Because I Love You .

38 Eu acho que me apaixonei mais uma vez.


Notas iniciais
Helo meu povo o// Gente queria falar algo a vocês, algo que esta realmente me deixando triste. Bem eu adoro seus comentários serio, amo de paixão, me divirto muito lendo eles. . .Mas recentemente muitos tem comentado coisas como "Ah quando eles vão voltar??!" "quando a Thalia vai se lembrar de tudo logo?!" Gente isso meio que me magoa serio, por que e como se vocês estivessem odiando a historia, e so lessem ela para ver Thalico juntos no fim. . . Olha na minha opinião uma historia tem que ser interessante em tudo. No começo meio e fim. e se vocês estão achando a fic chata, ou entediante. . .me falem okay? eu realmente me esforço para que os capítulos fiquem bons. Mas parecem que estão somente "aturando" a fic. . .Ta era so isso mesmo, deixei ai meu desabafo com vocês, me desculpem pela melação e tal. . . so queria falar isso e.e Agora voltando o/ Bom essa capitulo a seguir :v vai contar um pouco da historia da Thalia, um pouco do que vocês sabem vagamente. e explicar melhor algumas coisas.

“ – Sim pode. . .Eu, eu acho que estou ficando louca. . .”

A mulher a encarou assustada. – Como?

– Eu não sei direito, mas fico ouvindo vozes e. . .Imagens passam por minha cabeça a todo o momento. Tenho sonhos também, sonhos tão reais que chegam a assustar.

A atendente encaminhou uma de suas mãos para a parte de baixo do balcão, Como se fosse pegar algo para o caso de Thalia ser realmente louca. – Olha, eu realmente não posso ajudar, só cuido da recepção daqui.

Thalia parou alguns minutos para pensar, tudo se tornava meio difícil já que sua cabeça não parava de doer.

– Bom. . .Então marque uma consulta pra min.

– Não temos horários vagos.

– O que? Mas esse lugar esta vazio.

– Não seja indelicada. . .

Thalia olhou pra baixo, tentando conter a dor na cabeça. – Me desculpa por ser indelicada, e só que. . .Eu preciso de ajuda okay? Não sou forte o suficiente para suportar isso.

– Como já disse, não temos horários vagos. . .

Por um momento Thalia quis muito socar o nariz daquela loira nojenta, mas se conteve.

– Acho que não esta entendendo a gravidade da situação. . .

– Acho que você não esta entendendo que não temos horários. . .

A menina respirou fundo e apertou o balcão com força para se conter.

– E então? Posso ajudar em mais alguma coisa? – A atendente lhe lançou o sorriso mais sínico de todos os tempos. E Thalia quis mais uma vez socar aquele narizinho empinado.

Thalia lhe lançou um olhar ameaçador, então se inclinou sobre o balcão encarando a atendente nos olhos, A mulher recuou um pouco assustada.

– Você. . . – Thalia fala com seu olhar ameaçador. – E uma péssima atendente. . . – Então se afasta dela.

A mulher a encarava com total cara de espanto. Thalia deu um sorrisinho de lado, e se virou para caminhar.

Ela tentou dar os passos mais rápidos que pode, mas sua cabeça estava pesada, ela mal prestava atenção no caminho. Até que se chocou contra alguém, mas o homem continuou imóvel, e foi Thalia quem cambaleou para traz. Ela ia cai de bunda no chão, se ele não a houvesse lhe puxado para cima de encontro a seu corpo.

Thalia finalmente subiu seus olhos encarando o rosto dele. E sentiu o seu esquentar. Ele sorriu de lado, o sorriso mais lindo que Thalia já vira, tão intenso que lembrava até mesmo o sol.

E ele em si era realmente um dos homens mais bonitos que Thalia já vira. Sua pele era bronzeada, seus olhos eram lindos e incrivelmente azuis, um tom tão claro que lembrava a cor do céu do interior, ele tinha cabelos loiros que pareciam fios de bronze e uma barba mal feita. Aparentava ter uns 20 anos no máximo.

