Because I Love You .
36 Mas e só você voltar que a baderna começa não e Thaina!
Notas iniciais
Leiam as notas iniciais ! eu ordeno!!
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“A morena sorriu de lado. – Que ótimo. . . – Murmurou ficando nas pontas dos pés é se aproximando do menino. – Então isso não será traição. . .”
Nico não sabia exatamente o que acontecia ali, mas ele via Thalia se aproximando cada vez mais. Seus rostos já estavam a um dedo de distancia. Quando alguém gritou no fim do corredor:
– Mas e só você voltar que a baderna começa não e Thaina!
Thalia se afastou em um pulo por conta do susto. Nico nunca ficara tão feliz em ver Dionísio. Quer dizer ele não entendia muito bem o que acontecia ali, mas com Thalia assim tão próxima dele, com certeza não seria boa coisa.
– É Thalia! – Fala tentando normalizar a respiração. – E pelos Deuses! Que susto Sr.D!
– Escola não e lugar para se agarrar. Gastem seus hormônios juvenis em outro lugar!
O rosto da menina ficou completamente vermelho.
– N-não estávamos fazendo nada. . . – Ela virou o rosto com um bico nos lábios. – Ainda. . . – Murmurou para si mesma.
– Sei, sei. . . Agora vão logo para sala! Seus delinqüentes, e agradeçam por eu não convocar os pais dos dois aqui.
– Ele não viria. – Thalia e Nico falam ao mesmo tempo, Então se encaram com as sobrancelhas arqueadas.
– Olha só que fofo, falaram ao mesmo tempo. – Dionísio sorri.
Foi à vez de Nico corar.
– Agora já para a sala. Andem! Estão perdendo aula.
Os dois andaram até o fim do corredor em total silencio.
– Então. . . – Thalia finalmente fala algo. – Sua aula agora é?
– Química. . .
– Hm. . . A minha e matemática. . .Então nos separamos aqui. – Ela sorriu caminhando para o outro corredor. Então acenou pro menino já em frente à porta.
Nico acenou de volta, e a garota entrou na sala. Ele ficou alguns segundos parados encarando a porta. Pensando no que acontecera poucos minutos atrás.
~ Ela, estava indo me beijar? – Pensava. – Não. . .Thalia não sente nada por min. Ela não lembra de nada. Pare de ser idiota Nico. . . – Então se virou voltando a andar.
Quando estava indo para sala de química, Nico passou em frente à diretoria, bem a tempo de alguém se chocar contra ele.
– Desculpa! – A loira se abaixou pegando os papeis que deixou cair.
– Calypso? – Nico se abaixou para ajudar com os papeis. – O que faz na diretoria?
– Vim fazer uma proposta ao diretor. . .
– Mas o Sr.D não esta ai.
– Sim, eu falei com Quíron e ele aprovou. — A menina sorri se levantando.
Nico se levanta também. E lê um dos papeis que a loira deixara cair, para ser mais exato era um folheto.
– Baile de dia dos namorados?
A loira assente sorrindo. – Sim. Sabe, eu conversei com as meninas, e elas me falaram que nunca havia tido nem um baile aqui. Então eu reunir algumas assinaturas dos alunos, e vim falar com ele.
– Hm. . . – Nico lhe devolve o folheto. – E quando vai ser esse tal baile?
– No dia dos namorados é claro. Daqui duas semanas! – Ela fala espantada como se acabasse de se lembrar da urgência. – Tenho que correr!
Nico sorriu.
– Leo! Vamos traga logo os corações!
Nico sentiu toda a vontade de sorrir fugir, assim que viu o garoto saindo da sala. O mais irônico e que ele estava com um monte de corações de papel nos braços.
– Já estou indo! – Ele gritou fechando a porta. Assim que olhou para Nico seu sorriso também sumiu.
Calypso encarou os dois, parecia que saia um lazer do olho de um para o do outro.
– Então. . .Leo. Temos que ir. – Ela puxou o menino pelo braço. – Tchau Nico. . . – Então sumiram no corredor.
Nico se abaixou pegando um dos corações que havia caído da mão do Valdez.
