Notas iniciais
E eh Olha eu aqui, eu to postando esse capitulo rápido por que eu entendo que vocês devem estar mega curiosos para saber o que rolou com a Thalia, e também por que acho que meu agradecimento no cap anterior ficou muito fraco pra felicidade que eu tava sentindo no momento pela recomendação e.e Então esse capitulo inteirinho! e dedicado a vc "Fantasminha" e muito Obrigada por sua recomendação de verdade *--* Bom vocês devem ter notado que eu to muito depressiva escrevendo as notas iniciais, Bom e que escrever esse capitulo acabou comigo, serio Recomendo que vocês leiam o cap ouvindo essa musica, divonica da Taylor divonica pq eu escrevi ele ouvindo ela, e meio que me baseei nela um pouquinho, e eu to chorando ate agr, Como sempre ai esta mais um capitulo espero que gostem e nos vemos la embaixo.

– NÃO ! Não ! não ! – Gritava sentindo seu coração se despedaçando. – Isso não pode ta acontecendo. Não de novo. . – As lagrimas caiam pelo rosto da garota. Suas mãos tremiam segurando o Guidão da motocicleta. Ela acelerava cada vez mais, queria simplesmente fugir dali, queria ir o mais longe que pudesse daquela dor, a imagem da casa de Nico ia ficando para traz, o céu de NY ficava cada vez mais nublado, ate que a primeira gota de chuva pingou em seu rosto, mais aquilo não a incomodava, pelo contrario era ate confortante, e de todas as formas era só mais uma gota que se misturou a suas lagrimas, Thalia ia costurando todos os carros a sua frente. Seu peito doía de uma forma avassaladora, ela saiu com tanta presa que nem se quer colocou o capacete.

Sentia cada força fugir de seu corpo. Seus olhos estavam embaçados por conta das lagrimas, a chuva estava cada vez mais forte, a pista ficava cada vez mais escorregadia, mais isso não fazia a menina diminuir a velocidade, ela queria sumir, e a sua moto poderia fazer isso, ir o mais longe que pudesse de Nico, mas infelizmente ela ainda tinha que respeitar as regras de transito.Thalia parou sua moto no sinal vermelho, Soluçou mais uma vez passando a mão pelos olhos manchando ainda mais a maquiagem que os contornava.

Respirou fundo olhando para cima, levando sua atenção ao céu, as nuvens cinza carregadas de chuva, os trovoes estrondavam em seus ouvidos. Para muitas pessoas aquilo poderia não ser muito atraente mais Thalia adorava a chuva, as gotas de água pingavam em seu rosto e escorriam se misturando com sua maquiagem. Fechou os olhos por um segundo apreciando a sensação, De certa forma aquilo amenizava sua dor.

A cabeça da menina doía, e pesava mais que uma bola de boliche, ela se recordava dos momentos que passou com Nico se recordava de sua mãe, de Luke, parece que quando vocês esta mal sua cabeça da um jeito de te Foder ainda mais. Porque ela tinha que discutir com sua mãe aquela noite? . . . Em uma noite com uma chuva tão forte quanto a de hoje.

– Eu fui culpada por sua morte. – Thalia pensava. – Se eu não tivesse deixado ela nervosa, ela não beberia e não sairia daquela forma. – Essa culpa nunca sairia de sua cabeça nunca. E enquanto a Luke? Ela se lembrou mais uma vez da dor que sentiu aquele dia, seu coração já fora tantas vezes partido. – Mais acho que essa foi a que mais doeu. .

Ela sabia que não devia ter confiado no amor mais uma vez, Thalia se odiava por aquilo, Por mais que tudo, que ela mas queria naquele momento fosse esquecer Nico, sua cabeça estúpida não permitia isso.

~ Prometo nunca te trair, nunca te machucar. . . – Thalia se lembrava. – Você não cumpriu sua promessa Di Ângelo. ~

Ela estava distraída olhando para cima, então escutou um barulho de pneus derrapando na pista seus reflexos fizeram ela olhar na direção.

Mas era tarde de mais tudo aconteceu muito rápido, Um par de faróis ofuscava sua visão, ela só pode ouvir uma buzina alta e um grande PAF!. E então uma dor horrível invadiu seu corpo, Thalia abre seus olhos com dificuldade, via tudo embasado. . . Sua boca tinha gosto de ferro, aquela dor, fazia seu corpo inteiro formigar, a garota olhou ao redor, Havia destroços no chão, As pessoas corriam em sua direção com cara de espanto e falavam coisa, coisas que ela não conseguia compreender. . . Sua visão ficou ainda mais embaçada. . É logo totalmente escura.