– O-Obrigada. – Consegue finalmente falar.

O homem sorriu mais uma vez. – Não tem de que.

Eles ficaram se encarando por um bom tempo, até Thalia finalmente se tocar de que estava abraçada a ele. Se afastou em um pulo. – M-Me desculpa.

– Tudo bem. – Ele continuou com o sorriso no rosto.

E mais uma vez ficaram se encarando por um bom tempo.

– Bom, eu já estava de saída. . . – Thalia finalmente fala.

O homem a encarou meio confuso. – Mas. . .Não vai passar por uma consulta?

A menina suspirou cansada. – Não. Parece que eles não têm “horários vagos” para hoje. – Falou imitando a voz da atendente nojenta.

O homem mais uma vez sorriu. – Idêntico. . .

Thalia ficou mais uma vez hipnotizada naquele lindo sorriso. Lembrava um dia ensolarado de verão.

– Mas sabe, eu posso abrir um espaçinho para a garota com os olhos mais lindos que já vi.

Por um momento Thalia o encarou com a testa franzida. Mas quando finalmente notou que ele se referia a ela. Sentiu seu rosto esquentar, sorriu envergonhada. Mas logo uma duvida surgiu em sua cabeça, ela lhe olhou confusa. – Mas como você vai fazer i. . . – Então finalmente notou. O homem vestia um blazer cor creme, estava com uma calça social em um tom um pouco mais claro, e estava com uma prancheta em mãos. – Você, e o . . .

O homem a encarou pensativo, como se estivesse lendo seus pensamentos. – O. . .

– O dr daqui?

Ele sorriu. – Na mosca.

– Mas. . .você e tão novo. .

Ele soltou uma risadinha doce, e caminhou pelo corredor. – Vamos, me siga senhora velha.

A menina fez um bico. – Eu não sou velha, só estou dizendo que você e jovem de mais para ter seu próprio consultório. – Então o seguiu pelo corredor. Ao passar pela recepcionista Thalia mostrou a língua, assim como uma pessoa madura deve fazer. Então entrou na sala no fim do corredor, onde o homem entrara.

Ela ficou encantada, a sala, tudo nela era tão. . .Relaxante e aconchegante. A primeira coisa que Thalia notou fora às janelas. Aquelas janelas grandes que lhe dava uma visão privilegiada do céu alaranjado de um fim de tarde. Notara também no diploma do Dr. Que estava pendurado em uma moldura na parede. Thalia não estava próxima o suficiente para ver o nome dele no papel, mas pode ver “Harvard”.

– Serio isso? Formado em Harvard. Com essa idade? – Thalia o encarou incrédula.

O homem se sentou em uma das poltronas na sala e sorriu. – Poxa, você e realmente muito observadora não é?

Thalia deu de ombros e continuou a olhar a sala. Suas paredes cor creme, e aquele carpete branquinho e felpudo no chão. De certa forma, as coisas lembravam sua casa, ela se sentia em casa ali.

– Então, será que não quer se deitar um pouco?

A menina o encarou. – Sabe, alguns ao menos, me oferecem uma bebida antes.

O homem gargalhou. – Até que não seria má idéia. Mas acho que isso seria crime, então. . .por hora só se deite no divã.

Ela atendeu e caminhou até o divã, se deitou nele com certo receio, aquilo parecia ser muito desconfortável. Mas ela estava profundamente enganada, era tão macio e aconchegante, que quase caiu no sono.

– E então, confortável? – Ele sorriu olhando para menina, e Thalia murmurou coisas sem nexo mexendo a cabeça, parecendo um gatinho ronronando.

Ele sorriu mais uma vez. – Okay, então vamos começar. Para nos conhecemos melhor vamos falar um pouco de nós. Leve isso como. . .Uma espécie de encontro.