“ Gosta de alguém? Mas não tem coragem de falar pessoalmente, então diga o que sente nesses papeis, nos o entregaremos a pessoa amada. ” – O menino sorriu então guardou o papel no bolso, e finalmente caminhou até a sala de aula.
(. . .)
Percy seguia Annabeth pelos corredores ainda em total silêncio. A menina estava toda estranha deis de alguns dias atrás. Ele temia que se falasse algo a loira acabasse com ele ali mesmo. Mas resolvei arriscar.
– Annabeth. .
– Hum? – responde sem se quer tira os olhos do livro.
– Você, esta bem? . . .Sabe esses últimos dias, você tem estado bem focada em seus livros.
A menina demorou um pouco mais a responder dessa vez.
– Sim, estou bem Percy. – Responde com os olhos ainda focados as paginas.
Percy suspira derrotado.
– Hm, okay então, esse livro deve ser realmente muito interessante. – Ele olhou para frente e continuou acompanhando a loira com passos pesados, e uma cara emburrada.
Annabeth lhe olhou por um segundo.
– Porque esta com essa cara?
– Porque e a única que tenho. . . – Ele continuou com a careta. E a loira sorriu.
– Sabe Percy às vezes você parece uma criancinha.
O menino deu de ombros, e continuou com seus passos pesados. Annabeth segurou sua mão. E ele parou de andar no mesmo minuto.
– Mas sei que não estou lhe dando muita atenção ultimamente, e me perdoe por isso, e só que. . . Eu não consigo parar de ler esse livro! Sabe ele e realmente empolgante e. . .
Percy sorriu, e a loira mais uma vez entendera por que tantas garotas queriam ficar com ele. Percy era incrivelmente lindo, e quando sorria então. . .aquele sorriso perfeitamente branco e cativante.
– Do que esta rindo?
– Esse seu jeitinho. . . De falar, e tão fofo. . .
A loira sentiu seu rosto esquentar. E mais uma vez afundou a cara no livro, tentando ignorar aquele calor em suas bochechas.
Percy sorriu mais uma vez, e pegou o livro de suas mãos. No mesmo momento que a loira olhou para o lado tentando pegar seu livro. Percy aproximou o rosto do seu, Annabeth arregalou os olhos surpresa. Ele encostou seus lábios aos dela delicadamente, então se afastou lhe devolvendo o livro, e sorrindo. – Pronto, agora pode ler. – Virou-se para frente e voltou a andar.
Annabeth continuava no mesmo lugar, parada, com uma cara de idiota, sentia seu coração acelerado, e seu rosto ainda mais quente.
– E então loira? – O menino a chamou lá na frente. – Você vem ou não pra aula?
Ela tentou normalizar sua respiração, e então assentiu. – Sim. . .Eu já vou.
Percy sorriu e lhe estendeu a mão. A menina caminhou até ele com seu rosto ainda completamente vermelho, e então segurou sua mão.
(. . .)
Quando entraram na sala, Annabeth tentou ignorar tudo o que sentia cada vez que olhava para Percy. As caras de confuso que ele fazia encarando o a lousa eram unicamente fofas. Ela não podia conter o sorriso às vezes. Annabeth não entendia por que ainda se sentia assim, já que eles namoravam a mais de quatro meses. Já era pra essa vergonha e essa dependência toda ter passado certo? Errado!
As coisas só pioravam. Quanto mais ela ficava perto dele, mais sentia necessidade de sua presença. E Annabeth simplesmente odiada isso. Odiava se sentir dependente de alguém, mas Percy lhe causava isso com muita freqüência.
– Annabeth? Ei Annabeth!
A loira deu um pulo da cadeira parando de olhar para Percy e olhando para o professor.
– Preste mais atenção na aula, por favor. . .
– Mas eu, estava prestando atenção. . .
– Ah! Estava? Então não terá problema algum em resolver a questão na lousa terá?
A loira olhou para a lousa por alguns segundos, e suspirou entediada.
– Quatro. . .
O professor arregalou os olhos. – O que? Claro que não e quatro. . .
– Sim e quatro. . .
