Because I Love You .
22 Você prometeu.
Notas iniciais
Thalia rodou a escola inteira procurando por Annabeth, mas ela simplesmente não estava em lugar nem um. Depois de alguns minutos ela resolveu ligar para amiga. Discou o numero no celular e quando ia ligar.
– Ei Thalia, ainda ta aqui? — Leo encarava a menina com um sorriso, enquanto arrumava a mochila no ombro.
– Sim eu. . Eu ia embora com Nico mais. Discutimos sabe. . A minha moto ta na casa dele, eu ia ligar para Annie agora mesmo. . .
– Não precisa, eu te dou uma carona. — Ele a interrompeu. — Vamos, meu carro está logo ali. — O menino puxa a mão de Thalia.
Ele a arrasta até seu carro. Um carro amarelo, seus faróis eram vermelhos, olhando de certo angulo lembrava ate um. . . Dragão?
– Esse e o Festus. — Leo fala batendo no capo do carro. E abre a porta do mesmo para que Thalia entre.
– Serio você não precisa me levar. . .
– Onde você mora? – Ele interrompe a menina.
– Leo.
– A vamos la e só uma carona. Não e nem um sacrifício, ainda mais, que e pra você.
Thalia sorri ainda do lado de fora do carro.
– Vamos entre. – Ele aponta para o banco. A menina entra e se senta a seu lado.
– E então perguntando novamente. . .onde você mora? – Ele pergunta ligando o carro.
– Não quero ir pra minha casa. . .Será que poderíamos estudar agora mesmo?
– Claro! — Leo fala com aquele sorriso que só ele tem. — Mais antes tenho que passar em casa, pegar os materiais. — O menino da partida no carro.
– ok.
Eles já andavam por alguns minutos.
– Se importa se eu colocar musica? — Leo finalmente fala algo.
– Não. . .
Ele coloca em uma radio qualquer. Thalia revira os olhos, a musica que tocava na radio era “Dear God “ do Avenged Sevenfold.
– Só pode ta brincando. – Ela murmura cruzando os braços.
– O que foi? – Leo pergunta sem tirar os olhos da estrada.
– Nada e só que essa musica. . . Ela me lembra o Nico. – Thalia vira a cabeça para janela e aprecia a paisagem que passava rapidamente por ela. Se lembrando daquele dia na piscina. Ela e Nico estavam tão bem aquele dia, e agora estavam brigados. Os pensamentos da menina são cortados quando Leo muda a musica que tocava.
Thalia olha em sua direção.
– Qual e sem depressão no meu turno. – Ele sorri.
Ela devolve o sorriso, mais não era tão fácil assim parar de pensar no maldito Di Ângelo.
Quando finalmente chegam a casa, Thalia suspirou largamente. Já estava cansada de ficar no carro.
Sem querer magoar Festus. Mais eu odeio carros. – Ela se prepara para sair.
– Por que ta saindo do carro?
– Ue? . . . Não vamos estudar? — Thalia pergunta arqueando as sobrancelhas.
– Sim. . Mais não aqui, vou te mostrar um lugar legal. Só me deixa pegar as coisas. – Ele saiu rapidamente do carro e voltou poucos minutos depois com uma mochila nas costas.
Leo da partida no carro novamente, dessa vez a viajem foi mais curta. Quando finalmente chegaram. Thalia saiu do carro dando Graças a todos os deuses do Olímpio, seu estomago estava revirado. Ela se apóia no carro respirando fundo.
– Ei se ta bem? – Leo pergunta. – Ta mais branca que o normal.
– Sim e só que. . . Eu passo meio mal quando ando de carro.
– Tem certeza que ta bem? eu posso ir ali comprar uma água.
– Não eu to bem serio, Já vai passar. – Ela sorri.
Leo devolve o sorriso. – Vamos? – Ele pergunta trancando as portas no Festus.
E então finalmente Thalia parou para reparar o lugar onde estava, e era lindo. Havia uma densa grama verdinha, e caminhos de pedra, Havia um parquinho com algumas crianças brincando, alguns bancos de Praça. Sorvete, pipoca, cachorro quente. Por um momento sua anciã passou totalmente e ela queria atacar tudo aquilo.
– Bem legal. – Fala sorrindo.
– O que? . . Não. Não é aqui.
– Então. . . Por que me trouxe aqui?
– Tipo é aqui, mais não é aqui. — Leo gesticula com as mãos. – Ahhh! Não sei explicar só me segue ok?
Thalia sorri. — Ok
Ela segue o garoto por alguns minutos, Leo passa por umas arvores, entrando em uma espécie de “mine floresta”. Ele Saia abrindo caminho na frente e Thalia o seguia, encantada, ela foi criada dentro da “mação Grace então praticamente nunca havia entrado em uma floresta ou algo do tipo.
– Tenho certeza que era por aqui. – Leo murmura.
– Ei ta tudo bem ai?
– Sim e só que . . . Tenho certeza que a trilha e aqui, mas não estou vendo. .
Ele passa a mão pelos cachos pensativo.