– Se quisesse, poderia ter um de verdade comigo. – Falou.

O Homem mais uma vez sorriu, e encarou a prancheta em mãos. Escreveu algumas coisas e voltou o olhar a Thalia.

– Mas, nem começamos e já esta escrevendo meus podres? Que espécie de encontro e esse? – Ela emburrou a cara em um bico.

E ele novamente sorriu. – Certo, então se não quer começar, eu começo. . . – Ele se arrumou na cadeira. – Meu nome, e Apolo. E eu tenho. . .vejamos, quantos anos me daria?

– Vinte.

Ele sorriu. – Ótimo, então eu tenho vinte anos. . .

– A qual é não podemos começar um relacionamento baseados em mentiras, me diga sua verdadeira idade, senhor Harvard.

Ele levantou as mãos em rendição. – Nossa, que temperamento não?. . .certo, certo. Eu tenho vinte e dois. Você quase acertou.

Thalia sorriu vitoriosa.

– Então, eu me formei muito cedo, o que explica a sua primeira pergunta. Sim eu realmente era uma espécie de garoto prodígio na escola.

Thalia abriu a boca para falar mas Apolo a interrompeu.

– Sim um grande Nerd. Antes que você pergunte.

A menina sorriu e continuou a prestar atenção.

– Aquilo não me ajudava com as garotas sabe, nem com ninguém, nunca fui um cara de muitos amigos. Mas tudo mudou no primeiro ano. Digamos assim que aquelas férias me fizeram bem. . . Eu voltei diferente a escola. Meus óculos foram trocados por lentes de contato, e meu aparelho agora não era mais necessário.

– Nossa, mas que historia de vida não. – Ela sorriu.

– Eu comecei a sair da linha sabe, teve uma parte da minha vida que foi barra pesada, me envolvia com álcool e até mesmo algumas drogas. Parei de me esforçar na escola, já que aquilo era ruim para minha reputação. – Ele parou um tempo para pensar. – Mas tudo isso mudou com a morte da minha mãe. Como éramos sempre “nos dois contra o mundo”, Sabe, não havia outra pessoa da família para ficar comigo, eu fui para um internato. E lá minha reputação se acabou. Ninguém queria se aproximar do órfão problemático. Eles olhavam e murmuravam coisas. Mas ninguém parecia interessado em perguntar como eu me sentia. Sabe tinha acabado de perder a pessoa que mais amava no mundo inteiro, talvez a única pessoa que amava. E eles se importavam mais com o fato de como meu cabelo parecia com o do Elvis.

Thalia deixou um sorrisinho escapar. – Era realmente como o do Elvis?

– Ah você também? – Ele pergunta incrédulo. – E era sim, igualzinho ao dele, só que loiro. – Murmurou vitorioso.

Thalia sorriu. – Então continue. . .

– Bom, a historia tem altos e baixos, mas no fim tem um final feliz. – O homem sorriu. – Ah! É gosto muito do sol. – acrescentou. – O que e irônico já que meu nome foi dado em homenagem ao Deus Olimpiano do sol.

Thalia se remexeu inquieta. – Mas uma vez a maldição ataca. . .

O doutor a encarou com a testa franzida.

– Sabe, todos a minha volta, com exceção de algumas poucas pessoas. Sempre tem nomes gregos. E a maldição de Thalia Grace.

Apolo sorriu. – Não acredito. . .

– Serio, veja só. – A menina encarou o teto. – Meu amigo se chama “Perceu” as mães de minhas melhores amigas, Annabeth e Piper, se chamam “Atena” é “Afrodite”. – A menina sorria. – Meu pai se chama Zeus. E até mesmo minha Madras. . . – A voz de Thalia se tornou azeda e seu sorriso sumiu. – Minha madrasta se chama Hera. . .

Apolo notara como a personalidade da menina mudara ao falar da madrasta. – Hm. . .Que assustador. – Ele sorriu fazendo mais anotações em sua prancheta. – Se fosse você correria por aquela porta e fugiria do deus do sol aqui.

