deu um pequeno sorriso.

— Isso é sério?

— Não pareceu? — Thalia olhou em sua direção com uma das sobrancelhas arqueadas. Ethan não respondeu nada, só ficou a encarando por um curto período de tempo. — O que foi?

— Você não é nem um pouco ameaçadora dessa forma. Sabe, vestido fofo... Fica até parecendo delicada.

Thalia sorriu como se aquela fosse à piada mais engraçada do século. — Não se deixe enganar. — Virou o rosto para frente novamente e seguiu andando.

— Princesa! — Uma menina afirmou entre pulos. — Mamãe! Mamãe! A branca de Neve! — Ela puxava o vestido da mãe apontando freneticamente para Thalia.

A mulher encarou Thalia com um olhar que dizia nitidamente: “desculpa”. Thalia negou e sorriu de lado.

— Não tem problema. — Agachou-se perto da menininha, cujo os olhos castanhos chegavam a brilhar. — Você gosta de princesas? — A menininha assentiu diversas vezes encarando Thalia. — Qual seu nome?

— Megan. — A mãe dela respondeu pela criança que parecia encantada de mais para falar.

— Hm... Megan? — Thalia revezou o olhar entre as duas. — Que nome lindo. — A menininha sorriu escondendo-se entre as pernas da mãe. — Quantos anos você tem Megan? — Ela lhe estendeu cinco dedinhos. Thalia sorriu. — Hm... Já é bem grandinha! Você quer uma foto com a Branca de Neve?

Os olhos dela novamente brilharam e Megan assentiu diversas vezes, Thalia novamente sorriu, pegando-a nos braços levantando-a na altura de seu rosto. A mãe rapidamente tirou o celular da bolsa. Mas Megan não parava de encarar Thalia com os olhinhos brilhando.

— Vamos lá princesa. — Thalia a balançou nos braços virando-a para câmera. — Sorria.

Megan deu o sorriso mais fofo do mundo, suas bochechas ficaram rosadas e os olhinhos fechados enquanto encarava a câmera. Thalia sorriu também mantendo seus rostos próximos. A mulher finalmente tirou a foto, e agradeceu a Thalia.

— Muito obrigada. E desculpa por isso...

— Sem problemas. — Thalia colocou Megan no chão. — Eu e que agradeço por conhecer a princesinha aqui. — Passou a mão pelos cabelos louros dela. Megan sorriu e voltou a puxar o vestido da mãe.

— Me deixa vê! — Pedia eufórica. — Me deixa vê!

A mãe sorriu pegando-a no colo e mostrando a foto que tirara no celular, Megan encarou com os olhinhos arregalados. Thalia novamente sorriu, despediu-se das duas e voltou a andar.

— “Não se deixe enganar.” — Ethan imitou sua voz.

Thalia revirou os olhos. — Ainda está aqui?

— Como poderia deixar de ver essa cena adorável?

— Não sou tão malvada a ponto de maltratar crianças.

— Mas maltrata as pessoas que se importam com você.

Thalia parou de andar e Ethan parou o carro também. Ela o encarou, abriu a boca para falar, mas foi interrompida por um trovão.

— Ihh parece que vai chover. — Ele analisou o céu. — E algumas princesas não são aprova d’agua. — A encarou novamente. — Mas o carro de certos meninos gatos sim.

Thalia deu um sorrisinho seco olhando o chão e voltando os olhos a ele novamente.

— Você é insuportável sabia?

— É... Eu escuto isso com muita frequência. — Ele destravou as portas do carro. — Agora entra ai vai.

— Hm... Deixe-me ver. Devo aceitar uma carona de um garoto estranho, que só falei uma vez na minha vida? — Colocou a mão no queixo pensativa. — E que vem me perseguindo, e que é de uma escola rival a minha... — Outra gota caiu no rosto dela e Thalia sorriu. — Eu adoraria.

Ethan pareceu surpreso. — Não esperava por essa...

— Vai me deixar entrar ou não?

— Por favor. — Abriu a porta e apontou para dentro. — Fique a vontade.

Thalia sorriu entrando no carro e sentando-se no banco do carona. No mesmo momento trovões estrondaram lá encima e a chuva finalmente começou a cair. Molhando o capô do carro, escorrendo pelo para-brisa e janelas. Quando foi se dar conta já tinha se perdido em pensamentos enquanto observava as gotas pingarem. Adorava a chuva, o cheirinho de terra molhada que subia pelo ar, o barulho das gotas contra o carro... Tudo aquilo lhe acalmava. Quase permitindo que esquecesse o que acontecera poucos minutos atrás. Quase.