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– Sim cara, ela sofreu um acidente. A pessoa que atropelou ela parece estar bem. . . Mas a garota estava na moto, parece que estava parada distraída. . . Não percebeu o carro se aproximando e sabe a pista estava molhada, o carro escorregou e ela foi acertada em cheio. Eu achei o celular dela tocando no chão e atendi. . . mais escuta eu não vou roubar nem nada do tipo.

Nico sentiu uma dor em seu peito, como se alguém tivesse arrancado seu coração, pisado e colocado de volta. Sua cabeça não podia digerir aquela informação. . .

– V-vo-você P-pode . . . Me falar o N-nome d-do H-Hosp. – Ele não conseguiu acabar de falar, seus olhos ficaram embaçados, e logo lagrimas caiam dos mesmos o moreno soluçava no telefone.

– Cara eu realmente sinto muito. . . – O homem falava, sua voz soava triste. – Acho que ela foi para o hospital no centro. . . E tudo que eu sei.

– O-Obrigado . .

– De nada. . . Agora vem aqui pegar o celular del . . – O homem não conseguiu acabar de falar.

Nico desligou telefone. Ele via tudo girando, se sentia fraco. . . Totalmente esgotado. Estava em total estado de choque, suas pernas fraquejaram suas mãos tremiam, ele se sentou em frente à porta. Aquilo não podia estar acontecendo. . . Tudo que Nico sentia era medo, Ele estava com medo do pior acontecer, medo de perder Thalia, medo de nunca falar "Eu te amo” para ela. Em menos de uma hora, seu mundo inteiro havia desmoronado.

Ele se levantou suas pernas ainda tremiam, tinha que ir ver Thalia, mesmo com medo do pior acontecer precisava ver ela ou sentia que seu coração ia desmanchar. Respirou fundo tentando se recompor passou as mãos pelos olhos secando as lagrimas. Caminhou até esta fora do apartamento, Olhou para o céu. . . Estava tão bonito. . . Depois de toda aquela chuva, agora estava quase sem nuvens, à cor estava em um azul tão intenso que imediatamente fez o moreno lembrar-se dos olhos de Thalia. . . Aquela dor mais uma vez veio ao seu peito.

Ele engoliu o seco e caminhou até seu carro, girando a chave. . . Mas o carro não funcionava, o menino olhou no painel, o carro estava sem gasolina.

– Ahh! – Nico grita frustrado batendo a cabeça no volante. Levanta do carro e fecha a porta do mesmo sem nem um pingo de delicadeza.

Olhou para rua, pegou seu celular em mãos e começou a correr. Enquanto corria, ligava para Annabeth.

–Alo? . .

– O-oi Annabeth. – Nico fala sua voz falhando.

– Nico?. .O que foi? Aconteceu alguma coisa? Sua voz ta estranha.

– T-Thalia . . . – Ele fala com tristeza. –Thalia sofreu um acidente. . Ela esta no H-Hospital no centro.

Nico podia ouvir um barulho como se Annabeth tivesse derrubado o celular no chão.

– Annabeth? . . . Annabeth ta ai ?

– T-To. . . Eu, eu só De-Deixei o celular C-cair. – A voz da loira estava falhando. – Você. . . Você falou algo sobre T-Thalia ? . . . Algo sobre um. . Aci. . . Acidente? – Finalmente conseguiu falar, a loira agora chorava pelo telefone, Nico conseguia ouvir os soluços dela do outro lado da linha.

– Olha. eu. . . Eu também estou mal Annie, mais. . Precisamos ir ver como ela estar, avisa pro Percy, Jason e para Piper. Eu estou indo para o hospital agora. Te vejo la. – Nico fala desligando o telefone.

O mesmo disparou em direção ao hospital. Ele sabia que não podia ir correndo até o hospital. . . Mais se sentia inútil, precisava fazer algo. E naquele momento nem um maldito taxi passava na rua.

O moreno se atirou no meio da pista parando um carro qualquer logo a sua frente.

– Ta maluco moleque?! . . Quer morrer? – O homem que dirigia o carro grita colocando a cabeça para fora pela janela.

– Não eu só. Só preciso que me leve até o hospital no centro. . .Eu tenho dinheiro. – Nico abriu sua carteira e mostrou o dinheiro ao homem. (Quando se e filho de Hades dinheiro não e um problema).

O homem olhou para o dinheiro, em seguida olhou para Nico.

– Entre garoto. – Ele fala abrindo a porta.

O menino entrou rapidamente.

– Por favor, senhor. . . Vai o mais rápido que puder.

No mesmo momento o homem acelerou com o carro.

– Aconteceu algo? – Ele perguntava desviado o olhar da pista e olhando para Nico.

O moreno sentiu mais uma vez lagrimas em seus olhos.

– Um acidente. . . – Fala somente, virando o rosto para a janela. . . Seus olhos agora já derramavam lagrimas.

O homem pareceu notar que Nico não queria conversar, virou o rosto para frente olhando para pista e acelerando ainda mais o carro.

