Because I Love You .
37 Mas o que diabos esta acontecendo?
Notas iniciais
~ Ta legal Thalia se acalma. Respira, inspira, respira, inspira. . .Porra como e que faz isso mesmo?!
Depois que entrou na sala de aula Thalia ficou uns vinte minutos de pé enfrente a porta. Não conseguia se mexer, suas pernas ainda tremiam. E seu coração parecia um retardado no peito, como sempre ficava, quando se tratava de Nico. Ela não conseguia acreditar, Quase obeijou! Foi por um triz. . .Mas o que não entendia era. . .
~ Porque Diabos ia o beijar?! Quer dizer, eu pensei nossa como a boca dele e bonita, e como ele e fofo e legal, olha só! Ele não tem namorada. Quando voltei a mim, já estava a um passo de beijá-lo. Por dois míseros segundos eu me descuidei, e já estava ao ponto de agarrá-lo! Mas o que diabos esta acontecendo comigo?
Alguém pigarreou atrás da menina, fazendo-a se recompor de seu conflito interno. Ela virou o rosto encarando o professor.
– Então Thalia. . .Sabe. Eu ia esperar você se sentar por livre e espontânea vontade, mas já faz uns vinte minutos que esta ai parada, você esta bem?
Ela havia esquecido completamente que estava na escola.
– Sim, e-eu estou bem. . . – Falou com certo receio. – Desculpa pelo atraso, e. . .sabe, por ficar 20 minutos parada na porta.
Os alunos e até mesmo o professor sorriu. – Okay, agora sente-se por favor.
A menina assentiu caminhando até a cadeira vazia mais próxima.
Ela queria, queria muito poder se concentrar na aula. Mas não conseguia. Sua cabeça não estava concentrada na aula. E sim em Nico. Nico, Nico. Era só o que Thalia conseguia pensar. Pensava, no quanto ele era lindo, e fofo, e no quanto se sentia próxima dele. E agora depois do seu “Quase beijo” Tudo só piorou. Aquele maldito sonho voltou a sua cabeça, e também todas aquelas imagens que de repente vinham só em chegar perto, ou tocar em Nico.
~ Legal. . .Agora ficou bonito. Eu estou ficando louca. . .Sim, Completamente louca! Não há outra explicação.
(. . .)
Nico chegou à sala de química como sempre atrasado, mas dessa vez o professor não deixou entrar. O menino resmungou caminhando para fora.
– Legal! Mais uma aula que perdi. . . – Sentou-se em um dos bancos que havia no corredor, torcia para que Dionísio aparecesse novamente, e mandasse ele para sala.
Nico sabia que se ficasse muito tempo sem fazer nada, logo começaria a pensar nela. . .Mas não queria pensar nela. . .Nem em como seus olhos eram lindos, e seus lábios eram chamativos, e em como ela cheirava incrivelmente bem. Todos esses pensamentos o levaram a outros. . .Como hoje mais cedo, quando ela se aproximou perigosamente dele, Nico queria saber o que aconteceria se Dionísio não tivesse aparecido de repente.
Também pensou na festa que haveria de dia dos namorados, o que fez lembrar-se de quando eles namoraram. Fez lembrar-se do primeiro dia em que vieram à escola juntos de mãos dadas, e no jeitinho fofo que ela ficou quando Piper perguntou se eles estavam mesmo namorando. Nico se lembrou do coração de papel que tinha no bolso. Ele colocou sua mão lá pegando o mesmo mais uma vez.
“ Gosta de alguém? Mas não tem coragem de falar pessoalmente? Então diga o que sente nesses papeis, nos o entregaremos a pessoa amada. ”
Nico encarou o papel por alguns minutos, seus pensamentos mais uma vez foram a Thalia. Ele não conseguia evitar, pegou seu lápis na mochila, e apoiou o papel na perna, começando a escrever no mesmo. Então encarou o que acabara de escrever com um sorriso torto nos lábios. Guardou o papel mais uma vez no bolso. E suspirou se aconchegando no banco.
Aquela era a ultima aula de uma sexta feira, ele ficaria o final de semana inteiro sem ver Thalia. Por mais que já houvesse ficado muito tempo sem ver a menina, ainda não havia se acostumado. A idéia o deixava desconfortável. Ainda mais depois de tudo que eles passaram, em apenas um dia! Um dia foi o suficiente para deixá-lo completamente apaixonado por ela mais uma vez. . .
O sinal finalmente bateu. Nico quase dormia no banco, se levantou em um pulo pegando sua mochila e então caminhou para fora enquanto os corredores ainda estavam livres.
(. . .)
~ Isso vai da merda. . . – Foi só o que Annabeth conseguiu pensar.
O jeito que Jason olhava para garota, e o jeito que ela sorria. . .aquilo não estava certo, com certeza ia da merda!