Ele olhou para a lousa, e começou a fazer uns cálculos em seu caderno. Olhou para Annabeth com cara de desgosto.
– Sim, e quatro. . . – Logo que o professor acabou de falar, o sinal bateu lá fora.
A menina sorriu de lado. – Como disse. . .Quatro.
O professor virou as costas, nervoso, e caminhou até sua mesa. Todos os alunos já se levantavam para sair da sala. Mas uma Calypso escandalosa entrou na mesma, seguida de um Leo animado.
– ESEPREM AI! – Ela gritou enquanto tentava recuperar o fôlego. – Sentem-se em seus lugares, por favor. Tenho algo a falar para vocês.
Todos os alunos resmungaram, mas logo estavam sentados como a menina pedira.
Calypso ficou alguns segundos calada tentando recuperar o fôlego. – Gente. preciso me exercitar mais. . .
Todos da classe sorriram. E a menina finalmente começou a falar:
– Bom, A escola esta organizando um baile.
Alguns alunos gritaram e aplaudiram.
– Um baile? – Percy pergunta. – Mas nossa escola nunca fez um baile antes.
– E é justamente por isso que falei com o diretor. E ele permitiu. – A loira sorriu radiante.
Mais aplausos.
– Bom, como estava dizendo, vai ser um baile de dia dos namorados.
– E quem não tem um?! – Alguém gritou lá atrás e todos sorriram.
– Bom. Então essa e uma chance para arrumar. – Ela fez um sinal com a cabeça, e Leo deu um passo à frente distribuindo um folheto do baile e um coraçãozinho de papel para cada aluno.
– Vamos lá, desencalharemos nesse baile! – O menino grita e todos sorriem.
Quando todos os alunos, já haviam recebido os papeis, Leo voltou para frente ao lado de Calypso.
– Então gente. Como já viram o Baile não e só para namorados. Mas também e uma ótima chance para declarar seu amor à pessoa amada. – Ela sorriu. – Estamos precisando de ajuda para organizar tudo, então quem se interessar pode falar comigo.
– Ou com o rapaz sexy ao lado dela. – Leo sorriu mais uma vez.
– Ou com o rapaz sexy ao meu lado. – Ela concordou. – Era só isso mesmo. Já podem ir.
Os alunos se levantaram, alguns seguiram para fora, mas outros caminharam até Calypso e Leo.
Annabeth ainda estava sentada em seu lugar, guardou seu material com toda a calma do mundo, e finalmente se levantou. Olhou para o lado onde Percy se sentava, mas ele não estava lá. Caminhou até a porta.
– Que tal loira? Vamos nos ajudar a organizar as coisas? – Um Leo sorridente piscou para ela.
– Não obrigada. – Annabeth falou, e continuou andando. Até finalmente sair pela porta.
Então sentiu uma mão lhe puxar pelo pulso, e logo estava nos braços de Percy.
– Como minha namorada e malvada. – Ele sorriu.
Annabeth sentiu seu rosto esquentar mais uma vez, como ela odiava aquilo.
– Eu só, não quero ajudar uee. . .
Percy sorriu de lado. – Tem certeza que não foi ignorante assim por causa do Nico?
– O que o Nico tem haver com isso Perseu?
– Sabe, quem sou eu para julgar a garota mais linda e inteligente da escola, a garota que calou a boca até mesmo do professor. . .
– Ele Foi um idiota, me perguntou o resultado sem ao menos saber. . .
Percy sorriu concordando. – Como estava dizendo. . .Longe de mim julgar você. Mas acho que tratou Leo assim, por que ele beijou a Thalia. . .
Annabeth se sentiu ainda mais envergonhada.
– Olha Annabeth eu também gosto do Nico com ela, mas não podemos descontar nos outros. . Não e justo com Leo.
A loira assentiu.
– Mas mudando de assunto. . . – Percy a abraçou com mais força. – Que namorada sabidinha a minha não?
A loira sorriu retribuindo ao abraço.
– E de muita sorte. . . – Completou o garoto. – Sabe por me namorar.