“Eu senti seu coração batendo ao mesmo ritmo do meu” O que Nico dissera ainda lhe deixava desconfortável. Seu estomago parecia queimar... Provavelmente de raiva. Aquele menino tinha o dom de lhe irritar. Nem precisava se esforçar. Somente com aquelas poucas palavras, já fora o suficiente para desconcentra-la.

— Algum problema?

A voz de Ethan lhe tirou de seus pensamentos.

— Há... Não, só me distrai um pouco.

— Gosta da chuva? — Sorriu de lado apoiando-se ao volante.

Thalia assentiu. — Sim.

— Só sim?

— O que esperava? Um discurso ou uma reflexão profunda do assunto?

Ethan sorriu. — Como sempre as resposta na ponta da língua né?

— Um dos meus dons. — Thalia piscou colocando o cinto de segurança. — Mas e você?

— Se gosto da chuva? — Ela assentiu. — Não muito. — Ethan deu partida no carro. — Poucos anos atrás sofri um acidente e agora tenho um olho de vidro.

Thalia pareceu assustada.

— Deuses! Sério?

— Muito sério. Toda noite eu sinto a dor do meu olho fantasma! — A encarou com um olhar insano. Como aqueles contadores de historia de terror.

— Você está brincando comigo não é? — Thalia suspirou.

— Não acredito que você acreditou. Sério que acha que tenho um olho de vidro? Meu rosto é perfeito okay, sem nem uma deformação.

— É. Não considero uma aparência ruim deformação.

Ethan a encarou incrédulo. — Touché.

Thalia sorriu ajeitando-se no banco e dando play no som. Uma musica lenta começou a tocar. Ela fingiu repulsa, mudando de estação no mesmo momento. Deixando em uma que tocava Green Day, mas não muito alto, para que ainda conseguisse ouvir a chuva.

— Então... Onde a Julieta mora? — Ethan a encarou por um segundo voltando os olhos a pista novamente.

— Como sabe que sou a Julieta?

— E não é?

— Sim, mas... Dezenas de pessoas me pararam pensando que era a Branca de Neve.

Ethan sorriu no volante como se imaginasse a cena. — Ela combinaria mais com você.

— Combinar comigo? — Thalia franziu a testa. — Está querendo dizer que uma garota que morre, ressuscita com um beijo “de amor verdadeiro”, e se casa com um homem que conheceu no mesmo dia e que ainda por cima beijou seu corpo morto minutos atrás... Parece comigo?

Ethan pareceu assustado, ficou em silêncio tentando entender tudo o que ela acabara de dizer. Mas por fim sorriu, aquele sorrisinho fofo que quase fechava completamente seus olhos.

— Não... Estava pensando mais que sua pele pálida como neve e seus lábios vermelhos como sangue, são tão lindos quanto os dela. E qualquer homem que a visse se apaixonaria perdidamente por você, e pediria a todos os deuses para ganhar ao menos um beijo, e ter a honra de ser seu amor verdadeiro.

Foi a vez dela ficar perplexa, parada, atônita de mais para fazer ou falar qualquer coisa.

— Touché.

Ethan sorriu virando os olhos para a estrada mais uma vez. — Mas e ae? Não vai falar onde mora? Sabe que estamos andando em círculos não é?

— Ainda não me respondeu, como soube que sou a Julieta? Sabe se tenho assim tantas coisas em comum com a branca de neve. Como soube?

— Bem... Digamos assim que depois que me despedi aquele dia fiquei um pouco interessado em você. Reyna me falou que você era irmã de Jason e me contou algumas coisas, soube pouco tempo depois que faria uma peça... “Romeu e Julieta” Foi o que acabou de fazer certo? Isso explica o vestido.

Thalia não respondeu sua pergunta, ela só arqueou as sobrancelhas. — Oh. Quer dizer que estou no carro de um perseguidor?

— Mais o menos isso. — Ethan sorriu parando novamente o carro. — Mas diga-me Julieta, onde moras meu amor? — Falou fazendo drama.

Thalia contraiu os lábios reprimindo o sorriso. — Isso foi péssimo.

— Tenho muitas virtudes, atuar não está entre elas.

— Percebi...

— Como você é mal. — Ele fez uma careta, ressentido.

— Moro a uns poucos quarteirões daqui, é bem perto até... Só siga essa rua até o fim, o grande prédio espelhado.

Assentiu virando-se para frente encarando a estrada novamente, o sinal tornou-se verde e ele voltou a andar. Ethan estava com os olhos semicerrados tentando olhar além das ruas, o que se tornava difícil com toda aquela neblina densa. — Aquilo estava parecendo até Silent Hill. Mas ele ficava muito fofo daquela forma, com um biquinho e todo concentrado.

— Então... — Começou a falar. — Se a peça foi na escola. Por que está usando um vestido de época no meio da rua? Não que eu esteja reclamando. — Avisou antes que recebesse outra resposta. — Só curiosidade mesmo.