Jason já ia passar na frente dos amigos sem ao menos notar a presença deles, mas um Percy pigarreou chamando sua atenção.
– Ah, Percy, Annabeth. – O loiro sorriu. – Nem havia visto vocês ai.
– Notei. . . – A loira responde com o olhar fixo na menina ao lado de Jason.
Os quatro ficaram se encarando em total silencio até a menina dar uma cotovelada discreta em Jason.
– Ah sim! E claro que cabeça a minha! Reyna essa e Annabeth. – O loiro apontou para ela.
Reyna sorriu. – Oi.
Annabeth acenou com a cabeça, sem ao menos dizer uma palavra.
– E esse é o Percy. – Jason apontou para o amigo. E no mesmo momento Percy ficou completamente vermelho.
– Nós. . . Nós já nos conhecemos. . . – Percy começou a falar.
Annabeth lhe olhou com as sobrancelhas arqueadas. – Se conhecem?
– Sim. . . Nos, bem nós éramos. . .
– Amigos. – A menina o interrompeu. – Éramos amigos na antiga escola. – Ela sorriu docemente. – Bom na verdade ela é antiga pra ele. Para mim ainda é a recente escola.
–Você ainda continua lá em Roma? – Ele pergunta interessado.
– Sim. – A menina sorri então encarou Annabeth, que pela primeira vez na conversa fizera uma cara de confusa. – Bem. . .Sabe a escola não e em Roma de verdade, esse é só o nome.
– Ah. . .
Percy e Reyna sorriram.
– Hazel e Frank ainda estão la?
A morena assentiu com um sorriso.
Percy sorriu de volta.- Mas então o que veio fazer aqui? – Ele pergunta ainda interessados.
– Bom, eu e Jason. Nós somos os lideres do conselho estudantil, sabe ele daqui e eu de lá. . .
Percy arregalou os olhos. – Espera! O Jason e líder de algo?!
Todos sorriram menos Jason, que fechou a cara completamente, fazendo um bico e cruzando os braços. – Cale a boca Percy. . .
Mais uma vez Todos sorriram.
– Nós queríamos juntar às duas escolas sabe. . . – Ela continuou. – Em uma espécie de Acampamento.
Percy franziu a testa. – Acampamento?
– Sim, pretendemos passar cinco dias lá.
– Mas por que um acampamento mesmo? . . .
– Para estudar. . .
O Olhar do menino se tornou malicioso e Reyna sorriu lhe dando um soco no braço. – Pare já com essa cara Perceu!
– Ta desculpe. Desculpe. Mas serio, ficaremos em um acampamento por cinco dias, para “Estudar” Ele fez aspas com os dedos. Mas estudar sobre o que necessariamente?
– Ta legal você me pegou! Vou falar a verdade. . .
O olha de Percy mais uma vez se tornou malicioso e Reyna gargalhou lhe socando novamente. – Já falei para parar com essa cara!
Annabeth encarava Percy e Reyna conversando com certo ciúme, a menina parecia tão confiante e seria tão segura de si mesma. A loira se perguntava se eles foram mesmo somente amigos na antiga escola. Seria muito fácil se Apaixonar por Reyna, Percy e ela poderiam muito bem ter sido mais que isso.
– Ta! Juro que parei. – Ele fala mais uma vez.
A morena assentiu seria cruzando os braços. – A verdade, e que nossas escolas tem brigado muito.
– O que?
– Sim, já marcaram muitas Brigas nas redes sociais, Sabe. Nós sempre tivemos essa rixa com vocês. Mas agora esta passando dos limites.
– É. . – Jason concordou continuando. – Quando essa rixa ficava somente nos esportes era saudável sabe. . . Mas começou a evoluir para violência. Isso e muito serio.
Percy assentiu. – Então esses dias no acampamento. . .
– Serviram para juntar as duas escolas? – Annabeth entrara na conversa. – Para fazê-las ficarem amigas e pararem de brigar?
Jason assentiu.
– Mas isso não é meio arriscado? Sabe colocar duas escolas que se odeiam. . .Em um acampamento. . .por cinco dias. Não acha que vai fugir de seu controle?
Reyna ficou ainda mais seria. E Annabeth finalmente notara o ar de ameaçadora que a garota tinha. Ela assentiu. – Eu acho que é sim arriscado, mas é necessário, se conseguíssemos juntar as duas escolas. E fazer com que elas não brigassem tudo estaria resolvido.
Annabeth franziu a testa pensativa. – Realmente e algo muito arriscado, mas seria eficaz, se der certo.
Percy encarava as duas conversando com uma cara de idiota. Ele não fazia idéia do que elas falavam. Nunca pensou que encontraria alguém tão inteligente quanto Reyna. Mas se brincar, Annabeth era ainda mais inteligente que sua antiga amiga.