Ela levantou o rosto aproximando seus lábios dos dele ainda sorrindo. – Sim, de muita sorte. –Percy sorriu levantando-a pela cintura e selando seus lábios aos dela, em finalmente um beijo. As mãos da loira bagunçavam seu cabelo enquanto as de Percy passeavam por sua cintura.
– Será que podem fazer isso fora das dependências da escola? – O professor saiu em passos pesados pelos corredores com seus papeis em mãos. – Essa escola parece um circo! Os alunos entram na sala quando querem, beijam quando querem! – Resmungava pelo caminho.
Percy e Annabeth se encararam sorrindo. Então se separaram.
– Deixe-me carregar isso. – Ele pegou a mochila das costas da menina, e a colocou na sua.
– Não precisa Percy, serio. . .
– A qual é. Eu fico ótimo de rosa. – Então ele piscou e deu uma voltinha.
Annabeth sorriu. – Idiota. . .Vamos me devolva eu posso carregar.
O menino a encarou, com um olhar serio, tentando ler seus pensamentos. Então estalou os dedos sorrindo, Tirou a mochila da menina das costas, e a abriu pegando seu livro lá dentro.
– E isso que você quer não é?!
A loira ficou vermelha. – Vamos me devolva!
Percy sorriu levantando o braço, mantendo o livro lá no alto.
– Percy não seja criança! – Ela tentou pular para alcançar.
– Esta pedindo algo impossível Annie! – Ele sorria.
A Loira se esticava e pulava para alcançar.
– Eu te devolvo se for ao baile comigo. – Ele sorriu de lado, e subiu seus olhos aos dela.

Annabeth sentiu suas pernas bambas. – Isso não vale! – Ela corou desviando o olhar. – Esse seu sorrisinho de lado e esses olhos! É jogo sujo!
Percy sorriu ainda mais. – Na guerra e no amor vale tudo Baby.
– Aé? – A loira se aproximou dele, com o sorriso mais malicioso que conseguira dar. Então o empurrou contra os armários da escola. Suas mãos subiram pelo peito do menino até sua nuca. Ela aproximou seus lábios dos dele ainda com o sorriso malicioso. Percy a encarava vidrado, logo seu rosto se aproximava do da loira contra sua vontade. Os lábios dos dois se encontraram a mão de Percy que estava com o livro ainda no alto, logo foi abaixando aos poucos. A loira pediu passagem com sua língua, e Percy cedeu com um suspiro. Annabeth encaminhou suas mãos até as de Percy, lhe puxando o livro e se afastando dele.
Percy a encara incrédulo. – Isso sim! É jogo sujo.
A loira sorriu de lado. – Na guerra e no amor vale tudo Baby. – Ela imitou a voz de Percy. E piscou.
– Não. Acredito. Que Só. Me Seduziu. Para Pegar o livro. – Ele falava palavra por palavra, sua voz ainda soava incrédula. – Isso não é justo. . . – Cruzou os braços com um bico nos lábios.
Annabeth mais uma vez sorriu dando de ombros. – E você me seduziu para ir ao baile com você, a vida não é justa Percy.
– Então isso é um sim?
– Claro que é um sim cabeça de alga! – Ela sorriu e se aproximou mais uma vez do menino lhe dando um selinho.
– Ótimo! Mas uma vitoria conquistada com meu olhar sedutor. – Ele piscou para menina.
Annabeth revirou os olhos. – Então vamos? A escola vai fechar e ainda vamos estar aqui.
Percy assentiu arrumando a mochila da garota nas costas. Quando eles iam se virar para andar, escutaram passos pesados vindo do fim do corredor, então olharam para traz. Piper passou por eles como um jato.
– Pips? O que aconteceu?
A menina ignorou empurrando a grande porta, e saindo da escola.
Annabeth e Percy se entreolharam com as sobrancelhas arqueadas. Mas logo entenderam o porquê de Piper estar daquela forma. Logo no fim do corredor Jason vinha conversando com uma garota. Muito bonita por sinal, seus cabelos eram longos e pretos, e estavam presos em um trança em um lado do ombro, seus olhos eram negros, e ela passava uma ideia de segurança total. A menina sorria conversando com Jason, e ele parecia um idiota encarando ela de volta.
– Isso. . .vai da merda.
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