Thalia sorriu o encarando. – Poderia até fazer isso. . .Eu costumo fugir muito às vezes. – A voz de Thalia mais uma vez ficou seria, e seu olhar parecia distante. – Mas não posso. Não posso porque estou enlouquecendo. Fugir não tem me ajudado em nada ultimamente.

– Enlouquecendo? . . .

A menina ficou alguns minutos em silêncio. – Ta legal,você contou um pouco de você, então vou contar um pouco de min. esta pronto para anotar os podres? – Ambos sorriram.

Então Thalia pigarreou começando. – Bom Eu sou Thalia Grace. Tenho 16 anos, no momento estou no segundo ano do ensino médio. Meu pai e um dos homens mais influentes e ricos de NY. Minha mãe? Ela era alcoólatra, e normalmente tinha uma personalidade assustadora, morreu quando eu tinha apenas sete anos, foi em um acidente de carro, Saiu depois de virar três garrafas de vodka e bateu poucas horas depois em um poste a 150 quilômetros por hora, com o conversível do meu pai. Talvez isso explique meu provável trauma de carros. – Ela deu uma pausa e apontou ao doutor. – Anote isso ai Sr.Harvard. – Então voltou a falar. – Pouco tempo depois meu pai casou-se com Hera. Pouco tempo mesmo, muito pouco tempo. Casou-se com a mulher que literalmente acabou com a minha vida.

Apolo anotava tudo o que Thalia falava atentamente, nunca havia encontrado alguém assim. . .Tão sincero.

Por que Hera destruiu sua vida? Você deve estar pensando. – A menina o encarou por alguns segundos mais logo voltou seu olhar ao teto da sala. – Ela, fez questão de roubar tudo de min.. .Ela roubou meu pai, meu irmão, roubou minha família. Fez questão de colocar todos contra mim. – Parou um pouco de falar, como se a memória fosse perturbadora de mais. – Sabe ela, ela era terrível. . .Falava coisas, que uma criança nunca deveria ouvir. Como “ A culpa da morte de sua mãe foi sua!” – Thalia mais uma vez deu uma pausa. – “Como pode dormir a noite, sabendo que tirou uma vida?” – Ela respirou fundo. – Durante grande parte do tempo, eu simplesmente ignorava, mas com o passar dos anos, o que ela falava começou a fazer sentido Sabe, eu. . .Eu matei a minha própria mãe.

O homem ia falar algo, mas Thalia fez um sinal para que parasse.

– Eu a matei, não diretamente mais a matei. . .E talvez seja por isso que esteja louca. Você deve estar pensando mais uma vez. . .Mas não, não e por isso. Vamos continuar. – Ela pigarreou. – Bem, deis de então eu era. . .como se diz? “Uma garota má?” um espécie de mal exemplo. Todos na minha escola me temiam sabe, todos temiam a garota que matou a própria mãe, a garota que usava roupas pretas e coturnos, a garota que só queria. . .se pudesse ter um amigo. – Completou. – E digamos assim que esse desejo foi atendido. Poucos dias depois da morte de minha mãe, a minha vida estava escura, escura e assustadora. Mas eis que surge a luz no fim do túnel. Minha melhor amiga em toda a vida, se mudou para NY novamente. – Um sorriso fugiu dos lábios de Thalia. – Sabe ela me colocou na linha, se não fosse por Annabeth, acho que enlouqueceria naquela época. Mas ela me ajudou a superar, eu tentei parar de ser tão assustadora. Não mudei completamente meu estilo de roupa, só combinei de uma forma. . .mais interessante?

Apolo a encarou com um sorriso de lado.

– Sim, as minhas roupas ficaram meio curtas nessa época da vida. Não me julgue! – Thalia lhe mostrou a língua. –Qual é? Deu certo! Fiz amigos na escola, todos não me temiam mais, ao contrario eles dariam a vida para ficar ao meu lado. Mas eu sempre fui muito fria e vingativa, me recusava a me aproximar de pessoas que consumavam pisar em min.