Thalia vai da um passo para frente mais seu coturno prende na raiz da arvore e ela cai de cara no chão.
– Acho que achei. – Ela murmura.
Leo olha para traz e Thalia havia caído bem encima da trila.
– E. Você achou. – Ele sorri estendendo a mão para menina levantar. – Ta tudo bem?
– Claro. . – Ela passa a mão pelo queixo. – Melhor impossível.
Leo sorri mais uma vez. – Vamos e só seguir agora. – Ele estende a mão para menina e vira o rosto. – Segura. . . Assim quando você cair posso te ajudar. – Fala em um fio de voz.
Thalia sorri e segura à mão do amigo.
Eles andam por mais alguns poucos minutos em silencio total, a mão de Leo estava completamente soada. Mais Thalia decidiu ignorar, a intenção de Leo foi realmente fofa.
– Chegamos. – Ele fala ainda sem olhar para Thalia.
E quando a menina viu o lugar seu queixo caiu, com certeza valeu a pena quase vomitar no carro, e cair de cara no chão. O lugar era simplesmente perfeito.
Era um incrível campo amplo. A grama daquela parte era um pouco mais clara do que a da outra, e aparentava ser um pouco maior. . . Ali bem a frente havia um lago, e ao lado uma árvore, Havia uma corda amarrada em um dos galhos. A primeira coisa que Thalia pensou e que seria muito legal se pendurar ali e se atirar na água. E La embaixo a sombra da arvore uma mesa de piquenique.
– Gostou? Minha mãe me trazia aqui quando eu era criança.
– Aqui e. . . Lindo – Thalia finalmente fala olhando ao redor. — Incrivelmente lindo Leo.
– Você que é. — Ele murmura.
– O que?
– Ah . . .nada. . .Vem. — Ele puxa a mão da menina. Eles vão em direção a mesa. E quando chegam em frente a ela, Thalia solta a mão do menino. Leo arregala os olhos e cora.
– Me desculpe. . . Tinha esquecido que estávamos sabe. . . – Ele fica ainda mais vermelho.
– De mãos dadas? – Ela sorri. – Tudo bem.
Leo encarou a menina por um bom tempo, Thalia já estava começando a ficar sem jeito.
– Leo? . .
– A sim ! desculpe mais uma vez eu estava só pensando em umas coisas. – Ele vira para mesa, e coloca a mochila encima dela, abre e tira de dentro dela uma toalha de mesa, e uma cesta de piquenique, também pegou os cadernos e livros. Thalia não sabia como cabiam tantas coisas na mochila.
– Pronto vamos começar a aula. – Ele Fala sorrindo é se sentando. Thalia senta ao seu lado.
Os dois estudam por um tempo.
–Entendeu? — Leo pergunta sorrindo vitorioso. Logo após acabar de explicar.
– Não. . – A garota fala batendo a cabeça na mesa. – Eu sou uma idiota.
Leo sorri. – Acho que você precisa comer. – Ele abre a cesta de piquenique e da um sanduíche para Thalia.
– Valeu. – A garota fala e pega o sanduíche. Da uma mordida. – Wow! Isso to muito bom. — Fala com a boca cheia, revirando os olhos.
Leo sorri sem jeito. – Valeu.
Depois de algum tempo, e de alguns sanduíches, Thalia finalmente entendeu a lição.
–Ah! E isso ai Ninguém supera uma Grace, eu sou um gênio! – A menina levanta os braços e faz uma dançinha estranha.
Leo sorri descontroladamente.
– É por isso que eu gosto de você. – O menino fala com um sorriso doce.
– O que? . . – Thalia se senta na cadeira novamente. E encara o menino.
– E por isso que eu gosto de você. – Leo fala olhando nos olhos dela. – Você não e como as outras garotas. . . Você e engraçada, sincera. Nem um pouco delicada. E extremamente linda.
Thalia sente suas bochechas queimarem. Seu rosto fica totalmente vermelho.
– Leo eu. .
– Espera. . . – O menino a interrompeu. – Espera eu falar tudo ok? . . Antes que a coragem passe. Eu . . . Eu gosto de você Thalia. . . Deis da primeira vez que te vi no jogo de basquete. . . Eu me sinto feliz quando te vejo, Sinto meu coração acelerado. Mais você nunca falou comigo, eu te via como inalcançável. . Algo que não podia acontecer. Mais ai eu falei com você. . . E você se mostrou mais prefeita ainda. O que eu to querendo dizer e que. . . Eu acho que to apaixonado por você. – Falando isso ele investiu em um beijo. E por um momento Thalia viu tudo se mover em câmera lenta, sua cabeça estava a mil por hora, ela gostava do garoto, mais não daquela forma, ela nunca havia pensado em Leo daquela forma.
E então a fixa finalmente caiu, ela viu o menino vindo em sua direção, e antes que ela a beijasse Thalia o abraçou, com toda força que tinha.