– Mas os diretores da escola. . .Eles concordaram com isso? – A loira pergunta.
Reyna trocou o peso de um pé ao outro. – Sim, Nos conversamos com os dois diretores e eles concordaram conosco. Mas falaram que a escola não pode nós dar dinheiro para um passeio, sem ele ter fundos ligados a aprendizagem sabe. . .Então será um passeio para “pesquisarmos sobre a natureza” – Reyna fez aspas com os dedos, com um sorriso de lado nos lábios.
Annabeth sorriu. – Muito inteligente. . .
– E bem, nós dois. – Jason apontou para ele e Reyna. – Iremos monitorar tudo. Então se tudo der certo. Ver se não aprontam muito. . .
O rosto de Percy e o de Annabeth ficaram completamente vermelhos. Reyna os encarou atenciosa por um minuto. Com toda a certeza do mundo os dois namoravam. . .Deve ser por isso que Percy ficou tão sem jeito em falar que já havia ficado com ela no passado.
– Vocês. . .namoram não é? – Ela pergunta direta.
Percy corou ainda mais, então assentiu sem jeito.
– Quem diria em Percy. . . Que encontraria uma garota tão legal e bonita. – A menina sorriu para Annabeth. – Sabe o histórico dele com garotas. . .e horrível. – Murmurou.
Annabeth sorriu descontroladamente, e Percy ficou da cor de um tomate.
– Foi ótimo conhecer você Annabeth. – Ela estendeu à mão.
Annabeth sentiu toda aquela insegurança passar, por mais que Reyna fosse bonita e tudo mais. Ela parecia ser uma garota muito legal.
– O prazer foi todo meu. – A loira sorriu apertando a mão da menina.
– Olha só! Você esta lendo jogos vorazes? Eu adoro esse livro!
Annabeth olhou para sua outra mão, já havia se esquecido que segurava o livro. Ela sorriu para menina.
– Sim eu também estou gostando muito.
– Ela não me da atenção por causa dele. . . – Percy fez um biquinho.
Reyna sorriu. – Esta certa Annabeth, jogos vorazes e melhor que qualquer namorado.
Percy a encarou incrédulo. – Duas não!
As meninas sorriram.
– Bom, então já vamos indo. . .Temos muitas coisas para fazer. – Ela encarou Percy de repente, apertando e puxando suas bochechas. – Nem pense em fazer aquela cara!
Percy sorriu. – Okay. . .
Reyna se despediu mais uma vez dos dois e caminhou até o lado de fora da escola com Jason.
– Droga, droga, droga. . . – Annabeth murmurava, enquanto caminhava para fora também.
Já estavam no estacionamento quando Percy a encarou. – O que foi Annabeth?
– A Reyna. . .Ela é legal! Isso e horrível.
Percy franziu a testa. – Ela é legal. . .e isso e horrível?
– Quando se estar com o menino que minha melhor amiga gosta sim!
O menino sorriu. – Annabeth, Thalia e Jason são irmãos, ela não gosta dele dessa forma. . .
Annabeth revirou os olhos. – Estou falando de Piper. Percy!
– O que?! – Os olhos do menino se arregalaram. – Piper gosta de Jason?!
A loira o encarou incrédula. – Percy eles ficaram na festa. . .
– Eles ficaram?!
– Eles ficaram no hospital, bem na sua frente. . .
– Mas eu achei que aquilo foi pelo calor do momento. . .Nunca pensei. – Ele parecia traumatizado. – Que Piper gostasse do Jason. . .Por que sempre sou o ultimo, a saber?!
A loira sorriu. – Pare de ser idiota, e vamos embora.
Percy assentiu ainda incrédulo e então caminharam até onde os carros estavam estacionados. Despedir-se, caminhando cada um indo ao seu devido carro.
(. . .)
O sinal finalmente bateu, e Thalia agradeceu aos deuses mentalmente. Levantou-se em um pulo da cadeira e já ia caminhando para fora da sala.
– Thalia. . . – O professor cantarolou, e a menina praguejou.
~ Por pouco. . .
Ela virou as costas encarando o homem. – Sim?
– Sente-se aqui, por favor, tenho que conversar com você um pouco. – Ele apontou para a cadeira em frente a sua mesa.
Thalia caminhou até lá se sentando. A sala já estava completamente vazia.
– E então. . . – Ela pergunta encarando o homem.
– Olha. Eu entendo que você tenha passado por uma faze difícil, com o acidente e tudo mais. . .Mas isso não e motivo para chegar atrasada em todas as aulas.
– Eu desmaiei. . .
– O que?
– Eu desmaiei hoje cedo por isso me atrasei. – Bom o que ela falava não era de fato uma total mentira.
O homem pareceu assustado. – Bom. . .E você esta bem agora?
– Na verdade não. – Mentiu. – Quero vomitar agora mesmo, será que posso ir embora?