Apolo já havia notado há um tempo isso em Thalia, sua personalidade era assustadoramente forte.

– Entre taaantos amigos falsos eu. . . Eu encontrei um de verdade.

Apolo sentiu a voz de Thalia mais leve, pensou que finalmente havia chegado ao “final feliz” dela.

Luke. – A menina sorriu e continuou. – Cabelos loiros e intensos olhos azuis. Ele era um doce quando nos conhecemos. Me ajudava sempre que podia, me dava força quando aconteciam problemas em casa, o que ocorria com muita freqüência. . .Logo Annabeth ele e eu, nos tornamos melhores amigos. Éramos “o trio de ouro” Ninguém nem nada poderia nos abalar.

O dr. Sorriu escrevendo em sua prancheta, parece que estava certo,a vida de Thalia foi muito problemática. Mas acho que chegara ao final feliz.

– Com o passar dos anos, íamos ficando cada vez mais próximo, e conforme o tempo passava, meu coração começou a ficar inquieto perto de Luke. Sabe quando o via, sentia borboletas no estomago, e sentia o meu dia se iluminar. Eu notei pouco tempo depois que havia me apaixonado por ele.

Apolo sorriu. – Isso e bom não é?

Thalia sorriu amarga. – Digamos que eu me apaixonei por ele. Mas não era algo recíproco. Luke mostrava um interesse por Annabeth. Ela parecia não notar, mas eu notava, e aquilo fazia meu coração doer. . .

Apolo contraiu os lábios encarando Thalia, parece que estava errado sobre o final feliz.

– Bem, então tudo mudou aquela noite. Foi minha primeira festa de verdade, com bebida e tudo mais.

– Bebida? Quantos anos tinha?

– Tinha quanto 13? 14 anos? Não lembro ao certo. Mas tinha certeza que ainda não era a idade certa para beber.

Apolo a encarou reprovador.

– Isso foi há muito tempo atrás senhor Harvard, e você já fez coisas bem piores, agora me deixe continuar.

Ele suspirou derrotado e Thalia continuou.

– A festa estava legal, só havia vomitado duas vezes deis de o começo. – A menina sorriu como se a memória fosse engraçada. – Annabeth era um pouco mais fraca que eu, ela nunca gostou de beber, tomou somente um gole de vodka, e cuspiu na cara de Luke.

– Essa. . . E uma boa garota.

Thalia revirou os olhos.

– Bom, como estava dizendo. . .Estávamos na festa, era legal, tudo parecia novo e mágico, mas não era assim tão legal. Não quando Annabeth ficou com um menino lá. . .

O doutor se inclinou para frente surpreso. – Luke?

Thalia o encarou incrédula. – Ponha-se no seu lugar Dr.Harvard deixe-me terminar.

Apolo corou. – Desculpe. . . – Direcionou sua atenção a prancheta.

– Não, não era Luke. – Ela sorri para ele. – Era um menino por quem Annabeth tinha uma queda a um bom tempo.

– Qual o problema dela beijar outro garoto? – Ele a interrompeu mais uma vez. Sentia toda sua experiência em trabalho fugir, era como se Thalia fosse sua amiga, e não sua paciente.

– O problema e que eu nunca havia beijado ninguém. . .E estranho sabe, ver sua melhor amiga enfiando a língua na boca de um garoto e ficar lá de vela, sem saber nem como e um beijo.

O homem assentiu.

– Bom a festa seguiu, e bem no final resolveram fazer um jogo.

– Verdade ou desafio?

A menina assentiu.

– Um clássico. – Falaram ao mesmo tempo sorrindo.

– O jogo estava legal, até a garrafa parar em mim pela primeira vez.

– O que você escolheu?

– Desafio e claro.

O homem sorriu. – Imaginei. . .

