Because I Love You .
23 Vou falar pra ela que a amo!
Notas iniciais
POV NICO.
Depois que Thalia me deixou la plantado no estacionamento. . . Não vou mentir me senti um idiota por te brigado com a minha morena. Mais eu tenho meu orgulho, eu sempre corro atrás, sempre dou o braço a torcer. . Mais dessa vez não.
Entrei em meu carro tentando ignorar o ocorrido, dirigi até a minha casa. . Foi só o tempo de eu chegar, tomar um banho, e comer. Que minha campainha tocou.
Desci as escadas rapidamente para atender. Pensei que fosse Thalia. . Mais não era. . .
– Ah. . Oi Calypso.
– Cheguei em uma hora ruim? É que marcamos a esse horário. . Olha eu posso ir embora e voltar mais tarde.
– Não. . Que isso entra.
A garota entra na casa e olha em volta encantada.
– Sua casa e linda.
– obrigado. . . Agora vamos estudar?
– Claro. – Ela sorri.
Nico e a menina caminharam até a cozinha.( Não julgue, a única mesa que tinha na casa era a da cozinha que por sua vez, era exageradamente grande ).
– Então sua prova e de que? – Ele pergunta se sentando na cadeira.
– História. – fala e se senta ao seu lado.
– Hum. . . História. Sabe. Eu não sei nada de História. – Nico sorri. – Mas eu tenho um computador la no andar de cima, pode ser?
A menina assente.
Caminhei ate meu quarto, com a loira logo atrás de min.
– Aqui, esse e meu salvador nas provas. O GOOGLE!
Calypso sorri, um sorriso encantador. A garota olha ao redor.
– Legal. . . Sua casa. . – Ela fala se aproximando. – Seu quarto. . . – Fala com sua boca a poucos centímetros da minha. – E parece que não tem ninguém aqui não e ?
Nossas respirações se misturavam de tão próximos que estávamos por um momento eu fiquei muito tentado a agarrar ela.
– Não posso. . – Falo me desviando da menina e me sentando na beirada da cama.
– Por que não? – Calypso senta a meu lado.
– Por. . Que. . . – Minha tentativa de falar algo se perdeu no ar, Calypso subia sua blusa lentamente bem na minha frente, Quando finalmente tirou ela me encarou mordendo o lábio inferior.
– Por. . Que. . . ? – Pergunta com a voz provocadora aproximando sua boca da minha mais uma vez. E mais uma vez a tentação veio.
Eu não conseguia raciocinar direito. Calypso era incrivelmente linda. E estava com sua boca a poucos centímetros da minha, Por um momento fui tomado pelo desejo, tomei os lábios da garota em um beijo avassalador. Calypso retribuída da mesma forma. Desci minhas mãos a cintura nua dela, a menina se arrepiou com o contato e um gemido fugiu de seus lábios que murmurou coisas contra o meu. Puxei a garota contra meu corpo e atirei-a contra a cama, passando meu corpo sobre o seu, fui descendo beijos pelo pescoço dela até que ouvi um barulho de algo caindo.

( Ps : isso foi o que a Thalia viu quando entrou no quarto )
Olhei em direção a porta, e la estava ela. Thalia tinha lagrimas nos olhos. Suas mãos tremiam e caído no chão algo que parecia ser um sorvete.
– Thalia? – Calypso pergunta arqueando as sobrancelhas.
Thalia desvia seus olhos em minha direção, Ate aquele momento eu estava sem reação alguma, a fixa ainda não tinha caído, aquilo não podia ta acontecendo, Os olhos dela estavam vermelhos. Seu olhar era cheio de mágoa, de tristeza. . .de decepção.
– Vo- você. . . Você prometeu. – Foi só o que Thalia disse antes de correr para as escadas. Aquelas simples palavras soaram mais como um tiro de 12 direto em meu coração. Minha cabeça estava a mil. . .
– O Que eu fiz ?!
E finalmente a fixa caiu, Sai da cama em um pulo, corri pelos corredores tentando seguir Thalia. Sentia minhas pernas tremerem, meu corpo fraco. Escorreguei em alguma maldita coisa no degrau e rolei escada abaixo.