Os olhos do professor se arregalaram. – Claro!
– Obrigada. – A menina sorriu de lado e se levantou saindo como um jato da sala.
Ela não suportava ficar mais um segundo naquela escola, tudo nela fazia a menina se lembrar de Nico, o ginásio, os corredores, até mesmo os armários de zelador do lugar te davam uma nostalgia horrível. Tudo era tão estranho, já que Thalia nem havia entrado em um. Aquilo a irritava, aquela sensação de estar faltando algo.
Sabe o que você sente, quando abre a geladeira e não lembra o que ia pegar? Era exatamente isso que ela sentia 24 horas por dia. Sentia que não se lembrava de algo, algo que era muito importante. E chegar perto de Nico como chegou hoje. Só piorou tudo, sua cabeça parecia tão pesada quanto uma bigorna. Imagens e mais imagens dela e Nico cortavam sua cabeça, a menina soava frio.
Um medo tremendo de desmaiar no meio da escola, que por sua vez estava completamente vazia. Tomou seu coração. Ela tentou sair de lá o mais rápido que pode. Mas a dor na sua cabeça lhe dava a impressão de que as paredes se fechavam.
Thalia já sentia o ar faltar a seus pulmões. E então finalmente chegou a grande porta, empurrou a mesma com certa brutalidade chegando ao estacionamento. Sentiu o ar invadir seu peito. O vento contra seu rosto lhe deu certo conforto. A menina se sentou na escada que havia em frente à escola. E afundou o rosto na palma das mãos, ela sentia tudo girar.
Mais uma vez Nico veio a sua cabeça. Mas dessa vez ela pode ouvir a Voz do menino falando dentro dela.
“ – Eu prometo nunca te machucar.”
Os olhos da menina se apertaram e ela gemeu de dor. – Mas o que diabos estar acontecendo?!
– Thalia?! – Leo pós a mão sobre seus ombros. – O que esta acontecendo? Você ta tremendo.
Ela olhou para o menino, seus olhos ardiam, as mãos ainda estavam sobre a cabeça.
– E-eu não sei . . .
Leo se sentou ao seu lado e a agarrou a trazendo para seus braços. Thalia apoiou sua cabeça no ombro do menino, E só agora notara que Calypso estava ali. Com um monte de caixas nas mãos.
Sua cabeça mais uma vez doeu, e ela teve a impressão de ouvir a voz de Calypso falar dentro da sua cabeça.
“- Thalia?”
A menina tampou os ouvidos mais uma vez gemeu de dor.
– Mas o que esta acontecendo comigo?!

Leo passou as mãos pelos cabelos da menina. – Thalia. . .você esta me deixando preocupado. . .
Calypso encarou os dois por uns segundos, mas logo desceu seus olhos ao chão pegando os enfeites que Leo derrubara quando soltou a caixa para abraçar Thalia. Ela os arrumou, colocando dentro da caixa mais uma vez.
– Se precisar de mim estou lá dentro Leo. – Ela virou as costas mais uma vez entrando pela porta da escola.
A voz de Calypso lhe causava calafrios, algo nela fazia Thalia querer vomitar. Ela afastou seu rosto do de Leo por um segundo.
O menino a encarou, seu rosto estava um pouco vermelho.
– Leo, será que pode me levar a um lugar? Não consigo dirigir dessa forma.
O menino assentiu. – Claro pro hospital não é?
Ela negou com a cabeça. – Vamos. Eu digo o caminho.
A menina se levantou de vez, Sentia que a cada segundo que passava se aproximava mais da insanidade. Leo a guiou até Festus. E abriu a porta para que a mesma entrasse. Thalia entrou em um pulo e se sentou mais uma vez afundando o rosto na palma das mãos.
– Thalia você tem certeza que não quer ir ao hospital?
A menina negou. – Não. . .Só siga até o fim da avenida. Eu te explico depois.
Leo assentiu. E fez o que a menina pediu. Logo quando chegou ao fim da avenida ela te deu mais informações, ele seguia dirigindo pelas ruas que Thalia mandava.
– Pare aqui! – Ela gritou e o menino parou de vez. Thalia saltou do carro e caminhou para dentro de um dos prédios do lugar.
Leo ficou completamente perdido, olhou para cima, no prédio onde Thalia entrara, estava escrito bem grande e em vermelho “Psicólogo 24 horas por dia.” Leo franziu a testa.
– Mas. . o que?
(. . .)
Thalia entrou empurrando todas as portas que havia no lugar, até finalmente achar o balcão de atendimento. Ela se escorou no mesmo, encarando a mulher. Que lhe encarou de volta com certo medo. A testa da menina soava e ela tinha um olhar de psicopata.
– Posso ajudar?. . .
– Sim, pode. . .Eu, eu acho que estou ficando louca. . .
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