– O desafio foi meio. . .ou melhor. Foi muito constrangedor. Estava rolando uns boatos na escola sobre eu e Luke namorarmos sabe, já que ficávamos muito tempo juntos. Mas Luke tratou de desmentir tudo, ainda assim os boatos não pararam. O menino desafiou que eu e Luke ficássemos presos em um armário a sós por cinco minutos.

O homem arregalou os olhos. – Que infância mais ousada. . .

Thalia sorriu. – Mesmo não querendo estava perdidamente apaixonada por Luke, então sem nem pensar das vezes aceitei. Nós caminhamos até o armário, e em menos de um minuto ele se aproximou perigosamente de min.

Apolo se mexeu inquieto em sua cadeira.

– “Posso te beijar?” – A menina sorriu. – Foi exatamente isso que ele perguntou, direto e na lata. E é claro que eu permiti. Aquele foi meu primeiro beijo. E ao contrario do que as pessoas falam, não. Não foi uma experiência ruim. Foi mágico, afinal, estava beijando o garoto que gostava há tanto tempo.

Apolo deixou um sorrisinho escapar.

– No final do beijo, ele se declarou para mim. E aquele devia ser o momento em que meu coração bateu mais rápido em toda a vida. Ele olhou nos meus olhos. . .e disse que gostava de min. Pelos deuses! Sabe quanto eu esperei por aquilo? – Thalia fez uma pausa para respirar. – Bem, então eu contei dos meus sentimentos a ele. Falei que era recíproco, e que também gostava dele. . .nosso tempo acabou e voltamos para a roda, o jogo seguiu normalmente, mas a garrafa nunca parava em Annabeth. Ela se levantou da roda frustrada, e caminhou para fora da sala. – Thalia engoliu o seco. – Luke a seguiu. . .

Apolo prestou atenção em Thalia, aquela com toda a certeza seria uma má memória.

– Eu fiquei preocupada, e assumo estava me mordendo de ciúmes. Segui Luke, mas ele não estava em lugar nem um da festa. Ai e-eu escutei um grito vindo do jardim. . .Então corri até lá. E o que eu vi. Fez meu coração se partir em dois. – Thalia parou um pouco para respirar, seu olhar ficou distante. – Luke, ele. . .estava beijando Annabeth, a força.

Apolo apertou a caneta em mãos. – Estava realmente angustiado com tudo o que Thalia lhe falava.

– Eu, eu senti tudo voltar. . .sabe tudo de ruim, que ele me ajudou a superar no passado, voltou naquele momento como uma bala de canhão em meu coração. Então ajudei Annabeth, e soquei a cara de Luke. Jurei nunca mais me apaixonar por ninguém. Não queria experimentar aquilo mais uma vez. . .

Ficou um silêncio por alguns minutos. – Entendo. . .

– Espere ainda tem mais. . .

– Mais?

Thalia assentiu. – Bem, eu seguia cumprindo minha promessa. Como uma boa garota, não me apegava a ninguém, não me apaixonava por ninguém, e tudo estava dando perfeitamente certo. Olha eu passei por muitas coisas no passado, muitos momentos realmente difíceis, que chegaram a ponto de me nocautear.

O homem permaneceu calado só encarando ela.

– Eu, me recuso a enlouquecer por ele. – Thalia falava. – Meu mais novo problema agora tem outro nome, Nicolas Di Ângelo. . . Eu acho que me apaixonei mais uma vez.

Notas finais
E então. . . o que acharam do Apolo? cof cof cof gostoso cof cof cof E Também o que acharam da vida da Thalia? meio conturbada não? quer dizer, vocês já tinham uma ideia de como era, mas espero que tenha ampliado ai a ideia de vocês.E mostrado que ela já passou por muiitos problemas. Bom e isso. . .Não se esqueçam de comentar, a tia necessita de seus comentários :v Até o próximo capitulo, e nos vemos quando de o/