Finalmente chegaram ao hospital, O homem estaciona o carro na frente do mesmo e Nico já dispara para porta de entrada. O motorista olhou para o banco de traz do carro. e as duas notas de cem estavam la.

~ Seja la quem for. . . Deve ser muito importante para ele. – Pensou e deu partida no carro saindo de la.~

Nico correu até a recepção do hospital.

A atendente olhou para ele e arregalou os olhos. – Meus deuses olhe o seu braço. Vou chamar alguém para ajudá-lo. – Ela pegou um dos telefones do balcão mais Nico segurou seu braço.

– Eu. . . Eu procuro Thalia Grace. – Nico fala com suas mãos tremendo segurando o braço da mulher.

– Mas. . . E seu braço, ele esta sangrando

– Isso não e problema. – O menino a interrompe. – Só. . .Só me diga que ela esta bem.

– Thalia. . .certo?

O menino assenti.

– Thalia. . .Thalia. . . – A mulher passava o olho rapidamente pela tela do computador. – Desculpa, não tem nem uma pessoa com esse nome aqui.

– Como assim não tem? Ela foi trazida para ca. Eu tenho certez. . – Sua voz se perdeu no ar, ele sentiu o chão faltar aos seus pés, suas mãos vão a sua boca tampando a mesma, e lagrimas caiem de seus olhos.

– ABRA PASSAGEM! – O medico gritava puxando a maca, e la encima dela estava Thalia, sobre sua boca e seu nariz uma mascara para que ela respirasse. Seus olhos estavam fechados. Seu peito subia e descia respirando lentamente quase parando, suas roupas cobertas de sangue, na cabeça da menina havia uma bandagem improvisada, tampando um corte que pela quantidade de sangue aparentava ser bem profundo, e em sua barriga um grande buraco rasgava sua blusa e outra bandagem tampada o ferimento,Em seus braços havia alguns arranhões é marcas é em um deles estava o soro.

– Tha- Thalia? – Ele tenta falar seguindo a maca. – O oxigênio fugia de seus pulmões, Nico suava frio, suas mãos tremiam aquela não podia ser Thalia. Ela não podia estar naquele estado.

– Ei garoto! – O doutor o repreende. – Você não pode passar daqui.

Nico olhou para cima, uma plaquinha na porta, "Sala de cirurgia”. Ele chorava cada vez mais, se sentindo uma criancinha.

– Você a conhece?

Nico assentiu.

– Fique na sala de espera. – O doutor aponta para uma das cadeiras da sala e se vira.

O menino segura seu braço antes que o mesmo entre na sala. – Por favor. . .por favor. – Nico falava soluçando. – Cuide dela, traga ela de volta pra min.

– Vamos fazer o possível garoto. – Ele fala e entra na sala.

Nico sentia tudo girar. Suas pernas tremiam, fraquejavam. . . Ele caminha até a cadeira mais próxima, se senta na mesma ainda em estado de choque. . . Encarava o nada. Imagens de Thalia passavam por sua cabeça fazendo aquilo parecer ainda mais surreal, ele vira ela há poucas horas atrás, foi ele quem a fez chorar, e ela estava assim por sua culpa. Se não fosse fraco, não tivesse feito o que fez com Calypso, Thalia não haveria visto nada de mais naquele quarto, tudo estaria bem.

O menino lembrava-se dela ficando corada, e de como ela era fofa quando estava brava, fofa mais ameaçadora. Lembrava do jeito que os olhos dela brilhavam sempre que sorria, e do jeito que mudavam repentinamente com sua personalidade, uma hora um azul tão claro quanto o céu, quando ela estava com raiva seus olhos faiscavam como raios, lembrava de como fora o primeiro beijo deles, e de quando ela se declarou, lembrava de sua primeira noite juntos.

Como Nico queria poder voltar no tempo, e ao invés de magoá-la fazer dela a pessoa mais feliz do mundo como havia prometido. Ele queria tanto voltar e dizer que a amava antes disso tudo acontecer. Mais seu mundo havia acabado Thalia estava em cirurgia, e poderia não voltar dali, era tarde de mais. . Tarde de mais para tudo.

– Eu Odeio isso. – Ele pensa sentindo o ar faltando a seus pulmões. – Odeio não poder voltar no tempo e corrigir tudo que eu causei. Por que depois de tudo que eu fiz, e como se eu não merecesse sentir falta dela.

Notas finais
hey o/ E eu realmente não sei o que escrever aqui, e estou muito abalada para isso T.T Como estão ? gostaram do capitulo ? Queria saber o que vocês tao sentindo nesse momento e.e pq eu realmente chorei rios escrevendo esse capitulo. Gostaram dele? do gif ? não esqueçam de comentar ein. . e mais uma vez obrigada pela recomendação divonica "Fantasminha" !