– Ai Caralho. .
Me levantei o mais rápido que consegui, meu braço tinha um corte do pulso ao ombro, mais aquilo não iria me parar. Corri ate a porta e abri ela. Bem a hora de ver Thalia subir em sua moto.
Eu tentei gritar, mais um nó se formou em minha garganta, Estava desesperado, minha morena estava ali na minha frente, chorando, triste, prestes a fugir de meus braços e a culpa disso tudo era minha. Minhas mãos tremiam, o sangue em meu braço escorria por meu ombro.
– Tha- Thalia! – Consegui gritar. Mais ela simplesmente ignorou e deu partida em sua moto.
– L-lia. . . – foi inevitável não chorar, meu coração doía, foi como se meu mundo estivesse caindo, como se tudo que eu conhecia não fizesse sentido por um momento, como poderia? . . . Seguir sem ela.
Eu sentia meu coração se despedaçar, me sentia a pior pessoa do mundo. Me ajoelhei já soluçava de tanto chorar. Era como se tivesse um buraco em meu peito, eu sentia nojo de min mesmo, sentia vergonha, Escondi meu rosto na palma das mãos. Queria desaparecer do mundo, mais senti uma mão sobre meu ombro.
Levantei meu olhar ate ela. E Calypso me olhava, Seu olhar mostrava confusão é também compaixão.
– O que aconteceu aqui Nico? – Calypso pergunta soltando o ombro do menino. – E Temos que cuidas disso ai no seu braço levanta.
– Isso. . . Foi provavelmente a pior coisa que eu já fiz no mundo. . .
– Calma. .
– Eu prometi. . — Ele a interrompe tampando os olhos mais uma vez com a palma das mãos. – prometi que não a machucaria. – Falava agora entre soluços.
– O que?
– Thalia...Thalia e minha namorada Calypso. – Ele Falava ainda chorando. – Ou era. .
A loira arregala os olhos e coloca a mão sobre a boca.
– Vo-Você e namorado da Thalia?Ai meus Deuses o que eu fiz?!
– Não. . Não foi sua culpa. – Ele fala se levantando. – E-Eu. . . Eu fui fraco. E eu preciso resolver isso. . . Preciso da minha morena de volta. – Um sorriso escapa de seus lábios, mais sua expressão ainda era triste. – E-eu . . . Não posso mais viver sem ela. . . Acho que Amo a Thalia. E eu nunca disse isso para ela, eu. . .preciso arrumar as coisas. – Nico corre até as chaves do carro e sai pela porta. A loira só observava a cena sem entender. Nico volta. – VOU FALAR PRA ELA QUE A AMO! – Ele grita e sai de novo.
Um sorriso escapa dos lábios de Calypso e ela assente.
Nico acelerava o carro, passando rapidamente por um. . Dois. . . Três quarteirões. Chegou em frente ao prédio, e saiu do carro correndo sem nem fecha a porta. Disparou pela recepção, e subiu as escadas em passos rápidos. Logo chegou em frente a porta da menina, bateu delicadamente contra a mesma.
– Thalia. . . Ta ai? – Ele pergunta em um sussurro.
Nem uma resposta.
– Thalia. . . Precisamos conversar. – Ele tocou a campainha repetidas vezes. – Thalia !
Nem um sinal da menina.
Nico escorrega com as costas contra a porta até estar sentado no chão. Esperou a menina la, sentado . . . por um bom tempo,Mais Thalia não chegava, estava começando a ficar preocupado. Resolveu ligar para a menina, mesmo sabendo que provavelmente ela não ia atender, mais ele tinha que fazer algo. Sentiu um choque na espinha ao ouvir uma voz masculina atender ao telefone.
– Alo? — A voz do outro lado da linha falava.
~ Não seja Luke. . . Não seja Luke. . . Não seja Luke ! ~
– Alo?. . Esse e o celular da Thalia? – O moreno perguntava sentindo um aperto no peito.
– Então esse e o nome da garota que sofreu o acidente? . . . Olha eu lamento.
– O que? ! Acidente? ! Que acidente? – Nico perguntava passando as mãos pelos cabelos sentindo seu coração acelerando.
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