Thalia encostou a cabeça na janela e seu olhar ficou distante. No mesmo minuto arrependeu-se de colocar Green Day para tocar... Lembrou-se da noite do baile quando Nico cantara para ela.

— Problemas. — Falou com seu olhar ainda sem destino. — Problemas pessoais.

— Uhh... — Ethan novamente repetiu aquela careta. — Que “pessoais” Seco esse, vou até correr na chuva para me reidratar depois dessa.

Thalia sorriu desligando o som do carro.

— Você tem senso de humor, gosto disso.

— Então meu dia já valeu. — Sorriu de lado, um sorriso torto e cheio de charme enquanto estacionava o carro enfrente ao prédio. — Está entregue.

— Obrigada. — Thalia ia se levantar para sair, mas Ethan a segurou pela mão antes que fizesse. Thalia olhou em sua direção com uma interrogação estampada na cara. — O que foi?

— Espera... — Soltou a mão dela e começou a vasculhar ó porta luvas. — Hoje vai ter uma festa lá na minha casa.

— Festa?

— É meu aniversario. — Ele sorriu e pela primeira vez Thalia pode vê se rosto corar. — Musica ao vivo, bebida, dança...

— Isso é um convite?

— Depende. Se fosse... Você aceitaria?

Era praticamente a ultima semana de aula, tinha tirado azul em todas as provas, a próxima semana seria uma excursão para o antigo acampamento onde aconteceram muitas coisas em seu passado. Tinha acabado de passar por alguns “problemas pessoais” com Nico. É. Uma festa parecia uma ótima ideia.

— Eu adoraria. — Sorriu de lado pegando o pequeno pedaço de papel das mãos dele. — Posso chamar umas amigas?

— Claro! — Ethan tinha um sorriso largo no rosto. — Sem problemas!

Thalia devolveu o sorriso e finalmente saiu do carro, correu um pouquinho na chuva até chegar à recepção, quase tomou uma queda (Mas isso não vem ao caso). Sorriu falsamente para algumas das pessoas que passava por ali e a encaravam como se ela fosse aquela menina do filme “encantada” ou no mínimo uma louca.

Por fim subiu as escadas e entrou finalmente em seu apartamento. Assim que chegou lá a primeira coisa que fez foi pegar seu telefone e mandar uma chamada de vídeo para suas amigas. Pois é. A Vingança é deliciosa.

( . . . )

Nico chegou em casa completamente molhado. E mais uma vez não pode deixar de sentir saudade do seu carro. Até tentou vim de skate para casa, mas caíra umas duas vezes no caminho e achou melhor desistir. E por outro lado até que era bom, toda aquela água lhe ajudou a esfriar a cabeça. Ainda não conseguia acreditar que beijara Thalia, e mais importante ainda: que ela havia correspondido ao beijo.

O calor dos lábios dela ainda queimava contra o seu. Quase como se Nico ainda pudesse senti-la. Ele devia esta sorrindo feito um bobo parado na porta completamente encharcado. — O que deveria ser no mínimo estranho.

— Nico finalmente chegou! — A voz de Rachel lhe acordou de seu transe.

— Oh Bom dia ferrugem! — Foi até ela lhe dando um beijo estalado na bochecha. — O dia está lindo não?

Rachel franziu a testa encarando o lado de fora da casa. O céu completamente cinza tomado por nuvens, relampeando vez ou outra. Podia estar de todos os jeitos... Menos lindo.

— Sabe são 19:45. Não é considerado mais dia. E está caindo o mundo lá fora, não está nada bonito.

Ele sorriu. — É Você tem razão...

— E você não tinha uma festa para tocar hoje?

Os olhos de Nico se arregalaram. — Deuses é mesmo! — Correu subindo a escadas rapidamente. — Obrigada ruiva, eu te amo sério! — Gritou já do segundo andar.

Rachel sorriu revirando os olhos.

— Ai ai...

( . . . )

— Thalia você está louca? Uma festa assim de repente? — Annabeth estava horrível do outro lado da tela. Olheiras sobre os olhos e toda descabelada.

— Não, não estou louca. E o que aconteceu com você em? Foi atropelada por um ônibus?

Piper sorriu. — Ela está com a consciência pesada por cabular.

— Não... Isso é sério? — Thalia reprimiu um sorriso, descrente.

Annabeth revirou os olhos. — Olha eu já fiz coisas de mais por hoje, não estou com cabeça para festa.

— E você Pipes? — Thalia fez biquinho e Piper quase cedera.

— Não posso... — Murmurou com cara de tedio. — Queria me aproximar mais de Jason então disse que ajudaria com a papelada da excursão. Só não sabia que teria de fazer tudo só.