– Leo eu amo você! — Ela fala apertando o menino mais ainda contra seus braços. – Mais amo você, como amigo. . . Olha, me desculpa não ter notado antes, eu sou realmente muito idiota e. . – Ela suspira. – Eu sou ainda mais idiota por provavelmente magoar você agora.
Suspira mais uma vez.
– Eu amo o Nico, por mais que ele seja um idiota. Não posso mandar em meu coração Leo, me desculpa.
Ele retribui ao abraço da garota. — E. . Eu entendo Lia. E não pense que Isso vai mudar o que eu sinto por você por que não vai. . .
– Leo. .
– Você não pode fazer nada Thalia, nem eu posso, eu gosto de você e tenho certeza disso. Mais posso esperar. – ele se separa da menina e encara seus olhos. – Posso esperar por Você.
Ela sentia seu coração doer, Se lembrou de Nico, De tudo que eles viveram, e caiu a fixa de que ela foi uma total idiota, provavelmente Nico havia notado os sentimentos de Leo por ela, antes mesmo dela sonhar com isso.
– Leo. . Eu preciso ir. – Ela fala depois de alguns minutos em silêncio.
Ele assente. Thalia da um beijo em sua bochecha é sai. Ela se sentia mal por te deixado o menino la, mais precisava pensar, precisava de espaço. Precisava de Nico agora, e precisava se desculpar por te sido uma idiota.
Depois de um bom tempo andando em círculos por aquela maldita floresta, Thalia finalmente encontra a Saída.
– OH ! Graças aos Deuses! Civilização! – Ela se joga na calçada. E se rasteja ate o homem do cachorro quente.
Ele encara Thalia com as sobrancelhas arqueadas. Ela estava realmente parecendo uma maluca, com folhas pelo cabelo, e suja de terra. Os olhos arregalados encarando o cachorro quente.
– Você ta bem? – ele pergunta.
– Sim, sim. – Thalia se levanta tentando tirar as folhas dos cabelos. – E que eu me perdi em uma floresta sem rumo, ou comida pó uns 20 minutos e. . . – Ela encara o homem. – Espera por que eu to falando isso pra você?
Ele da de ombros. – Sei La.
– . . .Ta bom então. Agora me de um cachorro quente.
– Você tem como pagar?
– Qual e eu tenho cara de que ? de mendiga ?
Ele olhou a menina dos pés cabeça e encara ela com as sobrancelhas arqueadas.
– E você tem razão. – Thalia sorri dando o dinheiro a o homem.
– Por um acaso sabe onde tem um ponto de Taxi aqui? – Ela pergunta e da uma mordida no lanche.
– Taxi? . . . Não passam taxis aqui há décadas, eu sei onde tem um ponto de ônibus serve?
Thalia encarou o homem, qual e aquele dia não podiam ficar pior.
– Claro. . .
A garota caminha até o ponto de ônibus mais próximo. Que não era tão próximo assim. Ela andou por duas quadras.
~ Porra há quanto tempo eu não pego um ônibus?. . . Espera, eu NUNCA peguei um ônibus.
Os pensamentos da garota são cortados quando o ônibus chega.
Thalia sobe no mesmo. E o motorista encara ela.
– Posso ajudar? – Ela pergunta irônica.
O motorista vira a cabeça para frente e volta a dirigir.
Qual e. Ela não podia estar assim tão bagunçada, ao ponto de assustar motoristas de ônibus.
A garota fez o possível para ficar menos bagunçada ate chegar a casa de Nico. Por sorte havia um ponto não muito longe de La.
Thalia desceu do ônibus e caminhou por alguns poucos minutos, Já estava na rua de Nico, conseguia ver sua moto estacionada logo a frente da casa. Ela caminhou mais um pouco parando em frente a um carrinho de sorvete.
– Eu quero um por favor. – Ela da o dinheiro para o homem.
– Qual sabor ?
– Chocolate.
Thalia pega o sorvete e caminha pela calçada ate chegar a casa de Nico. Ao chegar mais perto, nota um carro do outro lado da rua, mais não um carro comum. O carro de calypso, a loira devia estar La estudando. Mais isso não ia impedir ela de falar com Nico.
Thalia caminha até a porte e estranha ao ver ela aberta. Ela entra.
– Nico ? . . . – Chama. – Você ta aqui? – Nem uma resposta.
Ela olha por toda a parte de baixo da casa. Mas ele não estava em lugar algum. Thalia Subiu as escadas e foi para o quarto do menino. Ela conseguia escutar um barulho la dentro. respirou fundo e entrou. Mas a cena que ela viu. . . Uma cena que fez seu coração se quebrar por inteiro. Thalia deixa o sorvete cair no chão. Sua respiração estava falha, suas mãos tremiam.
– Thalia? – A loira pergunta arqueando as sobrancelhas.
Thalia desviou seu olhar para Nico.
– V-vo- Você. . . Você prometeu. . . – Foi só o que conseguiu falar antes de disparar para fora da casa. Seus olhos derramavam lagrimas, Thalia sentia seu coração se despedaçando. A menina sobe em sua moto ouvindo os gritos do moreno logo atrás.
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