— Há vocês são duas traíras! — Thalia resmungou deixando o celular sobre a cômoda enquanto trocava de roupas. — Ainda ousam dizer que me amam...

— Senti a indireta! — Annabeth gritou, mas por um tempo não teve resposta.

— Ah vamos comigo vai! — Thalia pegou o celular novamente em mãos. Ela já estava completamente arrumada, cabelo, roupas, maquiagem...

— Uou que gata em. — Piper assoviou. — Os boys magias que se preparem. — Thalia piscou para amiga em resposta, Piper sorriu continuando: — Eu queria muito ir Lia. Mas não vai dar mesmo... Tenho que ajudar o Jason.

— Eu entendo seu lado, só não entendo o da loira traíra .

— Loira traíra ? Ui essa doeu. — Annabeth fez uma careta.

— Isso mesmo, não acredito que vai me deixar ir a uma festa sozinha. Você sabe as coisas terríveis que posso fazer lá? A culpa vai ser toda sua!

— Não adianta Thalia, você não vai me convencer.

Thalia fez um bico emburrada. — Isso terá volta! Talvez não hoje, nem amanhã. Mas um dia...

Annabeth não pareceu levar fé na ameaça e Piper somente sorria, até que sua campainha tocou.

— Piper a porta! — Sua mãe cantarolou do banheiro.

— Já ouvi, manda algum empregado abrir estou ocupada!

— Não vou mandar ninguém vai logo!

— Mas mãe...

— O Josef está ocupado agora! — Ela gritou e Piper entendera no mesmo minuto, revirou os olhos.

— Pevertida! — Gritou enquanto descia as escadas. Não teve resposta alguma, mas achou melhor assim. — Já volto aqui gente. — Piper saiu da chamada e desceu as escadas de sua casa, caminhando até a porta grande e branca de entrada. Abrindo-a rapidamente e deixando seu olhar descer pelo homem que estava ali parado.

— Uau... Quer dizer... Oi. — Tentou sorrir o mais amigável possível e parar de seca-lo.

— Ah oi... Eu, eu sou Apolo. — Ele estendeu a mão a Piper que a apertou, parecia nervoso. — Artêmis está?

( . . . )

— Nico você está completamente atrasado! — Rachel gritou do andar de baixo.

— Eu sei já estou indo! — Avisou enquanto amarrava o cadarço de seu coturno. Assim que acabou pegou sua guitarra (Que comprara com seu próprio salario, não tem muito tempo) e desceu. — E ae? Como estou? — Deu uma voltinha.

Nico usava uma camisa regata preta com uma jaqueta de couro da mesma cor por cima, calça jeans surrara, mas que só lhe deixava mais bonito, dando-lhe um ar desleixado; coturnos pretos assim como a jaqueta. Seus cabelos estavam bagunçados jogados para o lado.

Rachel fez um sinal de positivo com o dedo. — Se melhorar estraga.

Ele sorriu. — Valeu. — Beijo-a na bochecha e caminhou até a porta.

— Que horas você volta?

— É só uma festa de aniversario. Não acho que vá demorar muito...

— Hm okay. Bom show. — Sorriu acenando.

Nico assentiu devolvendo o sorriso. — Valeu ferrugem. — Saiu antes que ela o atacasse.

Por sorte a chuva já tinha passado, o céu estava completamente limpo como se á tempos atrás não tivesse um temporal lá fora. Nico foi a pé mesmo até a casa onde cantaria essa noite, era bem perto de onde estava. Chegou lá em poucos minutos.

Assim que se aproximou da casa podia ouvir o barulho ensurdecedor da musica altíssima que tocava lá dentro. Também pode ver as diversas luzes coloridas que piscavam pelas grandes janelas. Nico respirou fundo antes de abrir a porta e entrar. Mas Assim que entrou sentiu seu folego fugir, logo de cara se deu com ela... Que caminhava ali entre tantas pessoas, as luzes piscando a seu redor, mas Thalia não parecia se importar, ela olhou em sua direção... Mas não demostrava nem uma emoção.

Notas finais
Bom meu povo, é isso! espero que gostem e aprovem ai.. O proximo vira logo logo! prometo não demorar. "- SOU APOLO, ARTÊMIS ESTÁ?" Calma ai deixa eu segurar o forninho aqui que ta caindo. PUTA QUE PARIU, ESSA MULIER NÃO TEM LIMITES GENTE! KAYA PARA DE HUMILHAR PLEASE! em relacionamente serio com esse gif u.u Não esqueçam de comentar e até o proximo seus seqsis lindos e sensuais ( ͡° ͜ʖ ͡°) MAIS UMA VEZ. obrigada por sua recomendação sua linda ;3